Brasileiros encaram nova realidade no MundialAgência Estado - AE
Passada a euforia dos Jogos Pan-Americanos do Rio, quando a equipe brasileira de judô conquistou 13 medalhas em 14 categorias, os judocas do Brasil já colocaram os pés no chão e estão focados no próximo desafio: o Campeonato Mundial, de 13 a 16 de setembro, também no Rio, em que os cinco primeiros colocados de cada categoria classificam seu país automaticamente para a Olimpíada de Pequim/2008. "Todos ficamos muito felizes com o resultado do Brasil no Pan, mas é irreal pensar que vamos conquistar medalhas em todas as sete categorias, como a equipe feminina fez no Pan", avisou Danielle Zangrando, que faturou o ouro do peso leve nos Jogos do Rio. A judoca, aliás, está em uma das categorias mais complicadas do Mundial. "Já vi que tem mais de 50 atletas inscritas. Mas a dimensão entre Mundial e Pan é muito diferente. Para o Pan eu precisava estudar algumas adversárias. Agora terei de estudar muitas outras: a coreana, a espanhola, a francesa, a holandesa", admitiu Danielle Zangrando. Érika Miranda, que a prata na categoria meio-leve do Pan do Rio, quer entrar como zebra no Mundial. "Eu sou muito ansiosa e estou tentando me manter tranqüila. Como sou marinheira de primeira viagem, acho que pouca gente me conhece, o que é bom, porque eu posso surpreender as adversárias", afirmou a judoca brasileira de 21 anos. "Quando menos me notarem, melhor." Carlos Honorato está em uma situação diferente: não disputou o Pan, mas voltou para a equipe brasileira no Mundial. "Enquanto o pessoal competia no Rio, eu fiquei treinando. Depois todo mundo precisava de uns dias de folga e eu não", explicou o judoca dos médios.
FONTE:Cosmo Online - Campinas, SP, Brazil
FONTE:Cosmo Online - Campinas, SP, Brazil
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