sexta-feira, julho 17, 2009

Portugal conforma-se com a "prata" no judo


14/07/2009

JUDO
II Jogos da Lusofonia
Portugal conforma-se com a "prata" no judo
Os judocas portugueses tiveram hoje de conformar-se com a medalha de prata nos II Jogos da Lusofonia, depois de terem deixado os representantes do Brasil levar a melhor em cinco categorias.

Diogo Couto (-73kg), Leandra Freitas (-48kg), Marta Santos (-52kg) e Joana Cesário (-57kg e -60kg) não conseguiram superar as adversidades colocadas pelos oponentes brasileiros, tendo o Brasil assumido assim a lista de medalhas conseguidas na competição.

O pais sul-americano soma agora 53 medalhas (22 de ouro, 15 de prata e 16 de bronze) ao passo que Portugal tem 47 troféus (18, 22 e 7, respectivamente), sendo que ambos os países têm-se sobressaído no evento uma vez que o Sri Lanka, terceiro posicionado, tem apenas uma medalha de ouro e três de bronze.

Guiné-Bissau, Guiné Equatorial e Timor-Leste ainda não conseguiram nenhuma medalha na presente edição dos Jogos da Lusofonia.Já no Basquetebol, a selecção portuguesa teve um dia muito produtivo visto que bateu Angola por 81-72, com a selecção feminina a bater a congénere moçambicana por 71-62.

FONTE (foto incluída): de Bits

Congresso internacional sobre Allan Poe recebe inscrições de trabalhos até 15 de agosto


Congresso internacional sobre Allan Poe recebe inscrições de trabalhos até 15 de agostoterça-feira, 14 de julho de 2009, às 12h44

O congresso internacional Para Sempre Poe, que vai comemorar na UFMG 200 anos de nascimento do escritor Edgar Allan Poe, teve o período de inscrições de trabalhos prorrogado até 15 de agosto. O evento vai acontecer entre 20 e 23 de setembro, na Faculdade de Letras (Fale). A promoção é do programa de pós-graduação em Estudos Literários.
O congresso terá a presença de especialistas da América Latina e Estados Unidos. No programa, palestras, apresentações de trabalhos, mesas-redondas, exibição de filmes e debates. Além de homenagear Allan Poe, o congresso pretende refletir sobre sua importância na literatura e nas artes, avaliando a relação entre o medo e a literatura, os delitos e as estratégias de enunciação, o lirismo e todas as formas de poder, a falta, a culpa e a condição humana.
Informações e a ficha de inscrição estão na página do congresso. Outros esclarecimentos podem ser obtidos pelo telefone (31) 3409-6094.
Novo estiloEdgar Allan Poe (1809-1849) revolucionou a arte de escrever contos, histórias de detetive, ficção científica e fantástica, poesia lírica e histórias de terror. Suas histórias extraordinárias povoam o imaginário de leitores e escritores. O cinema também produziu inúmeros filmes baseados na obra de Poe, que redimensionam o estatuto da verdade e da ficção.

FONTE: de lcarlos@ufmg.br

'Coração Vagabundo' mostra Caetano Veloso na intimidade


'Coração Vagabundo' mostra Caetano Veloso na intimidade
No documentário, que estreia dia 24, Caetano é Caetano. Opina sobre religião, política, música, antropologia...
Marco Bezzi, do Jornal da Tarde

SÃO PAULO - A câmera foca Paula Lavigne. A produtora e ex de Caetano chama o diretor Fernando Grostein Andrade para espreitar o banheiro no final do corredor. Lá dentro, Caetano Veloso faz a barba nu. O início de Coração Vagabundo é a síntese do que o jovem diretor de 28 anos quis passar no longa de pouco mais de 50 minutos.

A intimidade de Caetano durante a turnê do álbum A Foreign Sounds foi captada entre 2003 e 2005. Durante o período, o cantor se separou de Paula, participou do filme do cineasta espanhol Pedro Almodóvar (Fale com Ela), cantou nos Estados Unidos, no Japão.

Diretor e artista receberam a imprensa na noite de anteontem para falar do filme, que estreia no próximo dia 24. "Não tive a intenção de fazer um longa biográfico para definir o artista. Isso seria impossível", diz Andrade, que é meio irmão do apresentador Luciano Huck. "Quis fazer apenas uma viagem, um recorte sobre um período da vida do Caetano."

No documentário, Caetano é Caetano. Opina sobre tudo: religião, política, música, antropologia... Os cortes giram em torno das opiniões do músico colhidas pelo diretor em mais de 56 horas de filmagem. Caetano defende: "Um amigo meu assistiu ao filme e o achou muito superficial. Eu não achei. É feito de um jeito despretensioso, mas não é superficial. Eu fico um pouco envergonhado de falar tanto, mas mesmo eu consegui acompanhar sem desagrado, com interesse. A escolha das coisas que eu disse me pareceram boas. Acho que fomos longe, para algo que não era para ser nada", explica.

Antes de transformar as imagens em um filme produzido por Paula Lavigne, a intenção do diretor era fazer um making of da turnê do álbum de clássicos do cancioneiro americano ou um DVD com um concerto ao vivo. "Quanto mais ficávamos longe do Brasil, mais o Caetano falava de suas raízes", justifica Andrade.

Em Nova York, o cantor se prepara para cantar no Carnegie Hall junto a David Byrne (ex-Talking Heads). Ele relata a dificuldade que teve ao falar a um programa de televisão. "Parecia um subdesenvolvido, com um inglês arrastado. Não me senti nada bem."

O cantor ainda discorre sobre a influência americana na música mundial e contesta uma entrevista de Hermeto Pascoal, que chamou Caetano de "musiquinho" e disse que a música brasileira é mais importante do que a americana. Na coletiva, Caetano completou: "A vida é assim. A própria obra do Hermeto justifica o fato de eu falar que a música americana é a mais importante do século 20. O poderio econômico é só mais uma peça da dominação."Nos camarins, após o show no Carnegie Hall, Caetano recebe a übber model Gisele Bündchen e se encanta. "Me dá o telefone da Gisele, Paula", pede à esposa, que nega. Durante a coletiva, o repórter do CQC Rafael Cortez pergunta ironicamente se essa negativa foi a gota d’água para o fim do relacionamento. "Não", fala Caetano, monossilábico.

No Japão, o cantor se aproxima de um penhasco e começa a relatar que sua vida pessoal o deixa triste. O fim do casamento com Paula Lavigne é a resposta. No país, Caetano encontra fãs seus em monastérios budistas. "Likes Colação Vaabundo (sic)", diz um monge. "Nossa!", se assusta Caetano. "Eu também gosto."

Em certo momento, o cantor fala que não gostaria de morar fora do Brasil, mas, caso tivesse de se mudar, moraria ou em Nova York ou em Madrid. Almodóvar dá seu depoimento. Fala que Paula é uma inspiração para seus personagens. "Ela é forte, exuberante, decidida", diz o cineasta. Michelangelo Antonioni é outro que dá as caras no documentário.

Perguntado sobre a participação ativa da ex-mulher no longa, Caetano fala: "É perfeitamente coerente com a história desse filme que a Paula seja a primeira pessoa a aparecer na tela. Ela que veio com a proposta de convidar o Fernando para tocar o projeto. Tinha assistido a um curta-metragem dele chamado De Morango. A Paula tá bonita, tá bem", reflete Caetano, enquanto Paula olha por trás dos jornalistas. "Concordo plenamente com o Caetano. E achei que ela poderia censurar a primeira cena, mas foi muito pelo contrário. Me disse: ‘Você cortou a melhor parte!’", finaliza o diretor.

FONTE (foto incluída): Estadão - São Paulo,SP,Brazil

A metrópole das histórias em quadrinhos


Quinta, 16 de julho de 2009, 08h11
A metrópole das histórias em quadrinhos
Claudio Martini

De Campinas (SP)

Pouco mais de duas semanas após a abertura do Museu Hergé, na Bélgica, é a vez da França tomar a palavra, com a abertura da Cité Internationale de la Bande Dessinée et de l'Image (Cidade Internacional da História em Quadrinhos e da Imagem), dia 20 de junho, em Angoulême, no sudoeste da França. Angoulême que já sedia o mais importante festival cultural das HQs do mundo, agora definitivamente sobe ao pódio como centro internacional dos quadrinhos com a abertura desta cidade que engloba um museu, uma biblioteca patrimonial (associada à Biblioteca Nacional da França e para onde serão encaminhados todos os exemplares de depósito legal), uma biblioteca pública, uma residência para autores, uma livraria com cerca de 40.000 títulos de HQ, um centro multimídia, duas salas dedicadas ao cinema de arte e experimental, espaço de consulta a Internet e um restaurante.
Unindo-se aos edifícios já existentes - o antigo CNBDI, sede das exposições mais importantes e dos encontros com autores feitos durante os eventos realizados até o início deste ano; e a Maison des Auteurs, que abriga autores para que possam desenvolver seu trabalho em temporadas como artistas residentes - um antigo entreposto de vinhos foi totalmente reformado para acolher a Cité, e é ligado aos outros edifícios por uma passarela sobre o rio Charente que serpenteia pela cidade.
Como a maior parte do acervo do museu é composto pelos 8.000 originais em papel, estes precisam estar em constante rodízio, para que não sejam afetados pela exposição à luz. A cada quatro meses uma nova seleção de pranchas será mostrada ao público, para depois ficarem guardadas por três anos. Isso significa nove exposições diferentes durante os próximos anos, sem contar as novas aquisições.
O museu está dividido em quatro seções:História da HQ - Com obras desde Rodolph Töpffer, da primeira metade do século XIX, até as atuais. Com ênfase na produção franco-belga, mas destacando também os comics norte-americanos, a HQ underground e a invasão dos mangás.
Técnicas de Criação - Roteiro, esboços, pesquisa de personagens, desenhos a lápis, finalização com tinta nanquim, colorização e criação direta no computador; com as particularidades de cada autor e cada época.
Estética dos Quadrinhos - Os mestres, as influências e as tendências em pranchas originais. Aqui será exposto o melhor do acervo do museu.
Exposições Temáticas - Dedicadas aos autores atuais, movimentos e escolas da França e do Mundo.
Todo este acervo estará enriquecido com audiovisuais, entrevistas com autores e filmes de animação.
Apesar da distância, os brasileiros também poderão usufruir um pouquinho do museu sem precisar ir até a França. O site da Cité é bastante extenso e complexo (basta abrir a página do Mapa do Site para comprovar) e estará sempre apresentando novidades. O site http://www.citebd.org/ apresenta um layout bastante tradicional e é claro que exige um certo conhecimento de francês. Mas vale o esforço de explorar e descobrir, por exemplo, a Prancha da Semana: uma página que podemos examinar detalhadamente com o zoom e que será atualizada periodicamente. Ou ainda as Aventuras do Monsieur Talbot, que em páginas desenhadas por nomes como Lewis Trondheim ou François Ayroles, mostra com humor o dia de trabalho de um arquivista do Museu de HQ.

Além disso, é possível se inscrever para receber a Newsletter que, como o site, traz uma extensa lista de informações sobre o mundo dos quadrinhos.
Também está prometido para breve a abertura livraria virtual do museu. Com certeza esta será uma das maiores livrarias da Internet dedicada aos quadrinhos, permitindo a todos com um cartão de crédito internacional e coragem para fazer compras em Euro o acesso a obras de referência, novidades e clássicos dos quadrinhos de todo o mundo e também uma seleção de DVDs de filmes de animação.
Boa visita a todos à nova capital mundial das HQs.
Claudio Roberto Martini é designer gráfico e publisher da editora de HQs Zarabatana Books

Fale com Claudio Martini: mailto:claudio.martini@terra.com.br

FONTE: Terra Magazine - São Paulo,SP,Brazil

Crepúsculo vira quadrinhos


16/07/2009 - 10:51
Crepúsculo vira quadrinhos

Você não achou que só os livros originais e os filmes da série Crepúsculo são suficientes, né? A próxima surpresa para os fãs da saga será uma versão em quadrinhos da história. Segundo a revista "Entertainment Weekly", o coreano Young Kim é o responsável pela adaptação do livro ao estilo mangá, mas Sthephanie Meyer está acompanhando todo o projeto de pertinho. O material ainda não tem data de lançamento. Enquanto isso, ainda esperamos nervosos a chegada do filme de Lua Nova. A estreia está programada para 20 de novembro. Tá bom ou quer mais? O que será que Crepúsculo ainda promete?


FONTE (imagem incluída): Zero Hora - Porto Alegre,RS,Brazil

terça-feira, julho 14, 2009

“La poesía que se edita no es la mejor, sino la que conviene”


SANLÚCAR/ CULTURA
“La poesía que se edita no es la mejor, sino la que conviene”

13/07 · 11:20 · Lola Rodríguez

—No es la primera vez que usted gana un premio, ¿qué tiene de especial éste?

—Lo principal es que te da la posibilidad de publicar un libro más, porque el panorama, al menos poético, si no te presentas a certámenes es prácticamente imposible publicar. Así que no es sólo un premio más, sino que a través de la editorial Pretextos, que es bastante importante, tendré la oportunidad de sacar otro libro.

—¿Por qué la poesía se ha convertido en un género para minorías?

—En los últimos tiempos, desde hace mucho, la poesía está en un segundo plano literario. La novela, el cuento, abarcan un abanico mucho más amplio de lectores. Pero la poesía no suele gustar por varias razones: en primer lugar porque no existe costumbre de leer poesía; en segundo lugar porque la poesía de hoy en día es la que viene de ciertos grupos concretos, con intereses muy particulares. Y por tanto, la poesía que se edita no es la mejor, sino la que conviene a las miradas de ciertos grupos.

—Dicen de usted que es un poeta al margen de modas y grupos...

—Posiblemente. No escribo poesía guiado por los gustos estéticos del momento, siempre he estado al margen de las modas. Y tampoco me gustan los grupos, detesto el gregarismo.

—¿Busca conscientemente la adecuación entre el contenido y la forma?

—Conscientemente no creo que ningún escritor se esfuerce en eso, sino que sale directamente con la forma que tengas de expresarte. De todos modos pienso que la poesía digna ha de tener una relación muy estrecha entre el fondo y la forma. No podemos emplear para un tema jocoso o afectivo versos solemnes, del mismo modo que no podemos tratar un tema solemne con versos saltarines.

—¿Qué ha pasado en España para que la poesía deje de ser algo popular?

—En España, la poesía popular está denostada. Hoy muy poca gente escribe y no existe el mismo interés que hace 50 o 60 años. También es muy complicado atraverse, porque después de la obra de Lorca, que fue un genio, todo podría parecer una imitación. Tampoco está de moda la copla, que tiene un componente bastante importante de poesía popular.

—¿Es Sanlúcar una fuente de inspiración para usted?

—Para nada. Me gustaría que Sanlúcar fuera otra cosa, pero deja mucho que desear. Creo que desde los tiempos de Cervantes hasta ahora ha evolucionado poco en lo que a cultura se refiere. Y es una pena porque se encuentra en un entorno fantástico, privilegiado, pero la gente debería cambiar un poco.

—¿Y las nuevas generaciones, dan esperanzas de cambio?

—Bueno, yo creo que las cosas van a cambiar, pero a peor. Para saber qué va a ser de la sociedad del futuro sólo hay que fijarse en la juventud. Hoy en día, la mayoría sólo está interesada en el hedonismo, en los placeres, en conseguir todo lo que quieren, con muy poco esfuerzo No les interesa la formación, ni estudiar, ni la cultura... como lo tienen tan fácil. El problema llegará cuando eso se les acabe, y no estén formados como individuos. Y no me refiero al ámbito académico, sino al personal.

—¿Pero entonces las cosas no van a cambiar?

—No tengo ni idea. Todo dependerá de los dirigentes que tengamos. Porque si a la gente se le educa en la música, la literatura, la sensibilidad por el arte... Pero si se educa en el pelotazo, en el sablazo, en lo fácil, en que lo importante es el dinero... evidentemente las cosas no cambiarán. Nada más hay que escuchar la pseudomúsica que se está haciendo en los últimos años, las letras pasivas, facilonas...

—¿Y para cuándo el próximo libro?

—Pues para cuando quieran preciarme. Ahora acabo de terminar uno, un poemario, y está guardado en el cajón. Lo enviaré a algún certamen, porque en las editoriales, como te dije, es muy difícil, y yo no tengo posibilidad de conocer gente...

FONTE (foto incluída): Andalucía Información - Jerez de la Frontera,Andalucía,Spain

Orihuela rinde un homenaje al escritor argentino Alejandro Guillermo Roemmers


Orihuela rinde un homenaje al escritor argentino Alejandro Guillermo Roemmers

La ciudad de Orihuela acogerá mañana un homenaje a la trayectoria poética del escritor argentino Alejandro Guillermo Roemmers, en un acto organizado conjuntamente por la Asociación Universitaria Oriol, que preside Ángel Castejón, y la Fundación Cultural Miguel Hernández.
El acto, que se celebrará a las 19.30 horas en el Casino Orcelitano, contará con la presencia de otros escritores argentinos, como Roberto Alifano, Antonio Requeni y Jorge Aulicino, según han informado hoy fuentes de la Fundación Cultural Miguel Hernández.
También participará, con un recital poético, la Asociación Cultural Auralaria, integrada por, entre otras personas, los profesores Álvaro Giménez y Luisa Pastor.
En mayo del pasado año tuvo lugar el primer acto en Orihuela en el que intervinieron Roemmers, Alifano, Requeni y Manuel Francisco Reina.
El convocado para mañana pretende intensificar las relaciones culturales entre Orihuela y Argentina, en el marco de la preparación de diversas actividades conmemorativas del centenario hernandiano en el país americano.
Alejandro Guillermo Roemmers, nacido en Buenos Aires en 1958, escribió desde niño y ha publicado diversos libros de poesía.
En 2005 se publicó una amplia antología poética suya en España y un año después ganó el prestigioso Premio Cultura Viva en la modalidad de poesía, lo que le convirtió en el primer autor latinoamericano en conseguir ese galardón.
Además, su libro "Como la arena" recibió en España el Premio Internacional Rubén Darío en 2006.
En la actualidad es presidente honorario de la Asociación Americana de Poesía, vicepresidente de la Fundación Argentina para la Poesía y miembro del Real Instituto de Cultura de México y de la Universidad Nacional de los Andes, entre otras instituciones.
El acto de mañana pretende rendir, desde la Fundación hernandiana, un reconocimiento a Roemmers por su contribución a la poesía, en la que la superación personal y la incesante búsqueda de la belleza profunda en un mundo imperfecto son las dos principales constantes en su producción literaria.
También se valora su decisivo apoyo a las diversas manifestaciones culturales de su país, con la intención de estrechar lazos con España, como en el caso del centenario del nacimiento de Miguel Hernández, tan unido al país sudamericano por su mensaje poético y su ejemplo de coherencia.

FONTE: ADN.es - Barcelona,Cataluña,Spain
http://www.adn.es/

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El IV Recital de Poesía de Olivenza rinde homenaje a Juan Manuel Robles


El IV Recital de Poesía de Olivenza rinde homenaje a Juan Manuel Robles

María Guillerma Núñez, vecina y compañera de Juan Manuel Robles ha sido la impulsora de este homenaje, además los poeta oliventinos Luis Núñez y Juan “Caravaca” estarán presentes en el acto
13/07/2009
El 31 de julio se celebrará en el Espacio para la Creación Joven de Olivenza, el IV Recital de Poesía homenajeando a Juan Manuel Robles, ex secretario general del Partido Comunista de Extremadura fallecido hace tres años.
Robles había concluido una novela, aún no editada, sobre la añoranza del campesinado extremeño por la reforma agraria, y que ahora sus compañeros de partido esperan que vea la luz como homenaje póstumo.
La que fue su vecina y compañera de partido, María Guillerma Núñez, le rinde homenaje con este recital de poesía, compartiendo sus ideales por la libertad y la democracia. Luís Núñez y Juan "Cavaca", poetas oliventinos intervienen como colaboradores en el recital.

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Biografía de Juan Manuel Robles

Nacido en Olivenza, era maestro de escuelas y ejercía en los últimos tiempos en el instituto de su localidad natal. Aparte de su vocación pedagógica era amante de la poesía. Así, en los últimos años del régimen franquista, junto con poetas y cantautores extremeños, solía intervenir en lo que se llamaron "Recitales de poesía y canción extremeñas", que tenían por objeto movilizar al pueblo extremeño contra la dictadura, por la libertad y la democracia.
Otra de sus grandes pasiones fue la lucha por los sectores más desfavorecidos de la sociedad. La revolución del 25 de abril portuguesa la vivió con apasionamiento y le sirvió para meterse de lleno en la lucha contra el franquismo. En el año 1974 se afilió al Partido Comunista y, desde entonces, fue un "incansable militante de las ideas emancipatorias", especialmente en la comarca oliventina.
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FONTE: Región Digital - Badajoz,Extremadura,Spain

Poesía voz y mano del pueblo


Poesía voz y mano del pueblo
E.Andradas 13-7-2009 60 lecturas
www.kaosenlared.net/noticia/poesia-voz-y-mano-del-pueblo

Poesía para el minero de pica y vagoneta, para el campesino de cebada y hambre de surco, para el obrero de manos de maquina y huelga, para el marinero que derriba las olas con su barco, para el miliciano que trabaja la trinchera de fusil, para la mujer que suda su pañuelo y su frente de tierra, para el prófugo de dictadura, para el soldado que tapa su cañón de clavel y paz, para el pueblo que tiene de apellido al viento.
Poesía contra, el carcelero que echa candado a la libertad, para el general de pelotón y tiro de gracia, para el noble de trono y reverencia, para la ley que impida amar, para el campo que no deje hundir en el, el sol y la lluvia, para el censor de besos de cine , para el escritor de cóctel y gala.
http://elleteoenverso.blogspot.com/

apud: kaosenlared.net - Barcelona,Cataluña,Spain (imagem incluída)

Eduardo Milán expone ''La poesía latinoamericana''


Eduardo Milán expone ''La poesía latinoamericana''

La conferencia magistral se llevará a cabo el próximo viernes 17 de julio a las 20:00 horas en el Auditorio de la Casa de la Cultura Jalisciense
GUADALAJARA, JALISCO.- La conferencia magistral “La poesía latinoamericana”, la cual sustentará el destacado poeta y ensayista Eduardo Milán, se llevará a cabo el próximo viernes 17 de julio a las 20:00 horas en el Auditorio de la Casa de la Cultura Jalisciense, ubicada en Av. Constituyentes Nº 21, esquina 16 de septiembre en el Centro Histórico de Guadalajara.

Eduardo Milán nació en Rivera, Uruguay, en 1952. Desde 1979 reside en México, una vez que abandona su país natal para alejarse de la persecución política de los regímenes militares que gobernaron Uruguay entre 1972 y 1985.

Ha publicado una docena de libros de poesía: “Estación, estaciones” (Banda Oriental, Montevideo, 1975); “Cuatro poemas” (1990); “Errar” (El Tucán de Virginia, México 1993); “La vida mantis” (El Tucán de Virginia, México, 1993); ”Nivel medio verdadero de las aguas que se besan” (Ave del paraíso, Madrid 1994); “Algo bello que nosotros conservamos” (Vitoria, México, 1995); “Circa 1994” (Práctica mortal, México, 1996); “Alegría” (Ave del paraíso, Madrid 1997); “Razón de amor y acto de fe” (Visor, Madrid, 2001); “Querencia, gracia y otros poemas” (Galaxia Gutemberg, Barcelona, 2003), y “Acción que en un momento creí gracia” (Igitur, tarragona, 2005).

Su labor como crítico literario se vincula a revistas como “Vuelta”, dirigida por Octavio Paz.Como ensayista ha publicado los libros “Una cierta mirada” (UAM, México, 1994, 2004) y “Justificación material” (FCE, México, 2004).

FONTE (foto incluída): El Informador - Guadalajara,Jalisco,Mexico

William Ospina, el poeta con alma de novelista


William Ospina, el poeta con alma de novelista
El autor colombiano presenta «El país de la canela», segunda parte de la trilogía de la novela histórica «Ursúa»

Gijón, Óscar G. CUERVOWilliam Ospina (Tolima, Colombia, 1954) no es un novelista tradicional. Sus principales obras, enfocadas hacia la poesía y el ensayo, están caracterizadas por hablar de dioses, de naturaleza, sueños, arte, filosofía, vida o muerte.

En 2005, el encanto de la prosa encandiló al poeta Ospina, decidiéndose por escribir «Ursúa», su ópera prima novelesca. Ahora, en 2009, y aprovechando la celebración de la «Semana negra», presenta la segunda parte de esta trilogía, «El país de la canela», que narra la historia de un grupo de soldados encabezados por el ficticio conquistador Cristóbal de Aguilar, cuya misión no era otra que encontrar un lugar con inmensos bosques de canela. «Pretendo reconstruir el mundo americano de hace cinco siglos. Recrear la diversidad de culturas y pueblos», destacó Ospina, quien ha tenido que bucear en «un océano de documentos surgidos a raíz de la conquista de América».

Ospina no tiene miedo a la hora de cambiar de género, admitiendo que «la poesía también permite narrar historias». Las leyes de la prosa son muy diferentes de las de otros géneros, pero la adaptación mostrada por el autor colombiano ha sido perfecta, aprovechando al máximo los recursos líricos de los que dispone, creando una narración con un lenguaje y una belleza sorprendentes. Habrá que esperar, «un máximo de dos años», para conocer el final de esta serie de aventuras. «La serpiente sin ojos», último capítulo de esta trilogía, que relatará el viaje final del conquistador navarro Pedro de Ursúa.


FONTE (foto incluída): La Nueva España - Oviedo,Asturias,Spain
http://www.lne.es/
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FOTO: William Ospina - Dani R. G.
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Muito ouro em Minas


MAIS ESPORTES
Muito ouro em Minas

O fim de semana de judô em Belo Horizonte foi dourado para os brasileiros. Na etapa mineira da Copa do Mundo, os judocas nacionais fizeram bonito e subiram ao lugar mais alto do pódio nove vezes. Em três delas, com atletas da Sogipa.

Ontem, o paulista Walter Santos, do clube porto-alegrense, aplicou o golpe perfeito – ippon – no também brasileiro Daniel Hernandes e subiu ao pódio. Seu irmão Eduardo Santos foi superado por Tiago Camilo na categoria até 90kg com um wazari. O carioca Guilherme Luna, também da Sogipa, venceu Flávio Canto no meio-médio.

No sábado, o Brasil já havia acumulado três ouros, com Denílson Lourenço (-60kg), Taciana Lima (-48kg) e Érika Miranda (-52kg). A grande surpresa do sábado foi a vitória da sogipana Taciana sobre Sarah Menezes, quarta colocada do ranking mundial na categoria até 48 kg. Mas a vitória mais emocionante veio para uma atleta da casa. A mineira Érika não conseguiu conter o choro ao derrubar a alemã Mareen Kraeh na final e certamente se lembrou da chance perdida de lutar na Olimpíada de Pequim, quando foi cortada por conta de uma lesão no joelho já na China.

– Ganhar em casa com o apoio dos familiares e amigos foi fantástico, não deu para segurar a emoção. Dedico a vitória a quem sempre me apoiou.Ao todo, foram sete ouros no masculino e dois entre as mulheres.
Os vencedores

Denilson Lourenço – -60kg
Leandro Cunha – -66kg
Leandro Guilheiro – -73kg
Guilherme Luna – -81kg
Tiago Camilo – -90kg
Luciano Correa – -100kg
Walter Santos – +100kg
Taciana Lima – -48kg
Érika Mirana – -52kg
FONTE: Zero Hora - Porto Alegre,RS,Brazil
http://zerohora.clicrbs.com.br/
FOTO: http://globoesporte.globo.com/
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Brasil domina etapa mineira (13/07)


Brasil domina etapa mineira (13/07)
Ivan Drummond - Estado de Minas
Mais uma vez, a Seleção Brasileira foi soberana na etapa mineira da Copa do Mundo de Judô, disputada no fim de semana na Arena JK. No total, 31 medalhas, sendo nove de ouro, oito de prata e 14 de bronze, muito à frente da segunda colocada, a Alemanha, com sete medalhas (três ouros, duas pratas e dois bronzes). E no último dia, os resultados serviram para deixar em dúvida os integrantes da comissão técnica do Brasil, que têm de definir até quinta-feira quais serão os 14 integrantes da delegação que vai ao Campeonato Mundial de Roterdã (Holanda), mês que vem. Com certeza, alguns resultados os deixaram em dúvida. E foi também uma competição em que brilharam duas estrelas da casa, o campeão mundial dos meio-pesados, Luciano Corrêa, novamente ouro, e a meio-leve Érika Miranda, ambos do Minas Belo Dente.
A primeira dúvida do dia foi lançada pelo campeão mundial dos meio-médios, agora competindo na médio, Tiago Camilo. Ele mudou de categoria logo depois dos Jogos de Pequim, mas só voltou a competir há três meses e os resultados são espantosos. Depois de dois terceiros lugares em duas etapas do Grand Slam, em Moscou e no Rio, ele conquistou o ouro, ontem, vencendo Eduardo Santos na final. O resultado fez com que ocorresse uma espécie de empate técnico entre os dois concorrentes à vaga no Mundial: Eduardo ainda é o primeiro no ranking da CBJ, com 348 pontos, só que Tiago, agora, tem 340.
Para Camilo, dono de duas medalhas olímpicas, uma prata e um bronze, em duas categorias diferentes, o resultado é estimulante. “É, pra mim, a confirmação de que estamos, eu e minha equipe, fazendo o trabalho certo. É um prêmio à minha dedicação e mostra que tenho de estar ainda mais focado.’ Ele só não sabe ainda se estará no Mundial, mas entende que se a vaga lhe for dada, será um grande desafio e isso, garante, é o que mais gosta.
Eduardo Santos vem há muito batalhando por uma vaga no Mundial. Estava muito próximo, mas agora se sente ameaçado. “Estou feliz porque fiz boas lutas aqui em BH, mas deixei o tatame com gosto de quero mais. É uma sensação diferente a que estou sentindo. Eu queria muito ter vencido para não deixar dúvidas. Numa coisa Tiago, Eduardo e o minastenista Huggo Pessanha, bronze em BH, concordam. O peso médio é hoje a categoria mais forte entre todas no Brasil, tanto, que existem várias opções para os treinadores, que terão de escolher entre os três para mandar ao Mundial.
A outra dúvida é nos pesos pesados. Daniel Hernandes ou Walter Santos? O segundo levou o ouro e lembra que há muito persegue essa chance. “Foi meu primeiro ouro na Copa do Mundo. Ele é muito importante e espero que me impulsione no Mundial.” Mas pesa contra ele a experiência de Hernandes. “Espero que prevaleça o critério do desempenho. Tenho um ouro em Grand Slam, no Rio.”
SUPERAÇÃO

Foi também um dia de superação, a começar por Leandro Guilheiro, ouro na leve. Ele confessou que esteve muito próximo de abandonar o judô. “Sofri muito por causa da hérnia de disco. No ano passado, em Pequim, a última vez que dormi foi na véspera da minha luta – ele foi bronze. Eu não conseguia movimentar para o lado esquerdo, só para o direito. Lá me superei e quando voltei ao Brasil, pensei em parar. Mas em outubro, fiz a cirurgia da coluna, aliás a primeira de três, já que depois foram o ombro e o joelho. Mas felizmente me recuperei e estou muito feliz com esse resultado.”
No Brasil existe uma preocupação muito grande com relação a uma categoria do feminino, a peso-pesado. Existe uma carência muito grande de atletas. Mas o que se viu ontem enche todos de esperança. Samantha Soares, de apenas 16 anos, ficou com o bronze. “É minha primeira medalha em competições internacionais. Quero dar muito trabalho a todas as adversárias. E quero muito realizar o sonho de disputar uma Olimpíada. Quero que seja logo, em Londres.”


FONTE: Superesportes - Belo Horizonte,MG,Brazil

Terça-feira, 14 de Julho de 2009
Brasil já tem quatro ouros no primeiro dia de disputa dos Jogos da Lusofonia

O Brasil já conquistou quatro medalhas de ouro no primeiro dia de disputa dos Jogos da Lusofonia, em Portugal.

Daniela Polzin (-48kg), Raquel Silva (-52kg), Mariana Barros (-57kg) e Felipe Kitadai (-60kg) foram campeões.

Ainda nesta terça-feira acontecem as disputas nas categorias -66kg e -73kg.


FONTE: Confederação Brasileira de Judô

Lagoa do Nado recebe mostra "É o Bicho"


14/07/2009 11:58
Lagoa do Nado recebe mostra "É o Bicho"
BELO HORIZONTE [ ABN NEWS ] - Um jacaré leitor de versos, um galo que canta em inglês, uma girafa apaixonada por um beija-flor, tudo isso na poesia envolvente de Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Manuel Bandeira, Vinícius de Moraes, entre outros grandes nomes da literatura brasileira.

Essas são apenas algumas das situações retratadas na mostra “É o Bicho”, da série Exposições Literárias, que fica em cartaz no Centro de Cultura Lagoa do Nado (rua Ministro Hermenegildo de Barros, 904, bairro Itapoã) até o dia 7 de agosto, com entrada gratuita. A promoção é da Prefeitura, por meio da Fundação Municipal de Cultura.

A exposição pretende aproximar a biblioteca pública da criança e encantá-la com a poesia. São banners com poemas que retratam o universo lúdico e, às vezes, inusitado dos animais.

Nas obras, os bichos são os personagens principais de diversas histórias, como o baile de pulos relatado no poema “Valsa das Pulgas”, de Ruth Rocha, e as histórias de amor do poema “Anúncios Amorosos dos Bichos”, de Almir Correia. A mostra pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 8h às 17h, e aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h.

Exposições Literárias

O projeto Exposições Literárias é uma parceria entre a Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais e a Superintendência de Bibliotecas Públicas com as bibliotecas municipais do Estado. A intenção das mostras é despertar, motivar ou renovar o prazer da leitura literária em pessoas de todas as idades.

São 26 mostras itinerantes, constituídas de banners ou painéis que trazem a síntese da obra de um autor ou extrato de um livro muito significativo na história da literatura ou, ainda, textos relacionados a um tema de interesse dos leitores da biblioteca pública.

Cada uma da exposições foi pensada para um público específico, sempre com o objetivo de promover a leitura literária e contribuir na formação de novos leitores, sejam eles crianças, jovens ou adultos.

FONTE: ABN - Brasília,DF,Brazil

Poeta amazonense será homenageado no 10º Festival de Bonito


Poeta amazonense será homenageado no 10º Festival de Bonito
Pelas lições de biologia, o Pantanal e a Floresta Amazônica configuram os principais ecossistemas do Brasil, reconhecidos internacionalmente como patrimônios naturais, sendo por isso alvos de proteção por parte de ambientalistas e destino para turistas do mundo inteiro.

E pela geografia, o Pantanal e a Floresta Amazônica podem estar próximos em determinadas regiões, tendo cada um suas particularidades. Na 10ª edição do Festival de Inverno de Bonito, que inicia no próximo dia 29, o Pantanal de Mato Grosso do Sul receberá Thiago de Mello, o poeta do Amazonas, como um dos homenageados do evento.

Pelas palavras do poeta chileno Pablo Neruda, “Thiago de Mello é um transformador da alma”. Tal proximidade com o célebre escritor sul-americano se deve ao exílio de Thiago no Chile, na década de 1960, época do governo de Salvador Allende. Por conta disso, Thiago de Mello tornou-se o principal tradutor de Neruda, além de ter traduzido para o português as obras de T.S.Elliot, Ernesto Cardenal, César Vallejo, Nicolas Guillén e Eliseo Diego.

Nascido em 1926 na pequena Barreirinha, a 372 quilômetros da capital Manaus, Thiago de Mello começou a carreira literária aos 25 anos, no Rio de Janeiro, com a obra “Silêncio e Palavra”, tendo sido recebida com entusiasmo por escritores como Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira, José Lins do Rego e Gilberto Freyre.

O escritor é famoso por sua luta em prol dos direitos humanos, pela ecologia e pela paz mundial. Entre suas obras, destacam-se “Os Estatutos do Homem” (1964) e “Faz Escuro Mas Eu Canto” (1965). Thiago de Mello atua ainda em prosa e como cantor.

Ele recebeu os prêmios de poesia da Academia Brasileira de Letras (ABL), em 1960; Prêmio Livro do Ano da Sociedade Brasileira de Escritores, em 1972; Prêmio Jabuti da Bienal do Rio de Janeiro de 1997. E na década de 1980, recebeu o título de ‘Cavalheiro das Artes e das Letras’, pelo Ministério da Cultura da França.

O 10º Festival de Inverno de Bonito começa no dia 29 de julho e vai até 02 de agosto, trazendo como atrações nacionais Elba Ramalho, Vanessa da Mata, Seu Jorge e Caetano Veloso.
13/07/2009 - 23:11

FONTE: MS Notícias - Campo Grande,MS,Brazil

quinta-feira, julho 02, 2009

Cultura promove oficinas para incentivar a leitura


30/06/2009 09:35
Cultura promove oficinas para incentivar a leitura
Durante as férias, aprenda um pouco mais sobre a literatura

SÃO PAULO [ABN NEWS] - O Programa São Paulo: Um Estado de Leitores, da Secretaria da Cultura, surgiu no ano de 2003 e, desde então, vem trabalhando para incentivar a leitura e melhorar o acesso à informação para a população paulista. Por meio de eventos literários, cursos, revitalização de bibliotecas, criação de salas de leituras e campanhas de incentivo, o programa tem obtido sucesso na batalha pela democratização e incentivo ao prazer da descoberta da palavra escrita.

Em julho, o programa promove três oficinas de férias.

Veja quais são:

Como escrever e contar a literatura de cordel dia 7 de julho, às 14 horas, com Cesar Obeid. Inscrições: R$ 15,00

O participante vai aprender por meio de histórias, improvisos e interação com o grupo como escrever e contar as divesas modalidades da literatura de cordel. Haverá também dinâmicas de teatro de cordel. O objetivo é iniciar o treino da escrita, leitura e escuta em verso, por meio da oralidade da cultura popular.

Os caminhos do desejo no texto femininodia 14 de julho, às 10 horas, com Angela Coelho (Casa das Rosas) e Suzana Ventura (Universidade Federal de São Paulo).

Inscrição: um livro em bom estado

A partir das obras de Lygia Fagundes Telles, Adélia Prado e Clarice Lispector, a concepção desta oficina se baseia na vivência literária em amplo sentido, tornando consciente a interação com as diversas linguagens artísticas a partir de textos literários.

Saramago e Mia Couto, em verso, prosa e intervenção dias 15 e 16 de julho, às 10 horas, com Suzana Ventura (Universidade Federal de São Paulo).

Inscrição: um livro em bom estado

Dois encontros que vão colocar o público em contato com as obras de dois grandes autores da língua portuguesa. Para ler, discutir e até cantar.

Serviço:

São Paulo, um Estado de Leitores
Rua do Triunfo, 301/305 - Santa Efigênia
Informações pelo telefone: (11) 3331-5549

FONTE: ABN - Brasília,DF,Brazil


FOTO: Lygia Fagundes Telles

Baryshnikov & Laguna: cuerpos que "destilan" poesía


"THREE SOLOS AND A DUET" JORGE DÁVILA
Baryshnikov & Laguna: cuerpos que "destilan" poesía

1/jul/09 07:29


Me cuesta imaginar que haya cerebros tan simples que sólo sean capaces de emitir un mensaje tan básico como "ya no baila como antes". ¿Y qué? Jack Nicholson tampoco está tan ágil como cuando formó parte del rodaje de "Alguien voló sobre el nido del cuco" (1975) y eso no significa que haya dejado de ser un actor fantástico. Lo que hizo Mikhail Baryshnikov el lunes en el Auditorio de Tenerife fue soberbio, elegante, entrañable, brutal, histórico...
Si después de asistir a un espectáculo de cinco estrellas, algunos/as sólo se quedan con la mísera anécdota de ver cómo los años nos pasan factura, mejor se plantean la compra de una colección de DVD que compriman secuencias inolvidables del mundo de la danza clásica. De Anna Pavlova a Yuri Grigorovich pasando por Tamara Karsavina, Rudolf Nureyev, Olga Spesivtseva, Mikhail Baryshnikov, Ana Laguna... Los dos últimos "enamoraron" al público tinerfeño.
Horas antes del comienzo de "Three Solos and a Duet", Ana Laguna dijo que trataría de hablar a través de la danza. Lo hizo. La aragonesa se movió por el escenario con dulzura y rabia hasta rozar la locura más hermosa que se puede expresar sin palabras. Su noche fue mágica. Lo de Baryshnikov, simplemente, fue un desafío para los que piensan que a los 61 ya se pueden hacer pocas cosas. Mikhail & Ana hicieron lo más difícil. Crear "poesía" a través de la danza.

FONTE: eldia.es - Tenerife,Islas Canarias,Spain

Viggo Mortensen publica una antología de poesía argentina


GENTE
Viggo Mortensen publica una antología de poesía argentina

01.07.09 18:46 h. Agencia EFE

El actor estadounidense Viggo Mortensen, que vivió ocho años de su infancia en Argentina, acaba de publicar en su editorial una antología de poesía argentina en la que reúne la obra de veintidós autores del país

Aunque es internacionalmente conocido por su trayectoria como actor, y especialmente por su papel de Aragorn en la saga de "El Señor de los Anillos", pocos conocen el resto de sus inquietudes artísticas.
Mortensen pinta, saca fotos, compone música y escribe, afición que le llevó a crear su propia editorial, "Perceval Press", con la que ha publicado sus libros de poesía y fotografía.
Su conexión con Argentina, en donde vivió desde los 3 hasta los 11 años en la provincia norteña de Chaco, a la que viaja siempre que puede, es la que le llevó a interesarse por este proyecto, "La Antología de la nueva poesía argentina", que reúne la obra de poetas como Gabriela Bejerman, Fabián Casas, Washington Cucurto o Martín Gambarotta.
Según explica Mortensen en una entrevista al diario Crítica, hasta ahora su vínculo con la poesía argentina era "el de una persona que había leído algo de la vieja poesía, como Alfonsina Storni, y un poquito de la que llaman nueva".
Su vinculación con los poetas incluidos en la antología, elegida por el editor de Vox, Gustavo López, es "relativamente reciente", y al único que conoce personalmente es a Fabián Casas, "un guapo muy sabio del barrio de Boedo, que es un hincha aún más loco que yo de San Lorenzo".
No obstante, le gustó "mucho" todo lo que leyó, por lo que decidió publicar la antología en su editorial, en la que además publica sus propios libros.
Mortensen siempre ha sentido la poesía "como una manera de viajar y de ver la vida desde múltiples puntos de vista, aunque también puede ser una manera de escapar de momentos o situaciones difíciles que a lo mejor no tienen aparente alivio", confesó.
Relacionados con Argentina tiene tres proyectos: un libro basado en las fotografías y los estudios del etnólogo Max Schmidt y de Branislava Susnik; otro de imágenes tomadas por diferentes poblaciones indígenas en el norte de la provincia de Salta; y un tercero que tiene que ver con el trabajo de John Palmer en relación con los wichís, una tribu aborigen del norte del país.

FONTE: TeleCinco - Madrid,Madrid,Spain
FOTO: Mortensen pinta, saca fotos, compone música y escribe, afición que le llevó a crear su propia editorial, "Perceval Press". EFE/Archivo
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Trovando en Cuba con poesía y música hondureña


Trovando en Cuba con poesía y música hondureña
jueves, 02 de julio de 2009
01 de julio de 2009, 19:10

La Habana, 1 jul (PL) Poetas y músicos cubanos abrazaron hoy la causa del pueblo hondureño, víctima de un golpe militar, en Trovando, su espacio de cada miércoles en el patio-bar de los estudios Areíto, en la barriada de Centro Habana.

La poesía hondureña está presente junto al canto nuestro, afirmó Fidel Díaz, uno de los impulsores de este proyecto aglutinador de la bohemia intelectual de la isla, que suma semana a semana nuevos adeptos.

El concierto principal, una descarga atípica, lo protagonizó el músico barcelonés Helios Ruiz y su invitada especial, la cantante española de música sefardí Julia León, quien bebió en ese acervo de fuentes directas, en las comunidades hebreas de Madrid y Valencia, entre otras.

Su aval está enriquecido, además, por una acuciosa investigación del folclor tradicional hispano del que ha recopilado más de 200 canciones, algunas de ellas inéditas y ha musicalizado textos de poetas como Lope de Vega, Gracilaso de la Vega, Francisco Quevedo, Federico García Lorca y Nicolás Guillén.

Respaldada por el laudista Iñaki Aguirre, su voz se expandió en la tarde-noche habanera, y también la poesía de autores hondureños como Roberto Barahona, quien desde sus versos anuncia: Voy a hacerle una limpia a mi Honduras/voy a usar ruda, hierbabuena, puros,/ flor de izote, copal, guaro,/penicilina, agua limpia, justicia.
FONTE:Prensa Latina - La Habana,Cuba