
Para falar de Amor . . .
Maria de Fatima Delfina de Moraes – RJ, 12/07/2006
É só observar o nosso quarto.
Há robes de seda pelo chão.
Dois corpos na cama,
repouso e calma,
ainda em letargia.
Doce preguiça no corpo
e infinita alegria na alma.
No ar, o perfume das rosas,
que ontem à noite me destes.
Ainda ouço
o tilintar das taças de champanhe,
e o suave respingar de gotas
com o doce aroma das maçãs.
É cedo ainda . . .
Abro as janelas
para que o sol nos beije,
mas o calor que sinto na pele
é fruto do nosso amor.
Maria de Fatima Delfina de Moraes – RJ, 12/07/2006
É só observar o nosso quarto.
Há robes de seda pelo chão.
Dois corpos na cama,
repouso e calma,
ainda em letargia.
Doce preguiça no corpo
e infinita alegria na alma.
No ar, o perfume das rosas,
que ontem à noite me destes.
Ainda ouço
o tilintar das taças de champanhe,
e o suave respingar de gotas
com o doce aroma das maçãs.
É cedo ainda . . .
Abro as janelas
para que o sol nos beije,
mas o calor que sinto na pele
é fruto do nosso amor.
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