
A disputa do Campeonato Pan-americano de Judô em Buenos Aires, Argentina, é o começo da caminhada das seleções brasileiras na briga pelas vagas para os Jogos Olímpicos de Pequim-2008. O torneio, que começa nesta quinta-feira, é o primeiro a pontuar para o ranking olímpico.
Pelas regras de classificação, terão vaga na China os três países mais bem colocados de cada categoria no feminino e os seis melhores no masculino. Além do Pan na Argentina, outras três competições valerão pontos para o ranqueamento: os Jogos Pan-americanos do Rio-2007, o Campeonato Pan-americano da modalidade em 2008 e o torneio de ranqueamento no mesmo ano.
A pontuação é válida por categoria de peso. Ou seja, ainda que um determinado judoca conquiste todos os pontos necessários para levar o país aos Jogos de 2008, isso não significa que a vaga na seleção seja dele. Para isso, ele precisará enfrentar a seletiva olímpica.
Mas estar na seleção brasileira no momento também não é garantia de continuar no páreo para os Jogos de Pequim. Isso porque o judô trabalha com mini-ciclos de preparação dentro de uma programação maior. Na prática, a cada ano os atletas enfrentam uma seletiva para participar dos campeonatos principais do calendário.
Este ano, no masculino, por exemplo, o ponto alto da programação será o Mundial por Equipes, em setembro, na França. Depois disso, em dezembro, os judocas nacionais voltam para o tatame para brigar por uma vaga na seleção que participará do Pan no Rio. Para este torneio, a equipe será definida com quatro meses de antecedência.
“A gente também trabalha com um ciclo tendo como meta final um Mundial ou uma Olimpíada. Agora estamos focados no Pan de 2007”, explica o técnico Luiz Shinohara para quem estes mini-ciclos são uma forma de estimular os atletas.
Podem participar das seletivas para o time principal, os atletas das seleções de base e os das equipes A e B da principal. Também se classificam os campeões brasileiro e do Troféu Brasil. “É importante deixar o canal de entrada, porque abre um leque grande para o judoca almejar estar na seleção”, completa o treinador.
Pelas regras de classificação, terão vaga na China os três países mais bem colocados de cada categoria no feminino e os seis melhores no masculino. Além do Pan na Argentina, outras três competições valerão pontos para o ranqueamento: os Jogos Pan-americanos do Rio-2007, o Campeonato Pan-americano da modalidade em 2008 e o torneio de ranqueamento no mesmo ano.
A pontuação é válida por categoria de peso. Ou seja, ainda que um determinado judoca conquiste todos os pontos necessários para levar o país aos Jogos de 2008, isso não significa que a vaga na seleção seja dele. Para isso, ele precisará enfrentar a seletiva olímpica.
Mas estar na seleção brasileira no momento também não é garantia de continuar no páreo para os Jogos de Pequim. Isso porque o judô trabalha com mini-ciclos de preparação dentro de uma programação maior. Na prática, a cada ano os atletas enfrentam uma seletiva para participar dos campeonatos principais do calendário.
Este ano, no masculino, por exemplo, o ponto alto da programação será o Mundial por Equipes, em setembro, na França. Depois disso, em dezembro, os judocas nacionais voltam para o tatame para brigar por uma vaga na seleção que participará do Pan no Rio. Para este torneio, a equipe será definida com quatro meses de antecedência.
“A gente também trabalha com um ciclo tendo como meta final um Mundial ou uma Olimpíada. Agora estamos focados no Pan de 2007”, explica o técnico Luiz Shinohara para quem estes mini-ciclos são uma forma de estimular os atletas.
Podem participar das seletivas para o time principal, os atletas das seleções de base e os das equipes A e B da principal. Também se classificam os campeões brasileiro e do Troféu Brasil. “É importante deixar o canal de entrada, porque abre um leque grande para o judoca almejar estar na seleção”, completa o treinador.
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