quinta-feira, setembro 28, 2006

Judocas da seleção brasileira "esquecem" Pan por Mundial



28/09/2006 - 10h11
Judocas da seleção brasileira "esquecem" Pan por Mundial
Fernanda Brambilla
Em São Paulo

Questionado sobre a expectativa para 2007, qualquer judoca da equipe brasileira logo vai falar em treinos intensos e preparação. Certamente dirá que é uma grande oportunidade de representar o país em uma competição de nível internacional, e que conta com o apoio da torcida e com a vantagem de lutar em casa. Afinal, em 2007 o Rio de Janeiro será sede... do Mundial de judô.

Fala-se muito no Pan, mas meu sonho sempre foi, desde criança, participar de uma Olimpíada e de um Mundial", afirma Leandro Guilheiro, que já tem meio caminho andado. Em Atenas 2004, conquistou o bronze."Tenho confiança de que o nosso será um grande Mundial, que será um grande evento que dará notoriedade ao judô brasileiro", torce o judoca. A base de compearação também ajuda. "No ano passado, no Cairo, a estrutura era precária, o lugar era sujo, foi horroroso. Nada pode ser pior do que aquilo." Após ter viajado para o Mundial de equipes em Paris como convidado, o meio-pesado Luciano Corrêa é um dos mais otimistas. "Este ano tivemos o exemplo do basquete, que teve o apoio da torcida aqui em seu Mundial. No ano que vem, teremos a mesma recepção", anima-se Correa. "Quem sai ganhando é o judô brasileiro, que fica mais forte."

Mas, e o Pan? Questionado sobre os Jogos, marcados para um mês antes do Mundial, também no Rio, o veterano Mário Sabino não esconde o cansaço. Não pelas duas horas de treinamento que tinham terminado minutos antes, mas da pergunta. "Há uma inversão de valores pela imprensa, que prefere o Pan, mas para nós, o Mundial conta muito mais", responde Sabino, que dispara a crítica. "A gente escuta desde já sobre o Pan, que temos ir bem para "fazer bonito" por causa do COB (Comitê Olímpico Brasileiro)." Medalhista Olímpico em Atenas-04 e figurinha carimbada nos últimos pódios Pan-Americanos - bronze em Mar del Plata-05, prata em Winnipeg-99, ouro em Santo Domingo-03 -, Flávio Canto é mais político.

"Há uma inversão de valores pela imprensa, que prefere o Pan, mas para nós, o Mundial conta muito mais", responde Sabino, que dispara a crítica. "A gente escuta desde já sobre o Pan, que temos ir bem para "fazer bonito" por causa do COB (Comitê Olímpico Brasileiro)." Medalhista Olímpico em Atenas-04 e figurinha carimbada nos últimos pódios Pan-Americanos - bronze em Mar del Plata-05, prata em Winnipeg-99, ouro em Santo Domingo-03 -, Flávio Canto é mais político.

"O Pan ganha status por ser aqui. Aumenta o interesse pelo esporte e é muito importante principalmente a longo prazo, para as gerações que estão começando", filosofa.Hora da transição para veteranos

Essas novas gerações, inclusive, terão as últimas oportunidades para assistir aos ídolos no Rio de Janeiro. Após uma trajetória de vitórias para o judô brasileiro, veteranos como Flávio Canto, 31, e Mário Sabino, 34, já pensam na vida pós-tatame."Está chegando a hora da famosa transição", brinca Canto. "Atleta vive síndrome de Peter Pan, nunca pensa no depois, mas eu já tenho minha fundação e hoje mesmo o judô já é secundário", conta o judoca.Tão secundário que até mesmo a conquista olímpica tem menos valor. "Depois que você descobre como mudar a vida das pessoas com o esporte, a sua conquista parece menor", afirma Canto, que ainda prefere não marcar a despedida. "Prefiro ser imediatista, não quero ficar pensando demais."

Grande ícone da geração 2004, Canto assegura ter confiança de que os novos nomes da seleção manterão a rotina de bons resultados. "O judô tem muitas flechas, o que é um grande trunfo nosso. Uma delas eu sei que sempre vai acertar."Já Mário Sabino, capitão da seleção brasileira, já tem planos definidos. "Vou fechar o ciclo olímpico e, após Pequim, quero seguir no judô, mas do lado de fora do tatame", afirma o judoca que participou da seletiva para as Olimpíadas de Barcelona-92.

Fonte: UOL Esporte - São Paulo, SP, Brazil - http://esporte.uol.com.br/

"Nova Cuba", Brasil abriga rivais do Rio 2007


28/09/2006 - 10h14
"Nova Cuba", Brasil abriga rivais do Rio 2007
Fernanda Brambilla
Em São Paulo

Enquanto os brasileiros se dividem ao pensar nas duas competições, um grupo muito grande de estrangeiros está no país com um foco muito bem definido. Um ano antes do Mundial e dez meses antes do Pan, 240 atletas de 14 países participam de treinamento de campo gigante no Ginásio de judô do Ibirapuera, em São Paulo.
São judocas do Brasil, República Dominicana, Venezuela, Chile, Inglaterra, Áustria, República Tcheca, entre outros, que treinam juntos em um grande tatame. Os Europeus, claro, estão se preparando para o Mundial. Mas o latino-americanos têm uma meta um pouco mais realista."Muitos países não têm nível para o Mundial e estão aqui pelo Pan", afirma o técnico da seleção brasileira, Luiz Shinohara, que alerta: "o nível dessas equipes aumentou. É claro que nos preocupamos em conseguir um bom resultado, mas não se pode prometer medalha", se adianta em dizer.O grande medo do técnico é decepcionar, justamente quando se está competindo em casa. Em Santo Domingo-2003, a modalidade foi a que trouxe mais medalhas para o país: dez, cinco delas de ouro."Essa comparação só aumenta a pressão e os atletas sentem isso", afirma o técnico, que já vê um novo problema para os judocas brasileiros. "Antes, nosso problema era Cuba e a grande meta era superá-los. Mas hoje, assim como nós evoluímos, Venezuela e Argentina também estão melhores. E todos querem vencer o Brasil."E o fato de lutar em casa, com torcida, terá um papel importante, para o bem ou para o mal. "Há judocas que sentem a pressão, outros que encaram como incentivo. Não há como saber, é uma faca de dois gumes", analisa Shinohara.No Mundial, certeza de evoluçãoA única certeza do técnico é a chance de melhorar o sétimo lugar conquistado no Mundial de equipes, realizado no mês passado, na França. "Não tivemos um bom resultado e não podemos culpar a forte chave por isso", afirma.Na competição, o Brasil perdeu logo de cara para a Rússia e, na repescagem, para o Japão. "Podíamos ter conseguido pódio e até vencido se tivéssemos uma equipe mais forte", lamenta.O grande desfalque da equipe na França foi João Derly, que se recupera de uma cirurgia. Campeão mundial, ele surpreendeu favoritos por ter um estilo diferente de luta, muito semelhante ao do leste europeu."O João tem esse judô diferente, que vem do treino dele já, que parece muito com o da Geórgia, por exemplo", lembra Shinohara. A equipe da Geórgia sagrou-se campeã do Mundial.
Fonte: UOL Esporte - São Paulo, SP, Brazil - http://esporte.uol.com.br/

quarta-feira, setembro 27, 2006

FÁBRICA por Fabiano Calixto


FÁBRICA
Fabiano Calixto
eco de canção
(de esguelha)
no protetor
de orelha
o pé inoxidável
retalhando odores
constantes
durante o turno
uma leve sensação
de chumbo cavalga
as vértebras — o
pássaro pousa
num único lembrar
de galho de árvore —
uma gota de suor
suspensa no óleo
reafirma uma
reação química
in Suor suspenso no óleo apud Poesia.Net

Nota do Original - Carlos Machado - Poesia.Net: Nascido em Garanhuns, PE, em 1973, o poeta Fabiano Calixto mora em Santo André, na área metropolitana de São Paulo. Graduado em letras, ele tem poemas, resenhas e traduções editados em revistas e jornais literários daqui e do exterior. Em poesia, estreou em 1998 com o livro Algum. Em seguida, publicou Fábrica (2000) e Um Mundo Só para Cada Par (2001), este último em parceria com Kleber Mantovani e Tarso de Melo. Sua coletânea de poemas mais recente é Música Possível, lançada este ano. Segundo Calixto, o livro Fábrica nasceu de sua experiência pessoal como trabalhador numa indústria mecânica do ABC. Vem desse volume o primeiro poema transcrito ao lado. Aliás, é o texto que dá título ao livro. O poeta destaca a estranha química que (não) se estabelece entre o corpo do trabalhador e os rigores da operação fabril: "o pé inoxidável / retalhando odores". Ou, ainda: "uma gota de suor / suspensa no óleo / reafirma uma / reação química". Observe-se a ironia: suor e óleo não se misturam. Portanto, a reação parece estar aí no sentido de rejeição.Os poemas seguintes vêm todos da coletânea Música Possível. "Da Cidade" é o poema de abertura do livro. Na paisagem urbana, o poeta enxerga "um exagerado estrangulamento de tempo" e uma chuva metafórica que cai sobre "esse declínio civilizado". Outra visão da cidade é mostrada em "Oratório". Por fim, em outro momento do volume, ele retorna à terra natal, no poema "Garanhuns, PE". Um traço interessante que se pode notar no trabalho de Fabiano Calixto é que, mesmo com a secura e a contenção perseguidas em cada verso, sempre sobram frestas por onde vazam incontroláveis gotas de emoção.

Abraço,

Carlos Machado


Outros
Porto Alegre sediará Copa de Judô no sábado
27/09/2006 - 08:18:30 - por Marianna Ritter - Redação Final Sports / FGJ

Será realizada no próximo dia 30, sábado, em Porto Alegre, RS, a Copa de Judô Grêmio Náutico União – 100 anos. A competição reunirá atletas das categorias Pré-mirim, Mirim, Infantil, Infanto-juvenil, Pré-juvenil, Open, Máster e Super máster (fusão do super máster e veteranos).As inscrições para o campeonato terminam nesta quinta-feira. Os interessados terão até às 12h de amanhã para se cadastrarem no campeonato de forma gratuita.
Fonte: Final Sports - Porto Alegre, Brazil - http://www.finalsports.com.br/

27/09/2006
JUDO
Torneio Internacional "San Mateo"
Marta Freitas alcança medalha de bronze

Marta Freitas, a jovem judoca do Clube Naval do Funchal, que no passado Sábado, dia 23 de Setembro, esteve no "Polideportivo de Pumarin" em Oviedo, Espanha, onde participou no VII Torneio Internacional de Judo "San Mateo", alcançou, pela segunda vez consecutiva a medalha de bronze.
Depois de ter sido medalha de bronze no Torneio de Judo de "San Lorenzo", realizado em Vallodolid, Marta Freitas regressou a Espanha decidida a "vencer uma medalha e pontuar para o próximo ano", tendo conseguido alcançar o seu objectivo.
Iniciou a sua prestação vencendo a espanhola Noelia Aritzia, por ippon, vindo depois a perder com Isabel Puche, numa situação que a fez se sentir injustiçada pela pontuação dada à sua adversária, pois "caí e em vez de terem dado vantagem mínima à minha adversária, deram-lhe vantagem máxima", o que prejudicou substancialmente a pontuação final desta atleta do Clube Naval do Funchal.
Mas a sorte sorriu a Marta Freitas, que depois de ter sido repescada conseguiu vencer as suas adversárias Ana Vicente e Fátima Ribot, também por ippon, o que lhe valeu um merecido terceiro lugar na classificação geral.
Segundo a atleta, "o torneio correu bem, consegui atingir os meus objectivos que era alcançar uma medalha, mas poderia ter ficado em primeiro lugar, se não fosse a situação que ocorreu aquando o meu combate com a Isabel Puche".
A atleta que se prepara para participar na Taça Internacional Kiyoshi Kobayashi Nacional - Open, a ter lugar no Pavilhão Multidesportos de Coimbra, no próximo Domingo, dia 1 de Outubro, agora só pensa na sua próxima prestação tendo apenas em mente "ganhar uma medalha e ficar em primeiro lugar".
Fonte: Infordesporto - Lisboa, Portugal - http://infordesporto.sapo.pt/

terça-feira, setembro 26, 2006

Nuno Carvalho volta a Brilhar


Nuno Carvalho volta a Brilhar



A Federação Espanhola de Judo levou a efeito, no dia 23 de Setembro, o Torneio Internacional de “ San Mateo” para Seniores em Oviedo, Espanha.

O judoca do Judo Clube de Ponta Delgada, Nuno Carvalho, participou no referido torneio, na categoria de -60Kg, por ter sido seleccionado para o efeito, pela Federação Portuguesa de Judo.Nuno Carvalho Alcançou a segunda posição do pódio na sua categoria de peso. No seu “percurso” rumo ao pódio, Nuno carvalho, venceu 3 combates, só conhecendo o sabor da derrota na final, frente ao Moldavo Olienic, como resultado de um Shido (castigo-penalização) do qual resultou uma vantagem mínima para o seu oponente. Fruto do seu desempenho Nuno Carvalho irá representar a selecção de Portugal, na categoria de -60Kg, no Torneio Internacional K. KOBAYASHI a 1 de Outubro próximo.

Fonte: Acores.Net - Ponta Delgada, Portugal - http://www.acores.net/

Judô São Geraldo participa de torneio comunitário do Freire Estanislau em Betim


Judô São Geraldo participa de torneio comunitário do Freire Estanislau em Betim
Idealizado pelo prof: Avelino, tem acontecido em Betim há vários anos com sucesso este evento. Este encontro teve a participação de academias de judô de Betim, Contagem, e Belo Horizonte. Sendo as seguintes academias participantes :Judô São Geraldo, Pav, Judô Domingos Sávio,Judô Águia Branca, Judô Impar e Freire Estanislau.
O evento foi prestigiado maciçamente integrantes da comunidade local. Todos agradecendo a colaboração e apoio da Seme Betim, e dos profs: Costa e Sidnei.
Como torneio comunitário aconteceram as disputas e não foram consideradas as classificações, tendo todos os atletas recebido medalhas de participação (atitude interessante, servindo para fortalecer vínculos de solidariedade no genuíno espírito do judô).
Na categoria absoluta (masc -73kg e +73kg e fem -68kg e +68kg) foram consideradas as clasificações de campeão, vice-campeão e terceiro lugar com medalhas distintas. Foram entregues lindos troféus às academias participantes.
No absoluto +73kg foi campeão Leandro Roque e vice-campeão Josemar Zucheratto (Judô São Geraldo/Plataforma).
A comunidade judoística agradece ao prof: Avelino pelo belo evento e espera que nos próximos anos continue acontecendo.

Dourados sedia 10ª Copa Sakurá de Judô em outubro


Dourados sedia 10ª Copa Sakurá de Judô em outubro
No próximo dia 7, a cidade de dourados sedia a 10ª Copa Sakurá de Judô, competição que acontecerá em nível estadual. A abertura do evento está prevista para às 8h30, no Ginásio do Sesc (Serviço Social do Comércio) na cidade, localizado à Rua Toshinobu Katayama, 178. De acordo com o site Douradosnews, a 10ª Copa Sakurá de Judô deve reunir pelo menos 350 atletas do Estado. O evento será realizado pelo Clube Sakurá de Judô douradense, com o apoio da Federação de Judô de Mato Grosso do Sul, SESC e Funced (Fundação Cultural e de Esporte de Dourados).
FONTE: Campo Grande News - Campo Grande, MS, Brazil - http://www.campogrande.news.com.br/

segunda-feira, setembro 25, 2006

Francesca Woodman: o corpo como laboratório de si



20/9/2006 21:35:00
Francesca Woodman: o corpo como laboratório de si
Por Nilson Oliveira

Algumas imagens chegam até nós provocando uma sensação de estranhamento. Pela força indescritível de sua presença, vão cada vez mais atraindo, arrastando e seduzindo-nos como um canto de sereias. Não há miragens, o inferno é ver. Essa viagem nos causa um quase mal-estar, mas sua força, seu modo de nos arrancar os olhos, consiste nesse quase. A imagem mantém-se em nós tão somente por ser esse fora indescritível, pelos lances que vimos, mas não conseguimos apreender, como um vulto. Assim encontramos as fotografias de Francesca Woodman, figura curiosa que, como suas imagens, seduziu sem deixar pistas. Woodman entrou para a fotografia usando o corpo como experiência, como laboratório de si. Fez uma viagem sem volta ao limiar do corpo, como se percorresse seus limites para encontrar o inevitável: seu devir-outro-fotográfico, sua imagem-vulto: trata-se de uma quase assinatura como se no meio do tumulto animal da vida, uma outra imagem, ou sombra, se intercalasse, não como pólo gerador daquelas imagens, como autor da obra inscrita mas, pelo contrário, como o que deixa apenas um rastro secreto, como aquele que ao movimento, ao que é animado, confundindo-se com a pedra, tornada para nós tumular – aquela que guarda o segredo do nascimento da arte. Não é, portanto, uma alma ou subjetividade criadora, mas um corpo deitado, na dor, no sono ou na morte. É a dispersão do corpo, do rosto e do próprio olhar, de um corpo que jaz enterrado na fronteira entre a ausência, a aparição, o desaparecimento. De um corpo que sempre reflete à sombra de uma outra imagem, uma imagem falha; que quando mirado, se dispersa entre as coisas do mundo. Nessa esfera não há representação do rosto nem, portanto, do olhar. Seu rosto nada revela. A verdade de sua aparência é um enigma, um exílio. Sua substância acontece, fora de si, no espaço que há entre a força que o move e o mundo que o acolhe. Sua imagem não é a revelação de uma realidade, mas de uma sombra, de algo que é inteiramente vivo e no entanto não orgânico. Há nas fotografias de Francesca algo que nos força a pensar. Este algo nos arremessa de encontro a realidades em que muitas vozes se atravessam, por vezes ouvimos Artaud: o pulsar o corpo sem órgãos; por vezes Bataille: a febre e a intensidade; mas por vezes, entre a sombra e a claridade o canto silencioso de Rilke: a sombra da morte. Mas isso, esse turbilhão de coisas e vozes, nas fotografias de Francesca Woodman, só pode ser apreendido a partir de uma perspectiva da sensação, em vôos que o olhar mergulha no diverso e nele se perde, sob a égide da paixão, da dor ou da morte. Em sua primeira característica, e sob qualquer tonalidade, essas imagens só podem ser sentidas. Não é uma estrutura, mas uma abertura, a fissura pela qual os olhares se atravessam. Ela é também, de certo modo, o incomunicável; segundo o caso da arte, o incomunicável, passível no entanto de comunicação. Nas suas fotos, cada imagem parece perdida de uma atmosfera identitária, em cada foto é sempre outra, como se seu corpo estivesse mergulhado em um contínuo jogo de simulacros onde a origem, a verdade, a matriz, há muito se apagou. Não há realidades, mas tudo é o que é: um corpo estendido no deserto de uma paisagem. O deserto é a fotografia, mas o corpo parece atravessado de sensações, de febre, de morticidade. Tudo parece vivo e morto. como se a vida fosse o fora da morte, mas a morte o seu dentro, sua afirmação inevitável.
Francesca transcorre pela linha que cruza de uma realidade a outra. Nas suas fotos, as linhas estão sempre se encontrando, fabricando dobras, redobras, criando um aberto de possibilidades com a força de uma máquina desejante, que da sua intensidade-corpo, passa para uma máquina-desejo, que, no seu funcionamento, engendrada uma corrente de fluxos, cortes, vultos, peles. Nas suas imagens, há sempre uma pulsação de intensidades operando no seio de um acontecimento: série binária é não linear vazando por todas as direções. O desejo não cessa de efetuar acoplamentos de fluxos, pensamentos, volúpia, sobra, pele. O corpo de Francesca parece amarrado ao seu limite, mas dele escorre uma leveza indescritível. A sua imagem revela-se como uma quase epifania, mas nunca da ordem de um sagrado. Sua imagem atravessa a fotografia como o Monge Negro rasga a retina do jovem Kovrin, conduzindo-o ao seu limite, mas a atração também. Kovrim é atraído a ir, e vai atravessando todos os riscos que implicam esse ir: Kovrin reteve a respiração, seu coração parou de bater e o mágico, extático transporte que há muito tempo esquecera, voltou a palpitar em seu coração. O susto é inevitável. Assim foi Francesca na sua experiência com a fotografia, mas sobretudo, na sua viagem à superfície do corpo. Lembremos Valery: o mais profundo é a pele. Essa foi a sua viagem, ao profundo da superfície, às entranhas da derme. Assim vamos nós ao encontro das suas imagens, numa experiência da sensação e do ver. O susto arderá através das retinas.

Francesca Woodman nasceu em Devem, Colorado, em 1958. Começou a fotografar aos 13 anos. Seu foco de experiências era o próprio corpo. Em Janeiro de 1981 publica o livro “Disordered Interior Geometries”. Uma sema depois, atravessa a janela do seu apartamento.

Fonte: Cronocópios

Outros
Maranhão é o destaque no Brasileiro Pré-Juvenil
25/09/2006 - 10:32:52 - por FS - AI CBJ
O Estado do Maranhão foi o grande destaque do torneio individual do Campeonato Brasileiro Pré-Juvenil, que acontece em Natal (RN) e terá três atletas na seleção brasileira masculina que disputará o Pan-Americano da categoria, na Venezuela, de 28 de novembro a 3 de dezembro.Na abertura da competiçao, no último sábado, estavam presentes o Presidente da CBJ, Presidente da Federação de Judô do Estado do Rio Grande do Norte, Carlos Alberto Barreto; Federação Espiritossantense, Luiz Yamate; Paraibana, Simbaldo Pessoa; Paraense, José Augusto Baeta; Pernambucana; Luiz Mota.A Federação Gaúcha de Judô chegou na 11a colocação com duas medalhas de bronze no masculino.
Fonte: Final Sports - Porto Alegre, Brazil - http://www.finalsports.com.br/

State eves wrest Judo crownSource: The Sangai Express

Imphal, September 24: Manipur wrested the girls' team title in the Sub-Junior National Judo Championship held at Lucknow while the boys finished runners-up, informed Manipur Judo Association in a release today.The teams were led by Prof Joykumar Leishemba as manager with Th Bishorjit Singh and Kh Guni Singh as the coaches.Meanwhile, S Ranbir, Th Bishorjit, and A Surjit of Manipur have passed the National Referee Examination conducted by Judo Federation of India.Medal winners in the national championship are as follows: Girls (U-12): A Malemnganbi (below 25 kg) silver; M Kabita (30 kg) bronze; Ch Karishma (35 kg) bronze; Kh Bashanti (40 kg); Th Bandana (above 40 kg) bronze.U-14: Kh Chaoba (below 45 kg) gold; L Sandhya (50 kg) gold; H Ichal (above 50) silver.Boys U-12: Kh Surchandra (below 35 kg) gold; L Shilakshi (A-50 kg) bronze.U-14: Ng Surchandra (B-40) gold; NK romen (A-50) gold.
Fonte: E-Pao.net - Manipur, India - http://www.e-pao.net/

segunda-feira, setembro 18, 2006

Thiago Camilo teve bom desempenho no Campeonato Mundial de Judô por equipes


Thiago Camilo teve bom desempenho no Campeonato Mundial de Judô por equipes
18/09/2006 - 10:46:51 - por FS - AI Sogipa

A Seleção Brasileira de judô acabou não fazendo boa campanha no Campeonato Mundial por equipes, realizado no final de semana (dias 16 e 17 de setembro) em Paris, e foi obrigada a contentar-se com a sétima posição. De positivo, as atuações do judoca da equipe Oi/Sogipa, Tiago Camilo, que venceu duas de suas três lutas, justamente as que atuou fora de sua categoria. Mesmo estando escalado para atuar na meio-médio (-81kg), Camilo foi improvisado na médio (-90kg). Em um dos confrontos, venceu o atual campão mundial, o japonês Iroshi Izumi por yuko. "Não foi o que esperávamos e por isso deixamos Paris tristes. Mas mostramos uma equipe com muita vontade e força para lutar", avaliou Tiago Camilo, que continua: "Sabia que podia me sair bem nesta categoria pois tenho facilidade de enfrentar atletas mais parados. Mas de nada valeu se o time perdeu. Estamos todos juntos nessa", finalizou o judoca, vice-campeão olímpico em Sydney. Junto com Moacir Mendes Junior, que também é atleta da equipe Oi/Sogipa e estava em Paris com a Seleção, volta para Porto Alegre esta semana e retoma os treinos visando a participação do clube no Grand Prix Nacional de Judô, que começa em outubro.O título mundial disputado em Paris ficou com a Geórgia, que surpreendeu todos os principais favoritos. Na final, o time do leste europeu venceu a Rússia por 4 a 3. A medalha de bronze foi dividida pelas seleções da França e da Coréia do Sul. A equipe brasileiro perdeu para os russos na estréia por 4 a 2. Na repescagem, venceu a Holanda por 4 a 3, mas ficou fora da disputa por medalhas diante do Japão ao ser derrotado por 4 vitórias a uma. Tiago Camilo foi o único brasileiro a derrubar um japonês na competição.
Fonte: Final Sports - Porto Alegre, Brazil - http://www.finalsports.com.br/

O DESAFIO DE VIVER - Elizabeth Cavalcante (para o amigo Brandão)


O desafio de viver

Elisabeth Cavalcante

Muitas pessoas ainda sentem grande dificuldade em entender o que significa abandonar a atitude de luta, entregar-se, deixar as coisas acontecerem, fluir com a vida sem forçar os acontecimentos.Para elas, quando um Mestre propõe esta nova atitude, está sugerindo que abandonemos nossas tarefas rotineiras como o trabalho, o estudo ou a convivência com amigos e familiares.Entretanto, não se trata disto. Aliás, o maior desafio que um buscador da Verdade necessita enfrentar nos dias que correm, é conseguir manifestar sua essência, o seu verdadeiro ser, em meio à loucura do mundo.Sem a meditação esta tarefa se torna impossível, pois somente reservando um tempo para ir ao encontro de nossa luz é que podemos nos fortalecer e encontrar a fonte de sabedoria de que necessitamos para nos guiar a cada momento de nossas vidas. A atitude de entregar-se à existência com confiança absoluta naquilo que ela reserva para nós, é a única forma de atrairmos exatamente as experiências de que necessitamos para alcançar o crescimento interior a que nos propomos na presente encarnação. Por isso, é importante que valorizemos esta oportunidade que agora vivenciamos e nos empenhemos para vencer os desafios que a vida nos apresenta. Sem eles, a jornada seria mais fácil, sem dúvida, mas totalmente vazia de sentido.“Continue sendo uma pessoa de negócios, mas esqueça-se disso por algumas horas. Não quero que você fuja de sua vida cotidiana. Estou aqui para lhe falar sobre os caminhos, as formas, a alquimia que lhe permitam transformar o ordinário no extraordinário. Seja uma pessoa de negócios no escritório, não em casa. E, de quando em quando, se esqueça por algumas horas até mesmo da casa, da família, do cônjuge, das crianças. Fique sozinho consigo mesmo. Mergulhe cada vez mais fundo em seu ser. Divirta-se consigo mesmo, ame a sim mesmo.Então, aos poucos, você perceberá que uma grande alegria está crescendo, sem nenhuma causa externa. Isto é seu próprio ser, seu próprio florescer. Isto é meditação.... Você verá essa grande alegria crescendo em seu ser sem qualquer motivo. Divida essa alegria, espalhe-a para os que estão ao seu redor. ... Uma vez que você tenha se tornado um meditador, sannyas não está muito longe! Meu sannyas em particular, não é nada além de viver no mundo comum, mas viver de tal forma que não me sinta possuído por ele. Permanecer transcendental, permanecer no mundo, mas um pouco acima dele. Isto é sannyas.Não é sannyas à moda antiga, na qual você tinha de fugir de sua família, de seus filhos e seus negócios, ir para o Himalaia. Isto nunca funcionou bem. Muitos foram morar nas montanhas, mas carregaram consigo suas mentes estúpidas. ... Você pode deixar o mundo, mas não pode deixar sua mente aqui. A mente irá com você, ela está dentro de você. E onde quer que você esteja, essa mesma mente irá criar o mesmo tipo de mundo ao redor de você.... O contentamento é o objetivo da vida, e a meditação é o meio para atingi-lo. Sem a meditação, ninguém nunca saberia verdadeiramente o que é contentamento.Não é prazer. Prazer é fisiológico, químico. Não possui profundidade e é muito momentâneo... Não pode ser mais profundo que isso, pois a fisiologia não é profunda.Contentamento não é nem mesmo alegria. O que chamamos de alegria é psicológico. Sempre que você encontra um momento de exaltação e entusiasmo, seu ego fica preenchido e você se sente alegre. Quando obtém uma vitória, é eleito ou ganha alguma competição, se sente alegre, pois você derrotou os adversários, obteve sucesso, fama, dinheiro, glória. Mas logo se cansará disso tudo.... Sempre que seu ego estiver preenchido, você se sentirá feliz. Mas contentamento é outro fenômeno, completamente diferente. Não pode ser prazer, pois não é fisiológico. Não pode ser alegria, pois não há preenchimento do ego. Pelo contrário, é a dissolução do ego, é a dissolução de sua identidade.Meditação é isso: a junção, a dissolução em meio ao todo, esquecendo completamente que você é algo separado, lembrando apenas de sua unidade com o todo. ... Somos um só com o todo ainda que pensemos que estamos separados dele. Somos inseparáveis. Não podemos nos separar simplesmente porque pensamos que estamos separador. Basta lembrar. Basta deixar pra trás essa falsa noção de que somos separados.... Portanto, é preciso aprender a assimilar o espírito da meditação. Não importa quanto tempo irá levar, qual será o preço, é preciso estar pronto. Uma vez que você esteja pronto, não será difícil. É esse estado de espírito que faz com que você se torne merecedor deste enorme contentamento, e as coisas passam a ser bem simples então” Osho – do livro Aprendendo a silenciar a mente.

segunda-feira, setembro 11, 2006


DESAFIANDO TORMENTAS

A indecisão é a pior forma de se tomar
uma decisão errada...
Há instantes na vida em que nos
defrontamos com situações definitivas:
ou você toma a decisão de assumir
uma nova relação,
ou esta relação morre sem sequer
ter começado.
Conheci um amigo que viveu algo semelhante
e teve medo em se decidir.
Hoje o vejo como alguém entristecido,
que mantém um relacionamento falido
desde aquela época,
e que vive se perguntando como teria
sido se tivesse optado por outro caminho.
O triste é que ele jamais saberá a resposta.
Não há como.
A vida, nesses casos, é cruel.
Viver é exatamente isso.
Somos instados a tomar decisões
quase o tempo todo.
Decisões pequenas, decisões gigantescas.
Muitas vezes preferimos a zona de conforto.
Como é bom não precisar decidir nada,
escolher nada...
Mas infelizmente não temos escolha.
Desde que roupa vestir,
até em quem devemos votar,
o mundo está sempre nos cobrando posturas,
escolhas, saídas.
Não escolher já é uma escolha.
E em alguns casos, a pior escolha,
e pela qual, cedo ou tarde,
pagaremos um alto preço.
Assim é com o pai que não dá a devida
atenção ao filho quando este
mais precisa.
O tempo não volta.
Não adianta, anos mais tarde,
querer reparar este mal.
Ele já estará irremediavelmente
enraizado...
Nossa vida deve ser encarada como
um oceano.
Sua condição natural é o equilíbrio.
Mas vidas e oceanos também estão
sujeitos às instabilidades
do clima,
com ventos mudando constantemente
de direção.
Para enfrentá-las é preciso construir
um barco forte,
conhecê-lo em detalhes,
revisá-lo e aprimorá-lo constantemente,
e pilotá-lo decididamente,
sem medo de enfrentar o mar aberto.
Se tempestades soprarem ventos
fortes e descontrolados,
pode ser melhor recolher
as velas e pensar.
Talvez buscar um porto seguro ou um
estuário tranqüilo,
e esperar que as nuvens se dissipem e
as estrelas ressurjam,
e com elas o caminho.
Mas não se deve esquecer que o porto é
apenas uma pausa na viagem,
e que barcos não foram feitos para portos,
mas para o oceano...
O medo nos deixa indefinidamente
ancorados no porto.Se não entramos no oceano,
não vivemos,
não aprendemos, não navegamos,
não conhecemos outras terras...
É isso que você quer pra sua vida?
Eu sei que não!
Pense nisso,
e não fuja dos desafios - enfrente-os!
TEXTO: Claudia Belucci
FORMATAÇÃO DA FIGURA: Nena
10/09/2006
Judoca treina para Copa em São Paulo

A judoca alagoana Kelly Luiza, 17, prepara-se para disputar, em novembro, na cidade de São Paulo, na categoria Universitária, uma das maiores competições do esporte em nível de Brasil: a Copa Aurélio Miguel de Judô. Recentemente, em competição realizada na cidade de João Pessoa-PB, a alagoana Kelly brilhou nos tatames, ao conquistar medalha de ouro para o Estado.
Fonte: Gazetaweb.com - Maceió, AL, Brazil - http://gazetaweb.globo.com/

Shlesinger wins Euro judo silver


Sep. 11, 2006 7:47 Updated Sep. 11, 2006 15:28
Shlesinger wins Euro judo silver
By ALLON SINAI
Alice Shlesinger won a silver medal at the European Judo Junior Championships in Estonia on Saturday after losing in the final of the under-63 kilogram category to Russian Martha Levzina.
Shlesinger defeated opponents from Belgium, Italy, France and Spain to reach the final, but was no match for the Russian and had to settle for second place.
"I'm pleased with the medal, but not with my form which I feel was only average," the 18-year-old Israeli said after winning the silver medal. "I still don't know what went wrong but I plan to check it with my coach and fix the problems. I want to improve in time for the world championships next month, which is my target competition this year."
The World Junior Judo Championships are scheduled for October 12-15 in Santo Domingo, Dominican Republic, and Shlesinger is hoping for the gold.
It was the third time the Israeli has competed at the junior European championships and the second straight time she has taken a medal after winning the bronze medal last year.
"It is difficult to finish in second place," said Pavel Mosin, who coaches the national women's team, about Shlesinger. "I felt that we missed out. However, Alice has shown stability and won a medal in the European championships for a second straight time. Alice had a very difficult day of fighting and she defeated the toughest opponents on the way to the medal."

allon@jpost.com
Fonte: Jerusalem Post - Israel - http://www.jpost.com/

quarta-feira, setembro 06, 2006

Benito Mussoline e Sarah Menezes, conquistaram medalha de ouro da Suécia


Benito Mussoline e Sarah Menezes, conquistaram medalha de ouro da Suécia

Nossos atletas piauienses, Benito Mussoline e Sarah Menezes, conquistaram medalha de ouro da Suécia. O Piauí teve uma excelente perfomance tanto na Suécia como na Alemanha, onde também ambos participaram de treinamento e competição. Em Berlim, Sarah teve o melhor desempenho da seleção, conquistando medalha de prata. Os dois estão há 15 dias na Europa e chegam nesta quarta-feira, às 23h. Sarah já tem competição dia 25, em Campo Grande-MS, Campeonato Brasileiro Juvenil.Brasil encerra participação em Boras com 12 medalhas de ouro Nova geração do judô brasileiro mostra sua força em evento na Suécia e conquista medalhas em todas as categorias. Além dos ouros, uma prata e um bronze foi conquistado A equipe júnior do Brasil fechou com chave de ouro a participação no torneio de Boras, na Suécia. Evento de nível A da União Européia de Judô. Neste domingo foram mais seis ouros, com Sarah Menezes (-48kg), Érika Miranda (-52kg) Ketleyn Quadros (-57kg), Marcelo Souza (-81kg), Leandro Gonçalves (-90kg) e Rafael Silva (+100kg). Com isso, o país encerrou a participação no campeonato com 12 ouros, uma prata e 1 bronze. No sábado os ouros haviam sido conquistados por Rochele Nunes (+78kg), Mayra Aguiar (-70kg), Amanda Oliveira (-63kg), Ricardo Ayres (-60kg), Benito Mussolini (-66kg) e Rodrigo Rocha (-73kg).Como foi o campeonato Sábado A judoca pesada Rochele Nunes conquistou a primeira medalha de ouro para o Brasil no torneio. Rochele venceu suas duas lutas por ippon. Na primeira, superou a lituana Skaiste Marcinkeviciute e no segundo combate Sabine Balahajeva, da Latvia. Logo depois foi a vez de Mayra Aguiar (-70kg) vencer a sua categoria e subir no lugar mais alto do pódio. Mayra venceu a finlandesa Elina Paulman por ippon na decisão, após passar por três adversárias. Amanda Oliveira (-63kg) fechou o dia dourado das meninas brasileiras em Boras com a vitória sobre Evija Pukite (Latvia) por ippon. Na categoria até 78kg, Paloma Rocha também estava numa chave com outras duas atletas, porém, ao vencer uma luta e perder outra, ficou com a terceira colocação por critério de pontuação. Paloma venceu Raimonda Gedutyte,da Lituânia, por wazari (sete pontos), mas como foi derrotada por ippon (10 pontos) pela judoca Alien Atspool, da Estônia, ficou com a medalha de bronze. No masculino, 100% de aproveitamento. Foram três ouros. No ligeiro, Ricardo Ayres passou na final pelo finlandês Juho Reinvall numa luta disputada até o último instante, com vitória por koka; no meio-leve, ouro com Benito Mussoline fez quatro lutas. Na final, superou Justinas Gramba, da Lituânia, por ippon (dois wazari). Rodrigo Rocha, na categoria até 73kg, também subiu no lugar mais alto do pódio ao vencer na final Guillame Perrault, do Canadá, por wazari. Domingo Sarah Menezes venceu suas duas lutas por ippon. A brasileira estava num grupo com outras duas judocas. Na primeira luta passou por Tija Suo (Finlândia), num ippon em nove segundos. Depois superou Liljana Savanovic (Servia) também por ippon. A titular da equipe principal do Brasil, Érika Miranda (-52kg), confirmou a boa fase e também subiu no lugar mais alto do pódio ao bater na final Kathrine Hofstad (Noruega). Na categoria até 57kg, Ketleyn Quadros conquistou o ouro ao vencer na decisão Marina Mazure (Latvia), por wazari. No masculino, Marcelo Souza (-81kg) garantiu o lugar mais alto no pódio ao vencer Alexandr Marmeljuk, da Estônia, por ippon (dois wazari). Depois foi a vez de Leandro Gonçalves (-90kg) superar Robert Edward (Canadá) por ippon. No pesado, Rafael Silva estava num grupo com mais dois atletas e faturou com um ippon a luta decisiva contra Ben Noji do Canadá. No meio pesado (-100kg) Gustavo Cavalheri perdeu a final para Valdimir Osnasc (Latvia) e ficou com a prata.
FONTE: Cidadeverde.com - Teresina, PI, Brazil - http://www.cidadeverde.com/

Paraibana ganha ouro na Suécia


Judô
Paraibana ganha ouro na Suécia
Segunda, 21 de Agosto de 2006 19h34


A equipe júnior do Brasil brilhou neste sábado em Boras, na Suécia, onde disputou o torneio nível A da União Européia de Judô. A paraibana Amanda Oliveira, categoria 60 kg, conquistou a medalaha de ouro. Após o ouro das brasileiras Rochele Nunes e Mayra Aguiar, Amanda fechou o dia dourado em Boras com a vitória sobre Evija Pukite (Latvia) por ippon.
Além de Amanda, outros brasileiros como Rochele Nunes (+78kg), Mayra Aguiar (-70kg), Ricardo Ayres (-60kg), Benito Mussoline (-66kg) e Rodrigo Rocha (-73kg) também sobiram no lugar mais alto do pódio em Boras, na Suécia.

FONTE: Jornal O Norte - João Pessoa, PB, Brazil - http://www.jornalonorte.com.br/

Azeri judo squad to Perform in the World Cup Utilizing Reserve team



Azeri judo squad to Perform in the World Cup Utilizing Reserve team
Source: Trend
Author: Z.Safarov
24.08.2006

The Azerbaijani judo team will be unable to perform at its best during the World Cup to take place on August 26-27 in the Heydar Aliyev Sports and Concert complex.
The Chief Coach of the National Team Agayar Akhundzadeh told Trend that of the core athletes chosen for this competition only Mekhman Azizov (81 kg) will be participating. Three-time Champion of Europe Elchin Ismayilov (66 kgг) decided to withdraw from competition this year. The Bronze winner of the World Championship 2003 Movlud Miraliyev (100 kg) is in rehabilitation after a back injury and will also be unable to participate. New European Champion Elnur Mamedli (66 kg) and Continent champion Nijad Shikhalizadeh (60 kg) are not taking part either leaving the Coach with the difficult task of choosing from its reserve players.
FONTE: TREND Information - Baku, Azerbaijan - http://www.trend.az/

DIREÇÃO DO SOL - Paulo Roberto Gaefke



Direção do sol

Tome a tua vida em tuas mãos,
e não entregue a direção dela a ninguém.
Por mais que te amem, por mais que desejem, o teu bem,
só você é capaz de sentir o que realmente sente,
e aquilo que você passa de impressão para os outros,
nem sempre corresponde ao que vai na sua alma.
Quantas vezes você já sorriu para disfarçar uma lágrima teimosa?
Quantas vezes quis gritar e sufocou o pranto?
Quantas vezes quis sair correndo de algum lugar
e ficou por educação, respeito ou medo?
Quantas vezes desejou apenas um beijo,
e ficou com a boca seca esperando o que não veio?
Quantas vezes tudo o que você desejou era apenas um abraço.
Um consolo, uma palavra amiga e só recebeu ingratidão?
Quantos passos foram necessáriospara chegar até onde você chegou?
Quantos sabem dar o valor que você realmente merece?
Criticar é fácil, mas usar o seu sapato ninguém quer,
vestir as suas dores ninguém quer,
saber dos seus problemas,
só se for por curiosidade,
por isso, não entregue a sua vida nas mãos de ninguém,
nada de acreditar que sem essa ou aquela pessoa,
você não vai viver...Vai viver sim, o mundo continua girando,
e se você deixar, pode te trazer algo muito melhor.
Pegue a direção da sua vida e aponte rumo ao Sul,
lá onde a placa diz "caminho do sol",
bem na curva da felicidade, que te espera
sem pressa, para viver com amor e intensidade,
a paz, a harmonia e a felicidade.

Paulo Roberto Gaefke