
FUGITIVA DO MEDO
Maria de Fatima Delfina de Moraes
Cansada do cárcere, revolto-me.
Entre a fúria e angústia
pela coragem esquecida num canto da alma
liberto-me dos grilhões que me acorrentam.
Peito aberto, sigo em frente . . .
Sou águia desperta.
Vou ao encontro do teu corpo.
O medo do que eu possa encontrar
ao me permitir estar em teus braços
já não pode ser mais forte que o desejo.
E de espírito livre, confesso:
Quero sim, o teu abraço!
Quero o sabor do teu beijo!
Maria de Fatima Delfina de Moraes
Cansada do cárcere, revolto-me.
Entre a fúria e angústia
pela coragem esquecida num canto da alma
liberto-me dos grilhões que me acorrentam.
Peito aberto, sigo em frente . . .
Sou águia desperta.
Vou ao encontro do teu corpo.
O medo do que eu possa encontrar
ao me permitir estar em teus braços
já não pode ser mais forte que o desejo.
E de espírito livre, confesso:
Quero sim, o teu abraço!
Quero o sabor do teu beijo!
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