sábado, fevereiro 28, 2009

Peso da linguagem


HISTÓRIAS EM QUADRINHOS
Peso da linguagem

Adaptação põe em evidência Watchmen, obra-prima das HQs, considerada, por muitos, infilmável

Chiar para adaptação de histórias em quadrinhos para o cinema é praxe entre os fãs do material original. As explicações possíveis são inúmeras: ciúmes, preciosismo, um tanto de egoísmo (o que é dos iniciados não deve ir além deles) e outro de preconceito estão entre as causas. O fato de produções infelizes jogarem fezes em seu personagem favorito não ajuda muito (veja o exemplo de “Mulher-Gato”, “Demolidor” e o primeiro “Hulk”). No entanto, há casos em a resistência às adaptações se deve mais a um conhecimento crítico da obra do que às emoções confusas que se nutre por ela. Neste terreno, está o temor de muitos fãs de verem “Watchmen” na telona.

Quem viu com atenção “300”, dirigido pelo mesmo Zack Snyder que agora trabalha em “Watchmen”, deve ter ficado com um pé atrás. Naquela época, Snyder trabalhava com a saga dos soldados espartanos, criada por Frank Miller (o criador de “Sin City” e dublê de cineasta, que trabalha na adaptação do clássico de Will Eisner, “The Spirit”). O filme saiu bom; mas como adaptação pecava por introduzir cenas e personagens que alteravam a obra original. Destaque para os polêmicos monstros e aberrações do exército persa, inexistentes na obra em seu formato original .

Se Zack Snyder tomou liberdades em excesso numa obra curta como “300”, o risco de violentar “Watchmen” é ainda maior. Publicado originalmente em 12 partes, entre 1986 e 1987, a minissérie trazia a assinatura de Dave Gibbons, talentoso ilustrador, e Alan Moore, roteirista e uma das maiores lendas vivas no gênero. A história retratava de maneira precisa uma década de 1980, entregue ao vazio hedonista e aterrorizada pelo fantasma de um apocalipse atômico.

No contexto da Guerra Fria, Moore imaginou um mundo em que os super-heróis tinham uma existência real. Realidade construída pelo escritor a partir da previsão dos efeitos que estes teriam sobre a política, a religião e a mentalidade das massas. Na trama, os heróis (chamados de “vigilantes”, os tais “watchmen” do título) tiveram sua atividade proibida pelo governo americano, quase uma década antes. O antigo grupo volta a ativa, clandestinamente, quando uma série de assassinatos vitima velhos combatentes do crime e seus arqui-inimigos.

Complexidade

Como os próprios produtores do filme fazem questão de frisar, a graphic novel (romance em quadrinhos) entrou em uma lista da revista Time, que elegeu os 100 maiores romances produzidos de 1923 até hoje. Vale dizer que a obra de Moore e Gibbons foi a única HQ a figurar na lista. Ainda que existam obra de HQ a sua altura (como “Maus”, de Art Spielgman), “Watchmen” fez por merecer o título.

A obra é de uma complexidade comparável à clássicos da literatura, como “Ulysses”, do James Joyce. Como o romance do gênio irlandês, a HQ de Moore e Gibbons não se resume a história que conta. O ponto é, justamente, como ela é contada. Mais difícil que resumí-la, em um filme de 2h30, será encontrar o tom da narrativa. A transcriação visual da obra, vista nas fotos divulgadas pela produção, mostra que o risco de ver a obra deve ser corrido.

Making of

Na esteira do filme, bons derivados de “Watchmen” chegam ao mercado. Uma versão “definitiva” da obra será lançada pela Panini. Mais interessante é o livro de arte “Os bastidores de Watchmen”. Organizado por Dave Gibbons, ele traz uma coleção de imagens que revelam o passo a passo da construção da HQ, indo de esboços das páginas, primeiros estudos para os personagens a amostras do roteiros escritos por Alan Moore e uma pequena fortuna crítica.
Deuses num mundo humano

A revisão da figura do super-herói é uma constante na obra do roteirista inglês Alan Moore

Com “Watchmen”, Alan Moore permitiu aos leitores de quadrinhos imaginar um mundo em que seus personagens realmente existissem. A humanização radical do gênero super-herói tornou-se uma constante nos anos seguintes, tendo gerado obras-primas como “Marvels”, minissérie de Kurt Busiek e Alex Ross que trazia personagens como Homem-Aranha, X-Men e Capitão América para um mundo mais complexo que o das HQs.

O próprio Alan Moore voltou ao tema mais de uma vez. No final dos anos 1980, lançou com o desenhista Brian Bolland a graphic novel “A piada mortal”. Na história, a dupla levava ao extremo o conflito psicológico entre Batman e seu maior rival, o Coringa. A HQ exerceu tanta influência no meio, que reflexos de sua interpretação do personagem puderam ser vistos nas adaptações para o cinema, dirigidas por Tim Burton e Chris Nolan.

Aos poucos, Alan Moore passou a explorar o tema e a se distanciar da leitura que fazia em “Watchmen”. Autor sofisticado, com a erudição dos velhos mestres da literatura, o inglês começou a trabalhar numa investigação panorâmica do conceito de super-herói. Suas realizações mais felizes foram, justamente, nos trabalhos em que abusou da metalinguagem.

Anti-Watchmen

Mergulhando no universo de mitos e clichês criados pela indústria dos quadrinhos, o autor realizou pelo menos três grandes obras que merecem destaque, como estudos da figura do super-herói: “Tom Strong”, “O Supremo” e “Top 10”. Coincidentemente, todos estes trabalhos foram lançados recentemente no Brasil, pela editora Devir.

“Tom Strong” foi uma série mensal, publicada pelo próprio selo de Alan Moore (America’s Best Comics). O personagem título é uma releitura dos antigos heróis da ciência, que têm como paradigma o futurista Buck Rogers.

Strong é um cientista brilhante, criado por seu pai para ser um homem perfeito, dispondo de superforça e envelhecimento retardado. Na HQ, Moore abusa das passagens de tempo. Escritor cuidadoso, ele enche os olhos do leitor com detalhes de velhas tecnologias, aplicadas em contextos como sagas cósmicas e viagens por outras dimensões.

“Top Ten” é uma espécie de brincadeira com a premissa de “Watchmen”. Nesta série, também edita por seu selo, Alan Moore concebeu uma cidade em que todos seus habitantes são seres superpoderosos, de heróis vestindo roupas coloridas à deuses iracíveis. As histórias giram em torno do corpo policial da cidade, reponsável por investigar crimes inacreditáveis e conter ações anti-sociais - que vão de super-vilões a um monstro gigante, nos moldes do mito do cinema trash japonês, Godzilla.

Por fim, Moore fez uma exaustiva interpretação do mito do Super-homem (um personagens pioneiros das HQ sobre poderes extraordinários). Para isso, ele se valeu de um personagem menor da editora Image. O Supremo havia sido criado no começo da década de 1990 pelo desenhista Rob Liefeld. O que era um plágio mal disfarçado do Homem de Aço, nas mãos de Moore, se transformou numa das mais criativas leituras do personagem.

Alan Moore fez seu Super-homem atravessar décadas e sentir o peso delas. É notável a transformação dos vilões - dos bobocas candidatos a dominadores do mundo, nos anos 1940 e 1950, à complexidade do terrorismo e da moral na década de 1990.
DELLANO RIOS
Repórter

FONTE (imagem incluída): Diário do Nordeste (Assinatura) - Fortaleza,CE,Brazil

Schauer unterliegt Olympia-Dritten


28.02.2009, 16:57 Uhr
Schauer unterliegt Olympia-Dritten
Wien - Am Samstag haben keine Österreicher weitere Tickets für die Judo-EM im April in Tiflis gelöst.
Andreas Mitterfellner (ASKÖ Pöls/bis 66 kg) schied nach seinem Erstrunden-Aus in Budapest nun auch beim Weltcup in Warschau schon in Runde eins aus.
Der Steirer unterlag dem Polen Ignacy Rudawiec mit Ippon. Florian Rinnerthaler (bis 81 kg) und Franz Birkfellner (bis 100 kg) sind erst am Sonntag im Einsatz.
Schauer im Achtelfinale
Beim Damen-Weltcup in Prag scheiterte Aranka Schauer (Judo-Union Graz/bis 63 kg) nach zwei Ippon-Siegen über Ivana Komloskova (SVK) und Nadja Gerasimenko (UKR) im Achtelfinale an der slowenischen Olympia-Dritten Urska Zolnir und kam auch nicht in die Trostrunde.
Petra Steinbauer (ASKÖ Longlife Wolfsberg) verlor ihren Erstrunden-Kampf in der Klasse bis 52 kg gegen die Deutsche Melanie Lierka und schied damit aus.
Silvia Schlagnitweit (UJZ Mühlviertel/bis 70 kg) und Hedwig Lechenauer (ASV Salzburg/bis 70 kg) steigen erst morgen auf die Matte.
EM-Team nimmt Formen an
Für die Europameisterschaften in Tiflis (24.-26. April) gelten bei den Männern Ludwig Paischer (60 kg), Peter Scharinger (73 kg) und Max Schirnhofer (90 kg) sowie bei den Frauen Fabiane Hukuda-Strubreiter (52 kg), Sabrina Filzmoser (57 kg) und Hilde Drexler (63 kg) als fix.
Die letzte Entscheidung trifft der Verbands-Vorstand am 6. März.
Quelle: APA

FONTE (imagem incluída): LAOLA1.at - Austria

Nota da Redação: destacamos o nome da atleta Fabiane Hukuda-Strubreiter para chamar a atenção dos amigos que fez no Brasil, de onde é nativa.

Mais uma livraria gay fechas as portas nos EUA


Mais uma livraria gay fechas as portas nos EUA
27/2/2009
Por Redação

Depois da livraria gay Oscar Wilde, a mais antiga do mundo no segmento, ter fechado suas portas, outro estabelecimento nos mesmos moldes anuncia o fim de suas atividades. A "Different Light", situada em Los Angeles, também fechará em março deste ano, após 30 anos de história.

De acordo com Bill Barker, dono da livraria, a decisão pelo fechamento veio diante da redução na clientela, que teria deixado de frequentar o lugar por contas de reformas na calçada. Um incêndio em um bar gay vizinho seria outra razão. Há também, segundo Barker, o crescimento de livrarias virtuais que proporcionam maior privacidade aos clientes.

Leia também:
FONTE (foto incluída): Mix Brasil - São Paulo,SP,Brazil

Judo squad leaves for Iran on March 7


Judo squad leaves for Iran on March 7
Sunday, March 01, 2009

By Alam Zeb Safi

KARACHI: Pakistan judo squad will leave for Iran on March 7 to feature in the Eighth Azad Islamic University Judo tournament and to undergo a month long training in Tehran in connection with the preparations for the First Asian Martial Arts Games to be held in Bangkok from April 25 to May 3.

The Secretary of the Pakistan Judo Federation (PJF) Masood Ahmad told 'The News' on Saturday that a 14-member squad, including eight men and six women, is scheduled to leave for Tehran on March 7 but only the eight-member male team will feature in the Azad Islamic University Judo tournament to be held from March 9 to 10 while the females are being taken only to receive training for the Asian Martial Arts Games to be staged in Bangkok.

Masood said that the Pakistan Sports Trust (PST) and the Pakistan Sports Board (PSB) are jointly assisting the PJF to make arrangement for the all important trip. He said after a month long training in Tehran, the PJF plans to arrange a tour to Azerbaijan so that the players could get fifteen days more training before the start of the Asian Martial Arts Games in Bangkok.

However, this would be finalised within the next three days, he said. If the tour to Azerbaijan could not be made then the competition on home and away basis would be arranged for the judokas in Pakistan before participating in the Bangkok Asian Martial Arts Games.

He also disclosed that Zafar Iqbal, Karamat Butt, Muhammad Miraj, Naveed Akbar, Maryam Jabbar, Humaira Aashiq, Beensih Khan and Fauzia have already been finalized for the Asian Martial Arts Games. The men squad is currently receiving training in Peshawar while the female lot is in the camp in Islamabad.

Squad: Zafar Iqbal (60kg), Rana Adnan Ali (56kg), Karamat Butt (73kg), Imtiaz Hussain (66kg), Muhammad Miraj (90kg), Tanveer Dar (81kg), Naveed Akbar (100kg), Yasir Khan (open category), Maryam Jabbar, (48kg), Humaira Aashiq (58kg), Beensih Khan (63kg), Fauzia (70kg), Nadia Bhatti, Ansa Bano. Muhammad Ali (men's coach), Shehzadi Eram (women's coach).

FONTE: The News International - Karachi,Pakistan
Imagem: Crescent Bay, Future near Project, Karachi, Pakistan

Los libros más vendidos esta semana (21 febrero-28 febrero 2009)


Los libros más vendidos esta semana (21 febrero-28 febrero 2009)
Ricardo Perez Hernandez

Las máximas novedades que encontramos esta semana en la lista de libros más vendidos son variaciones e intercambios de posiciones, tal como ha ocurrido en las últimas entregas.
Esto nos anima a retomar las cuestiones planteadas en el principio de esta serie: ¿cuál es la eficacia de las listas de ventas como herramientas de promoción? ¿dónde empieza una y termina otra si no son la misma cosa?
En el apartado de libros de ficción, intercambios de puestos apenas significativos salvo en el caso de Ruiz Zafón, que sube desde la décima a la quinta posición.
1. Los hombres que no amaban a las mujeres: Stieg Larsson mantiene un liderato indiscutible tras treinta y una semanas de permanencia en la lista de más vendidos.

2. La chica que soñaba con una cerilla y un bidón de gasolina: la obra publicada por Destino se mantiene en segunda posición trece semanas después de entrar en lista.

3. El fuego: Hatherine Neville recupera la tercera posición ascendiendo un puesto con esta entrega de Plaza & Janés en su séptima semana de permanencia entre los más vendidos.

4. El niño con el pijama de rayas. John Boyne destaca en volumen de ventas desde hace setenta y siete semanas. El libro editado por Salamandra conserva cede esta semana el tercer puesto y ocupa la cuarta plaza.

5. El juego del ángel: La secuela de ‘La sombra del viento’ sube desde la décima posición de la lista y mantiene su presencia en los más vendidos desde hace treinta y nueve semanas.

6. El sari rojo: La obra de Javier Moro publicada por Seix Barral recupera un lugar en su décimo quinta semana en lista.

7. Tengo ganas de ti: Federico Moccia, revuelo literario en el país vecino, cede dos puestos en lista con la segunda parte de la novela ‘A tres metros sobre el cielo’. Esta es su cuarta semana en lista.

8. El Chino: Henning Mankell, mejora una posición esta semana, su décimo cuarta de permanencia.

9. El viaje del elefante: José Saramago retrocede tres posiciones durante la décima semana de permanencia en la lista

10. Paraíso inhabitado: Ana María Matute, Premio Quijote de Las Letras Españolas 2008, retrocede dos puestos en lista con el título publicado por Destino en su cuarta semana de permanencia.

Por segunda semana consecutiva, Leopoldo Abadía lidera las ventas en el apartado de libros de no ficción, poniendo de manifiesto la inquietud de los lectores en cuanto a asuntos económicos se refiere.

1. La crisis ninja: Leopoldo Abadía repite en el primer lugar del podio en su quinta semana de permanencia tras el notable ascenso de la semana pasada.

2. El secreto: Rhonda Byrne mejora una plaza y disfruta de setenta y tres semanas en las listas de ventas.

3. Gomorra: La impactante revelación de Roberto Saviano cede el segundo lugar en su décimo novena semana en lista.

4. La reina muy de cerca: Pilar Urbano y Planeta repite cuarta posición en la lista después del descenso experimentado desde la primera plaza hace dos semanas semana. Lleva diecisiete en lista.

5. Por qué somos como somos: Eduardo Punset avanza un lugar en su décimo sextasemana de éxito.

6. Por qué dejé de ser de izquierdas: El trabajo de Somalo y Noya publicado por Ciudadela mejroa una posición en su décimo cuarta semana en lista.

7. Historia de España: César Vidal y F.J. Losantos pierden dos posiciones en su tercera semana en lista.

8. Franco, mi padre: Tras el regreso a la lista la pasada semana de esta obra publicada por La Esfera, mejora un lugar en su quinta semana de permanencia.

9. La pasión del poder: La lucidez de José Antonio Marina regresa a la lista de más vendidos en la que supone su tercera semana de permanencia.

10. Rompiendo cristales: Rodríguez Ibarra repite posición en la lista en la que es su décimo primera semana de éxito de ventas.

El apartado de libros de poesía no presenta grandes variaciones salvo la incorporación del poemario de Rilke, ‘Sonetos a Grete Gulbransson’ y el severo descenso del mismo autor con ‘Réquiem’ después de varias semanas de liderato.

1. Vista Cansada: García Montero sitúa el poemario editado por Visor en la primera posición después de cuarenta y ocho semanas en lista.

2. Vive o muere: Anne Sexton, asciende tres lugares en su quinta semana de éxito de ventas.

3. Libro de esbozos: El icono de la generación Beat mejora una posición de la lista tras treinta y ocho semanas en la misma.

4. Mundar: El poemario de Juan Gelman retrocede una posición y disfruta su cuadragésimo octava semana de permanencia.

5. La prosa del mundo: Luis Antonio de Villena retrocede dos lugares en su cuadragésimo primera semana en lista. ¿Qué pensarán los finalistas del premio literario Viaje del Parnaso desplazados por Villena con esta obra que despertó una seria polémica?

6. Ánima mía: Carlos Marzal repite en la sexta posición con el poemario publicado por Tusquets durante su segunda semana en lista.

7. Sonetos a Grete Gulbransson: El poemario de José M. Rilke editado por Visor entra en lista ocupando la séptima plaza.

8. Réquiem: Rainer María Rilke pierde el liderato en su décimo octava semana de éxito de ventas.

9. La roca: Wallace Stevens retrocede un lugar con el poemario editado por Lumen. Esta es su décimo novena semana en lista.

10. Poesía completa: Sylvia Plath, de la mano de Bartleby, regresa a la lista de más vendidos ocupando la décima posición en su novena semana de presencia intermitente.
Fuente ABCD

FONTE (fotos incluídas): Papel en blanco - Madrid,Spain

Un relámpago que apareció, deslumbró y se marchó


Un relámpago que apareció, deslumbró y se marchó
Ese fue Luis Martín-Santos (1924-1964), según el escritor y profesor de psiquiatría José Lázaro

P. H. R. - MADRID - 27/02/2009 08:00
Ese fue Luis Martín-Santos (1924-1964), según el escritor y profesor de psiquiatría José Lázaro, que con una biografía sobre el autor de la maravillosa novela Tiempo de silencio ha ganado el XXI Premio Comillas de Historia, Biografía y Memorias.
El libro recorre el perfil carismático de quien fue psiquiatra, escritor y rebelde antifranquista en la clandestinidad. "Se convirtió en uno de los tres grandes apellidos del PSOE en la sombra, con un solo año de militancia, junto con Rubial y Amat", explica el biógrafo y autor de Vidas y muertes de Luis Martín-Santos (Tusquets).
"Empecé a escuchar cosas sobre su vida que me impresionaron casi tanto como la lectura de Tiempo de silencio. Es verdad, su vida es casi más interesante que su propia novela", cuenta Lázaro, que llegó antes a los escritos sobre psiquiatría de Martín-Santos que a la novela en la que el autor innova utilizando el monólogo interior, en uso de la segunda persona. "Si no fuera porque todo es real, podría ser un personaje de novela". En todos esos documentos inéditos, cartas y archivos que ha consultado el autor, se ha encontrado una vida novelesca.
"Es un relámpago que pasa y deslumbra", resume. Con la investigación ha descubierto que tanto Tiempo de silencio, como Tiempo de destrucción, son "absolutamente autobiográficas". La trágica muerte a los 40 años de edad en accidente de tráfico, elevó a categoría de mito a este personaje, del que José Lázaro asegura que la familia conserva dos novelas y tres obras de teatro completas del escritor.

FONTE (foto incluída): Público - Madrid,Spain

Centenaire de la naissance de Chebbi Le mythe ou l’idéal?


Centenaire de la naissance de Chebbi Le mythe ou l’idéal?
La Presse Publié le 28.02.2009

Les festivités de la célébration du centenaire de la naissance d’Aboul Kacem Chebbi dont nous avons exposé les grandes lignes dans notre édition du mercredi 25 février 2009 donnent la preuve de l’importance de Chebbi dans le patrimoine littéraire national.

Au-delà de l’attention accordée à cet événement, c’est le statut du poète chez nous qui se révèle dans son étendue la plus enracinée dans les choix de la politique culturelle nationale.

Les trois quarts du siècle qui nous séparent de la disparition de Chebbi ont été meublés d’un mouvement de recherche et d’analyse de l’œuvre et de la vie du poète. Tour à tour laudative, critique ou interrogative, cette recherche est aujourd’hui en passe de se positionner par rapport au parcours du poète lui-même mais aussi par rapport à l’évolution de la poésie chez nous.

Des interrogations se profilent quant à la véritable dimension esthétique du poète. Il s’agit essentiellement de la question de savoir la portée de sa poésie, de formuler les termes sémiologiques susceptibles de nettoyer les contours de cette œuvre.

Faut-il rappeler que l’approche de cette œuvre s’est souvent encombrée de l’argumentaire nationaliste, universaliste, romantique en finissant par la cloisonner dans une perception mythique?Les catégories scolaires s’en rendent très rapidement compte qui se sentent «obligées» de consommer cette poésie au gré de la programmation scolastique, sans avoir l’occasion de toucher vraiment l’essentiel de l’œuvre de Chebbi.

N’est-ce pas à l’école qu’un travail basique se doit d’être entamé en vue de préciser les termes de l’idéal poétique que représente Chebbi.

En elle-même, que vaudrait l’œuvre de Chebbi si on ne la réinscrit pas dans le cheminement littéraire, culturel, social et politique de la Tunisie des années 30?

Fugace, mais néanmoins intense, l’œuvre de Chebbi se déploie comme le révélateur d’un projet culturel et social en gestation. Vu sous cet angle, Chebbi ne fut pas seulement un poète. Bien plus, il a été l’initiateur du sens critique, l’instigateur d’une «combine» (au sens développé par Borhane Alaouié pour le cinéma de combine) autour de laquelle ont gravité réformateurs sociaux, éditorialistes, éditeurs, écrivains, poètes et intellectuels de tous bords.

Le paramètre cardinal de cette combine, de ce projet, de cette perspective n’est autre que la culture du savoir, de la connaissance.

Chebbi, qui se disait, amèrement, «voler d’une seule aile» parce qu’il ne connaissait que la langue arabe, s’est ressourcé auprès de la culture française traduite, sa curiosité l’a poussé très loin dans la découverte d’autres cultures. C’est à se demander comment il s’y est pris avec la mort qui rôdait autour de lui aussi tôt.

Les notions de l’altérité, du sens critique, de l’adhésion, par la poésie et le travail sur la langue, sont peut-être les valeurs les plus méritoires de son parcours.

Bien plus que sa poésie elle-même, elles s’inscrivent dans l’idéal poétique dont devaient s’imprégner les jeunes poètes et tous ceux qui se sentent concernés par la chose poétique.

C’est à ce niveau, peut-être, que la célébration de son centenaire devrait mobiliser et motiver la recherche sur l’œuvre et le parcours de Chebbi.

Faouzia MEZZI

FONTE: Jetset Magazine - Tunis,Tunisia
FOTO : Aboul Kacem Chebbi

sexta-feira, fevereiro 27, 2009

Llega el Bafici y se vienen 350 pelis para no perderse


10:50 jueves, 26 de febrero de 2009
Ocio Noticias Ocio
Llega el Bafici y se vienen 350 pelis para no perderse
La edición será entre el 25 de marzo y el 5 de abril próximos en las salas del Abasto y otras sedes en Capital Federal. Habrá largos y cortometrajes de Francia, Alemania, Japón entre otros

Un vez más comienza la fiesta de los cinéfilos. Arranca en marzo con 350 películas, entre largos y cortometrajaes, el BAFICI que pasará por las pantallas del Abasto y otras sedes de la Capital Federal. El undécimo Buenos Aires Festival Internacional de Cine Independiente (Bafici) se llevará a cabo bajo la dirección del crítico y cineasta Sergio Wolf entre el 25 de marzo y el 5 de abril próximos.

Entre los títulos principales están 35 Shots of Rhum, de la directora francesa Claire Denis (Chocolat, Bella tarea, Trouble Every Day); la brasileña Filmefobia, una película sobre los miedos, de Kiko Goifman; la canadiense Examined Life, de Astra Taylor; la iraní Shirin, de Abbas Kiarostami, presentada en el 65º Festival de Venecia, anunciada como un homenaje a la mujer iraní. Además, el segundo largometraje del chileno Sebastián Silva, La nana (Chile-México, 2009), ganador del premio al mejor largometraje dramático internacional en el reciente Festival Sundance; Une autre homme del suizo Lionel Baier; Milestones, el documental de Robert Kramer sobre la escritora Grace Paley y su visión de la guerra de Vietnam; la inglesa Awaydays, de Pat Holden, basada en la novela homónima de Kevin Sampson. Sin duda convocarán largas colas las exhibiciones del film de animación japonés Ponyo on the Cliff by the Sea, lo nuevo del maestro Hayao Miyazaki (El viaje de Chihiro, La princesa Mononoke, El castillo ambulante).

Entre las secciones paralelas se destaca la retrospectiva completa de Jean Eustache (La maman et la putain), el mítico realizador francés, último hijo de la Nouvelle vague, que se suicidó en 1981, varios de cuyos films se verán por primera vez en la Argentina. También habrá una retrospectiva de la cineasta argentina Ana Poliak –ganadora del Bafici en su momento con Parapalos– y de Jean Marie Straub y Danielle Huillet. Entre las novedades de este año se destaca la inclusión de un minifestival para chicos –Baficito– con films como Kirikou la hechicera y, en estreno, su continuación, Kirikou y las bestias salvajes.

El precio general de las entradas es de $8 y $6 para estudiantes y jubilados que acrediten su condición.

FONTE: Rosario3 - Rosario,Santa Fe,Argentina

FOTO: Grace Paley

Grande Courbet - Leonel Moura


Publicado 27 Fevereiro 2009 13:03
Opinião
Leonel Moura
Grande Courbet

leonel.moura@mail.telepac.pt

Gustave Courbet foi um pintor do século XIX, principal figura da tendência artística conhecida por Realismo, a qual se propunha representar a realidade tal qual ela é.
Gustave Courbet foi um pintor do século XIX, principal figura da tendência artística conhecida por Realismo, a qual se propunha representar a realidade tal qual ela é. No entanto, ao contrário do que se possa imaginar, o realismo de Courbet foi tudo menos conservador. E isto porque a questão era menos a de representar o real do ponto de vista perceptivo, mas sim na sua perspectiva social. Mais do que pictórico, o realismo de Courbet é político.

Um dos seus quadros mais famosos, "O Enterro em Ornans", retrata o facto verídico do enterro de um tio-avô do artista, pobre aldeão sem maior história do que a miséria vivida. A cena reúne aqueles que participaram no acto, gente humilde da aldeia. Ou seja, um assunto banal, com gente banal. À época, o quadro provocou uma enorme agitação no público e sobretudo na crítica. A tela, actualmente em exposição no Museu d'Orsay em Paris, tem mais de três metros de altura e seis de largura, ou seja, uma escala adequada a grandes temas da mitologia ou da religião e onde seria suposto só figurar gente muito importante. Outra obra, entretanto destruída, segue este mesmo princípio de dar grandeza e estatuto à vida comum dos pobres. "Os pedreiros" retrata dois trabalhadores a partir pedra. Também aqui a escala enorme concede um sentido socialmente crítico à pintura que haveria de servir de inspiração ao neo-realismo.

Courbet era um socialista libertário que se descrevia a si mesmo desta forma: "quando eu morrer digam que nunca pertenci a nenhuma escola, a nenhuma igreja, a nenhuma instituição e sobretudo a nenhum regime que não fosse o regime da liberdade".

Para além da sua obra engagé, era igualmente um anarquista provocador da moral vigente. Em 1866 pinta um nu em que o centro do quadro é ocupado pela vagina de uma mulher deitada, vendo-se somente parte das coxas e do ventre. Chamou-lhe "A origem do mundo" e, para além da componente erótica, pode ser visto como uma homenagem à mulher e ao seu papel na procriação. A imagem é crua, directa, sem elementos decorativos, realista portanto no sentido de Courbet, e por isso chocante para gente a quem o sexo ainda envergonha.

Desde então a tela teve vários proprietários. Um deles tapou-a com umas portadas em madeira no qual mandou pintar uma paisagem bucólica. Muito ao estilo de alguns "memento mori" (lembra-te da morte) do século XVII - em que era comum fazer-se um retrato que depois se abria para mostrar uma caveira -, para se ver o nu de Courbet havia que o destapar. Só que aqui a celebração era a da vida e não a da morte.

Por fim o quadro foi adquirido por Jacques Lacan que o pendurou na sala. Na morte do psicanalista o Estado francês comprou-o junto com outro espólio e acabou no Museu d'Orsay onde se encontra.

Ninguém é obrigado a conhecer a História da Arte e muito menos a polícia de Braga. Também não é novidade para ninguém que muita gente continua a chocar-se com coisa pouca e correr a denunciar atentados à moralidade pública a propósito de ninharias. Mas já espanta a alarvidade de tanto jornalista e político. A propósito de uma caricata apreensão de cinco livros que reproduziam na capa o célebre quadro de Courbet, logo houve quem falasse de PIDE e censura. Os factos não merecem mais do que uma risada, mas desde telejornais à procura de mais um caso político, até à Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) e os especialistas do costume, foram muitos os que perderam uma boa oportunidade para estarem calados e não se cobrirem de ridículo. O cúmulo da cretinice ficou contudo a cargo do Partido Comunista e do Bloco de Esquerda que exigiram explicações ao ministro da Justiça e houve até alguém que disse ir mandar uma carta ao Presidente da República a dar conta da ocorrência e pedir medidas.

O nu de Courbet hoje choca poucos, ainda que infelizmente sejam igualmente poucos os que o apreciam na sua notável qualidade artística. Mas já esta tendência que assola a sociedade portuguesa para a propósito de nada se pretender tirar dividendos mediáticos ou partidários está a tornar-se verdadeiramente repugnante. O oportunismo político, sim que é pornográfico.

FONTE: Jornal de Negócios - Portugal - Lisboa,Lisboa,Portugal

Imagem 1: The Self Portrai or The desesperate Man, by Gustav Coubert

quinta-feira, fevereiro 26, 2009

Música: Maria Bethânia revisita carreira esta semana em Portugal


Cultura
Música: Maria Bethânia revisita carreira esta semana em Portugal
Lisboa, 26 Fev (Lusa) - A cantora brasileira Maria Bethânia, a artista que mais vende na música popular brasileira, revisita a carreira esta semana em Portugal, com dois concertos no Coliseu de Lisboa.

Os concertos estão marcados para sexta-feira e sábado e Maria Bethânia promete recuperar temas de mais de 40 anos de vida ligada à música e estrear alguns inéditos.
O momento será de celebração junto do público português, que Maria Bethânia conhece há mais de vinte anos.
Distinguida em 2008 com o Prémio Shell de Música, habitualmente atribuído a compositores, Maria Bethânia tem uma ligação afectiva com Portugal, que se estende ao repertório interpretado, que inclui canções com poemas de Fernando Pessoa.
Em "Mar de Sophia", de 2006, um dos mais recentes álbuns de originais, Maria Bethânia canta o mar a partir da poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen.

Maria Bethânia nasceu a 18 de Junho de 1946 e estreou-se em Fevereiro de 1965.
Colaborou com vários músicos relevantes da música brasileira, como Edu Lobo, Gilberto Gil, Tom Zé e o irmão Caetano Veloso e gravou mais de quatro dezenas e álbuns, entre os quais, "Alibi" (1978), "Talismã" (1980), "Âmbar" (1996), "A força que nunca seca" (1998), "Maricotinha" (2001) e "Brasileirinho" (2003).
Em 2008 lançou um álbum em parceria com a cantora cubana Omara Portuondo.
SS.
© 2009 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.2009-02-26 13:45:01

FONTE: RTP - Lisboa,Portugal

FOTO 1: Maria Betânia
FOTO 2: Sophia de Mello Breyner Andresen

‘Beowulf’ comes to us in the mother tongue


‘Beowulf’ comes to us in the mother tongue
By ROBERT TRUSSELL
The Kansas City Star

How did they speak? How did they sound? How did they sing? And how did they make music?
Well, nobody knows for sure. But Benjamin Bagby thinks he comes close.
Bagby, you see, is drawn to music from a time before there was musical notation. Before written lyrics. Audiences can judge the result of his decades as a sort of cultural archaeologist Saturday when he performs “Beowulf” at Grace and Holy Trinity Cathedral.
Bagby, 58, performs the medieval epic about a Scandinavian hero in Old English (with super titles) and accompanies himself on a custom-made Anglo-Saxon harp modeled on surviving remnants of instruments played 1,000 years ago.
The harp he employs has six strings and spans an octave. The method of tuning and the style of playing are based on educated guesswork.
“It has its roots in my work in medieval music, which started in the late ’60s,” Bagby said from his home in Paris. “I was always interested in the re-creation of lost vocal forms and song forms and storytelling forms of the Middle Ages.”
Bagby said he began working on “Beowulf” in the early 1980s.
“I started with a very small scene of eight or nine minutes and worked on that for a couple of years,” he said.
In 1990 he was asked to perform a longer version of the piece.
“A festival in the Netherlands commissioned me to give a full evening of ‘Beowulf,’ ” he said. “It’s always been received rather well, but early on it was received with some consternation because they couldn’t follow the text.”
Bagby would include a modern English translation in the programs so that concertgoers could follow along, but it was easy for them to get lost. In 1999 he began providing the translation by video projection.
“It takes that burden off the audience,” he said. “That made the experience more immediate for the audience. It helped me too, because it changed my timing. The only guy who has to worry is the guy running the titles because he really needs to know where I am.”
Things usually run smoothly, he said, “unless I make a big mistake. Then things get a little dicey, but generally we can find each other again.”
Structuring the performance was the least of his challenges because the source material is so good. “Beowulf” in its original form exists in only one manuscript that is kept in a controlled environment in the British Museum.
“I didn’t have to do much work because whoever constructed this text — and it may have been more than one person, we just don’t know — (created) such a masterfully constructed piece. It’s so brilliantly put together, in terms of timing and dramatic tension. It’s really a first-rate bit of storytelling.”
But he had to learn Old English. He started with a bilingual edition of the book.
“It was a very strange edition, which had on one side the original and on the other a word-by-word translation,” he said.
“It makes for horrible reading, but I could study the original text and understand it as it would have been understood in the eighth or ninth century. But there are hundreds of translations in (modern) English, and they’re all a little wrong in their own way.”
The most famous in recent year was Nobel Prize-winning poet Seamus Heaney’s version, published in 2000.
“The Seamus Heaney is beautiful to read,” he said. “But it’s Seamus Heaney. One of the questions I’m asked is: What is your favorite translation? And my answer is: I don’t like any of them because I’ve always worked with the original.”
As he worked on the piece he consulted Old English experts, including John Foley, a professor in the English department of the University of Missouri in Columbia.
“I had to go back to school, basically,” Bagby said. “I found several experts in the Anglo-Saxon area who were willing to help me with this. These people tutored me. Although I speak German and can deal with Germanic languages, Old English is quite special.”
In the material Bagby found storytelling traditions that are still in use today.
“There’s a great deal of irony on the part of the storyteller,” he said. “There are places where I’m obviously the storyteller and I’m talking to the audience. There are those moments when I’m kind of looking at the audience and saying, ‘Well, just between you and me, this is the way it is.’
“At other times I’m various characters and sometimes it’s just a neutral description of what’s going on.”
He said the narrative also employs time in an interesting way.
“Time can pass quickly, it can pass very slowly, it can stop altogether,” he said. “It’s quite modern-feeling, to me at least.”
Bagby was born in Evanston, Ill., but his family moved to the Kansas City area when he was in junior high. They lived in Prairie Village and for two years Bagby attended Shawnee Mission East High School.
“I had some wonderful musical experiences in Kansas City,” he said. “There were some wonderful music teachers in those schools. They had fantastic music programs, at least they did in those days.”
He recalled that Shawnee Mission East had a “very ambitious choral program,” and one summer he attended a music camp in Lawrence. He eventually studied voice and German at Oberlin University.
As a medievalist, Bagby has worked on other early music and poetry forms.
“One of the big projects beginning in 2001 was a collection of Norse poems, which is in an Icelandic manuscript, which is called the Edda,” he said. “Most of our knowledge about the Norse gods and heroes comes from that manuscript.”
He and his ensemble, Sequentia, have performed some of the Norse material.
And then there’s the CD he released in Germany last year — “Fragments for the End of Time.” He said it’s a collection of “Old German and Old Saxon poems about the end of the world.”
“It’s lots of descriptions of how the world will end, how no one will escape judgment, and bribery won’t be an option any more, and the rich people will suffer just as much as the poor people.”
Bagby said the recording was unlikely to find a place on any music chart.
“Of course it’s a record with a very limited appeal,” he said. “We have no illusions that anyone wants to listen to it.”
the show The Friends of Chamber Music present Benjamin Bagby in “Beowulf” at 8 p.m. Saturday at Grace and Holy Trinity Cathedral. Tickets: $35; 816-561-9999;


FONTE (foto incluída): Kansas City Star - MO,USA

Flávio Canto participa do 'Tira Onda'


Flávio Canto participa do 'Tira Onda'
Plantão Publicada em 26/02/2009 às 20h23m

Diário de SP
SÃO PAULO - O judoca Flávio Canto tirou onda de vendedor de loja de instrumentos musicais durante a gravação de um dos episódios da nova temporada do "Tira Onda", que vai ao ar em abril, no Multishow. Disfarçado de Ricardo, alguns clientes até que desconfiaram de sua identidade famosa, mas ele conseguiu levar a brincadeira até o final. No entanto, Flávio passou por poucas e boas e ao se ver em situações embaraçosas, ele tinha intensos ataques de risos, como aconteceu na hora em que um rapaz foi testar um microfone.

FONTE: O Globo - Rio de Janeiro,RJ,Brazil
FOTO: Flávio Canto participa do ‘Ação’

1500 studenti da tutta Italia a Firenze per studiare Dante


1500 studenti da tutta Italia a Firenze per studiare Dante
Una tre giorni intorno al Sommo Poeta: sono i 'Colloqui Fiorentini' che hanno richiamato ragazzi da 120 scuole superiori
Sono venuti a Firenze in 1500 da 120 scuole medie superiori di tutta Italia per studiare Dante: sono i ragazzi che partecipano a I Colloqui Fiorentini - "Nihil alienum”, l’iniziativa organizzata dall’associazione di docenti Diesse - Didattica e Innovazione Scolastica intorno al Sommo Poeta.
Da oggi a sabato 28 febbraio dentro il palazzo dei Congressi i ragazzi approfondiranno le 3 cantiche, scopriranno il fascino e i segreti della Divina Commedia e confronteranno i loro elaborati. I Colloqui Fiorentini, giunti all’ottava edizione, ogni anno coinvolgono una media di mille ragazzi e li mettono a confronto con un grande autore della letteratura italiana, da Montale a Calvino, da Pavese a Ungaretti e molti altri. Una tre giorni in cui si alternano relazioni di docenti universitari e seminari di lavoro, in cui gli studenti presentano i lavori preparati appositamente per l’evento e discutono insieme le loro ricerche. Un’esperienza innovativa e stimolante per i ragazzi e per i loro insegnanti organizzata in collaborazione con il Ministero dell’Istruzione, la Società Dantesca Italiana, la Provincia e il Comune di Firenze.

26.02.2009

FONTE (image include): inToscana - Firenze,Toscana,Italy

Cinzas com conteúdo


Cinzas com conteúdo

O antropólogo Darcy Ribeiro, os escritores Machado de Assis e Guimarães Rosa foram lembrados pelos enredos das escolas de samba Mangueira e Mocidade Independente no Carnaval da Sapucaí, este ano. Parte da história do Teatro Municipal do Rio serviu de tema para o enredo da Vila Isabel. A Escola Grande Rio arriscou algumas palavras em francês para mostrar a influência e a força de um povo que se uniu e cruzou fronteira. A Salgueiro resgatou as origens e a magia do tambor e a influência de seu ritmo na cultura brasileira. Esses são alguns exemplos de temáticas de enredos que colocam as escolas de samba no rol das manifestações culturais mais importantes para compartilhar informações e conhecimento junto às massas.

Os blocos em Recife, Ouro Preto, Salvador e Olinda também mostram algo mais que as estripulias dos foliões, ao resgatarem a tradição e manterem viva a história e a cultura do povo local. O tempo de Carnaval sem conteúdo e só folia, com uma quarta-feira de cinzas vazia e sem sentido, já vai longe. Hoje, mesmo quando se findam os dias de alegria, sobram as reflexões e alguns ensinamentos, como legado das diversas alas que desfilaram pela avenida.

Pela televisão o conteúdo se torna ainda mais propício ao aprendizado, chega-nos completo, com valor agregado pelos comentaristas e narradores e numa sequência lógica que, na maioria das vezes, foge do público que acompanha das arquibancadas. Entretanto, pela telinha o Carnaval não apresenta a mesma emoção que arrepia, que faz dançar e cantar aqueles que se submetem ao batuque mágico do tambor, ao som contagiante de uma bateria furiosa. Hoje acompanhar um samba-enredo nos seus mínimos detalhes constitui, sem dúvida, uma aventura com ótima possibilidade de aprendizado.

Assim, a maior festa pagã se mantém em alta porque soube se superar e, acima de tudo, conseguiu resistir ao inimigo que ela não escolheu. É uma festa para os olhos, um alento de esperança para o coração do folião que espera o ano inteiro para desfilar na avenida. É um grito de liberdade muitas vezes expelido pelo suor do trabalho incansável de anônimos que empurram as alegorias, que varrem uma avenida, dirigem um trator, um carro de som, para garantir um ganho extra. O Carnaval, quando não impulsionado pelo excesso e pela falta de responsabilidade, traz o benefício da catarse, que nos prepara para mais um ano de trabalho.

O Carnaval, a partir deste ponto de vista mais otimista, tem o poder de nos manter por alguns dias longe das crises, sejam elas existenciais ou econômicas, e nos prepara para reescrever a história de nós mesmos com mais alegria e um pouco mais de esperança. Faz brilhar as escolas, as ruas e os casarões, as alegorias, a realidade e suas diversas facetas, a comunidade e suas peculiaridades, num samba- enredo de detalhes preciosos da cultura brasileira.

O Carnaval nos ensina, antes de tudo, a dar uma chance para a alegria de viver. Dele, pode-se dizer ainda: é uma brincadeira que deu certo.

Sérgio Peixoto Mendes/Filósofo


A maior festa pagã se mantém em alta porque soube se superar e, acima de tudo, conseguiu resistir ao inimigo que ela não escolheu. É uma festa para os olhos, um alento de esperança para o coração

FONTE: Gazeta do Sul - Santa Cruz do Sul,RS,Brazil

quarta-feira, fevereiro 25, 2009

Un espacio para que Latinoamérica pueda verse a sí misma


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Casa de las Américas
Un espacio para que Latinoamérica pueda verse a sí misma

Personalidades del mundo de las letras, jurados del Premio Casa de las Américas, resaltan la importancia de la institución para el arte y la literatura del continente
Por: Lázaro Jorge Carrasco y Lidia Hernández, estudiantes de Periodismo
Correo: cult@jrebelde.cip.cu
20 de febrero de 2009 00:39:07 GMT
Con la finalidad de extender y fortalecer las relaciones socioculturales no solo con los países de América y el Caribe, sino también con el resto del mundo, y apenas tres meses después del triunfo de la Revolución, la Casa de las Américas emergió en la capital de Cuba, para bien del arte y la literatura en el continente.
Tanto es así que medio siglo después de constituido el Premio Casa, más de 600 obras se inscribieron para participar en el prestigioso concurso literario, cuyo veredicto siempre es decidido por destacadas personalidades del mundo de las letras, algunas de las cuales accedieron a dialogar con JR sobre la relevancia de la fundación de la Casa, justamente el día de la ceremonia de premiación.
Al decir de Carmen Boullosa, intelectual mexicana, quien fuera parte del jurado en esta ocasión, el premio «tiene una importancia mayúscula, pues tanto él como la institución que lo auspicia constituyen un espacio donde Latinoamérica puede verse a sí misma».
La idea de la Boullosa, quien asegura que a la institución y a sus libros le debe la mayor parte de su formación literaria, es retomada por el prestigioso periodista e investigador cubano Ambrosio Fornet. «Luego del triunfo de la Revolución y de la creación de la Casa floreció un sentido de comunidad cultural latinoamericana con magnitudes sin precedentes en el continente. Antes en nuestra región solo existían países sin lazos culturales entre sí. El famoso crítico brasileño Antonio Cándido me decía: un tiempo atrás yo iba de vacaciones a París; ahora voy a Lima, a Bogotá, a La Habana, y eso se lo debo a Casa».
Roberto Fernández Retamar, destacado poeta, ensayista cubano y presidente de la Casa de las Américas, considera que la creación del premio representó el primer acto de proyección internacional de ese centro cultural. «La Casa ha ocupado la mayor parte de mi existencia y, quizá, la mejor».
En su edición inaugural, el certamen contó entre los miembros del jurado a escritores de la talla de Alejo Carpentier, Miguel Ángel Asturias, José Lezama Lima y Nicolás Guillén. Con él se han dado a conocer internacionalmente escritores de la talla del cubano José Soler Puig, el salvadoreño Roque Dalton y el peruano Alfredo Bryce Echenique.
El galardón auspiciado por Casa busca estimular la producción e investigación cultural. Además, ha mostrado durante estas cinco décadas un relevante panorama de temas, estilos y conceptos de la literatura latinoamericana.
En este sentido, Fernando Rojas, viceministro de Cultura de nuestro país, señala que «la Casa de las Américas representa la oportunidad mejor para los escritores de nuestros pueblos como una alternativa al orden mundial injusto. Tiene una significación emblemática, pues el hecho de que en su primer año la Revolución haya contribuido a promover lo mejor de las letras y las artes en nuestra región, por medio de ella, es una indiscutible muestra de su firmeza».
Grínor Rojo, escritor e investigador chileno, quien mereció este año el Premio Extraordinario de Estudios Latinos en los Estados Unidos, aseguró que «la Casa es el lugar donde los latinoamericanos nos reunimos y 50 años después prueba la solidez de la Revolución Cubana, de la propia institución y del premio».
En sus inicios el certamen literario se llamó Concurso Literario Hispanoamericano. En 1964 adoptó el adjetivo Latinoamericano, cuando incluyó la participación de autores brasileños. Un año después acogió su nombre actual. Sin embargo, no ha cambiado la concepción trazada por su máxima inspiradora, Haydeé Santamaría: «el premio no es solamente de Cuba, es de Latinoamérica, y todos están en el deber de ayudar para que no se estanque, no se haga aburrido, no se haga tradicional». Y así ha sido en estos 50 años de alianza cultural.

FONTE (foto incluída): Juventud Rebelde - Cuba

Alina Dumitru a ocupat locul secund la Grand Prix-ul de la Hamburg


Alina Dumitru a ocupat locul secund la Grand Prix-ul de la HamburgAlina Dumitru a ocupat locul secund la Grand Prix-ul de la Hamburg
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Luni, 23 Februarie 2009, ora 09:56de
Anca Monica Petre (contacteaza autorul)
Postat in: Judo » Romania » Alina Dumitru
Judoka Alina Dumitru a câştigat, duminică, medalia de argint la Grand Prix-ul de la Hamburg (Germania), la categoria 48 de kilograme, ea fiind învinsă în finală de japoneza Tomoko Fukumi, informează site-ul oficial al competiţiei.
Înainte de a ajunge în finală, Alina Dumitru a mai trecut de Leandra Freitas (Portugalia), Chahinez Barki (Tunisia) şi Frederique Jossinet (Franţa). Tot la categoria 48 de kilograme a particpat şi Carmen Bogdan, însă ea a părăsit competiţia încă din faza optimilor de finală.
În competiţia feminină au mai fost angrenate Andreea Cătună (52 de kilograme) şi Oana Corina Căprioriu (57 de kilograme), ambele terminând pe locul 4 la categoriile lor.
La turneul de la Hamburg, România a fost reprezentată şi în probele masculine, Dan Gheorghe Făşie terminând pe locul 8, la categoria 66 de kilograme. Singurul român care se mai află în competiţiei este Daniel Brata, care va disputa semifinalele categoriei 100 de kilograme, unde îl va întâlni pe japonezul Anai Takamasa. (NewsIn)
Taguri: Hamburg, judo, Alina Dumitru, argint

» Noua judoka romani la Grand Slam Paris
» Retrospectiva 2008: Alina Dumitru, judoka de aur
» Alina Dumitru, sportiva anului in judetul Prahova
» Prahova: Alina Dumitru, Cetatean de Onoare al orasului Busteni
» Alina Dumitru si Florin Bercean, judoka si antrenorul anului 2008 in Europa
» Judo: Alina Dumitru - Tinta mea este titlul mondial

FONTE (foto incluída): Sport365.ro - Bucureşti,Romania

sexta-feira, fevereiro 20, 2009

Sean Penn se supera em "Milk" , o melhor filme da temporada


Sean Penn se supera em "Milk" , o melhor filme da temporada
19/02/2009 - 09:42 - The New York Times

Por A. O. Scott – Uma das primeiras cenas do filme "Milk" mostra uma paquera em uma estação do metrô nova-iorquino. É o ano de 1970, e um executivo da área de seguros, vestido de terno e gravata, avista um homem mais jovem em roupas surradas – a expressão “hippie com cara de anjo”, alusiva a Jack Kerouak, surge em sua mente – e o provoca com um gracejo ao subir as escadas. O clima é sexy e descontraído e a cena acaba com os dois homens comendo um bolo de aniversário na cama.

O tom de brincadeira provocativa do momento é, de certa forma, afável, dadas as expectativas de um filme sério e importante baseado em fatos históricos. Com direção de Gus Van Sant e roteiro de Dustin Lance Black, "Milk" certamente é este tipo de filme, porém ele consegue fugir de muitas das armadilhas presentes em outros filmes que retratam a época, graças ao encanto e à tenacidade de seu personagem título.
Harvey Milk (interpretado por Sean Penn), um ativista de bairro que acaba ingressando na carreira política em San Francisco em 1977, é assassinado juntamente com o então prefeito da cidade, George Moscone (Victor Garber), por um ex-inspetor chamado Dan White (Josh Brolin) no ano seguinte. Apesar da modéstia de seu cargo e do trágico encurtamento de seu mandato, Milk, um dos primeiros políticos a assumir a homossexualidade nos Estados Unidos, teve um impacto profundo na política nacional e influenciou a cultura do país, confirmando assim seu status de pioneiro e mártir.
Sua curta carreira inspirou uma ópera de Stewart Wallace, um excelente documentário ("The Times of Harvey Milk", de Rob Epstein, 1984) e agora o longa-metragem "Milk",o melhor filme americano do circuito comercial que vi este ano. A propósito, não estou jogando confete nesta produção, embora 2008 tenha sido um ano bastante medíocre para Hollywood. "Milk" é um filme acessível e instrutivo, uma crônica ardilosa sobre a política de cidade grande e o retrato de um guerreiro cuja paixão se equiparava à sua generosidade e seu bom humor. Sean Penn, ator de intensidade emocional e disciplina física incomparáveis, consegue se superar neste filme, interpretando um papel diferente de todos que já fez anteriormente.
É muito mais uma questão de temperamento do que de sexualidade: um ator heterossexual no papel de um homossexual não é mais nenhuma novidade. Bem diferente de seu personagem em "Sobre Meninos e Lobos" (Clint Eastwood), o ex-condenado Jimmy Markum, Harvey Milk é extrovertido e irônico, um homem cuja auto-imagem expansiva e às vezes até piegas camufla uma mente incisiva e uma vontade ferozmente obstinada. Sem fazer esforço, Senn consegue capturar tudo isso através de sua voz e gestual. Porém, o mais impressionante é a maneira como o ator consegue transmitir o princípio essencial da afabilidade de Milk, uma virtude pessoal que também funciona como princípio político.
Isso não quer dizer que "Milk" seja um daqueles filmes fáceis, que nos fazem sair do cinema com uma sensação boa, tampouco que seu herói seja um tímido santo liberal. O filme traz uma raiva justificada e também um lirismo melancólico surpreendente. Van Sant sempre praticou um tipo de romantismo desinteressado, deixando suas histórias se desenrolarem de maneira prosaica, ao mesmo tempo em que vai introduzindo toques de beleza melancólica (neste filme ele é ajudado pela musicalidade elegante de Danny Elfman e pela fotografia expressiva de Harris Savides, cujas habilidades de enquadramento e foco poderiam ser chamadas de carinho).
Nos anos posteriores a "Encontrando Forrester" (2000), Van Sant se dedicou a projetos menores, alguns deles (como o filme "Elefante", vencedor da Palma de Ouro) com atores amadores, e nenhum deles com a preocupação de atender a aprovação do público de massa. "Uma Voz nas Sombras", "Elefante", "Últimos Dias" e "Paranoid Park" são ligados pelo espírito de exploração formal – elementos do estilo experimental de Van Sant incluem tomadas longas, narrativas fragmentadas e evasivas e uma maneira de compor as cenas enfatizando a textura visual e auricular sobre a exposição dramática convencional – além de uma preocupação com a morte.

Como nos filmes "Elefante" (inspirado no massacre ocorrido na escola Columbine High) e "Últimos Dias" (inspirado no suicídio de Kurt Cobain), "Milk" é a crônica da morte anunciada. Antes daquele encontro na estação de metrô, já vimos vídeos reais mostrando as consequências do assassinato de Milk, bem como fotos de homossexuais sendo detidos pela polícia. Estas imagens não estragam a intimidade entre Harvey, o executivo engomadinho, e Scott Smith (James Franco), o hippie com quem passa a ter um relacionamento marital e se torna seu principal assessor de campanha. Ao invés disso, o constante risco de assédio, humilhação e violência é o contexto que define tal intimidade.
E sua recusa em aceitar isso como um fato da vida, sua insistência em ser quem ele é sem segredos ou vergonha, é o que faz o Milk boêmio, dono de uma loja de artigos fotográficos, transformar-se (depois de deixar Nova York e o segmento de seguros) em um líder político.
Cinema biográfico, de política a sexo
“Meu nome é Harvey Milk e eu quero recrutá-lo”. Era com esta frase que Milk geralmente começava suas palestras para quebrar a tensão entre o público hetero, mas o filme o mostra apresentando a mesma introdução também para multidões dominantemente homossexuais, com uma inflexão ligeiramente diferente. Ele quer recrutá-los para a política democrática, para persuadi-los de que o estigma e a discriminação com os quais estão acostumados a aguentar em silêncio, e até mesmo com culpa, podem sem abordados através do voto, através da demonstração, através da reivindicação da parcela de poder que é de direito e responsabilidade de todo cidadão.
O roteiro de Black é forte por conseguir captar tanto o radicalismo da ambição política de Milk quanto o pragmatismo de seus métodos. Para Milk, a política moderna prospera na intersecção confusa e muitas vezes gloriosa dos interesses sujos e dos ideais nobres. Pouco depois de mudar-se com Scott de Nova York para o bairro de Castro, em São Francisco, Milk começa a organizar os residentes gays da vizinhança, buscando aliados entre empresários, sindicatos e outros grupos.
A elite gay da cidade, incomodada por suas táticas de confronto, o mantém à distância, deixando para ele a função de construir um movimento desde a base, com a ajuda de um jovem demagogo e um ex-michê chamado Cleve Jones (Emile Hirsch).
Por mais de duas horas intensas e animadas, Milk age de acordo com muitas das convenções do cinema biográfico, mesmo que nem sempre com os detalhes precisos da biografia do herói. O incansável comprometimento político de Milk acaba afetando seus relacionamentos, primeiramente com Scott e depois com Jack Lira – um jovem instável e impulsivo vivido por Diego Luna com um entusiasmo lírico.

Entretanto, questões relativas à cidade de São Francisco são ofuscadas por um referendo estatal em prol dos direitos anti-gay e da cruzada nacional para derrubar leis municipais anti-discriminatórias, liderada pela garota propaganda dos comerciais de suco de laranja Anita Bryant. É o desabrochar da guerra cultural, e Milk se encontra no meio do campo de batalha (assim como 30 anos depois, no encalço da “Proposition 8”, referendo que eliminou o direito de casamento entre pessoas do mesmo sexo na Califórnia).
O filme "Milk" é uma fascinante lição de história cheia de nuances. Guardadas as proporções e variedades visuais, ao assisti-lo temos a impressão de ver um filme de Oliver Stone um pouco mais calmo, sem as hipérboles e melodramas edipianos. Porém, também é um filme que se assemelha a outros trabalhos recentes de Van Sant – e, curiosamente, também ao filme "Zodíaco", de David Fincher, que gira em torno de outro fato ocorrido em São Francisco nos anos 70 – ao respeitar os limites da explanação psicológica e sociológica.
Dan White, antigo colega de Milk e seu eventual assassino, assombra o filme representando tanto a banalidade quanto o enigma da maldade. Brolin o faz parecer ao mesmo tempo desprezível e assustador, sem fazê-lo parecido com um monstro ou com um palhaço. Motivos para o crime de White são sugeridos no filme, mas um relato claro demais dos mesmos poderia distorcer a terrível veracidade da estória, minando assim a força do filme.
Esta força se encontra em seu estranho equilíbrio entre proporção e matiz, em sua habilidade de abordar praticamente tudo – amor, morte, política, sexo, modernidade – sem perder de vista as particularidades íntimas de sua história. Harvey Milk foi uma figura intrigante e inspiradora. "Milk" é um filme genial.

FONTE (foto incluída): Último Segundo - São Paulo,SP,Brazil

Culture : Maroc - Culture : Poésie de Clara Janés et Latifa Meskini le 24 février à l’Institut Cervantès à Rabat


Culture : Maroc - Culture : Poésie de Clara Janés et Latifa Meskini le 24 février à l’Institut Cervantès à Rabat

Deux poétesse, l’Espagnole Clara Janés et la Marocaine Latifa Meskini, présenteront leur dernières parutions poétiques, le 24 février courant, à l’Institut Cervantès à Rabat (19h00).

Cette manifestation s’inscrit dans le cadre de la rencontre littéraire hispano-marocaine "Vers, entre deux rives".

La catalane Clara Janés (Barcelone, 1940), licenciée en Philosophie et Lettres et maître des lettres de l’université de Paris IV Sorbonne en Littérature comparée, est l’auteur de poèmes traduits en vingt langues, de romans, de biographies et d’essais.

Elle s’est distinguée particulièrement en traduisant du tchèque à l’espagnol l’œuvre poétique de Vladimir Holan et Jaroslav Seifert. Elle a également traduit à l’espagnol Marguerite Duras, Nathalie Sarraute, Katherine Mansfield et William Golding.

En 1992, elle obtient le Prix turc de la Fondation Tutav, pour récompenser son travail de diffusion de la poésie turque en Espagne.

Latifa Meskini, quant à elle, est native de Fès (1970). Elle remporte en 2004 le prix de Bayt Achîr (Maison de la poésie), pour son oeuvre "Assafar al mansi" (le voyage oublié), et en 2005 elle soutient sa thèse de doctorat sur le discours poétique et le Sufisme.

En 2007, elle publie son 3-ème recueil de poèmes "Brouillons des toiles de la passion" et une Anthologie de la poésie féminine grecque contemporaine et en 2006 "Qouzahyat assamt".

Latifa Meskini a été récompensée, ce mois-ci, du Prix du Maroc du livre dans la catégorie "poésie" pour son recueil de poèmes "Hanayirouha âmiaâ" (Gorges aveugles).

FONTE: Casafree.com - Casablanca,Morocco


MAP

quinta-feira, fevereiro 19, 2009

Clásicos de la poesía chilena y cubana en feria habanera


Clásicos de la poesía chilena y cubana en feria habanera
La Habana, 19 feb (PL) El libro Gabriela Mistral, pública y secreta, biografía del escritor y político chileno Volodia Teitelboim, acaparó hoy la atención del público en la Feria Internacional del Libro Cuba 2009.
Dedicada a Chile, también se puso a la venta Por ahí anda Rulfo, del mismo género literario y elaborada por ese autor, basado en pasajes de la vida y obra del escritor mexicano Juan Rulfo.
En la presentación, en la sala José Antonio Portuondo, del Parque Morro- Cabaña, sede habitual de la cita editorial, el académico cubano Rogelio Rodríguez Coronel dijo que en ambos textos el autor utiliza similares recursos literarios.
Desde el título, busca cómo desentrañar los enigmas que giran alrededor de estos intelectuales, sus contradicciones y también sus confesiones, explicó.
Con una particular gracia en la escritura, que lo caracterizó siempre, Teitelboim acude a toda fuente necesaria, desde una entrevista o carta personal, hasta la crítica del momento y se vale de la retórica para dialogar con el lector, afirmó.
Otro momento significativo de esta séptima jornada de la feria literaria fue la presentación de Motivaciones, lecturas sobre Motivos del son, una compilación de la crítica sobre ese texto de Nicolás Guillén.
A juicio del escritor cubano Carlos Martí, el poema es más que una simple obra de consulta para estudiosos, que desde su publicación causó polémica.
Más que motivos, son tesis de su autor, de referencias obligadas a la cubanidad. Es un nuevo discurso, con novedosos recursos en su época, como la burla, el choteo y la ironía, dijo.
En un homenaje a la obra de Guillén, por el aniversario 20 de su fallecimiento, también se pusieron a la venta otros títulos, entre ellos, Aquí estamos, El negro en la obra de Guillén, de Denia García Ronda.
A esto se suma una reedición de Antología Mayor, que recoge la obra poética del autor de Sóngoro Cosongo, compilada por Angel Augier.
La feria del libro comenzó el pasado día 12 y concluirá su etapa capitalina el 22, para después recorrer 16 ciudades del país.

FONTE: Prensa Latina - La Habana,Cuba
Imagem: Songoro Cosongo

Kiki Smith: arte, meditación y poesía


Kiki Smith: arte, meditación y poesía
Viernes, 20 de Febrero de 2009 00:00 hoyesarte.com

La Fundació Joan Miró inaugura hoy en Barcelona Her memory, una exposición de Kiki Smith organizada en colaboración con el Museum Haus Esters de Krefeld y la Kunsthalle de Núremberg, que muestra la obra más reciente de esta artista estadounidense. Podría hablarse de una exhibition in progress, puesto que ha ido ampliándose con cada nueva ubicación, hasta llegar a la Fundació, última etapa del recorrido.
Kiki Smith nació en Núremberg en 1954 en el seno de una familia de artistas: su madre era cantante de ópera y su padre, el artista Tony Smith. Su obra se caracteriza por una constante reflexión en torno a la existencia humana, a la vida y a la muerte. Sus dibujos del cuerpo humano, a un tiempo traumáticos y poéticos, le valieron el reconocimiento internacional a finales de los años ochenta. En la temporada 2006-2007, el Walker Art Center de Minneapolis y el Whitney Museum de Nueva York organizaron una exposición retrospectiva itinerante: Kiki Smith: A Gathering, 1980 - 2005, que significó el final de una etapa.

Fuentes de inspiración
En Her memory, la artista reflexiona sobre el ciclo vital de la mujer, del nacimiento a la muerte, que se corresponde con el ciclo creativo: el camino de formación, las fuentes de inspiración, el éxito y el final del recorrido. Pieza única de arte en sí misma, es un espacio de meditación y poesía en la línea del singular estilo de la obra reciente de Kiki Smith, entre naïf y artesanal, con numerosas referencias iconográficas de las que la artista se apropia y que transforma: representaciones clásicas de la vida de la Virgen María, o mitos más antiguos, como el de la sibila, y más modernos, como los de las primeras mujeres emancipadas en los años veinte del siglo pasado. Crea así un espacio único, de una gran fuerza plástica y una gran resonancia poética que no dejará de conmover al público.

Barcelona. Kiki Smith. Her memory. Fundació Joan Miró.
Del 20 de febrero al 24 de mayo de 2009.
FONTE: hoyesarte.com - Madrid,Madrid,Spain

Bibliographie / Biographie. Qui est Knut Hamsun ?


Knut Hamsun
Bibliographie / Biographie. Qui est Knut Hamsun ?

Knut Hamsun -- pseudonyme de Knut Pedersen -- naît le 4 août 1859 à Garmostraet, un village situé près de Lom (Norvège). Il est le quatrième enfant d'une famille paysanne qui comptera au total sept enfants. Son père quitte en 1862 la ferme familiale pour aller exercer le métier de tailleur sur la péninsule de Hamaroy, dans la province du Nordland, au-delà du Cercle Polaire Arctique. C'est là que Knut Hamsun passe son enfance et son adolescence, dans une région sauvage composée de fjords, de forêts et de montagnes côtières. À l'âge de neuf ans, il est confié à un oncle prédicateur piétiste, excessivement puritain et sévère, auquel il échaperra aussi souvent que possible pour vagabonder dans la forêt (il décrira plus tard cette période dans la nouvelle Le Fantôme, publiée en 1918).

À dix-sept ans, Knut Hamsun est placé comme apprenti chez un cordonnier de Bodö (Nordland). Il étudie en autodidacte la littérature et commence à écrire. En 1877 et 1878, il publie sans grand succès trois poèmes de jeunesse décevants: Den Gaadefulde (L'Homme secret), Bjorger et Gjensyn (Retrouvailles). Il tente de faire publier un roman, Frida, par l'éditeur Gyldendal de Copenhague mais son manuscrit est refusé. Le jeune écrivain décide alors d'aller voir ailleurs. Pendant plus de dix ans, il multiplie les voyages, notamment aux Etats-Unis (en 1882-84 et 1886-88) et en France (1884-85), ainsi que les emplois: docker, terrassier, marin, colporteur, ouvrier agricole, livreur, cantonnier, receveur de tramway, précepteur, journaliste, etc, tout en continuant à écrire.

A l'automne 1888, il publie anonymement dans le magazine danois Ny jord (Terre nouvelle) un récit semi-autobiographique d'une grande finesse psychologique intitulé Sult (La Faim). La nouvelle relate les déboires d'un auteur solitaire et famélique errant dans les rues de Christiania (aujourd'hui Oslo). Refusant toute contrainte matérielle, le narrateur provoque lui-même sa misère et son désespoir afin de pouvoir écrire, s'inventer d'autres destinées, d'autres identités. La Faim est publiée en 1890 sous forme d'un livre qui connaît aussitôt un immense succès. Bientôt traduit en allemand et en russe, ce récit opposé au genre réaliste alors en vogue (Émile Zola en France, Henrik Ibsen en Norvège, August Strindberg en Suède,...) signe le véritable début de la carrière littéraire de Knut Hamsun. Il est aujourd'hui considéré comme l'un des chef-d'oeuvres de la littérature européenne du XXe siècle. En 1890 également, Knut Hamsun publie deux essais: l'un de psychologie, De la vie inconsciente de l'âme, l'autre socio-politique, La Vie intellectuelle de l'Amérique contemporaine. Suivront un texte satirique, Le Rédacteur Lynge (1893), et surtout plusieurs romans dont entre autres Mystères (1892), Pan (1894) et Victoria (1898) qui lui apporteront définitivement la gloire. Knut Hamsun fascine alors par la maîtrise de son style et sa capacité à décrire les tourments de personnages hors du commun, généralement des "vagabonds par essence" comme il le précisera lui-même dans l'une de ses futures conférences. Il s'essaie aussi, mais avec moins de succès, à l'art dramatique, notamment à travers la pièce de théâtre Le Jeu de la Vie (1896) fortement influencée par la lecture de Nietzsche.

Au début du XXe siècle, après un séjour en Finlande, Knut Hamsun délaisse quelque peu la psychologie. Son oeuvre investit désormais un vaste champ social et historique tout en continuant à célébrer la nature et le vagabondage comme expérience existentielle. Il voyage en Perse, en Turquie et en Russie (Au pays des contes, 1903), publie un recueil de poèmes, Le Choeur sauvage (1904) et plusieurs romans et recueils de nouvelles: Rêveurs (1905), Sous l'Étoile d'automne (1906), Benoni (1908), Rosa (1908), Un Vagabond joue en sourdine (1909),... En 1907, il déclenche une vive polémique en prononçant une conférence intitulée Honneur aux jeunes (publiée en 1912 dans le magazine Politiken) où il affirme que la jeunesse ne doit aucun respect aux parents et aux personnes âgées.

Côté vie sentimentale, Knut Hamsun a épousé en 1896 Bergliot Bech, dont il a une fille baptisée Victoria (comme le roman). Il divorce en 1906 puis se remarie en 1909, à l'âge de 50 ans, avec la jeune actrice Marie Andersen (26 ans) qui restera sa compagne jusqu'à la fin de sa vie. Ils vivront ensemble avec leurs enfants, d'abord à Hamaroy où il achète plusieurs fermes, puis à Larvik, dans le sud du pays.

Knut Hamsun continue de publier: La dernière joie (1912), Enfants de ce temps (1913), Le Village de Segelfoss (1915) et surtout Les Fruits de la Terre (traduit aussi sous le titre L'Eveil de la glèbe, 1917), où il associe son passé vagabond à son retour à la terre à travers le personnage du paysan Isak, conjuguant dans une même dialectique individualité et communauté. Comme dans la plupart de ses autres livres de l'époque, il y clame son aversion pour le mercantilisme et la violence de la civilisation urbaine contemporaine. L'oeuvre n'est pas sans résonnances avec celle d'un Herman Hesse ou d'un Jean Giono et lui vaut le Prix Nobel de littérature 1920. Ses livres suivants, dont notamment Femmes à la fontaine (1920), Vagabonds (1927), August (1930) et La vie continue (1933), sont traduits dans le monde entier et connaissent des tirages considérables. En 1929, pour son 70e anniversaire, la fine fleur de la République des Lettres -- de Thomas Mann à André Gide en passant entre autres par Maxime Gorki, Bertolt Brecht, John Galsworthy ou encore H.G. Wells -- lui dédie un livre d'or.Par élistisme nietzschéen, par anti-américanisme, par pangermanisme, mais sans antisémitisme, Knut Hamsun soutient l'Allemagne hitlérienne lorsqu'éclate la Seconde Guerre Mondiale. À 80 ans, il adhère au parti du populiste Vidkun Quisling, le "Nasjonal Samling", équivalent norvégien du parti national-socialiste allemand. Il appelle publiquement ses compatriotes à lutter pour Berlin, rencontre Adolf Hitler et fait don de sa médaille du Prix Nobel à Joseph Goebbels, le chef des services de propagande nazie. À la mort d'Adolf Hitler, il rédige même une nécrologie célébrant "un guerrier pour l'humanité, et un prophète de l'évangile de la justice pour toutes les nations". Cette collaboration avec le régime nazi détruit durablement sa réputation après-guerre. Il est emprisonné en 1945. Son procès est longtemps reporté. Afin de ne pas être obligées de le juger, les institutions norvégiennes décident de le considérer comme "personnalité aux facultés mentales affaiblies" mais il est néanmoins condamné en 1948 à une très forte amende de 325.000 couronnes. Ses droits d'auteur sont confisqués. Il publie un dernier livre, Sur les sentiers où l'herbe repousse (1949), qui n'a rien de l'oeuvre d'un homme sénile. Il y fustige avec ironie les milieux judiciaires et psychiatriques et relate le traitement qu'il a subi, ballotté d'hospice en hospice: "Un, deux, trois, quatre - je reste ainsi assis à noter et rédiger de petits morceaux pour moi-même. Pour rien, juste par habitude. Je distille des mots prudents. Je suis un robinet qui goutte, un, deux, trois, quatre".

Knut Hamsun décède le 19 février 1952 dans sa ferme de Norholm, près de Grimstad, à l'âge de 92 ans. Les Norvégiens entretiennent encore avec leur grand écrivain déchu -- il est l'un des trois seuls Prix Nobel de Littérature du pays avec Bjornstjerne Bjornson et Sindgrid Undset -- une relation d'amour-haine, ne lui pardonnant pas ses positions favorables au IIIe Reich. Seul un début de reconnaissance commence aujourd'hui à se faire jour, la Banque centrale de Norvège ayant décider d'éditer cette année, à l'occasion du 150e anniversaire de sa naissance, une pièce de monnaie commémorative. Mais l'écrivain vit sans doute plus à travers ses oeuvres que redécouvrent actuellement les jeunes générations. De nombreux auteurs lui vouent une admiration sans bornes. Parmi eux citons Isaac Bashevis Singer qui dans une préface à La Faim considère que "Toute la littérature moderne prend sa source chez Hamsun", ou encore Henry Miller dans une préface à Mystères: "L'amertume, la folie, la haine, le mépris, les dénigrements qui se donnent libre cours dans Mystères ne doivent pas nous faire oublier que Knut Hamsun était d'abord et avant tout un amoureux de la nature, un solitaire, un poète du désespoir. Il est capable de nous faire rire aux moments les plus inattendus -- parfois même au beau milieu d'une scène d'amour passionnée -- et pas toujours pour de bonnes raisons. Il peut, en un clin d'oeil, retourner une situation. De fait, il paraît souvent vouloir se libérer, s'extraire de sa propre peau. Mais si incisif que soit son humour, si mordantes que soient ses récriminations, cela ne nous empêche pas d'avoir le sentiment, la certitude, que c'est là un homme qui aime, un homme qui aime l'amour, et qui est condamné à ne jamais rencontrer une âme accordée à la sienne. Hamsun est vraiment ce qu'on pourrait appeler un aristocrate de l'esprit."
Copyright © N. B. / La République des Lettres, jeudi 19 février 2009

FONTE (foto incluída): République des lettres - Paris,France

Filosofia e sociologia viram matérias obrigatórias


Filosofia e sociologia viram matérias obrigatórias
Disciplinas deverão ser ministradas para alunos do 3º ano do ensino médio

EPTV Sul de Minas

19/02/2009 - 21:40 - O Governo Federal determina que as disciplinas de filosofia e sociologia sejam obrigatórias para o 3º ano do ensino médio. Porém, o Governo do Estado limita em nove o número de matérias, a partir do ano que vem.

Apenas português, matemática, educação física e as duas matérias exigidas pelo Governo Federal não podem ser eliminadas. Na última terça-feira (17), o "Jornal Regional" mostrou a situação de uma escola em Congonhal, no Sul de Minas Gerais, que retirou do currículo dos alunos do 3º ano as aulas de geografia e história.

De acordo com a Secretaria de Estado da Educação, as escolas não precisavam ter implementado as mudanças já a partir deste ano. A resolução determina que o número de disciplinas seja reduzido a partir de 2010.

O Ministério da Educação, em Brasília, ainda não se manifestou sobre a mudança no currículo escolar dos estudantes.

FONTE: EPTV - Rio de Janeiro,RJ,Brazil
Imagem: Ilustra Sociologia e Filosofia

Martinho da Vila lança hoje em São Paulo seu novo livro


[ 19 de fevereiro de 2009 - 11h35 ]
Martinho da Vila lança hoje em São Paulo seu novo livro
São Paulo - Além de ser homenageado no sambódromo pela Tom Maior, com o samba-enredo Uma nova Angola se abre para o Mundo! Em nome da paz, Martinho da Vila canta a Liberdade!, Martinho da Vila será recebido por bateria, passistas, puxadores, mestre-sala e porta-bandeira e grande parte do elenco da escola na calçada em frente à Fnac da Paulista. É que o cantor realiza hoje uma noite de autógrafos - a partir das 19h - de seu novo livro, o romance A Serra do Rola-Moça (ZFM Editora), além do CD e do DVD O Pequeno Burguês (MZA).
Já A Serra do Rola-Moça é o nono livro do músico e o seu primeiro romance. “Tem escritor que já publicou mais de 50 livros e não é conhecido. Eu escrevo há 20 e não tenho nenhum best-seller”, lembra. O livro é baseado no poema homônimo do paulista Mário de Andrade, musicado por Martinho. O poema conta a história de um jovem casal de noivos que, após o casamento, tem de atravessar uma perigosa serra, cada qual no lombo de um cavalo. O animal que a moça montava se assustou e se jogou do morro, matando-a, daí o nome da serra.
“O livro é uma novela que conta a história de uma grande família mineira. Todas as famílias têm boas histórias. Resolvi contar uma delas e também passar para o livro a poesia de Mário de Andrade”, explica Martinho da Vila. Ele ainda aproveitou para desmentir as notícias de que estaria fazendo uma parceria com Paulinho da Viola. “Eu e o Paulinho conversamos muito. Vez por outra surge a ideia de gravarmos juntos. Mas não estamos trabalhando nisso, não. Um dia, quem sabe a gente se reúne para gravar, mas, neste momento, não estamos fazendo absolutamente nada a respeito.” As informações são do Jornal da Tarde.

(AE)

FONTE: Agencia Estado - Sao Paulo,SP,Brazil

foto: Martinho da Vila