segunda-feira, agosto 13, 2007

ALONGA OS BRAÇOS - Anderson de Araújo Horta


Anderson de Araújo Horta
Alonga os braços
Alonga os braços e

apanha
as coisas mais
distantes
e mais estranhas

Fora da intimidade de
seus dedos
nada fica
(Amor e ódio)

Nem vasos quebrados
nem berços vazios
nem reis ou mendigos
nem cães vadios.

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