
Questão
Maria de Fatima Delfina de Moraes
Que emoção é esta a roubar-me os sentidos ?
Que vontade é esta de querer voar e acreditar em sonhos ?
E ainda sem entender o que se passa,
deponho as armas, entrego-me,
declaro-me.
Verdade ou Desatino ?
Se tenho ciúmes, não é loucura.
Se não tenho, não é descaso.
Se te quero a meu lado, não é prisão.
Se não te exijo perto, não é capricho.
Se peço apoio e não quero escora,
não é abandono, é desapego.
Quero apenas partilhar bons momentos.
Falar do que na vida encanta.
Partilhar a companhia é aconchego,
cumplicidade... carinho ...
compreensão ... verdade ...
E feliz descubro,
não ser loucura ou desatino esta questão.
Descobri o teu amor e com ele,
aos poucos, cresci.
Cresci,
e entre passos errantes ou certos,
me encontrei.
E juro! Juro mesmo, meu amor...
Hoje, não lamento nada que vivi.
Descobri que não devo sofrer
pelo que não cativei,
o que não vi, não vivi,
não plantei, não semeei,
ou não colhi.
E foi por não buscar a insensatez da perfeição,
que me descobri, e cresci.
Cresci por amor e por amar.
Não é loucura ou desatino esta paixão.
É tão somente amar !
É viver !
Viver o amor que vem do coração.
Maria de Fatima Delfina de Moraes
Que emoção é esta a roubar-me os sentidos ?
Que vontade é esta de querer voar e acreditar em sonhos ?
E ainda sem entender o que se passa,
deponho as armas, entrego-me,
declaro-me.
Verdade ou Desatino ?
Se tenho ciúmes, não é loucura.
Se não tenho, não é descaso.
Se te quero a meu lado, não é prisão.
Se não te exijo perto, não é capricho.
Se peço apoio e não quero escora,
não é abandono, é desapego.
Quero apenas partilhar bons momentos.
Falar do que na vida encanta.
Partilhar a companhia é aconchego,
cumplicidade... carinho ...
compreensão ... verdade ...
E feliz descubro,
não ser loucura ou desatino esta questão.
Descobri o teu amor e com ele,
aos poucos, cresci.
Cresci,
e entre passos errantes ou certos,
me encontrei.
E juro! Juro mesmo, meu amor...
Hoje, não lamento nada que vivi.
Descobri que não devo sofrer
pelo que não cativei,
o que não vi, não vivi,
não plantei, não semeei,
ou não colhi.
E foi por não buscar a insensatez da perfeição,
que me descobri, e cresci.
Cresci por amor e por amar.
Não é loucura ou desatino esta paixão.
É tão somente amar !
É viver !
Viver o amor que vem do coração.
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