terça-feira, setembro 18, 2007

Rama: Judo: floored and getting up


Wednesday, September 19, 2007
Rama: Judo: floored and getting up
By Karlon N. Rama
Stage Five
THE gentleman’s martial art of Judo, in Cebu City at least, is experiencing a renaissance. It got slammed down hard when internal politics all but killed the Philippine Amateur Judo Association-Cebu (Paja-Cebu) sometime in the ’90s. And it didn’t appear capable to get up until two men, who came across and fell in love with the sport as college freshmen at the University of the Philippines-Cebu College, worked to resuscitate the decades-old organization sometime in the year 2000. Now, Paja-Cebu isn’t only up. It is also running about and moving forward like someone possessed by a demon. For the last seven years, it’s been organizing matches, helping open new judo clubs and sending athletes to competitions in Manila and the rest of the country. At the Philippine Olympic Festival-Visayas Division, held from Sept. 11 to 16 in Jaro, Iloilo City, Paja-Cebu athletes, playing as Team Cebu City Judo, bashed all other contenders in the event held at the De Paul College Gymnasium and emerged the overall champion with seven golds, four silvers and four bronzes, with one silver and a bronze clinched from open-weight events. The win earns them a slot as Cebu City’s representative to the Philippine Olympic Festival to be held at the PSC Compound in Manila on Nov. 12—16 for slots in the Beijing Olympics. Rebirth. Paja-Cebu, since its rebirth, has been in the capable albeit sometimes weary hands of one man—Vicente “Inting” Fernandez II. “Over the years, I’ve called several meetings to schedule an election but nobody comes. I’ve been sitting in a hold-over capacity all these years.” It is not because he is tired of the job, he quickly clarified. Rather, he said, it is because there are still so many other things to do for Cebu’s Judo. “We need to have more matches. They must be organized well enough to draw players from other parts of the country, including the National Team, to come here. This is the only way we can improve the skills of our athletes.” His thrust for the upcoming year is to convince all private schools to organize their own Judo clubs and join Paja-Cebu. “I’ve heard that Judo has been reinstated as one of the events in Prisaa (Private Schools Athletics Association). They must have teams to join.” Other than the head of Paja-Cebu, Inting, while donning his blue judogi, is also the head coach of the Team Cebu City Judo, whose office, where membership is offered free to everyone, may be found at the 2nd Floor of the Cebu City Sports Center. And because in his immaculately pressed white barong, he represents the second surname in the old-school “Fernandez and Fernandez Law Offices” sign outside his home (the first Fernandez is his motorcycle-riding, cigarette-smoking, beer-guzzling and Colt Python-owning spitfire lawyer-dad, Hector), he is also both Paja-Cebu and Team Cebu City Judo’s representative to associations like Prisaa. School teams. Lawyer Augusto Go’s University of Cebu is among the first to heed the call of having judo varsity teams, having formed one and appended to the school’s Department of Criminology. Go’s athletes, Inting said, is showing so much potential that five of the seven gold medals earned during the Philippine Olympic Festival-Visayas Division came from UC athletes—Wendell Resma (minus 52 men), Ronest Agan (minus 66 men), Alford Marimon (minus 73 men), Roselle Garciano (minus 52 women) and Joana Gelig (minus 63 women) – who made it into Team Cebu City Judo. UC would have been credited for six golds had Apple Rose Caneco, who competed and won the gold in the minus 45 women event, not dropped out of school in search of a job, Inting explained. “We were lucky she didn’t quit the team altogether.” “We are now trying to ask Atty. Go, through the dean of criminology, to extend to these students any form of recognition or incentive for their accomplishments. It was by no means small,” he said. The other wining athletes included Virgillo Cosedo (minus 55 men, silver), Richum Ortiz (minus 66 men, silver), Alexander Zapanta (minus 73 men, silver) and Resma (open weight, silver), Alvin Antigua (minus 60 men, bronze,) Glenn Michael Vincent Java, son of shooter Glenn Java, (minus 60 men, bronze), Joaquin Nicolo Fernandez, Inting’s youngest son, (minus 55 men, bronze) and Marimon (open weight, bronze).
knrama@gmail.com
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(September 19, 2007 issue)
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FONTE: Sun.Star - Philippines

João Gabriel: 'Fiz um favor ao dar a medalha'

18/09/2007 - 13h47m - Atualizado em 18/09/2007 - 13h53m
João Gabriel: 'Fiz um favor ao dar a medalha'
Judoca brasileiro dá o seu bronze do Mundial, mas vai pegar um novo até o fim da semana

GLOBOESPORTE.COM
No Rio de Janeiro
João Gabriel Schilitter lutou, derrotou grandes nomes do judô e ganhou a medalha de bronze no Campeonato Mundial. No entanto, teve que dar o seu prêmio a um outro judoca. Isso porque uma das medalhas de bronze produzida pela organização quebrou e foi pedido ao brasileiro que ele entregasse a sua para um estrangeiro.
- Quem me pediu foi uma pessoa muito querida, que eu tenho muito respeito. Não tive como negar. Até porque é mais fácil eu entregar a minha do que um judoca de outro país ficar sem. Fiz um favor ao dar a medalha. Na verdade, acho que a outra que fizeram para mim já está pronta - diz ele, acrescentando que até o fim da semana estará com o bronze em suas mãos.
"Está tudo bem. Me prometeram outra medalha e ela vai ser igual a anterior "
O fato de não ter ficado com a medalha que recebeu no pódio, com a energia dos fãs que compareceram a Arena Olimpíca, não é visto como um problema por João Gabriel. Segundo ele, o bronze será exatamente idêntico ao anterior e o sentimento de emoção e felicidade será o mesmo.
- Está tudo bem. Me prometeram outra medalha e ela vai ser igual a anterior - garante o judoca.

FONTE: Globo - Brazil

Telma Monteiro já pensa em Pequim, mas não muito, pois há uns Europeus... «para ganhar»

Telma Monteiro já pensa em Pequim, mas não muito, pois há uns Europeus... «para ganhar»
[ 2007/09/18 13:56 ]
Redacção MaisFutebol
Telma Monteiro regressou esta manhã a Portugal com a medalha de prata conquistada nos Mundiais de judo no Brasil, na categoria de menos de 52 kgs, e já pensa nos Jogos Olímpicos de Pequim.
Mas não muito, pois, como frisou, ainda há uns Europeus antes, que são «para ganhar».
A judoca portuguesa chegou ao Aeroporto da Portela, em Lisboa bem cedo e com a prata ao peito e uma recepção muito calorosa da família admitiu que o judo português pode estar no bom caminho.
«Espero que os resultados que alcancei sirvam para incentivar outros a pensar que os podem alcançar», declarou à TVI.
Telma Monteiro reconheceu que já tem as olimpíadas de Pequim dentro dos planos de trabalho, mas não se esquece que é bicampeã europeia e que os próximos campeonatos são em Lisboa em Abril do próximo ano.
«Há que pensar nos Jogos Olímpicos e trabalhar bastante para uma medalha. Mas antes ainda tenho os europeus de Lisboa... são para ganhar», assumiu a judoca portuguesa.
FONTE: Mais Futebol - Lisboa, Portugal

Anime III

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APRESENTAÇÃO DE JUDÔ

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MON HOMME - MISTINGUETT - 1931

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PAUDARCO - Caio Cid

Caio Cid
Paudarco
Paudarco gigantesco! Pelos traços
lembra um deus milenar, rude e iracundo,
que detivesse, de repente, os passos
e ali ficasse contemplando o mundo.
Preso pela raiz ao chão profundo,
a fronde a farfalhar pelos espaços,
bebe a seiva nutriz no solo imundo,
mas para o céu é que levanta os braços.
Prometeu vegetal, brame, se estorce e,
por mais que proteste e se esforce,
não se libera da imobilidade.
Acorrentado ao pedestal da serra,
embalde é o sonho de fugir à terra,
o anseio de galgar a imensidade.

Panis et Circenses - Caetano Veloso e Gilberto Gil


Caetano Veloso e Gilberto Gil
Panis et Circenses
Eu quis cantar
Minha canção iluminada de sol
Soltei os panos sobre os mastros no ar
soltei os tigres e os leões nos quintais
Mas as pessoas da sala de jantar
São preocupadas em nascer e morrer
Mandei fazer de puro aço luminoso um punhal
Para matar o meu amor e matei
Às sete horas na avenida central
Mas as pessoas da sala de jantar
São preocupadas em nascer e morrer
Mandei plantar
folhas de sonho no jardim do solar
as folhas sabem procurar pelo sol
e as raízes procurar, procurar
Mas as pessoas na sala de jantar
Essas pessoas na sala de jantar
São as pessoas da sala de jantar
Mas as pessoas na sala de jantar
São preocupadas em nascer e morrer
Essas pessoas na sala de jantar
Essas pessoas na sala de jantar
Essas pessoas na sala de jantar
Essas pessoas ...

Soneto - Caetano de Brito e Figueiredo

Caetano de Brito e Figueiredo
Soneto
Se adormecida, ó Clícia, te parece
que amor neste letargo se minora,
é engano, que tanto mais adora
quanto entregue ao pesar mais se adormece:
à Luz do Sol o seu Amor floresce,
restaura alentos, quando sai a Aurora;
o meu da Lua a vista sente e chora
e quando se retira, desfalece.
O Sono, não descanso, mas tormento
com impulso cruel, com rigor forte
faz que este amor se julgue esquecimento.
Tu no Sol tens o objeto, o alívio, a Sorte:
eu sem sentido entregue ao sentimento,
sou vítima de amor, morro sem Morte.

VISÃO - Caetano da Costa Alegre


Caetano da Costa Alegre
Visão
Vi-te passar, longe de mim, distante,
Como uma estátua de ébano ambulante;
Ias de luto, doce, tutinegra,
E o teu aspecto pesaroso e triste
Prendeu minha alma, sedutora negra;
Depois, cativa de invisível laço,
(o teu encanto, a que ninguém resiste)
Foi-te seguindo o pequenino passo
Até que o vulto gracioso e lindo
Desapareceu, longe de mim, distante,
Como uma estátua de ébano ambulante.

O MEU AMOR - CHICO BUARQUE DE HOLANDA

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Judo: Tesouro em Pequim

Judo: Tesouro em Pequim
TELMA MONTEIRO VAI PREPARAR-SE PARA TÍTULO OLÍMPICO ANTES DE MUDAR DE CATEGORIA DE PESO

Telma Monteiro, de 21 anos, ainda tem tenra idade, mas já revela maturidade suficiente para ter a ambição de ganhar tudo. A judoca do Benfica/Construções Norte-Sul acaba de se sagrar vice-campeã mundial na categoria de -52 kg, iniciando a preparação para os Jogos Olímpicos de Pequim’08, com a ideia de chegar ao título.
“Após o resultado no Mundial do Rio de Janeiro posso ir para os Jogos à procura da medalha de ouro. Ao pensar que posso ganhar torna-se mais fácil lutar pelos meus objectivos”, considerou Telma, acabada de entrar para a história do judo português, ao conquistar a primeira medalha de prata para Portugal na prova rainha da modalidade.
No Brasil, Telma reforçou a liderança no ranking mundial, o que lhe confere a característica de ser a judoca mais regular do seu peso: “Se concretizar o meu plano de preparação, sem lesões, ficarei com condições para triunfar, pois não temo adversárias”, referiu a primeira judoca da selecção a garantir o apuramento directo para Pequim’08.
Mais informação na edição impressa de Record
Autor: ALEXANDRE REIS
Data: Terca-feira, 18 Setembro de 2007 - 03:17
Record - Lisboa, Lisboa, Portugal

Aliviado, Luciano Correa espera criar variáveis


Judô/Mundial - (17/09/2007 16:30:13)
Aliviado, Luciano Correa espera criar variáveis
Rio de Janeiro (RJ) - Primeiro brasileiro a subir no ponto mais alto da edição 2007 do Mundial de Judô, o brasiliense Luciano Correa agora está preocupado em variar suas técnicas. De acordo com ele, só assim será possível repetir a medalha de ouro entre os meio-pesados nas Olimpíadas do ano que vem, na China.
“Fui campeão, mas tenho muita coisa ainda para melhorar. Agora tenho que criar variáveis para o meu judô. Vou ser mais visado e estudado. Não posso depender de um jogo só. Caso contrário, vão me anular”, admite o judoca.
Bronze no Mundial de 2005, ele admite que sentiu um alívio com a conquista do título no Rio de Janeiro. “Aos poucos a ficha do título Mundial vai caindo. Antes do campeonato, eu imaginava que conseguir igualar o bronze do Egito já seria bom, imagina agora. Chega de bater na trave. Fui bronze na Universíade de 2003, no Mundial de 2005, nos Jogos Pan-Americanos 2007. O meu problema era sempre a semifinal e quando entrei para enfrentar o húngaro pensei comigo que não poderia errar de novo”, revela.
Atleta do Minas Tênis Clube, Luciano passou por problemas complicados nos últimos anos. Em 2005, logo após o Mundial, sua namorada Sara morreu enquanto dormia. No ano seguinte, Luciano acabou perdendo seu lugar na seleção. “Foi realmente um momento conturbado e fiquei sem ânimo para treinar. Daquele jeito eu não iria a lugar nenhum, mas reergui minha vida. Para isso foi essencial o apoio dos amigos e da minha família. Nas lutas nesse Mundial senti uma energia do céu para superar os adversários, de Sara e de Deus”, admite.
Ele ainda aproveitou para dedicar o título para outros nomes. “A medalha é minha, claro, mas não a conquistei sozinho. Tem muita gente por trás na equipe me ajudando: técnico, preparador-físico, nutricionista e preparador mental. É o trabalho de muita gente durante muito tempo”, destaca Luciano.
FONTE: Gazeta Esportiva - São Paulo, SP, Brazil

Disappointment for Israeli judo team

Sep 18, 2007 0:03
Disappointment for Israeli judo team

The national judo team returned to Israel on Monday after one of its most disappointing championships in recent memory. No blue-and-white judoka managed to finish any higher then ninth position in the World Championships in Brazil, a worrying sign with the Beijing Olympics less than a year away.
Arik Ze'evi and Gal Yekutial, who won bronze medals at this year's European Championships, missed the competition through injury, with Adrian Kordon also missing out.
Avisar Shayman was Israel's best performer, finishing the under-81 kilogram event in ninth place. The biggest disappointments of the championships were Yoel Rozvozov and Alice Shlezinger, who failed to live up to the high expectations and finished outside the top 10.
The Israeli judokas will have one final chance to book their place in China by doing well in top European competitions in 2008.
FONTE: Jerusalem Post - Israel

Judo team named

Judo team named
A STAFF REPORTER
Guwahati, Sept. 17: The All-Assam Judo Association has named an 18-member squad for the junior nationals to be held in Bhilai in Chattisgarh from Saturday. The team will be accompanied by coach-cum-manager Pradeep Mazumdar.
The team: Ganga Chetry, Biraj Barman, Victor Sarma, Thoiba Singh, Mizing Basumatary, Lohit Das, Biswajit Gogoi, Bijit Sonowal, Komoli Narzary, Minati Chetri, Monika Swargiary, Bino Boro, Jayshree Hazarika, Sushma Paswan, Bipul Das, Dharmeswari Roy and Ankur Das.
FONTE: Calcutta Telegraph - Calcutta, India

JUDÔ - KIME NO KATA

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segunda-feira, setembro 17, 2007

KOSEI INOUE X KEIJI SUZUKI

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Judo: Tani wins seventh world title at championships in Brazil

Judo: Tani wins seventh world title at championships in Brazil
The Associated Press
Published: September 17, 2007
RIO DE JANEIRO, Brazil - Two-time Olympic champion Ryoko Tani of Japan defeated Cuba's Yanet Bermoy on Sunday in the under 48-kilo class at the judo championships to win her seventh world title.
Tani, the gold medalist in the last two Olympic Games, beat Bermoy on the last day of competition. She also took the gold in that class at the 2005 world championships in Egypt.
Japan won another gold in the women's open class with Olympic champion Maki Tsukada, who defeated Lucija Polauder of Slovakia in the final.
Yasuyuki Muneta beat Jury Rybak of Belarus to win the men's open class and give Japan its third gold of the tournament. Brazil was the only other country with three gold medals after four days of competition.
In the men's under 60-kilo class, Ruben Houkes of the Netherlands beat Georgia's Nestor Khergiani, a silver medalist in the Athens Olympics.
FONTE: International Herald Tribune - France

Tani returns to limelight with gold at judo worlds

Tuesday, Sept. 18, 2007
Tani returns to limelight with gold at judo worlds
RIO DE JANEIRO (Kyodo) Japan's Ryoko Tani captured gold in the women's 48-kg category Sunday to win her seventh career title at the World Judo Championships.
It was the 32-year-old Tani's first international competition since the 2004 Athens Olympics and she proved she had not lost her step, even after giving birth to her son Yoshiaki in 2005.
Tani beat her old nemesis Frederique Jossinet, whom she defeated in the final in Athens, with a "koka" point in extra time in the third round and scored a "yuko" against defending champ Yanet Bermoy of Cuba to win the final.
"I feel like I fought better this time than in the previous six meets," Tani said. "I wasn't overpowered and my stamina was fine. This title victory is a big confidence boost."
Tani, who missed the 2005 Cairo meet due to her pregnancy, has won the most world titles of any judoka — woman or man. She lost in the final at the national weight category championships in April but was selected to compete at the worlds because of her proven track record.
In other women's action, Maki Tsukada, the reigning Olympic champion at over 78 kg, struck gold in the open weight class to claim her first world title. Japanese women won medals in seven weight categories in this year's world championships — their most since the women's competition started in 1980.
"I wanted a gold medal in the over 78-kg class but I'm happy to get it in the open weight category. In Athens, it seemed like I won the gold in no time, so this title win is definitely a bigger victory," said Tsukada, who defeated Lucija Polauder of Slovenia in the final.
Yasuyuki Muneta, meanwhile, won gold in the men's open weight class, claiming the only gold for Japanese men at these world championships.
"I was just barely chosen to compete here and I just wanted to do the type of judo I'm capable of. I was told not to worry about the bad results (of the Japanese men). I still want to become recognized by everyone as a strong judoka," said Muneta, the 2003 gold medalist in the over 100-kg category.
In other action, Tatsuaki Egusa made a fourth-round exit in the men's 60-kg class. The medal results for the Japanese men — one gold and a bronze — were the worst ever at world championships.
FONTE: The Japan Times - Japan

JUDÔ BRASILEIRO GARANTE CINCO VAGAS NOS JOGOS OLÍMPICOS DE PEQUIM

JUDÔ BRASILEIRO GARANTE CINCO VAGAS NOS JOGOS OLÍMPICOS DE PEQUIM
17.09.2007 :: 13h01
RIO DE JANEIRO - Graças excelente desempenho no 25º Mundial de Judô, disputado na Arena Olímpica do Rio, o Brasil assegurou cinco vagas no torneio da modalidade nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008. O país tem presença garantida nas categorias meio-leve (masculino e feminino), meio-médio, meio-pesado e pesado.
No sábado, dia 15, João Derly e Érika Miranda alcançaram as semifinais da categoria meio-leve e garantiram vaga para o país em Pequim. Derly foi além e conquistou o bicampeonato mundial, feito inédito para um judoca brasileiro. Érika ficou em quinto lugar.
Pelos critérios estabelecidos pela Confederação Brasileira de Judô (CBJ), Derly e Érika estão garantidos em Pequim. Segundo a CBJ, o atleta da categoria masculina que fosse campeão dos Jogos Pan-Americanos e finalista do Mundial garantiria presença nos Jogos Olímpicos. No feminino, a lutadora que fosse medalhista no Pan e ficasse até a quinta colocação no Mundial estaria confirmada na delegação. A judoca foi prata no RIO 2007.
No dia anterior, Tiago Camilo venceu sete lutas seguidas na categoria meio-médio (até 81 kg), conquistou a medalha de ouro e conseguiu a classificação do país para o torneio olímpico. As duas primeiras vagas olímpicas saíram quinta-feira, dia 13, nas categorias meio-pesado e pesado masculinos. Na primeira, Luciano Corrêa ganhou a medalha de ouro, se tornando o segundo brasileiro campeão mundial de judô (o primeiro foi João Derly, em 2005). Na disputa entre os pesados, João Gabriel Schillitler conquistou a medalha de bronze. Os atletas que vão representar o país nas três categorias em Pequim-2008 serão definidos conforme resultados em torneios internacionais e em uma seletiva nacional.
Com os resultados no Mundial de Judô-2007, o Brasil já conta com 108 atletas, de 12 modalidades, classificados para Pequim-2008. Além do judô, as modalidades qualificadas são: ginástica artística (equipe feminina e um ginasta masculino), futebol (masculino), handebol (masculino e feminino), hipismo (adestramento, CCE e saltos), natação, saltos ornamentais (masculino), pentatlo moderno (feminino), tiro esportivo e vela.
FONTE: Comitê Olímpico Brasileiro - Brazil

ENTREVISTA: Tiago Camilo


16/09/2007 - 22h33m - Atualizado em 16/09/2007 - 23h42m
ENTREVISTA: Tiago Camilo
Depois de derrotar todos os adversários por ippon, judoca é eleito o melhor atleta do Mundial

Alexandre Lobo e Raphael Andriolo

Do GLOBOESPORTE.COM, no Rio de Janeiro
Ele já tinha uma medalha de prata conquistada nos Jogos Olímpicos de Sidney, na Austrália, em 2000. Sete anos depois, Tiago Camilo deu um aperitivo no Pan-Americano Rio 2007 do que faria no XXV Mundial de Judô. E olha que não foi nem em sua categoria de origem, o meio-médio. O judoca lutou no peso médio e ainda assim conquistou a medalha de ouro. De volta ao peso em que compete normalmente, Tiago não deu chances para os adversários no Mundial: venceu as sete lutas que disputou, sendo todas por ippon. Além de se sagrar campeão do mundo, o brasileiro ainda levou o título de melhor judoca da competição.
"Não sei se posso dizer que (Brasil) tem o melhor judô do mundo, mas com certeza está entre os melhores. Isso acontece porque todo mundo está se doando, sempre em busca de mais medalhas"
Você ganhou o Pan lutando em um peso acima do seu. Você lutaria uma competição internacional na categoria absoluto? Por que não? (Risos). Eu já lutei no absoluto em torneios regionais, em jogos abertos e em competições por equipe. Mas em nível internacional é outra coisa. Você precisa treinar com atletas de outros pesos para estar preparado para um desafio desses. Hoje o Brasil tem o melhor judô do mundo? Não sei se posso dizer que tem o melhor judô do mundo, mas com certeza está entre os melhores. Isso acontece porque todo mundo está se doando, sempre em busca de mais medalhas. O Brasil já tem um estilo próprio de luta? Acho que sim. Temos uma mescla do judô europeu, mais truncado, com o japonês, que tem mais um estilo clássico, e ainda contamos com uma tática muito boa. Esse judô vem até mesmo da miscigenação que temos aqui no Brasil. Qual foi a participação da torcida na conquista do título mundial? Os torcedores têm muita participação, com certeza. Eles acabam influenciando um pouco na decisão da arbitragem, pressionando, gritando das arquibancadas. Tentamos tirar essa energia que eles passam para a gente e colocá-la dentro do tatame quando estamos lutando. A boa fase do judô brasileiro se deve à boa estrutura fornecida para os atletas ou a uma geração de ouro de judocas que vem aparecendo? Os dois. A geração e a estrutura que temos para treinar são muito boas. Uma coisa depende da outra. Contamos com atletas muito bons, mas se não tivéssemos uma preparação técnica de alto nível, nada adiantaria.
FONTE: Globo - Brazil

Brasileiros ganham estrutura inédita e alcançam o topo no judô


17/09/2007 - 10h04
Brasileiros ganham estrutura inédita e alcançam o topo no judô
LUÍS FERRARI

da Folha de S.Paulo, no Rio
O Brasil passou de coadjuvante a protagonista do judô internacional nos últimos quatro dias. O Campeonato Mundial, encerrado ontem no Rio, teve, pela primeira vez na história, o país no topo do quadro masculino de medalhas.
O título havia sido assegurado antes mesmo da rodada final do último dia, que aconteceria após 20h e tinha a presença de Daniel Hernandes na semifinal.
Mas nenhum outro país tinha condição de alcançar o Brasil no quadro de medalhas, com três ouros e um bronze.
Para atingir o desempenho inédito, a equipe teve como trunfos muito mais que a vibração da torcida na Arena Multiuso. "Temos um autêntico QG aqui", brincou a treinadora da equipe feminina, Rosicléia Campos, ao ser indagada sobre a estrutura montada no Rio.
Não é uma definição pretensiosa. A Folha de S.Paulo teve ontem acesso ao espaço destinado à equipe nacional, que ficou isolada dos demais competidores no palco do Mundial.
Na avaliação da comissão técnica, a estrutura pesou decisivamente para o sucesso.
"As grandes forças do judô costumam ter disputas muito acirradas. O nível é parelho. Tirando o Tiago [Camilo], que ganhou disparado, todas as outras categorias foram disputadíssimas. Os detalhes proporcionaram a diferença a nosso favor", disse Ney Wilson, diretor técnico da CBJ (Confederação Brasileira de Judô).
Enquanto todos os outros atletas ficavam apinhados junto ao tatame de aquecimento esperando a hora de lutar, os brasileiros tinham seu espaço privativo, com tatame de aquecimento isolado.
Mas a diferença não era só a separação geográfica --algo corriqueiro com o time da casa em eventos internacionais.
Os brasileiros contaram, pela primeira vez, com suporte de uma equipe multidisciplinar.
De um camarote no alto da arena, dois cinegrafistas --ambos faixas pretas-- filmavam todos os rivais dos brasileiros.
Simultaneamente, um estatístico, também judoca, destrinchava numericamente as preferências dos rivais. "Ele contabilizava o número de ataques iniciados com um dos braços ou com uma das pernas, por exemplo", explicou Wilson.
Ao todo, foram gravadas 32 horas de lutas, que, além de terem servido para estudar os estrangeiros no Rio, serão usadas na preparação para Pequim.
"Antes das semifinais, por exemplo, tínhamos como avaliar até quatro lutas anteriores dos rivais", narra o dirigente, idealizador de uma inédita mesa-redonda dos tatames.
Os técnicos que trabalham diariamente com todos os atletas nos clubes estavam no Mundial e avaliavam as cenas dos pupilos e rivais em conjunto com a comissão técnica, para tentar orientar a equipe da melhor maneira possível.
O aspecto físico também foi trabalhado com cuidado especial. Com maratonas de mais de 12 horas de competição, a equipe consultou mais do que nunca a nutricionista. "O trabalho dela, no controle de peso, nos cuidados com a hidratação e na definição dos melhores alimentos a serem ingeridos entre as lutas e o momento de fazê-lo foi decisivo", diz Wilson.
Além do costumeiro acompanhamento médico, os brasileiros tiveram à disposição um par de fisioterapeutas. "Isso nos permitiu recuperar os judocas mais rápido. Os dois atuavam simultaneamente."
Não por acaso, os judocas nacionais, que tiveram ainda o suporte de uma psicóloga e de um quiropata (que aliviou também as tensões da comissão técnica) sempre aparentavam estar mais dispostos que os rivais nos combates noturnos, em que se definiram os pódios.
O resultado disso está no topo do quadro de medalhas.
FONTE: A Folha de São Paulo - São Paulo, SP, Brazil

Judô: Shinohara não esperava três ouros


16/09/2007 - 17h41m
Judô: Shinohara não esperava três ouros
Técnico da equipe masculina de judô fica surpreso com campanha brasileira no Mundial

GLOBOESPORTE.COM

No Rio de Janeiro
Nem mesmo o técnico da seleção brasileira masculina de judô imaginou que sua equipe conseguiria uma campanha histórica no Mundial do Rio de Janeiro. Contente com o desempenho dos meninos brasucas, Luiz Shinohara confessa que não esperava tanto e com tanta qualidade. - A surpresa para mim foi a quantidade de medalhas de ouro. Sabíamos que tínhamos condições de brigar com todos os países, mas não esperava três ouros. A gente nunca imaginava chegar na frente do Japão, da Rússia, da França... Isso era inimaginável - assume o treinador. As medalhas douradas saíram com Luciano Corrêa, no meio-pesado, Tiago Camilo, no meio-médio, e João Derly, no meio-leve. Este último se sagrou bicampeão mundial - em 2005, Derly já havia vencido o campeonato realizado no Cairo, Egito. Além deles, João Gabriel Schlittler garantiu o bronze na categoria pesado.
FONTE: Globo - Brazil

Brasil encerra melhor participação em Mundiais de Judô e sonha com Pequim


Brasil encerra melhor participação em Mundiais de Judô e sonha com Pequim
Há 15 horas
RIO DE JANEIRO (AFP) — O Brasil encerrou neste domingo sua participação no Mundial de Judô do Rio de Janeiro com quatro medalhas, três de ouro e uma de bronze, o que representa a melhor campanha do país na história da competição e dá aos atletas muita confiança para os Jogos Olímpicos de Pequim-2008.
Todos os pódios do Brasil foram obtidos pela equipe masculina. No sábado, João Derly conquistou o bicampeonato da competição entre os meio leves (até 66
kg). Na sexta-feira, Tiago Camilo foi o campeão entre os
meio médios (até 81kg).
Na quinta-feira, primeiro dia de disputas, Leandro Corrêa (meio pesado, até 100 kg) foi ouro e João Gabriel Schlittler (pesado, acima de 100 kg) foi bronze.
Esta foi a melhor campanha do país na história do torneio. O recorde anterior pertencia aos Mundiais de 1997 e 2003, com três medalhas em cada edição, sendo uma prata e dois bronzes no primeiro e três bronzes no
segundo.
A decepção ficou por conta das mulheres, que brilharam nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro com medalhas nas sete categorias em disputa, mas que no Mundial só se aproximaram do pódio na categoria meio médio
(até 52 kg), na qual Érika Miranda foi a quinta colocada.
No último dia de competições, a melhor participação brasileira veio com Daniel Hernandes, da categoria absoluto - que não integra o programa dos
Jogos Olímpicos.
O paulista, que já foi titular da seleção na categoria pesado, venceu três adversários por ippon: o senegalês D. Djegoy, Movlud Miriyev do Azerbaijão e o húngaro Barna Bor.
No entanto, na semifinal foi completamente dominado por Jury Rybak, de Belarus, e perdeu quando o adversário conseguiu aplicar um golpe perfeito com dois minutos de luta.
Com isto, Daniel seguiu para a disputa do bronze, na qual foi derrotado, por imobilização, pelo francês Mathieu Bataille, ficando em quinto lugar.
Os demais brasileiros a entrar no tatame neste domingo não conseguiram chegar muito longe. A peso ligeiro (até 48 kg) Daniela Polzin venceu duas lutas, mas foi derrotada na terceira pela italiana Vanessa Muscatt e não teve
chances de voltar na repescagem.
A eliminação também foi precoce para o ligeiro (até 60 kg) Breno Alves, que perdeu o segundo combate para o ucraniano Rishod Sobirov, e para a peso absoluto Priscila Marques, que não passou da primeira fase, quando foi derrotada pela também ucraniana Maryna Profkyeva.
Com o fim do Mundial e a excelente participação da equipe masculina do Brasil, as atenções dos judocas brasileiros se voltam para os Jogos Olímpicos de Pequim-2008.
Todos os medalhistas, além de Érica Martins, garantiram vagas para o país nas Olimpíadas, mas apenas João Derly já está convocado como integrante da delegação por ser bi mundial e campeão pan-americano.
Os demais terão que confirmar suas vagas em seletivas e competições internacionais.
A tradição do Brasil no judô é comprovada com as 12 medalhas olímpicas que o país possui na modalidade, sendo duas de ouro, três de prata e sete de bronze.
Desde as Olimpíadas de Los Angeles-1984, o Brasil conquista pelo menos uma medalha neste esporte na maior competição esportiva do planeta. Além disso, nos últimos três Mundiais (Osaka-2003, Cairo-2005 e Rio-2007) o país subiu ao pódio pelo menos duas vezes.
Com os excelentes resultados dos últimos anos, a cobrança será grande em Pequim-2008, mas os judocas brasileiros afirmam estar preparados para corresponder às expectativas.
Resultados do último dia do Mundial de Judô, disputado na Arena Multiuso do Rio de Janeiro:
HOMENS
Ligeiro (até 60 kg)
Ouro: Ruben Houkes (Holanda)
Prata: Nestor Khergiani (Geórgia)
Bronze: Ludwig Paischer (Áustria) e Ho Choi Mim
(Coréia do Sul)
Absoluto
Ouro: Yasuyuki Muneta (Japão)
Prata: Jury Rybak (Belarus)
Bronze: Mathieu Bataille (França) e Abudll Tangriev
(Uzbequistão)
MULHERES
Ligeiro (até 48 kg)
Ouro: Ryoko Tani (Japão)
Prata: Yanet Bermoy (Cuba)
Bronze: Alina Dumitru (França) e Frederique Jossinet
(França)
Absoluto
Ouro: Maki Tsukada (Japão)
Prata: Lucija Polander (Eslovênia)
Bronze: Elena Ivashchenko (Rússia) e Anne Sophie
Mondiere (França)
FONTE: AFP -

ANIME II

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GOSHIN JITSU NO KATA

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imagens ao léu ... LXXXVI






















A Mãe e o Filho Morto - Bulhão Pato

Bulhão Pato
A Mãe e o Filho Morto
A pobre da mãe cuidava
Que o filhinho inda vivia,
E nos braços o apertavas
O coração que batia
Era o dela, e não do filho,
Que já do sono da morte
Havia instantes dormia.
Olhei, e fiquei absorto
Na dor daquela mulher
Que tinha, sem o saber,
Nos braços o filho morto!
Rezava, e do fundo d'alma!
Enquanto a infeliz rezava
O pobre infante esfria
Quando gelado o sentira,
O grito que ela soltou,
Meu Deus! — que dor expressou!
Pensei então: a mulher,
Para alcançar o perdão
De quantos crimes tiver,
Na fervorosa oração,
Basta que Possa dizer:
"Tive um filhinho, Senhor,
E o filho do meu amor
Nos braços o vi morrer!"

Sobre a tua cabeça - Bueno de Rivera

Bueno de Rivera
Sobre a tua cabeça
Sobre a tua cabeça a espada.
Não te movas, nenhum gesto,
nenhum grito, pois a espada
pode cair.
Pende sobre os teus cabelos
a espada nua. Cuidado!
Nenhuma blasfêmia, ou mesmo
orações, senão a lâmina
cairá.
Não movas o braço ou a face
para o lado do mar tranqüilo.
Olha à frente, não te assustes
com a sombra trêmula. É o vento
tocando a espada.
À tua direita, os amigos
te insultam. Fica em silêncio.
Não te mexas, pode a espada
desprender-se, e os teus amigos
gozarão tua agonia.
Mulheres, macias pétalas,
acariciam teu corpo.
Não te encantes, pois quem sabe
se, partindo o fio, a espada
destruirá teu amor?
Os teus colegas, à esquerda,
contam anedotas. Não rias.
Pode a alegria matar.
A espada é o remorso ou a bênção?
Ninguém sabe... Só percebes
que sobre a cabeça pálida
pende o invisível.

O Espírito da Letra - Bruno Tolentino


Bruno Tolentino
O Espírito da Letra

Um poema de 'A balada do cárcere'

Ao pé da letra agora, em minha vida
há a morte e uma mulher... E a letra dela,
a primeira, me busca e me martela ]
ouvido adentro a mesma despedida
outra vez e outra vez, sempre espremida
entre as vogais do amor... Mas como vê-la
sem exumar uma vez mais a estrela
que há anos-luz se esbate sem saída,
Sem prazo de morrer na luz que treme?!
O mostro que eu matei deixou-me a marca
suas pernas abertas ante a Parca
aparecem-me em tudo: é a letra M
a da Medusa que eu amei, a barca
sem amarras, sem remos e sem leme..."

Moreninha - Bruno Seabra


Bruno Seabra
Moreninha
— Moreninha, dás-me um beijo.
— E o que me dá, meu senhor?
— Este cravo...
— Ora, esse cravo!
De que me serve uma flor?
Há tantas flores nos campos!
Hei de agora, meu senhor,
Dar-lhe um beijo por um cravo?
É barato; guarde a flor.
— Dá-me o beijo, moreninha,
Dou-te um corte de cambraia.
— Por um beijo tanto pano!
Compro de graça uma saia!
Olhe que perde na troca,
Como eu perdera com a flor;
Tanto pano por um beijo...
Sai-lhe caro, meu senhor.
— Anda cá... ouve um segredo...
— Ai, pois quer fiar-se em mim?
Deus o livre; eu falo muito,
Toda mulher é assim...
E um segredo... ora um segredo. ..
Pelos modos que lhe vejo
Quer o meu beijo de graça,
Um segredo por um beijo?!
— Quero dizer-te aos ouvidos
Que tu és uma rainha...
Acha, pois? e o que tem isso?
Quer ser rei, por vida minha?
— Quem dera que tu quisesses...
— Não duvide, que o farei;
Meu senhor, case com ela,
A rainha o fará rei...
— Casar-me?... ainda sou tão moço...
— Como é criança esta ovelha!
Pois eu pra beijar crianças,
Adeusinho, já sou velha.

Poesia às mulheres lindas - Bruno Miquelino


Bruno Miquelino
Poesia às mulheres lindas

Quando o mundo vê sua graça em friso
e seu andar preciso, sem notá-lo,
vira vício e vê como um aviso
que em volta de você voeja um halo
que deixa o poeta parvo e conciso e
quando o sorriso invade sua face,
todo o mundo simplesmente pára
só para apreciar antes que passe
a magia dessa beleza tão rara.
Mas se o pranto sua face invade e
as lágrimas tombam como setas,
o mundo pára ante tal maldade e
a acalma e a torna menos inquieta
Porém, se o tempo vem, e ciumentos
e sustenta de sua simpatia,
sai ele sonso e em mais um momento o
mundo de você se delicia
E um dia quando alguém os olhos puser
em você, saberá com certeza
que essa princesa é o que ele quer
Pois não há no mundo maior realeza
que a beleza de uma linda mulher!

Uns e Outros - Bruno KKC

Bruno KKC
Uns e Outros
Uns dizem que sim
Outros dizem que vim
Uns dizem que nao
Outros dizem paixao
Uns dizem que espero
Outros dizem que quero
Uns dizem morte
Outros dizem sorte
Uns dizem lento
Outros dizem momento
Uns dizem dor
Outros dizem flor
Desejando o teu sim
Desde do instante em que vim
Para nao dizer nao
A esta paixao
Sera que tudo que espero
E com forca quero
Ira' me livrar da morte
De um encontro de sorte ?
Neste lento momento de dor
Quando nasce mais uma flor...

PÁSSAROS - Bráulio de Abreu


Bráulio de Abreu
Pássaros
O espaço era cheio de asas
porque os pássaros chegaram
As árvores estremeceram
porque os pássaros pousaram.
O silêncio fugiu
porque os pássaros cantaram.
Sonho, por que vieste em forma de asas?
Desejo, por que vieste em forma de pouso sutil?
Esperança, por que vieste em forma de canto?
E os pássaros partiram...
E com eles, o pássaro da Infância,
O pássaro da Juventude,
O pássaro da Mocidade.
Quando o silêncio retornou,
só havia o pássaro da Velhice:
veio para ficar.

Campeão, judoca Tiago Camilo quer a vaga olímpica


17/09/2007 - 10h12
Campeão, judoca Tiago Camilo quer a vaga olímpica

LUÍS FERRARI
da Folha de S.Paulo, no Rio
O campeão mundial do peso meio-médio, Tiago Camilo, não cogita ficar mais uma vez fora dos Jogos Olímpicos.
"Não vou aceitar isso. Não vou permitir que isso volte a acontecer na minha vida", disse, ao ser indagado sobre a possibilidade de não ir a Pequim.
A CBJ estipulou, para os homens, que o judoca que fosse campeão do Pan e finalista do Mundial se garantiria em 2008. Camilo não ficou com a vaga porque lutou os Jogos cariocas no peso médio (90 kg).
Ele disse que, quando as regras foram expostas, entendera que não haveria exceção por ter subido de classe no Pan. Afirma ser injusto não ir a Pequim.
A CBJ espera que Camilo dispute com Flavio Canto, que se recupera de lesão sofrida no Pan, uma seletiva para os Jogos.
O campeão mundial diz acreditar que não exista um judoca "queridinho" dos dirigentes, mas indaga. "Se eu tivesse em recuperação de contusão e ele tivesse vencido o Mundial como eu ganhei [com seis ippons em sete lutas], será que ia ter seletiva?"
Para Camilo, o rival poderia tentar a sorte nos 90 kg, como ele fez neste ano.
No qualificatório para Atenas-2004, Canto superou Camilo graças a uma punição a dois segundos do último confronto.
"Ele é o melhor do Mundial, mas as regras foram definidas antes e temos que ser criteriosos", diz Ney Wilson, diretor técnico da CBJ.
FONTE: A Folha de São Paulo - São Paulo, SP, Brazil

Houkes wins world judo title

Houkes wins world judo title
Monday 17 September 2007
Ruben Houkes surprised everyone at the world judo championships in Rio de Janeiro on Sunday by winning the gold medal in the under-60 kg class.
The 28-year-old from Haarlem has always been seen as a good second level fighter, reports Monday's AD. His win over the Georgian Nestor Khergiani gives him an automatic place at the Olympics in China in 2008.
The Dutch judo team also took home three bronzes.
FONTE: DutchNews.nl - Amsterdam, Netherlands

Rising sons


Rising sons

BY ERIC E. HARRISON
Posted on Monday, September 17, 2007
“They kicked our butts for two weeks,” says Brandon Powell, one of four members of the Little Rock Judo Club who spent half a month in Japan this summer.
“But after we started getting used to it, we started doing a lot better.”
Brandon, who just turned 13, a student at the New Bethel Middle School in Bryant, was the youngest of the four youngsters who spent June 15-July 1 with their coach, Gary Norton, in the Land of the Rising Sun and the center of all things judo.
“I had told my students that if they got strong enough and good enough, technically and everything, that I would take them to Japan,” says Norton, a sixth-degree black belt who has been coaching judo for more than 30 years.
“I go to Japan a lot for the Olympic governing body for U. S. A. Judo” — he’s a member of the U. S. national team coaching staff — “and I have a lot of connections [there ].”
Two of his three fellows are of high school age — Aaron Butler, 17, who goes to Little Rock Central High, and Aleksey Boureiko, 17, a junior at Little Rock Catholic High School for Boys. The third, Spencer Smith, 18, a Parkview graduate, is a freshman at the University of Central Arkansas at Conway. Norton also took along two students from a sister club in Dallas.
The Americans spent two days in Tokyo, visiting Kodokan, where judo began, and spending the rest of the time in the city of Fukuoka, on the southernmost Japanese island of Kyushu. They lived with host families and attended local schools.
The idea, Norton says, was to show the students the Japanese approach to judo.
“Number one, the Japanese have a real passion for judo and they train with a great fervor, passion and drive,” Norton says. “It’s perhaps like an ordinary American might train for maybe baseball or basketball.”
Judo is a refinement of jujitsu, a Japanese weaponless martial art combining grappling and throwing techniques. Tossing an opponent on his back and pinning him is the best way to win. The closest Western equivalent, Norton says, would be Greco-Roman wrestling.
Competitors start as white belts, graduating up the scale to yellow, orange, green, blue, purple, brown and eventually black belts.
“It’s a Japanese sport,” Norton says. “They have a great love for it, and they dominate the Olympics. In the last Olympics, they [won ] seven gold medals in judo, and four or five other medals as well. That’s in 14 weight categories, male and female.
“ I wanted [the American students ] to capture the passion and the dedication that they have for their sport.”
Norton said the trip wasn’t about learning new techniques.
“They know nothing [in Japan ] that I don’t know,” he explains. “It’s not like ‘the mysterious East’ or that there must be some secrets over there. “ There’s no secrets over there. They just train very hard, they train to win, they train with a lot of spirit and drive.” The four students picked up “exactly what I wanted them to pick up,” Norton says. “And I also wanted them to be a part of Japanese culture for a couple of weeks. They lived in Japanese houses and went to Japanese schools every day.”
CAPTURING CULTURE They also ate Japanese food, says Butler. “We had rice with every meal,” he says. “I lost some weight.” Butler, a brown belt (“ Judo doesn’t give black belts to kids, ” Norton explains; “you have to be at least 16” ) who has been in judo for more than five years, started the sport because at the time, Arkansas high schools didn’t offer wrestling. Now that they do, “I’m doing both,” he says. He frequently dashes from wrestling practice at school to Norton’s Champions Martial Arts Academy on South University Avenue in Little Rock.
The first thing he noticed in Tokyo, Butler says, was that “you just walk down the streets and find dojos full of black belts.”
At first, Butler says, they were competing against advanced Japanese students who, as Brandon observed, kicked their butts. “But we beat the kids in average dojos pretty bad.”
Russian-born Boureiko got into judo a little later than Brandon, about 2 1 / 2 years ago, and already Boureiko has his brown belt. “I wanted to become stronger,” he explains.
What he got out of the trip to Japan, he says, was the chance to see how different people had different ways of fighting.
“Their techniques are basically perfect,” he says.
Smith, who is majoring in physics and mathematics on a full academic scholarship at UCA, says Norton, his history teacher at Horace Mann Magnet Middle School, got him into judo five years ago.
“I had never been interested in any sports,” he says. Judo, he adds, has taught him “good principles as well as techniques.”
The trip to Japan showed him “a connected-ness to other people, how they do things, and insight into how to perfect something.”
Brandon says he became interested in martial arts when he was 6 or 7 and started with karate, “but I didn’t like it that much.” Judo, he says, keeps him in better physical shape “and I enjoy it more.”
He’s also a two-sport athlete; he runs cross country “to help me get into better condition.” Brandon has already earned his purple belt. Norton says one of the reasons he had a tough time early on in Japan was that he had to compete against older students. “The Japanese senseis [judo masters ] spoke very highly of him,” Norton says. The youngster has already placed highly in three national competitions in the 12-yearold bracket and taken silver medals in international events, Norton says. “He has as much talent as any athlete I ever had, plus something a lot of athletes don’t have — heart and passion.”
CHAMPIONS’ CHAMPIONS Norton should know talent. “I’ve had five in the Olympic trials before and I’ve have a few hundred national champions,” he says. “I haven’t quite made it past that to the Olympics yet.” However, Scott Jones, one of his students, now a coach, a first-degree black belt, just earned a place on the U. S. Paralympics team — he’s partially blind — that will go to the Beijing Olympics in 2008. Champions is a nonprofit establishment; Norton and his coaches aren’t paid, and the studio is, he acknowledges, struggling a bit financially. Nancy Butler, Aaron’s mother, notes the studio has been holding yard sales and other fund-raisers to help keep it afloat.
Norton says at least two of the four students he took to Japan — he wouldn’t name names on the record (“ I don’t want them to think I don’t care about the other ones, ” he says ) — got something extra out of the trip.
“Two of those four boys train with a lot of passion. They’re just very determined and very passionate about what they do,” he says.
“They’re all a lot more spirited and passionate [now ]. They train harder. It has made a good impression on them. I think it has changed their lives.”
FONTE: Arkansas Democrat Gazette - AR, USA

Tani wins seventh world title at judo championships in Brazil


Tani wins seventh world title at judo championships in Brazil
The Associated Press
Published: September 17, 2007
RIO DE JANEIRO, Brazil: Two-time Olympic champion Ryoko Tani of Japan defeated Cuba's Yanet Bermoy on Sunday in the under 48-kilo class at the judo championships to win her seventh world title.
Tani, the gold medalist in the last two Olympic Games, beat Bermoy on the last day of competition. She also took the gold in that class at the 2005 world championships in Egypt.
Japan won another gold in the women's open class with Olympic champion Maki Tsukada, who defeated Lucija Polauder of Slovakia in the final.
Yasuyuki Muneta beat Jury Rybak of Belarus to win the men's open class and give Japan its third gold of the tournament. Brazil was the only other country with three gold medals after four days of competition.
In the men's under 60-kilo class, Ruben Houkes of the Netherlands beat Georgia's Nestor Khergiani, a silver medalist in the Athens Olympics.

FONTE: International Herald Tribune - France