QUANDO TU VENS . . .
Maria de Fatima Delfina de Moraes – RJ, 11/07/2006
Quando tu vens, desarrumando tudo,
sou impotente, faço-me inerte.
Anseio por teu perfume em meu corpo.
O teu gosto em minha boca.
O teu toque em minha pele alva,
agora rubra, clamando por teu amor.
O teu amor me invade, faz-me indefesa.
Rendo-me aos teus encantos.
Por teu amor,
deponho as armas, entrego-me . . .
Por teu amor,
refaço o jogo,
quero te seduzir !
E te absolvo.
Vou induzir-te a retornar à minha cama.
Vem ! Faça-se mulher em total entrega.
Ama-me ! Quero ser tua.
Deixa-me ficar aqui,
em teus braços,
indefesa e nua.
Maria de Fatima Delfina de Moraes – RJ, 11/07/2006
Quando tu vens, desarrumando tudo,
sou impotente, faço-me inerte.
Anseio por teu perfume em meu corpo.
O teu gosto em minha boca.
O teu toque em minha pele alva,
agora rubra, clamando por teu amor.
O teu amor me invade, faz-me indefesa.
Rendo-me aos teus encantos.
Por teu amor,
deponho as armas, entrego-me . . .
Por teu amor,
refaço o jogo,
quero te seduzir !
E te absolvo.
Vou induzir-te a retornar à minha cama.
Vem ! Faça-se mulher em total entrega.
Ama-me ! Quero ser tua.
Deixa-me ficar aqui,
em teus braços,
indefesa e nua.
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