quarta-feira, outubro 31, 2007

Cristais que iluminam - Ricardo Aní­sio

Cristais que iluminam
Terça, 23 de Outubro de 2007 07h30
Antes que a minha vigilante amiga Dolores me atire facas de indignação, devo avisar-lhes que cá não sou crítico literário, e nem candidato a. Sou um mediano poeta bissexto que tenta construir seu caminho, e que com o mais recente dos meus livros, o Canção do Fogo (Edições Bagaço, Recife, 2007), consegui fios de respeitabilidade tais como as palavras da professora Aglaê Fernandes, que se disse surpresa e encantada com o nível dos meus poemas, e com os generosos elogios do escritor pernambucano Luiz Berto, autor do impagável Romance da Besta Fubana e de Memorial do Novo Mundo entre outras obras geniais. Vou maturando, sem pressa, consciente do brejo que tenho pela frente.
Sendo um poeta mediano e não sendo crítico literário, me sinto a vontade para escrever sobre o livro O Cristal dos Verões (Ed. Escrituras, São Paulo, 2007) do paraibano Sérgio de Castro Pinto. Para mim, juntamente com W. J. Solha e Otávio Sitônio Pinto, o que há de melhor na poética paraibana, nordestina e nacional, da contemporaneidade, e além dela, quiçá.
Sérgio é um poetastro. E sua obra não exprime a arrogância academicista embora seja ele um artista imorredouro no engenho da eterificação. Ao ler alguns de seus poemas para a dileta Dolores, de minguado conhecimento literário, ela se extasiou. "A cor que não explode/ barril de pólvora mansa/ apesar do pavio da tromba" são versos de O Elefante, originalmente publicado no Zôo Imaginário e agora incluído na antologia de poemas escolhidos O Cristal dos Verões.
Quando lemos Sérgio de Castro Pinto poesia parece água fluída de córrego manso, desmitificando a imagem sôfrega dos sorumbáticos vates em seus alforjes de vaidade e arrogância. "A vida é dose!/ de gole em gole/ - com um olho cheio de rum/ e outro sem rumo -, / o mundo é um porre!" decreta com a propriedade de quem usurpou da vida noites etílicas das quais geralmente os poetas tiram sua carta de alforria, somente para lembrar um outro poema deste esplêndido esmerilhador de versos.
Ao escrever Sobre o Medo este inspiradíssimo Castro Pinto me deixa pasmo, descobrindo nele uma grandiloqüência só encontrada em figuras como Garcia Lorca e Manuel Bandeira: "O medo se aloja na medula/ como um cubo de gelo/ O medo se infiltra no tinteiro e o congela/ O medo se instala na palavra e a enregela/ Com o medo aprendi o ofício de armazenar as palavras como num frigorífico/ Com o medo conservo: dez mil palavrasº abaixo de zero". Perfeição existe? Se existe, aqui me curvo e bato cabeça ao amigo Sérgio, por ter ele atingido-a.
Na leitura de O Cristal dos Verões eu condenso a sensação do embrionário poeta que sou com a certeza dos prazeres que leituras deste nível me concedem. Desprovido da envergadura que leva a obra de Sérgio de Castro Pinto a sacralização, me orgulho e me envaideço por privar de sua amizade. Não é todo dia que uma semente consegue ir lá no alto e tocar a copa d'árvore frondosa; e é assim que sinto.
Bate-me a sensação nobre da fluidez que minha poesia não tem e que na de Sérgio sobra. Reconhecendo-me um aprendiz que se alegra na constatação da maestria referencial que me abastece através d'O Cristal dos Verões deixo de público a minha inscrição entre os idólatras da poética 'sergiodecastropintiana' e recomendo a todos a leitura urgente, tanto de obras como Zôo Imaginário como da antológica seleção de O Cristão dos Verões. Em ambos há, além da obra completa, acabada, irretocável, a certeza de que com eles os jovens poderão tomar aulas práticas.
Se não pela riqueza literária, certamente pela maneira de fazer poesia elevadíssima dando-nos a impressão de que é um exercício dos mais fáceis. "A andorinha anda breve e mínima/ Tão confusa e cheia de ser fusa/ ou semicolcheia/ Na pauta dos fios de eletricidade,/ que já chilreia em alta voltagem". Descritiva, como nestes versos dedicados à sua filha caçula Maria Carolina, a poesia no embebe a alma de cantos de pássaros, de água cristalina, de pleno verão. Sutilmente o poeta parece escapar da maldição das trevas, onde um dia Poe e Yeats pretenderam nos enclausurar com a inadimplência da alegria.
"Da máquina o homem revela a memória/ e o que estava dentro revela-se ao lado de fora". Não gosto de eleger o melhor poeta, o melhor compositor ou o melhor artista plástico; mas me reservo o direito de definir os quais prefiro. E certamente prefiro o Sérgio de Domicílio em Trânsito (que somente o título genial já me marcaria) e o Solha de Trigal com Corvos, pela densidade épica com que transgrediu a economia com uma profusão de imagens literárias deslumbrantes e instigadoras.
É bom que as escolas públicas comecem a dizer a seus alunos que a literatura paraibana não vive apenas do passado, de Augusto dos Anjos e de José Lins do Rego, mas vive de Sérgio, de Solha, de Marília Arnaud, de Mercedes Cavalcanti, de Valéria Resende, de Ronaldo Monte e de Otávio Sitônio Pinto entre tantos que aqui não cabem.
FONTE: Jornal O Norte - João Pessoa,PB,Brazil

Ufma realiza final do Poemará amanhã


Ufma realiza final do Poemará amanhã
SÃO LUÍS - Os 25 poemas finalistas do 21º POEMARÁ, Festival Maranhense de Poesia, promovido pela Universidade Federal do Maranhão, através de seu Departamento de Assuntos Culturais da Pró-Reitoria de Extensão e do Instituto Guarnicê, estarão fazendo a última récita do referido concurso nesta próxima quinta-feira, 01 de novembro, às 19 horas, no Teatro Arthur Azevedo, quando serão conhecidos os vencedores dos júris técnico e popular.

A entrada para a Grande Final do 21º POEMARÁ será um kilo de alimento não perecível, que deverá ser trocado no Departamento de Assuntos Culturais da UFMA, sediado no Palacete Gentil Braga, 782 – Centro ou então ser trocado no dia 01 de novembro, a partir das 14 horas, na bilheteria do Teatro Arthur Azevedo. Todo o alimento arrecadado vai ser doado para entidades filantrópicas da capital. Neste ano, a coordenação do Festival classificou só 103 poesias para as audições públicas, que obedeceram ao regulamento.

Como já do conhecimento público, estão classificados para a grande final do 21º POEMARÁ os poemas: “A Bala Nossa de Cada Dia”, de Josélia Machado – São Luís – MA; “Brasil, Até Quando?”, de Édila Brasil – São Luís – MA; “Flor de Lótus”, de Jairon Martins – São Luís – MA; “Náufrago”, de Allan Jorge – São Luís – MA; “Águas Barrentas”, de Samuel Barrêto – Pedreiras – MA; “Poesia em Movimento”, de Elizangela Sousa – São Luís – MA; “Escândalo”, de Thiago Soares – São Luís – MA; “A Doméstica Casa das Invenções Particulares”, de Bioque Mesito – São Luís – MA; “Identidade”, de Semião Julio Neto – São Luís – MA; “Clamor das Américas”, de Arlinn Donsson – São luís- MA; “Única”, de Neila Raquel M. Costa – São Luís- MA; “Reciclando A Vida”, de Moisés Abílio – Pedreiras – MA; “Esculpido”, de Lio Ribeiro – São Luís – MA; “A Ilha do Amor”, de Maks de Lima – São Luís – MA; “Bicho Fêmea e Bicho Macho”, de Walkerleny Soeiro – São Luís – MA ; “D. Santinha (Dona da Vida)”, de Cleyton Almada – São Luís – MA; “Labaredas”, de Ronnald Kelps – São Luís – MA; “Sopro”, de Carp – São Luís – MA; “As Cores do Mundo”, de Matheus Rodrigues – São Luís – MA; “Pintura Gótica”, de Wilson Chagas – São Luís – MA; “A Imperfeição do Homem”, de Jadna Rodrigues – São Luís – MA ; “O que ficou”, de Flaviano Menezes – São Luís – MA; “Missão”, de De Paula – São Luís – MA ; “Vertigem”, de Rafael Feitosa – São Luís –MA; e, “Desejos”, de Rômulo Kelfes – São Luís – MA

Nesta Grande Final haverá dois julgamentos técnicos e um popular. As comissões julgadoras técnicas funcionarão para julgar o mérito literário e a performance de interpretação, devendo o mérito literário ser julgado pelos poetas e jornalistas: Ubiratan Teixeira, Henrique Bois e Wilson Martins; enquanto a performance de interpretação será julgada pelo atores Cláudio Silva, Cássia Pires e Renata Figueredo. O julgamento popular será feito pelas 100 pessoas do público que primeiro chegar ao Teatro Arthur Azevedo, devendo essa consulta ser feita através de cédulas que serão distribuídas pela recepção do teatro.

Conforme o Regulamento do 21º POEMARÁ foram selecionados em cada eliminatória três poemas por indicação do Júri Técnico Literário e um poema pela performance de interpretação (exceto quando houve empate na totalização dos votos, fato que ocorreu em todas as eliminatórias), que foram indicado pela platéia presente a cada audição, através de consulta popular. Os trabalhos escolhidos irão se juntar aos já selecionados e participarão da Grande Final do Festival, no dia 01 de novembro, no Teatro Arthur Azevedo.

O 21º Festival Maranhense de Poesia que é uma promoção conjunta da UFMA, por meio do Departamento de Assuntos Culturais/PROEX, Instituto Guarnicê, Fundação Sousândrade e Governo do Maranhão com o apoio da Companhia Vale do Rio Doce, Teatro Alcione Nazareth, Teatro Arthur Azevedo e Rádio Universidade FM. Agora só está faltando uma eliminatória a ser realizada nos dia 17 de outubro de 2007, às 19h, no Teatro Alcione Nazareth. A entrada é um kilo de alimento não perecível, que vai ser doado para entidades filantrópicas da capital. Neste ano, a coordenação do Festival classificou só 103 poesias para as audições públicas, que obedeceram ao regulamento.

O 21º Festival Maranhense de Poesia – POEMARÁ, tem promoção da Universidade Federal do Maranhão, através de seu Departamento de Assuntos Culturais da Pró-Reitoria de Extensão e do Instituto Guarnicê, com apoio cultural da Companhia Vale do Rio Doce e Rádio Universidade FM.

O 21º Festival Maranhense de Poesia oferecerá a seguinte premiação: 1º Lugar - R$ 600; 2º Lugar - R$ 400; 3º Lugar - R$ 200; Melhor Intérprete do Júri Técnico - R$ 500; Melhor Intérprete do Júri Popular - R$ 300. Os premiados receberão ainda o Troféu José Chagas de Poesia. Os poemas poderão ser interpretados pelos próprios autores ou por pessoas indicadas. Os intérpretes poderão utilizar som, slides, figurino, entre outros, desde que não atrapalhe o andamento das audições. Na ausência de intérprete oficial previamente escolhido, o poema concorrente poderá ser lido para ter validade no julgamento literário.

FONTE: O Estado do Maranhão (Assinatura) - São Luís,MA,Brazil

Nova geração de poetas latino-americanos participa da Latinale

31/10/2007 - 16h27
Nova geração de poetas latino-americanos participa da Latinale
da Deutsche Welle, na Alemanha
O festival Latinale traz à Alemanha autores da poesia latino-americana ainda desconhecidos na Europa. A gaúcha Angélica Freitas e o carioca Carlito Azevedo representam o Brasil.
O festival de poesia Latinale dá aos novos talentos literários da América Latina a oportunidade de divulgar seu trabalho na Alemanha por meio de leituras ou performances feitas pelos próprios autores com posterior tradução para a língua alemã. De 27 de outubro a 7 de novembro, 12 poetas representarão as novas tendências literárias de seus países de origem: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru e Uruguai.
O festival, projeto do Instituto Cervantes de Berlim, foi lançado em 2006. Devido à boa aceitação do público, neste ano o evento itinerante passa por Berlim, Colônia, Hamburgo, Leipzig e Potsdam, duas cidades a mais do que na primeira edição. Segundo a diretora artística da Latinale Rike Bolte, "os eventos do ano passado estavam sempre repletos de gente, por isso continuamos o projeto e conseguimos financiamento para este ano".
FONTE: Folha Online - São Paulo,SP,Brazil http://www1.folha.uol.com.br/

FARO: Elista ganha prémio de poesia em Itália

FARO: Elista ganha prémio de poesia em Itália
31-10-2007 19:02:00
O Vice – Presidente Continental para a Europa do Elos Internacional e Dirigente do Elos Clube de Faro, José Luís Guedes de Campos, ficou em terceiro lugar no Concurso Internacional “Poesia, Prosa e Arte Figurativa”, em Itália.
José Campos alcançou o terceiro lugar com o poema em língua portuguesa “Quero Acreditar”, na segunda edição do Concurso Internacional “Poesia, Prosa e Arte Figurativa”, promovido pela Accademia Internazionale “Il Convívio”, em Messina (Itália).
O poema vai ser incluído na antologia a editar em Fevereiro de 1928 pela Accademia Internazionale “Il Convívio”.
José Luís Guedes de Campos, para além das funções que exerce no elismo nacional e internacional, é Comendador, com o grau de Grande Oficial da Academia Brasileira de Desenho e Artes Visuais, Cidadão Honorífico do território do Ilhéu da Pontinha (Forte de São José), na Madeira, e foi recentemente distinguido com a “Medalha de Mérito Cultural Austregésilo de Athayde” pela ALAP (Academia de Letras e Artes de Paranapuã – Rio de Janeiro – Brasil).
FONTE: Observatório do Algarve - Faro,Portugal

Bronce para Raúl Clemente y para Aragón en el Torneo Internacional de Gerona

Bronce para Raúl Clemente y para Aragón en el Torneo Internacional de Gerona
Nuevo éxito de los deportistas de Binéfar
HUESCA.- El pasado fin de semana se celebró en Gerona el XVII Trofeo Internacional de Judo Ciudad de Girona de categoría absoluta individual masculina y femenina y el V Gran Premio Diputación de Gerona, para categoría sub-19 por equipos. Un gran número de judokas españoles y extranjeros se dieron cita en este prestigioso torneo.
Entre los componentes de la selección española se encontraba Raúl Clemente, judoka del Club Judo Binéfar, que competía en la categoría masculina -66 kilos y que logró subir al podio para recoger la medalla de bronce ganada en la repesca.
Clemente estuvo a la altura de una competición de alto nivel y tras varios combates se hizo con un merecido tercer puesto.

FONTE: Alto Aragón - Aragón,Spain

GOTHIC

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JUDO = KO UCHI GARI - SEOI NAGUE

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Recibe Pere Gimferrer Premio Octavio Paz de Poesía y Ensayo

Recibe Pere Gimferrer Premio Octavio Paz de Poesía y Ensayo
El galardón es uno de los más importantes en lengua española.
Madrid, España.- El escritor y poeta español Pere Gimferrer recibió hoy en Madrid el Premio Octavio Paz de Poesía y Ensayo, en una ceremonia que tuvo lugar por primera vez en España y en la que destacó la “inmensa deuda” de su generación y de otras con el escritor mexicano, Premio Nobel de Literatura.
El galardón es uno de los más importantes en lengua española.
El ministro de Cultura español, el también escritor César Antonio Molina, destacó que además de ser la primera vez que la ceremonia de entrega tiene lugar en Madrid, en concreto en la Residencia de Estudiantes, también es la primera vez que “se entrega a un escritor que escribe en castellano y en catalán”.
“Pere Gimferrer es uno de los más destacados amigos de Octavio Paz en España y uno de nuestros mejores poetas y ensayistas.
Su obra poética supuso, en los años sesenta, una renovación del imaginario poético español”, dijo el ministro.
“La ausencia física de Octavio no empaña la permanecida irradiación de cuanto escribió″, dijo Gimferrer (Barcelona, 1945) de su amigo Paz, fallecido en 1998 y a quien ensalzó en un discurso titulado “Homenaje”.
DPA

FONTE: Milenio - Distrito Federal,Mexico

Inédito concurso literario para ciegos con premios para cuento y poesía

Inédito concurso literario para ciegos con premios para cuento y poesía

La actividad se realizó en la Feria del Libro, instancia a la que asistieron concursantes incluso de regiones.

Ciego de nacimiento, Guillermo Castillo nunca se ha dejado abatir y no cree en las diferencias. Es profesor de castellano y se las arregla para conseguir libros grabados en discos.
Ganó el segundo lugar en el primer concurso de cuentos para ciegos que se realiza en el país.
"No es lo mismo leer algo escrito por un ciego que uno que no lo es. Se perciben matices distintos", aseguró Guillermo.
Para Lorenzo Morales, el ganador del premio mayor en poesía, los versos son la mejor forma de pedir integración para los ciegos.
"Abriendo los ojos" se llama este concurso en que muchos viajaron desde regiones a participar y aunque no ganaron, una vuelta por la Feria del Libro fue su mejor panorama.

FONTE: 123 Chile - Chile

Memoria de carisma y poesía

Memoria de carisma y poesía
POR LUIS MIRANDA
CÓRDOBA. «El carisma es la capacidad enigmática de algunas personas para fascinar y atraer a los demás sin hacer nada, siendo como son». La definición es de un científico, Carlos Castilla del Pino, y ayer la enunció en su semblanza del poeta Vicente Núñez. Era la primera de las intervenciones en el congreso sobre el escritor de Aguilar de la Frontera que ayer comenzó en la Diputación Provincial.
«Una semblanza es personal. No contaré cómo era Vicente, sino qué hacía y cómo lo hacía», afirmó después de aclarar que «los seres humanos no somos definibles, sino descriptibles». Vicente Núñez, admitió, le dejó un «recuerdo imborrable». Recordó su carácter teatral, que hacía de él «un espectáculo único», pero también su vida interior, esa soledad que era «una forma de conservar su castillo interior», como él mismo decía.
Aquel hombre llevaba «una vida excéntrica y extravagante, porque caminaba por donde no caminaban los demás», y, aunque recluido en Aguilar de la Frontera, era ajeno a todo lo que le rodeaba. «Mi Aguilar está dentro de mí», djio en alguna ocasión.
Fuera de las normas, «porque la norma la marcaba él», su teatralidad era incomprendida, aunque Castilla del Pino elogió el lenguaje propio que fue capaz de crear para un contexto concreto. Con indiferencia hacia la muerte se apagó su vida: «Es el final», le dijo Vicente Núñez a Castilla del Pino pocos días antes de su muerte.
Esplendor y fracaso
Fue el prólogo, tan emocionante como brillante, del congreso que después continuó Luis Antonio de Villena, estudioso de la obra del autor de «Ocaso en Poley» y amigo personal suyo.
«Esplendor y fracaso de la poética de Vicente Núñez» era el título, que el poeta explicó pormenorizadamente. «Hizo una obra muy variada y muy buena, porque tocó muchos registros y de ahí que sea muy difícil adscribirle a una determinada escuela». Recordó que «tanto le interesaba la poesía metafísica como la realista y todas le parecieron bien, no tenía un estilo preferente que es algo muy empobrecedor en la poesía española».
¿Y por qué fracaso? A mediados de los años 80 Vicente Núñez tuvo muchos proyectos literarios sin terminar. Las «Epístolas a los Ipagrenses», los «Himnos a los árboles» o los «Sonetos como pueblos» son indicios de libros que no se terminaron, «quizá porque él tenía un conflicto interno entre la vida y la poesía y tenía la sensación de que la poesía apartaba de la vida». Como pensaba que el amor a la vida y a la poesía «eran irreconciliables», ello le impidió hacer una obra mucho más completa.
Como Castilla del Pino, recordó al personaje. «Los que no le han conocido tendrán al poeta puro, pero perderán una parte importantísima, que era una persona con un lado histriónico muy especial». El propio Villena se topó de bruces con esta personalidad cuando lo conoció. Era un viaje de Málaga a Madrid y pensaba parar en Aguilar 20 minutos. «Nos quedamos siete horas y eso era por el continuo fuego pirotécnico que hizo sin parar. Quedamos fascinados por esa exuberancia siempre fluyente», recordó Luis Antonio de Villena.
Queda su obra, «que es mucho, pero su obra era algo él, y se ha perdido». Sólo los sofismas, que tanto cultivó, conservan rastro de aquella teatralidad.
También lo recordó otra amiga, la ex ministra de Cultura y vicepresidenta primera del Congreso, Carmen Calvo. «Vicente Núñez es de esos intelectuales que es de los tres tiempos, del pasado porque ya no está, del presente por la importancia que tiene en los poetas jóvenes y de futuro porque hay muchas cosas en su obra que siguen siendo enigmáticas».
FONTE: ABC Córdoba - Córdoba,Andalucía,Spain

El premio de poesía Visor - Valdepeñas podría ser un premio destinado a la "V de Villena"

El premio de poesía Visor - Valdepeñas podría ser un premio destinado a la "V de Villena"

Cada vez surgen datos que enturbian más la claridad de la entrega del premio limpiamente
Publicado el Martes 30 de octubre de 2007,
Julio Castro - laRepúblicaCultural.es

La cuestión del premio de poesía “Viaje del Parnaso”, en la cual se otorgó el premio a Luis Antonio de Villena, parece ir creciendo en complejidad en cuanto a las posibles irregularidades del participante a la hora de presentarse. Otra cosa es saber si además de la complejidad existe la complicidad, nos referimos a la del jurado que le otorgó el premio (por mayoría, eso sí) al editor que se hará cargo de publicarle esta, como otras obras, y/o del ayuntamiento de Valdepeñas, dado que según parece, existe un cierto grado de amistad entre el propio alcalde (presidente del jurado) y el escritor premiado.
A lo largo de los últimos días ha bastado un ligero repaso por el ancho mundo de Internet para descubrir diversas páginas que ponen en evidencia cuestiones que, relacionadas entre sí, aportan un aire poco sano al asunto. Por una parte, si ya informábamos que el texto premiado iba a ser cambiado de nombre pasando a titularse “La prosa del mundo”, resulta que ciertos indicios obtenidos de noticias e informaciones de prensa y páginas diversas en la red, apuntaban a que el libro podría no haber sido escrito antes de la fecha de presentación de los manuscritos al premio en cuestión (mes de mayo).
Sin embargo, la sorpresa mayor se obtiene al encontrar que un volumen del mismo autor y con el mismo título fue publicado el pasado año 2006, dentro de una colección que la “Editorial 4 de agosto”, un pequeño grupo de La Rioja, viene publicando. Concretamente el número 38 de la Colección ’Planeta Clandestino’ [Cuadernos de poesía] como puede ser consultado en la página http://blogs.larioja.com/pequena/2007/1/1/nochevieja (y también en nuestras imágenes)con fecha 2 de enero de 2007, y con una tirada de 300 ejemplares, como se indica luego en la propia página de la editorial (http://www.4deagosto.com/). En realidad se trataba de un adelanto del libro que pensaba terminar este próximo otoño, y el volumen concreto se tiene a la venta con los siguientes datos:

#38 - La prosa del mundo
LUIS ANTONIO DE VILLENA
(Incluye viñeta de Ajo)
Poesía - 3€ISBN: (2006)
El poeta, crítico y antologuista Luis Antonio de Villena ofrece un adelanto de su próximo libro ’La prosa del mundo’ en este cuaderno con seis poemas en prosa: Pensión, Inmigrantes, El poeta Ashbery, Charla, Bonaparte atravesando y Ahorcados: "Omar y Fathi, de diecinueve años. Y el mundo ridículamente no se ha roto aún. Y aprece que los verdugos rezan en viernes: ’El Compasivo se ha instalado en el Trono’. ¿Quién se ha instalado en el trono? Rezad por mí, muchachos de Persia".
Por otra parte, y siguiendo con lo que se puede encontrar fácilmente en la red, en una de las páginas de la “GuíaGay.com” se puede leer en un artículo publicado el 17 de octubre, titulado Luis Antonio de Villena sostiene en ’El sol de la decadencia’ que "el amor es un aprendizaje" que “Luis Antonio de Villena está ultimando su nuevo trabajo, ’La prosa del mundo’, una obra de poemas en prosa.” Esto pudiera hacer pensar que el autor no terminó su libro antes de la entrega, pero que ahora, aprovechando el tirón, va a publicar otra cosa que no se atiene al premio.
Y decimos pudiera ser, dado que lo difícil es comprobar qué se entregó en su momento, qué leyeron los miembros del jurado, que se premió y qué de todo ello va a ser publicado con bajo los auspicios de uno de los premios más importantes en dotación y más nuevos para nuestra poesía. La palabra estará en la honestidad del jurado, de personas como Ángel González o de Caballero Bonald. Será difícil dudar de su integridad, pero lo más difícil será dar cualquier credibilidad a este entuerto en que todo parece nacer retorcido.
Entretanto, los propios finalistas vuelven a pronunciarse de nuevo en otro comunicado que reproducimos en nuestros medios, pero también hemos podido hablar con ellos, comprobando que, si bien cada uno tiene su relato que aportar, queda clara una visión común que no se ve limitada por la distancia entre ellos, y ésta deja claro que no han visto limpieza en el desarrollo de los acontecimientos, y se ven estafados por la organización.
De momento hay dos preguntas: ¿se pronunciará el jurado al respecto? ¿Habrá premio de nuevo el próximo año? La realidad es que hoy por hoy, más que hablarse de “premio”, se trata más de entenderlo como un “concurso”.

FONTE: laRepúblicaCultural.es - Madrid,Madrid,Spain

«La poesía aniquila los efectos del materialismo y del lavado de cerebro de anuncios y política»


JOE SOMOZA POETA
«La poesía aniquila los efectos del materialismo y del lavado de cerebro de anuncios y política»

«Mi fascinación por el lenguaje tiene que ver con que crecí oyendo asturiano y castellano», dice el gijonés, desde 1949 en EEUU
31.10.07 -
JOSÉ LUIS CAMPAL

La nómina de poetas asturianos se encuentra incompleta porque no tiene en cuenta muchas veces a los escritores que, habiendo nacido en el Principado, desarrollaron su labor en otros continentes y en lenguas distintas a las dos que coexisten en nuestra región. Entre estos olvidados se encuentra Joseph (o Joe) Somoza. Nacido en Veriña en 1940, emigró a los Estados Unidos en 1949. Tras estudiar en la Loyola University y el Iowa Writers Workshop, desarrolló, hasta su jubilación, una intensa labor docente en El Paso, Puerto Rico y la New México State University, institución en la que, además, fue editor de poesía de la revista 'Puerto del Sol' durante catorce años. Hasta el año pasado realizó, asimismo, funciones de coeditor de otra destacada publicación del ámbito literario norteamericano, 'Sin Fronteras Journal'. La producción personal de Somoza como poeta se inició en 1968 con 'Greyhound', libro al que seguirían: 'Olive women' (1976), 'Backyard poems' (1986), 'Out of this world' (1990), 'Four-eyed dialogues' (1996), 'Sojourner, so to speak' (1997), 'Cityzen' (2002) y 'Clear winter days' (2004). Según la crítica estadounidense, los poemas de Somoza son precisos y poseen una «huella asturiana, principalmente en descripciones de paisajes».
Joe Somoza es un autor incluido en numerosas antologías pero absolutamente desconocido en nuestro país. Las que ahora ofrecemos son sus primeras reflexiones en España, que se acompañan, en exclusiva para EL COMERCIO, de dos traducciones de poemas inéditos.
-¿En qué momento surge en Joe Somoza la necesidad de explicarse poéticamente?
-La primera vez que intenté escribir poesía fue a los 19 años durante el verano, cuando yo vivía solo por primera vez en mi vida. Mis padres se habían mudado a otra ciudad y yo me quedé en Chicago trabajando en una fábrica para ganar algo de dinero para ir a la universidad. Intenté darle expresión a mi soledad y mi melancolía a través de las palabras.
-¿Por qué emplea este género, la poesía, y no otros como el narrativo?
-Cuando empecé a expresar mis sentimientos en la escritura, elegí la poesía en lugar de la ficción o el drama porque me parecía más fácil, más rápido. Después de hacerlo durante un tiempo, me di cuenta que disfrutaba de la inmediatez de la poesía, su forma directa, cómo uno puede ir directamente de los sentimientos a los sonidos, texturas e imágenes de las palabras que los sentimientos sugieren. Ahora, muchos años después, prefiero la poesía como género porque he llegado a amar el lenguaje por su propio bien.
-¿Qué recuerda de su infancia en Veriña y Asturias?
-Viví en Veriña con mis abuelos durante mis primeros 5 años, porque mis padres se llevaron a mi hermano mayor, que tenía tuberculosis, a un clima más seco, a Castilla y León. Recuerdo los higos y las castañas, cuando ayudaba a mi abuelo a recogerlos, y recuerdo los olores y sonidos del mar, y el tren carbonero que pasaba cerca de la casa de mi abuelo.
-¿Cuándo se produce su marcha a tierras americanas?
-Cuando tenía 5 años, la tuberculosis de mi hermano ya no era contagiosa, así que me fui a Palacios de la Sierra, en Castilla, donde mis padres habían estado viviendo. A los 8 años, mi familia recibió el permiso para emigrar a Estados Unidos. Mi padre, médico, quería irse allí para llevar a cabo investigaciones médicas, ya que las condiciones en España, después de la guerra civil, no eran las apropiadas. Los hermanos y hermana de mi madre, que ya se habían ido primero a Estados Unidos, nos ayudaron a hacer el cambio.
-El recuerdo de sus experiencias asturianas
¿tiene reflejo directo o solapado en sus composiciones poéticas?
Desde que dejé Asturias, su efecto en mi poesía es indirecto. Escribí dos o tres poemas usando imágenes de Asturias, una en la que dibujo a mi abuelo hablándome en asturiano al despertarme. Él me hablaba en asturiano, por supuesto. Mi fascinación por el lenguaje tiene que ver, estoy seguro, con el hecho de que crecí oyendo asturiano y castellano y sólo de manera secundaria aprendí el inglés. Mi amor por lo natural y mi interés en incorporar imágenes de la naturaleza pueden venir de mis experiencias rurales de la niñez en Asturias.
-¿Es usted poeta de obra abundante?
-Cuando enseñaba en la universidad, mi producción variaba dependiendo de la energía que me quedaba después de preparar mis clases. Los veranos y los fines de semana, por supuesto, siempre los dejaba libres para escribir. Cogí mi retiro anticipado, en 1995, para poder escribir todos los días, lo que continúo haciendo, pero cada poema que surge no es necesariamente el que sobrevive.
-¿Qué busca cuando escribe?
-Raras veces escribo poemas para explorar un tema en particular, sino más bien como manera de hablar conmigo mismo, aprender sobre lo que estoy pensando y cómo me estoy sintiendo en ese momento. Cuando me siento en el patio por la mañana, casi nunca sé sobre lo que voy a escribir, es una forma de meditación, una manera de mantenerse vivo mentalmente. Por lo tanto, espero seguir escribiendo hasta que me muera (o me vuelva demente).Dos nuevos libros
-¿Cuántos libros ha publicado hasta la fecha?
-He publicado siete libros y cuadernos de poesía hasta la fecha, y tengo una pequeña colección on-line, 'Clear winter days', con dibujos de mi mujer. Dos nuevos libros van a ver la luz este año: una colección completa, 'Shock of white hair', y un cuaderno, 'Back talk'.
-¿Con cuál de sus poemarios se quedaría?
-El cuaderno 'Backyard poems' es especial para mí porque fue la primera vez que escribí poemas utilizando la 'voz' tanto como las imágenes. Por 'voz' me refiero al narrador del poema, cuyas actitudes y personalidad se manifiestan en el poema. Es una cualidad dramática que siempre he admirado en poetas innovadores como Robert Browning, Ezra Pound y T. S. Eliot, aprendí mucho leyendo a 'los poetas de Nueva York' (especialmente a Frank O'Hara). Los poemas del 'Backyard poems' fueron escritos después de un año sabático en New Jersey, durante el cual fui a varios talleres de poesía en New York.
-¿Cómo le han tratado los lectores y la crítica?
-No soy muy conocido fuera del estado de Nuevo México, pero la más amplia reacción crítica a mi poesía apareció en el 'Journal of New Jersey Poets', en el año 1999, una completa revisión de mi libro 'Sojourner, so to speak', por Madeline Tiger. Mi poesía está muy bien vista en Nuevo México, donde ha aparecido en varias antologías.
-¿Cuáles serían, si tuviera que definirlas, las líneas maestras de su concepción del hecho poético?
-Como William Carlos Williams, me gusta escribir sobre las pequeñas cosas cotidianas y, como Robert Creeley, estoy fascinado por los complejos procesos mentales. Mis poemas parecen combinar esas dos tendencias, a menudo empiezan con la mirada de algo pequeño en mi patio que después lleva al desenmarañamiento de un estado mental, ayudados en el camino por una corriente de palabras que se construyen en la página.
-¿Depura mucho sus textos una vez escritos o prefiere ofrecerlos sin demasiadas variaciones con respecto a su primera versión?
-Escribo la primera versión de un poema rápidamente, como para usar la libre asociación de los sonidos y otras sugerencias, y después pongo esa primera versión en el ordenador, y la reviso detalladamente, normalmente varios días. En mi revisión, intento preservar e incrementar la vitalidad inicial del poema quitando los obstáculos en el poema que enturbian su empuje, energía y sugerencia.
¿Está llamada, hoy día, la poesía a cumplir un papel renovador dentro de nuestra sociedad consumista?
-La poesía hoy en día, incluso aunque poca gente la lea, puede tener un efecto humanizador para aniquilar los efectos del materialismo y el lavado de cerebro de los anuncios y la política. La poesía hace iluminar el interior en cada ser humano, cómo siente la vida. Y se enfrenta con la experiencia humana de manera honesta, usando el lenguaje de forma tan precisa como le sea posible, intentando mantener la habilidad del lenguaje para comunicarse sinceramente, y así contraatacar el deshonesto uso del lenguaje por los políticos y negociantes.
-¿Con qué tendencias líricas se identificaría usted?
-Me atrajo la poesía por lo irreverente, los movimientos de vanguardia en los Estados Unidos que siguieron a la II Guerra Mundial, es decir: los Beats, los poetas Black Mountain, el San Francisco Renaissance, y el New York School, poetas que fueron antologados por Donald Allen en la colección 'The New American Poetry' (1960). Todos estos poetas comparten una desconfianza hacia lo académico y a favor de la honestidad emocional y la experimentación lingüística del poema tradicional bien hecho. Ellos prefieren la energía, la ironía y el humor antes que lo ornamental y la corrección idiomática. Es, me doy cuenta, una sobresimplificación.
-¿Sus gustos como lector se corresponden con su escritura o van por sendas diferentes?
-Ahora que llevo escribiendo durante más de 45 años, intento tender hacia la clase de poesía ya mencionada, aunque, cuando estoy en una librería, estoy siempre al acecho de una nueva, extraña y diferente clase de poesía que me pueda emocionar como lo hicieron Robert Creeley, Allen Ginsberg y Frank O'Hara cuando los encontré por primera vez.
-¿Cree usted que su producción se comprendería en España si se tradujera? ¿No le ha tentado regresar a su país natal?
-No estoy muy familiarizado con la poesía contemporánea española, así que no sé si los españoles apreciarían mi poesía. Conozco, y me gusta, la poesía de Ángel González (le conocí personalmente cuando él era más joven y enseñaba en Alburquerque) y siento que mi estilo no es muy diferente del suyo. Escribe sobre lo cotidiano con un lenguaje conciso y sin florituras, como yo. He vuelto a España varias veces a lo largo de los años, más recientemente hace tres, y mi esposa y yo pasamos una semana en Gijón. Aunque me parece un bonito e interesante país para visitar y me gusta la comida y su agradable estilo de vida, no volvería a vivir allí (aunque mi hermano todavía espera que lo haga). El ser un extranjero en Estados Unidos me da cierta libertad frente a las convenciones sociales que encuentro beneficioso como escritor, y especialmente en el Oeste americano, donde la mayor parte de la gente es relativamente nueva (sólo los indios pueden ser considerados nativos en Nuevo México).
FONTE: El Comercio Digital (Asturias) - Asturias,Spain

"Es un honor traer nuestra poesía hecha canción a Praga"


"Es un honor traer nuestra poesía hecha canción a Praga"
[30-10-2007]

Por Gonzalo Núñez
Por primera vez se presenta en Praga El Café Chorale de Costa Rica, una de las agrupaciones musicales más destacadas de ese país, que mezcla canciones sacras y clásicas con el acervo popular latinoamericano. El director del conjunto, David Ramírez, se mostró complacido de poder brindar su arte en esta ciudad.
Inglaterra, Bélgica, Suiza, Alemania. Ese es el itinerario que ha seguido El Café Chorale de Costa Rica, en su sexta gira por Europa, hasta recalar por primera vez en Praga.
En la capital checa ya brindaron una actuación, el lunes, y tienen programada una más, este martes, a las 19.30 horas, en la iglesia de San Martín, en el centro de la ciudad.
Veintiocho son los integrantes de El Café Chorale, catorce hombres y catorce mujeres de edades y oficios diversos, aunque unidos por su amor a la música. Más un director y conductor, David Ramírez, quien declaró que era un honor y un privilegio actuar por primera vez en la capital checa.
"Para nosotros, los costarricenses integrantes de El Café Chorale, es un honor estar aquí, poder traer nuestra música, nuestros sentimientos, nuestras cosas particulares muy esquemáticas de nuestra cultura, de nuestros ritmos. Es un gusto traer nuestra poesía hecha canción y estar presentes dentro de este ambiente tan praguense, tan lindo, tan lleno de arte, es realmente un privilegio", indicó David Ramírez.
El Café Chorale, fundado en 1994, ha sido galardonado dos veces con el Premio Nacional de Música de Costa Rica, en 1999 y 2003. El fuerte de la agrupación es la música tradicional latinoamericana y David Ramírez cree que el público europeo ha sabido apreciar eso.
"Hemos hecho un proyecto de investigación sobre el arreglo coral y la idea nuestra es que esta música es tan importante que es para cualquier escenario del mundo y seguimos convencidos de eso. La música latina siempre se ve como de lejos, en un inicio, pero cuando ya la gente la escucha, tiene una magia particular y tiene una aceptación verdaderamente extraordinaria esta música"vestigación sobre el arreglo coral y la idea nuestra es que esta música es tan importante que es para cualquier escenario del mundo y seguimos convencidos de eso. La música latina siempre se ve como de lejos, en un inicio, pero cuando ya la gente la escucha, tiene una magia particular y tiene una aceptación verdaderamente extraordinaria esta música", sostuvo el director y conductor.
David Ramírez, cuyos dos hijos, Dania y Josué, forman parte de la agrupación y de esta gira, prometió volver a Praga con El Café Chorale en un futuro cercano y para entonces dijo que tendrían preparadas canciones de autores checos.
Después de su estadía en Praga, El Café Chorale proseguirá con su gira europea, la que concluirá el próximo cuatro de noviembre.

FONTE: Radio Praha - Czech Republic

El premio Esperanza Spínola de Poesía ya tiene doce obras candidatas en su XIX edición


El miércoles se cierra el plazo de presentación. La ganadora será divulgada y recibirá un premio de 1.200 euros. En total, el Ayuntamiento invierte unos 14.000 euros anuales en certámenes literarios y creativos
El premio Esperanza Spínola de Poesía ya tiene doce obras candidatas en su XIX edición
POR Nagore Anabitarte

• 30 de octubre de 2007

El miércoles 31 de octubre se cierra la XIX edición del premio literario Esperanza Spínola de Poesía, organizado por el Ayuntamiento de Teguise. Hasta la fecha se han presentado 12 obras que optarán a un premio, único e indivisible, de 1.200 euros. Además, el trabajo elegido será divulgado, ya que el área de Cultura del Consistorio se compromete a editarlo. El fallo del jurado se conocerá durante el próximo mes.
La edición pasada se la adjudicó el periodista y escritor grancanario Santiago Gil García, con su obra “El color del tiempo”, de la que el jurado destacó el carácter contemporáneo que manejó en las composiciones, sin adolecer del ritmo propio de este género.
A este concurso pueden optar todos los residentes en el Archipiélago Canario. Por su parte, las obras tienen que ser originales e inéditas, y que no hayan participado en otros premios. Asimismo, no pueden tener una extensión inferior a 300 versos, ni superior a 500. Quienes estén esperando a última hora para entregar los trabajos, deberán remitirlos al Departamento de Cultura del Ayuntamiento de Teguise, ubicado en la Calle José Betancort, número 6 (Palacio Herrera, en la Villa de Teguise).
14.000 euros para las convocatorias literarias
Ésta es una de las citas literarias que organiza el Departamento de Cultura del Ayuntamiento de Teguise, que según ha hecho público destina una media de 14.000 euros a la convocatoria pública de certámenes literarios y creativos durante el año, para así “mantener vivos géneros como la poesía, a través del Premio Esperanza Espínola, la prosa, con su Premio Leandro Perdomo, el género epistolar, con la edición anual del Concurso de Cartas de Amor y Desamor “Novios del Mojón”, o las composiciones populares de coplas, con la convocatoria regular del "Concurso de Coplas Guanapay”.
Para la concejal del área, Noelia Umpiérrez, cualquier inversión en este tipo de convocatorias supone una aportación a la cultura que trasciende el panorama local.

FONTE: La Voz de Lanzarote - Lanzarote,Canarias,Spain

Le poète français Yves Bonnefoy couronné par le Prix Kafka 2007

Le poète français Yves Bonnefoy couronné par le Prix Kafka 2007
Il y a 20 heures
PRAGUE (AFP) — Le poète et essayiste français Yves Bonnefoy, 84 ans, a reçu mardi à Prague le prix Kafka 2007 en soulignant "le rôle fondamental" de la poésie dans le monde actuel.
Pour lui, un prix qui "récompense la poésie" mérite plus que tout d'être salué dans un monde où "la création poétique est négligée, méconnue et objet de méfiance" parce qu'on la croit inutile et empreinte de bons sentiments, comme il l'a confié à l'AFP en marge de la cérémonie organisée à la mairie.
Son oeuvre célèbre "la fugacité de nos vies, leur finitude et le mensonge de la mort", sa poésie est "une célébration homérique du monde", a souligné le jury lors de la remise du prix.
Pour sa part, le poète a salué la démarche littéraire de Kafka qui, loin de tout "nihilisme pessimiste", a mis en évidence le non-sens et l'opacité du monde "grâce à son travail de sape à l'encontre de la métaphore (...) et du symbolisme".
Mercredi, Yves Bonnefoy devait donner une conférence inédite sur "l'avenir de la poésie et l'oeuvre de Franz Kafka" à Prague avant de partir pour Budapest participer à une séance de dédicace.
Doté de 10.000 dollars (environ 7.500 euros), le prix Franz Kafka récompense depuis 2001 une "création littéraire exceptionnelle d'un auteur contemporain" pour son oeuvre complète. Il a été notamment attribué à l'américain Philip Roth, au britannique Harold Pinter et au japonais Haruki Murakami.
Auteur d'une quarantaine d'ouvrages, dont "Du Mouvement de l'Immobilité de Douve" (1953), "Pierre Ecrite" (1965) et "Planches Courbes" (2001), grand traducteur de William Shakespeare et lui-même traduit dans une trentaine de langues - dont le tchèque-, Yves Bonnefoy se prépare à publier un nouveau recueil de poésie.
Né à Prague en 1883 et mort de la tuberculose en 1924 près de Vienne, Franz Kafka a passé l'essentiel de sa vie dans la capitale tchèque où il a écrit ses livres les plus célèbres "La Métamorphose", "Le Procès", "Le Château".
FONTE: AFP -

Aufstieg knapp verpasst

Aufstieg knapp verpasst
Judo: Frauen des SV Darmstadt 98 in Speyer auf Rang drei – Talent Bouchehri holt Titel
Die Frauen des SV Darmstadt 98 haben den Aufstieg in die zweite Judo-Bundesliga knapp verpasst. Bei den Regionalligakämpfen (Gruppe Südwest) in Speyer belegten sie unter sechs Mannschaften mit dem JC Wiesbaden den dritten Platz. Aufsteiger sind die beiden bestplatzierten Teams JSV Speyer und das Judoteam Rheinland. Aus gesundheitlichen Gründen hatte der SV 98 zwei der sieben Gewichtsklassen nicht besetzen können. Das Halbfinale gegen das Team Rheinland ging knapp mit 3:4 verloren. Im Darmstädter Team standen Fabienne Ennigkeit, Carmen Hag, Regina Rilling, Julia Gottwald und Nicole Opitz.
Bei den hessischen Meisterschaften der Jugend U 14 holte sich Adrian Bouchehri vom SV 98 in der Klasse bis 50 Kilogramm die Goldmedaille. Im Finale bezwang er den starken Petersberger Vincent Brennung. Im November startet Bouchehri dann bei den südwestdeutschen Einzelmeisterschaften der U 14.
In der Klasse über 60 kg unterlag der Darmstädter Simon Vetter im Kampf um Platz drei. René Kusnawijaya wurde in der Kategorie bis 47 kg Fünfter. Thilo Beck konnte sich in der mit 17 Teilnehmern besetzten Klasse bis 43 kg bei einem Sieg und zwei Niederlagen nicht durchsetzen.

FONTE: Echo-online - Germany

ALLA BIBLIOTECA NAZIONALE MARCIANA DI VENEZIA I LIBRI D’ARTISTA DI CLEMENS-TOBIAS LANGE

Servizi del Giorno
30/10/2007
ore 18.48
Speciale Cultura
ALLA BIBLIOTECA NAZIONALE MARCIANA DI VENEZIA I LIBRI D’ARTISTA DI CLEMENS-TOBIAS LANGE
VENEZIA\ aise\ - Si terrà domani, mercoledì 31 ottobre, il vernissage della mostra "Poesia per i sensi. I libri d’artista di Clemens-Tobias Lange", che sarà ospitata sino al 18 novembre presso le Sale monumentali della Biblioteca Nazionale Marciana di Venezia.I libri d’artista sono un genere dell’arte come la pittura, la scultura e la musica; si stampano in tutto il mondo con linguaggi artistici diversi. Spesso è il concetto ad essere in primo piano, come anche il linguaggio espressivo dell’artista nelle sue grafiche originali o la documentazione di un’installazione. Clemens-Tobias Lange ha sempre posto al centro del suo ventennale lavoro di ricerca l’idea stessa di libro. Egli individua e crea un carattere "personale" per ogni titolo che diventa tipo. Ogni libro è un mondo proprio, ma tutti i libri, con le loro copertine e le loro pagine sono da vedere quasi come rappresentazioni teatrali. Stampati tutti con estrema cura, realizzati pagina per pagina con l’occhio del pittore. Si veda quanto diverso è il recente Ohne Wolken (Senza nuvole) dal libro, da leggere per terra, Franchement, e dall’ultimo OnniSanti, creato per questa esposizione veneziana.
Il titolo della mostra punta su una caratteristica che hanno in comune tutti i libri di Clemens-Tobias Lange e che li distinguono dalla maggior parte dei volumi di questo genere: il lavoro sui materiali.Il piacere del libro non è solo il piacere del testo e delle immagini, ma anche il piacere che nasce dalla materia e che percepiamo attraverso il tatto o per mezzo dell’udito, dal suono delle pagine, e attraverso l’olfatto, dai profumi di gomma, piume, seta e legno. Per la copertina de "La Scuola Siciliana", ad esempio, Lange non avrebbe mai usato del cuoio rosso, magari con una stampa a secco in oro: "Mi vengono i brividi solo a pensarci", dice, desiderando egli piuttosto una forma che richiama tanto le poesie quanto le sorprese e i rischi d’amore. "Il vulcano placato" intitola Laura Canzano il suo articolo in Esopo. E infatti Lange ha usato l’ossidiana raccolta a Lipari per creare le copertine di vetro, una superficie ruvida come la pietra di una montagna. Il vetro, infatti, se non lo tratti male, non si rovina, dura per sempre. I libri per CTL non sono quindi solo portatori di un testo, ma devono rivolgersi poeticamente a tutti i nostri sensi. Non sono il risultato di marketing industriale o di disegno grafico, ma luoghi magici nei quali ciascuno possa trattenersi con piacere. Vengono realizzati in piccole edizioni, tirature minime, che spesso trovano subito il loro collezionista. Questa mostra, promossa dal Ministero per i Beni e le Attività Culturali, è una vera occasione per vederli da vicino. (aise)

FONTE: Agenzia Internazionale Stampa Estero - Italy

SABATO 9 NOVEMBRE 07 LIBERODISCRIVERE EDIZIONI PRESENTA IL PROGETTO DI POESIA

ZENA NEWS
Editor Redazione Zenazone
ultimo aggiornamento 30-10-2007 16:30
SABATO 9 NOVEMBRE 07 LIBERODISCRIVERE EDIZIONI PRESENTA IL PROGETTO DI POESIA
Sabato 09 Novembre 2007 alle ore 18.30 presso Villa Mazzotti in Chiari ( Brescia) alla Mostra della Microeditoria a cura di Liberodiscrivere® edizioni di Genova presentazione del progetto di poesia"Un libro fatto a scuola" rivolto a tutti gli alunni e insegnanti della Scuola Primaria. L’incontro è condotto da Rosa Bianchetti in collaborazione con gli Insegnanti del Circolo di Travagliato e con Antonello Cassan editore di Liberodiscrivere

Il progetto nasce da un’idea di Rosa Bianchetti, dura tutto l’anno scolastico ed è rivolto a tutti gli alunni del circolo di Travagliato, ha preso vita grazie Al sostegno del direttore Giorgio Saccaro, recentemente scomparso e prosegue ora con il sostegno della Dirigente Scolastica Professoressa Giampaoli Valeria.

“Nel mese di Maggio 2004 alcune composizioni presenti sul sito http://www.liberodiscrivere.it/ si sono materializzate su carta – ricorda Rosa Bianchetti - grazie alla pubblicazione del libro "I sentimenti e le emozioni dalla voce dei bambini" Liberodiscrivere® edizioni, di cui sono stata curatrice e che ha rappresentato il punto di partenza per le successive pubblicazioni edite sempre da Liberodiscrivere: 2005: “Sì-amo la natura” – Prati di poesia percorsi dai bambini. 2006: “La lavagna parlante” – Poesie nate tra i banchi per raccontare la scuola. 2007: “Incontrar-te” – A scuola l’arte fa parte di noi. Per l’anno 2008 è previsto un nuovo libro: Luce e buio: versi di/vers.”.

Motivazioni ed obiettivi del Progetto:

Realizzazione di un libro, ovvero una raccolta di composizioni poetiche (poesie, filastrocche, acrostici, mesostici, calligrammi ecc…) dove gli autori sono alunni del Circolo. Tale obiettivo rappresenta solamente la parte conclusiva, il momento finale di un percorso mirato a:

• far scoprire ai bambini un modo diverso di “vivere la poesia”: da fruitori di testi di autori noti e/o emergenti ad autori; da conoscitori mnemonici a lettori espressivi di composizioni proprie.

• invitare i bambini a scrivere individualmente creando situazioni didattiche mirate a favorire la traduzione di stati d'animo in parole.

• proporre il linguaggio poetico individuale per incoraggiare la manifestazione della propria dimensione interiore, favorendo l'acquisizione di sicurezza e fiducia in sé.

• proporre il linguaggio poetico a più mani, per consolidare il rispetto e il piacere della condivisione.

Metodologie applicate:

Durante le attività didattiche in classe che prevedono, tra l’altro, la produzione di diverse tipologie testuali , gli alunni producono testi poetici che spaziano dalle filastrocche, ai giochi di parole, ai versi liberi, agli haiku… Le occasioni per "fare poesia" a scuola sono molteplici e possono investire diversi spazi ed ambiti disciplinari.

A volte la poesia stessa diviene strumento per la conoscenza attraverso il quale i bambini imparano, divertendosi, ad utilizzare la lingua in modo creativo riconoscendo i legami di suono e di senso tra le parole.

Essi sono pertanto guidati dagli Insegnanti lungo un percorso didattico mirato e condiviso che li sappia avviare alla comprensione ed alla produzione poetica. In questo modo si può giungere alla realizzazione di testi poetici autentici, spontanei ma nel contempo curati, proponendo:

- poesie di autori noti che diventano traccia da seguire o da reinterpretare;
- regole di composizione (dove si prevedano rime, o rispetto della “conta sillabica” sposata al contenuto negli haiku, o ancora lo sforzo di individuare parole tutte con la stessa iniziale nei tautogrammi, ecc…) capaci di stimolare l’ideazione di versi, la soddisfazione di scriverli, di declamarli e di pubblicarli;
- non ultimo, il riscatto dalle ferree regole imposte dalla riflessione linguistica per favorire la manifestazione libera e creativa propria di questi stadi dell’età evolutiva.
Rapporti con altre istituzioni: Liberodiscrivere® edizioni di Antonello Cassan, Enti locali, Biblioteche comunali.
Risorse logistiche: spazio classe, laboratorio multimediale, laboratorio di ed. all’Immagine, teatri di Torbole Casaglia e di Travagliato per le serate di presentazione.
Risorse organizzative: Le spese di pubblicazione vengono affrontate con le risorse economiche del Piano di Diritto allo studio, ampiamente recuperate dalla vendita dei libri.
Profilo di Rosa Bianchetti :
Rosa Bianchetti, nata a Brescia il 06/06/1966, residente a Torbole Casaglia in Via Mazzini, 64 (BS). - e-mail birosa@libero.it
“Sono nata a Brescia nel 1966, e dopo alcuni anni di esercizio della professione infermieristica, nel 1994 ho intrapreso il lavoro di Insegnante. Vivo a Torbole Casaglia, dove presto la mia attività presso la Scuola Primaria nell’ambito del Circolo didattico di Travagliato, in provincia di Brescia.
Affrontando in classe le policromie della lingua italiana ho scoperto lo straordinario potere introspettivo e liberatorio della poesia.
Ho sempre amato “giocare” con le parole, e lavorare con i bambini ha fatto sì che aumentasse il mio stupore per l'eleganza e la sobrietà con cui esse sanno non solo “vestire” ma anche “vestirsi di emozioni”.
Ho reso pubbliche le mie poesie attraverso il web ed ho moderato la sezione di poesia all'interno di un forum ad essa dedicato.
Alcune mie composizioni compaiono in: "Raccolta di poesie" 2002 (Liberodiscrivere® edizioni), "Particelle di luce" 2003 (LietoColle), "Avere un nome" 2004 Liberodiscrivere® edizioni).
Da cinque anni, in ambito scolastico, sono Responsabile del Progetto di poesia “Un libro fatto a scuola” e della gestione del sito del Circolo didattico di Travagliato http://www.labicivolantetravagliato.it/
Informazioni : il libri citati sono acquistabili su http://www.liberodiscrivere.it/
Informazioni: www.Liberodiscrivere.it oppure Liberodiscrivere-Via G.T. Invrea 38 rosso 16129 Genova Telefono 010 540464 Fax 010 8632411 acassan@Liberodiscrivere.it, cdefelice@liberodiscrivere.it
Antonello Cassan acassan@Liberodiscrivere.it - tel 3356900225 - 010540464

As vanguardas dos anos 50 e 60 estão velhas


As vanguardas dos anos 50 e 60 estão velhas
Quinta, 17 de Agosto de 2006 09h00
Affonso Romano de Sant'Anna já se pronunciou a respeito de "Odeio Poesia", texto de Hildeberrto Barbosa Filho, divulgado no "Correio das Artes", suplemento do jornal "A União": "Ensaio corajoso, inteligente e oportuno". E chegou a sugerir que ele fosse enviado para publicação em "Rascunho", jornal literário de Curitiba, Paraná, cuja linha editorial é bastante polêmica.
Também o poeta Marcos Tavares, em sua coluna no "Jornal da Paraíba", já tomou posição: "(...) Em recente entrevista também no 'Correio das Artes', eu disse que a poesia estava ficando fácil, muito fácil, frase que foi até o título da matéria assinada por Linaldo Guedes. A poesia moderna facilitou que os maus poetas façam prosa partida em versos, prosa de má qualidade e tentem vendê-la como poesia. E escreve o bancário, o doutor, o advogado, o diletante, todo mundo fazendo poesia abundantemente ruim, quando devia fazer concurso para o Banco do Brasil ou estudar corte e costura". E arremata: "Gostei da coragem de Hildeberto e espero que esse filão progrida e que a crítica literária deixe de ser obra de cortesia e passe a analisar friamente a obra, pois para isso existem os críticos".
Outro a se pronunciar, foi o poeta Sidney Wanderley, de Natal, Rio Grande do Norte: "Identificação total, algo mais que concordância, com as suas antipatias e impaciências poéticas. Também ODEIO POESIA, pelo menos as das duas nefastas famílias que você aborda e caceteia. Minha porrada solidária nos derramados confessionais e nos neoconctretóides".
Já o ficcionista cearense Pedro Salgueiro, foi conciso e contundente no e-mail que enviou ao poeta de "A Ira dos dias": "Parabéns pelo seu belo artigo na "Cronópios", uma cacetada nessa corja de farsantes e pretensiosos..."
Flávio Petrônio, que mantém coluna semanal em "A União", sentencia: "Violando o culto ao previsível, a crítica literária pode ajudar irritando. Algum poeta analisado pelo crítico pode se indignar. Mas pouca coisa consegue fermentar, tanto a poesia quanto a possibilidade de incompreensão. Já que eu acredito que a poesia é realidade criada até mesmo da fantasia, mas, jamais, de alienação".
Bráulio Tavares, por sua vez, em artigo - "Meus caros Poetas" - publicado no "Jornal da Paraíba", como quem não quer querendo, vai direto ao assunto, embora pareça tangenciá-lo: "(...) Como já falei aqui, a maioria (dos poemas) não me toca de modo especial, nem no intelecto, nem nas emoções. Ler um poema alheio é como ver a foto de uma família alheia: 'Esta foto é de minha mulher e meus dois filhos. Que tal? Você acha que minha família é boa? Gostou?' O que podemos dizer, caros poetas? Eu prefiro dizer que gostei, afinal de contas, é a família do cara. É o poema do cara. Custa nada dizer que gostou?" E continua: "Às vezes, contudo, a gente gosta. Tem poemas que parecem despregar-se do autor e pertencer a um patamar diferente deste onde vivemos nós: o patamar da Linguagem. Isto não quer dizer que a Linguagem seja superior à vida real, mas que ela está num nível um pouco mais abstrato do que este onde existimos, e é nesse nível dela que os produtos dela precisam ser avaliados". Finalmente, escreve Bráulio: "(...) O poema vira um problema quando é um mero registro de uma emoção mas a linguagem em que foi expresso não gera emoção em ninguém que não seja o autor".
Quanto a mim, creio que já expus as minhas convicções sobre esse assunto em artigos que venho publicando ao longo do tempo na imprensa paraibana. Que o diga "Os queridinhos da mídia", quando, entre outras coisas, escrevo: "(...) o concretista retardatário é apenas um sobrevivente da escola criada pelos irmãos Campos e Décio Pignatari. E isso porque ainda não soube assimilar a lição de Mário de Andrade: 'Em arte: escola = imbecilidade de muitos para vaidade de um só'". Ou, ainda, o texto sobre Carlos Drummond de Andrade: "O outro Drummond, o arguto observador da vida humana, somente o descobri passada a febre das vanguardas, pois, até então, cultivava-se um discurso metalingüístico que havia praticamente abolido a 'autobiografia do imaginário'. Quer dizer, o eu lírico parecia ocultar-se atrás do poema para dar vez ao poeta-artesão, cuja performance e virtuosismo com a linguagem, dificilmente, convertia essa última na 'morada do ser'. É que, elevada à milésima potência, a técnica constituía-se num processo de reificação do homem".
Já quando o poeta e crítico paulista Reynaldo Damázio me apontou como tributário da Poesia Concreta, vali-me da tese de doutoramento que João Batista de Brito escreveu a propósito de minha poesia: "(...) Ora, fossem os meus poemas tão impregnados do concretismo, jamais, em nenhum momento, JBB haveria de estudá-lo à luz dos preceitos bachelardianos, até mesmo porque todo e qualquer esforço nesse sentido resultaria em vão. Pois, com efeito, Bachelard está muito mais para brevês do que para breviários, circunstância que o torna receptivo a poemas que alçam vôo compelidos mais pela imaginação do que pelo construtivismo".
Oportunamente, retornarei a esse assunto.

FONTE: Jornal O Norte - João Pessoa,PB,Brazil

Judoca da PB leva bronze na Argentina

Judoca da PB leva bronze na Argentina
Terça, 23 de Outubro de 2007 09h00

O judoca Divaldo Pereira dos Santos, 18, intensifica os treinamentos para a disputa do Campeonato Paraibano de Judô, que acontece no dia 5 de novembro. O atleta comemora a medalha de bronze (categoria júnior até 81kg), contra o argentino, na disputa do Campeonato Nacional Argentino de Judô, que ocorreu na cidade de Missiones, na Argentina.
Ele disputou com cerca de 500 judocas de vários países, entre eles, 100 brasileiros, que fizeram bonito na disputa internacional. Feliz pela conquista, Divaldo dedicou a medalha aos familiares, amigos e a todos que colaboraram com o trabalho realizado. "Esta conquista é importante para a minha carreira de atleta. Quero agradecer aos apoios recebidos, que torcem pela minha ascensão no esporte", ressaltou.
Atleta da Academia APJ SchinTaiDo, Divaldo tem conquistas importantes durante a trajetória em várias disputas: campeão brasileiro regional, que aconteceu em Maceió (2005), pentacampeão paraibano da modalidade (2001 a 2005) e quinto lugar nos Jebs (2006), em Brasília.
A meta do aluno de Administração do Iesp, que tem apoio do Armazém Paraíba, é conseguir os títulos no Brasileiro, Sul-americano e o Pan. "Vou trabalhar para chegar as conquistas internacionais. A garra, determinação e o apoio dos familiares, são fundamentais para alcançar os objetivos", avaliou.

FONTE: Jornal O Norte - João Pessoa,PB,Brazil

Seleção espanhola de judô treina no Brasil em novembro

30/10/2007 - 18h10
Seleção espanhola de judô treina no Brasil em novembro
Do UOL Esporte
Em São Paulo
Dona de quatro medalhas (três ouros e um bronze) no Mundial de judô, se seleção brasileira receberá em novembro a equipe masculina da Espanha, para duas semanas de treinamentos, em São Paulo.
Durante o período de 19 de novembro a 2 de dezembro, os espanhóis devem realizar trabalhos na Arena Olímpica do Ibirapuera, com a participação do bicampeão João Derly (66 kg), de Tiago Camilo (ouro nos 81 kg), Luciano Corrêa (ouro nos 100 kg) e João Gabriel Schlittler (bronze na categoria acima de 100 kg).
Acompanhado por um fisioterapeuta, o treinador da equipe espanhola, Joaquim Ruiz, realiza a preparação de cinco atletas: Kenji Uematsu Treviño (60 kg), Javier Delgado Mateos (66 kg), Kiyoshi Uematsu Treviño (73 kg), Jorge Benavente Gómez (81 kg) e David Alarza Palácios (90 kg).
O período de treinamento em São Paulo começa um dia após o encerramento do Mundial de Equipes, que será realizado na China nos dias 17 e 18 de novembro. Apenas dois países representarão o continente americano, sendo o Brasil no masculino e Cuba no feminino.
A competição em Pequim pode marcar o retorno de Flávio Canto aos tatames. Medalhista olímpico em 2004, o judoca treina normalmente depois de se recuperar da contusão sofrida na semifinal dos Jogos Pan-Americanos, em julho.
O outro nome para a categoria até 81 kg é o campeão mundial Tiago Camilo. Além dos dois judocas, os outros convocados são: Charles Chibana (-60kg), João Derly e Leandro Cunha (-66kg), Pedro Guedes e Victor Penalber (-73kg), Hugo Pessanha (-90kg), Luciano Correa e Leonardo Leite (-100kg) e João Gabriel Schilittler (+100kg).
FONTE: UOL Esporte - São Paulo,SP,Brazil

Siena in top 10 percent

Siena in top 10 percent
Staff reports First published: Wednesday, October 31, 2007
Siena athletes who entered school between 1997 and 2000 posted a 93 percent graduation success rate (GSR), putting the college in the top 10 percent of Division I institutions, according to the NCAA.
Siena, tied for 30th among the 330 Division I schools, was third in the Metro Atlantic Athletic Conference, trailing Loyola (96 percent) and Fairfield (95 percent). Siena was one of 47 Division I institutions with a GSR of 90 percent or better.
Stevens golden in judo
Glenville's Travis Stevens won a gold medal at Rendez Vous Canada International, a North American Judo tour event in Montreal.
Stevens was 5-0 on his way to the 81-kilogram championship.
Burnt Hills graduate Nick Delpopolo (silver, 73 kg) and Hudson Valley freshman Jeremy Liggett (bronze, 66 kg) also won medals.

FONTE: Albany Times Union - Albany,NY,USA

SAN JOSE CLUB MARKS 60 YEARS

SAN JOSE CLUB MARKS 60 YEARS
By L.A. Chung

Mercury News
Article Launched: 10/31/2007 01:37:09 AM PDT

It always starts with the mats. Twice a week, before 6:30 p.m., students and parents trickle into the gymnasium of the San Jose Buddhist Church Betsuin and get to work.
Celebrating its 60th year, the San Jose Buddhist Judo Club - the nation's largest and one of its most venerable - is as committed as ever to the rules and discipline that make up its bedrock: Even the littlest students must help lay the mats before class can start - just like the generation before them, and the generation before them.
The mats provide the only hospitable landing for the loud, thudding throws that will fill the air for the next 90 minutes. Mat duty, among the drills and techniques mastered in the journey that is judo, is a part of the discipline - one that commands an uncommon passion.
That passion has kept the volunteer-run club alive for these many years.
"I don't think anyone ever thought about getting to the 60th year," said Danny Kikuchi, one of five head instructors, or senseis, who comprise the club's unusual operating board.
But thrive it does, each week, year-round, with only a short break in the winter and another in the summer for its 220 students, steeled by tournaments and leavened by holiday parties and annual outings to Seacliff State Beach.
The club, however, almost didn't make it to its 50th anniversary, when Kikuchi's father, Don, the revered head sensei, died at 67, followed, a month later, by his assistant at 62.
With their leader gone, the remaining senseis decided to form a board to run the club, highly unusual in a martial arts world where clubs are led by a single grandmaster. But it works, with help from an active parent booster club.
Monday's full house was ample evidence.
Learning to fall
"The first thing they learn to do is fall correctly," Sensei Vaughn Imada said with a half-smile as he looked over the grappling, wriggling figures across the gym Monday. Trim and compact at 61, he is the vice president of the U.S. Judo Federation and another of the club's head senseis. He's heard the stories about the well-worn canvas-covered old horsehair wrestling mats. Believe him, you need to know how to fall.
That goes for the kindergartners as well as for the graying, balding set. The practitioners, who range from 5 to 79 years old, are spread out in the gym and the adjacent overflow space - space that was a luxury when the Japantown club opened in 1947.
Yosh Uchida, the legendary Olympic judo coach who helped build San Jose State's club into a collegiate powerhouse, set up shop in an old galvanized metal building, using old wrestling mats that Councilman Sam Della Maggiore had donated.
Uchida, an Army veteran, sensed the hesitancy of the youngsters rejoining the San Jose community after four years in the World War II internment camps where Japanese and Japanese-Americans had been held.
"I felt something like judo would give them some confidence. They could practice it without getting hurt and also serves as self-defense," the 87-year-old said Tuesday. Uchida had been teaching judo to those at the police school at the then-named San Jose State College.
Longtime leader
Within a few years, he turned it over to a young hot-shot assistant, Don "Moon" Kikuchi, who steered the club for most of its existence. Uchida got two other assistants, Sam Hamai and Tamo Kitaura to start the Palo Alto Judo Club in 1952.
Judo may seem a young man's sport but the abundance of ponytails and handful of paunches show that the club's inclusive spirit forges deep ties that are in part responsible for the club's success. Some of the kids who once learned their judo throws here are now instructors, and their own kids are in the classes. Women are both instructors and participants.
'Gentle way'
It's a little like the soccer of martial arts. Judo means "the gentle way" but you wouldn't know it by the throws. Nonetheless, parents flock there because of its code of discipline, respect and humility, said Ruby Hall, whose brother learned there and sparred with Sensei Imada. Hall's 10-year-old son, Seiji, has studied for the past few years. Teaching kids respect, especially in today's ultra-casual culture, is big, she said.
Students warm up and stretch in Japanese. They learn the names of holds in Japanese.
"Ichi, ni, san, shi," calls out one instructor, leading a stretch for a count to four. "Go, roku, shichi, hachi," the class calls back, holding to the count to eight.
Each judoku, or judo practitioner, bows before leaving the mat, even if it is sometimes quickly in a rush to get off, but the gesture underscores the philosophy of respect. The bow is to Jigoro Kano, the founder of judo, which was developed in 1882 as a sport version of the deadly art of jujitsu.
"You've heard that in judo a smaller guy can throw a bigger guy?" Imada asked. "It takes a lot of work."
Indeed, mastery is a process, and usually slow. The senseis have created intermediate belts so that kids - and parents - often impatient to see some evidence of progress, can see it right on their uniforms.
Danny Kikuchi and the senseis think that what they teach doesn't really mesh with today's culture. But that's an advantage.
"To persevere through hard work makes you stronger, but society nowadays wants short-term gratification," Kikuchi said. "This teaches you to become more competitive."
Contact L.A. Chung at lchung@mercurynews.com or (408) 920-5280.
FONTE: San Jose Mercury News - CA, USA

Yawara Judo Club members win medals at tournament

SPORTS
Last updated at 11:55 PM on 30/10/07
Yawara Judo Club members win medals at tournament
The Truro Daily News

TRURO – All six representatives of the Colchester Yawara Judo Club competing at the recent Port Hawkesbury Invitational Judo Tournament were able to bring back medals.
Max and Mari Budgey led the effort each winning gold medals. Max finished atop the peewee division.
Bringing home silver medals were Joel Richards (juvenile), Joseph Gallant (juvenile) and Jenna Stubbert (peewee).
Daniel Matheson, who also competed in the juvenile category, claimed bronze in his first tournament.
The club operates out of the North River Elementary School on Tuesdays and Fridays.
31/10/07
FONTE: Truro Daily News - Truro,Nova Scotia,Canada
Judo team off to India
[ 2007-10-31 ]
By A Staff Reporter

KATHMANDU, Oct. 30: The 25-member team of Judo players will leave for Hydarabad, India Wednesday to participate in the 1st Asian Youth Judo Championship and 8th Asian Junior Judo Championship-2007 slated from November 5-7.
The team includes 20 players-10 men and 10 women- and five officials, which will be led by Ramesh Maharjan, Vice President of Nepal Judo Association (NJA).
The 16 players are selected from the winners of 1st Youth and Junior National Judo Championship and four from 9th National Judo Championship held recently.
For the first time a large number of Nepalese Judo players are participating in the Asian level championship said Ambar Bahadur Chettri, General Secretary of NJA.
Acting Member Secretary of National Sports Council (NSC), Bhumishor Dhakal, NSC Vice President Sita Ram Maskey, and President of NGA bade farewell to the judo players Tuesday at the National Sport Council.
FONTE: Gorkhapatra - Kathmandu,Nepal

Hochbetrieb auf den Judo-Matten

Hochbetrieb auf den Judo-Matten
236 Teilnehmer beim Nachwuchs-Pokalturnier des TV - Erfolgreiche Starter des Ausrichters

Zwiesel. Beim 19. Judo-Einzelturnier des TV trudelten noch einige Nachmeldungen ein, so dass schließlich ein großartiges Feld von 236 Jugendlichen auf die Matten ging. Sogar Kämpfer aus Österreich und Tschechien waren heuer dabei, vom Ausrichter beteiligten sich je fünf Mädchen und Burschen am Wettkampf.
Nach der Begrüßung durch Judo-Abteilungsleiterin Johanna Unnasch und TV-Geschäftsführer Udo Weiderer gab Stadtsportbeauftragter Ludwig Steckbauer in Vertretung des verhinderten Schirmherrn, Bürgermeister Robert Zettner, ein Grußwort. Dann wurde Hans Mader aus Rotthalmünster, der als Kampfrichter in Ruhestand geht und sich dieses Turnier als letzten Einsatz gewünscht hatte, von Johanna Unnasch mit einem gravierten Bierkrügerl verabschiedet. Mader war bei jedem Pokalturnier und bei zahlreichen anderen Wettbewerben in Zwiesel im Einsatz.
Los ging es auf den drei Wettkampfflächen mit der Konkurrenz der U 11, eingeteilt in 18 gewichtsnahe Gruppen. Übergangslos folgten die 19 Gewichtsklassen der U 14. Hier gingen Carola Peschl und Lisa Dullinger (auch TV Regen) in der Gruppe bis 44 kg ins Rennen, Naomi Keilhauer war in der nächsthöheren (bis 48 kg) vertreten. Carola erkämpfte sich eine der beiden Bronzemedaillen, Lisa und Naomi wurden beide Fünfte. Bei den Burschen 14 bezwang Quirin Haslinger (bis 46 kg) seinen einzigen Gegner und erhielt dafür einen Pokal. Die beiden elfjährigen TVler Martin Stangl und Christoph Unnasch landeten jeweils auf Platz sieben in der Kategorie bis 55 kg.
Die U 17 setzte den Schlusspunkt mit den Zwieseler Mädchen Nina Schmid (bis 44 kg), Elisabeth Unnasch (bis 52 kg) und Anja Pongratz (bis 70 kg). Letztere kämpfte mit einer weiteren 70er-Kämpferin auch im Schwergewicht, da sonst die einzige echte Schwergewichtlerin keinen Kampf hätte bestreiten können.
Nina unterlag ihrer einzigen Gegnerin nach Führung und wurde Zweite, Elisabeth schaffte eine Bronzemedaille. Anja erkämpfte sich die Siegertrophäe der Klasse bis 70 kg mit einem mühevollen Sieg über ihre Dauerkonkurrentin aus Hohenthann. Etwas leichter tat sie sich im Schwergewicht. Hier hatte sie die Hohenthannerin besser im Griff, so dass ein weiterer Sieg „außer Konkurrenz“ hinzu kam.Bei der MU 17 standen mit Daniel Pledl (bis 60 kg) und Dominik Haslinger (bis 66 kg) zwei TV-Kämpfer auf der Matte. Während Daniel in seinen Duellen leer ausging, eröffnete Dominik seine Jagd auf den Pokal mit einem fulminanten Auftaktsieg gegen den Favoriten D. Sattler vom SV Lohhof. Nach zwei weiteren Erfolgen hatte er sich den Goldrang verdient.
Ehrenpreise und Urkunden überreichten TV-Vorsitzender Herbert Geier und TV-Ehrenvorsitzender Hans Hagl. Das Organisationsteam der Judo-Abteilung durfte wieder stolz sein, diese Großveranstaltung ohne Probleme über die Bühne gebracht zu haben. Dank gebührte wieder den Sanitätern der Bergwachtbereitschaft Zwiesel, Xaver Koller und Hans Schwarz, sowie Arzt Dr. Vasilis Bitsios vom Krankenhaus Zwiesel, die einen weiteren Sonntag für den Judosport geopfert haben.kp

FONTE: Viechtacher Bayerwald Bote (Abonnement) - Germany

fino al 4.XI.2007

fino al 4.XI.2007
Julien Blaine / SarencoNapoli, Franco Riccardo
Africa e paesaggi lontani, tempo e tabù. Questi i temi affrontati nella mostra dedicata ai due maggiori esponenti della poesia visiva internazionale, Julien Blaine e Sarenco. Nel nuovo spazio espositivo di Franco Riccardo...

pubblicato mercoledì 31 ottobre 2007
“Il poeta è colui che ha contribuito a rendere più intelligente la malinconia della vita”. Con questa filosofia, Julien Blaine (Rognac, 1942) e Sarenco (Vobarno, Brescia, 1945) si presentano al pubblico napoletano. Il percorso offerto dalla mostra si struttura secondo continui rimandi tra i due artisti, dando sfoggio di una perfetta alchimia che dura da oltre quarant’anni. Per Blaine e Sarenco la parola assume un valore assoluto: oltre a rappresentare l’identificazione di un oggetto, è anche l’espressione di un pensiero. In entrambi è molto presente il concetto di viaggio, tanto quello verso terre lontane quanto quello all’interno di sé stessi. L’ Africa è il comune denominatore dei due artisti. Il fascino di una terra lontana, come il viaggio estremo verso una realtà profondamente diversa, ma al tempo stesso dalle problematiche che riguardano l’umanità tutta. La povertà delle case costruite con semplici materiali viene trasferita direttamente nei quadri, quasi come una fotografia artigianale, una testimonianza diretta di una miseria insostenibile. Ciò che colpisce l’immaginario dei due artisti è la natura dell’Africa, con i suoi animali resi riconoscibili solo dalla parola, dal loro nome, poiché appaiono sotto forma di maschere storpiate dal fuoco. Viaggio è anche quello all’interno delle parole: i termini Tempo e Tabù vengono materializzati in veri oggetti, rispettivamente attraverso i famosi fazzolettini e le scatole delle caramelle. Oggetti al posto delle parole. Come se si trattasse di un gioco di scomposizione e ricomposizione di concetti che, attraverso l’immagine, rimangono impressi nella mente. Il risultato è un allestimento di grande impatto visivo, come la performance offerta all’inaugurazione, in cui era rappresentato l’atto dell’artista di frustare letteralmente la parola “poesia” scritta su un telo, facendola diventare tutt’uno con i colori, fino a farla scomparire definitivamente. È l’uomo che agisce sulla parola, modificandola. L’esposizione non lascia un attimo di respiro. Lo stile dei due artisti si confonde e si fonde in un unico discorso; dove finisce l’arte di Blaine inizia quella di Sarenco. D’altronde, la mostra non è che l’ultima tappa di un’intensa collaborazione tra i due, divisa tra performance, pittura, letteratura e cinema.

dal 4 ottobre 2007 al 4 novembre 2007
Sarenco / Julien Blaine
Franco Riccardo Artivisive
Via Chiatamone, 63 (zona Chiaia) - 80121 Napoli
Orario: da lunedì a venerdì ore 15.30-20Ingresso libero
Info:
tel./fax +39 0815444300
FONTE: ExibArt - Italy

Premio Senigallia di Poesia Spiaggia di Velluto

Premio Senigallia di Poesia Spiaggia di Velluto
Cerimonia di premiazionone edizione 2007

Nell’adeguata cornice dell’Auditorium San Rocco di Senigallia tutto esaurito, si è svolta la cerimonia di premiazione della edizione 2007 del Premio Senigallia di Poesia “Spiaggia di Velluto”.
Per dimostrare, se ce ne fosse bisogno, la interdisciplinarità delle Arti, come ha introdotto la bella e brava presentatrice Anna Gabbianelli, si è dato inizio alla festa con una introduzione musicale che ha visto impegnati i giovani componenti del quartetto di Marco Ferretti in tre minuetti di Giacomo Puccini.
L’opera giovanile del compositore conosciuto solitamente per la sua produzione operistica è stata eseguita con garbo e attenzione .
A ricevere i premi è stato per primo il vincitore della Sezione Editi (Internazionale) Paolo Valesio di New York, titolare della cattedra Giuseppe Ungaretti della Columbia University. ‘E stato presentato dal presidente della giuria, prof. Alberto Bertoni che ha ricordato come da venti anni Valesio sia sulla breccia come critico, narratore e poeta e il suo ultimo libro “Il cuore del girasole”(Marietti, 2006) lo pone nei livelli più alti della poesia italiana contemporanea. La consegna del premio (3000euro) è stata fatta dal dott. Giuseppe Fiorini della Fiorini Industrial Packaging, principale sponsor del Senigallia.
A seguire Gabriella Musetti di Trieste che riceve il premio di 1000 euro e la pubblicazione del libro nella collana di Poesia edita dalla Associazione La Fenice.
Il premio per la Terna di Poesie è stato assegnato a Paolo Polvani di Barletta e consiste in una medaglia d’oro e 500 euro consegnati dal dott. Pierluigi Bani presidente del Rotare Club che sponsorizza il premio.Per il Premio Valerio Volpini, riservato ad una poeta marchigiano, è stata premiata con 1000 euro, Barbara Coacci di Numana dal dott. Mario Severini segretario della Fondazione Carifano che ha voluto questa dedica al grande critico fanese già membro della giuria e presidente. Leonardo Barucca ha ritirato dal presidente del Kiwanis Club, dott. Giunti. la somma di 500 euro per il premio Formica, riservato ad un poeta senigalliese e dedicato ad un appassionato collaboratore del Concorso, recentemente scomparso.
Sono stati poi premiati con una medaglia d’argento dal presidente Bertoni i segnalati, cinque in tutto ma che giungevano da paesi lontani (Motta di Livenza,Varano Marchesi,Saccolongo.
Una scelta delle poesie dei vincitori è stata letta dall’attrice Mirando Martino con professionalità e culto della parola; l’attrice ha poi ricevuto un premio alla carriera (consistente in una scultura in bronzo del Maestro Romolo Augusto Schiavoni “Il Brenno”) dal Presidente del Lions Club avv. Corrado Canafoglia.
L’attrice ha concluso la serata con una poesia napoletana ed infine, a grande richiesta, con una canzone napoletana che ha cantato con l’accompagnamento del pianista ottenendo una valanga di applausi.
Anche quest’anno un’opera grafica accompagna le 100 copie d’Arte del volume vincitore, si tratta di un’acquaforte dal titolo “Sonntang” del pittore senigalliese Andrea Mattiussi. Mattiussi ha creato per l’occasione una delicata immagine di conchiglie sulla spiaggia colorando l’acquaforte con un tocco di acquerello che rende le cento copie della tiratura una diversa dall’altra.
Ad Andrea Mattiussi, presentato dal critico dott. Gabriele Tinti, è andata una medaglia d’oro della Amministrazione Comunale consegnata dal Vice Sindaco della Città dott. Michelangelo Guzzonato.
Il quartetto era così composto:Francesca Landi e Katia Casagrande (Violini), Claudio Mercanti (Viola), Marco Ferretti (Violoncello).
I vincitori della Sezione Inediti sono stati presentati dalla prof. Bianca Garavelli (Gabriella Musetti), dal prof. Giancarlo Sissa (Paolo Polvani), dal dott. Massimo Scrignoli (Barbara Coacci), dal dott. Francesco Scarabicchi (Leonardo Barucca) .

FONTE: 60019.it - Senigallia,Italy