terça-feira, julho 14, 2009

Lagoa do Nado recebe mostra "É o Bicho"


14/07/2009 11:58
Lagoa do Nado recebe mostra "É o Bicho"
BELO HORIZONTE [ ABN NEWS ] - Um jacaré leitor de versos, um galo que canta em inglês, uma girafa apaixonada por um beija-flor, tudo isso na poesia envolvente de Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Manuel Bandeira, Vinícius de Moraes, entre outros grandes nomes da literatura brasileira.

Essas são apenas algumas das situações retratadas na mostra “É o Bicho”, da série Exposições Literárias, que fica em cartaz no Centro de Cultura Lagoa do Nado (rua Ministro Hermenegildo de Barros, 904, bairro Itapoã) até o dia 7 de agosto, com entrada gratuita. A promoção é da Prefeitura, por meio da Fundação Municipal de Cultura.

A exposição pretende aproximar a biblioteca pública da criança e encantá-la com a poesia. São banners com poemas que retratam o universo lúdico e, às vezes, inusitado dos animais.

Nas obras, os bichos são os personagens principais de diversas histórias, como o baile de pulos relatado no poema “Valsa das Pulgas”, de Ruth Rocha, e as histórias de amor do poema “Anúncios Amorosos dos Bichos”, de Almir Correia. A mostra pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 8h às 17h, e aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h.

Exposições Literárias

O projeto Exposições Literárias é uma parceria entre a Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais e a Superintendência de Bibliotecas Públicas com as bibliotecas municipais do Estado. A intenção das mostras é despertar, motivar ou renovar o prazer da leitura literária em pessoas de todas as idades.

São 26 mostras itinerantes, constituídas de banners ou painéis que trazem a síntese da obra de um autor ou extrato de um livro muito significativo na história da literatura ou, ainda, textos relacionados a um tema de interesse dos leitores da biblioteca pública.

Cada uma da exposições foi pensada para um público específico, sempre com o objetivo de promover a leitura literária e contribuir na formação de novos leitores, sejam eles crianças, jovens ou adultos.

FONTE: ABN - Brasília,DF,Brazil

Poeta amazonense será homenageado no 10º Festival de Bonito


Poeta amazonense será homenageado no 10º Festival de Bonito
Pelas lições de biologia, o Pantanal e a Floresta Amazônica configuram os principais ecossistemas do Brasil, reconhecidos internacionalmente como patrimônios naturais, sendo por isso alvos de proteção por parte de ambientalistas e destino para turistas do mundo inteiro.

E pela geografia, o Pantanal e a Floresta Amazônica podem estar próximos em determinadas regiões, tendo cada um suas particularidades. Na 10ª edição do Festival de Inverno de Bonito, que inicia no próximo dia 29, o Pantanal de Mato Grosso do Sul receberá Thiago de Mello, o poeta do Amazonas, como um dos homenageados do evento.

Pelas palavras do poeta chileno Pablo Neruda, “Thiago de Mello é um transformador da alma”. Tal proximidade com o célebre escritor sul-americano se deve ao exílio de Thiago no Chile, na década de 1960, época do governo de Salvador Allende. Por conta disso, Thiago de Mello tornou-se o principal tradutor de Neruda, além de ter traduzido para o português as obras de T.S.Elliot, Ernesto Cardenal, César Vallejo, Nicolas Guillén e Eliseo Diego.

Nascido em 1926 na pequena Barreirinha, a 372 quilômetros da capital Manaus, Thiago de Mello começou a carreira literária aos 25 anos, no Rio de Janeiro, com a obra “Silêncio e Palavra”, tendo sido recebida com entusiasmo por escritores como Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira, José Lins do Rego e Gilberto Freyre.

O escritor é famoso por sua luta em prol dos direitos humanos, pela ecologia e pela paz mundial. Entre suas obras, destacam-se “Os Estatutos do Homem” (1964) e “Faz Escuro Mas Eu Canto” (1965). Thiago de Mello atua ainda em prosa e como cantor.

Ele recebeu os prêmios de poesia da Academia Brasileira de Letras (ABL), em 1960; Prêmio Livro do Ano da Sociedade Brasileira de Escritores, em 1972; Prêmio Jabuti da Bienal do Rio de Janeiro de 1997. E na década de 1980, recebeu o título de ‘Cavalheiro das Artes e das Letras’, pelo Ministério da Cultura da França.

O 10º Festival de Inverno de Bonito começa no dia 29 de julho e vai até 02 de agosto, trazendo como atrações nacionais Elba Ramalho, Vanessa da Mata, Seu Jorge e Caetano Veloso.
13/07/2009 - 23:11

FONTE: MS Notícias - Campo Grande,MS,Brazil

quinta-feira, julho 02, 2009

Cultura promove oficinas para incentivar a leitura


30/06/2009 09:35
Cultura promove oficinas para incentivar a leitura
Durante as férias, aprenda um pouco mais sobre a literatura

SÃO PAULO [ABN NEWS] - O Programa São Paulo: Um Estado de Leitores, da Secretaria da Cultura, surgiu no ano de 2003 e, desde então, vem trabalhando para incentivar a leitura e melhorar o acesso à informação para a população paulista. Por meio de eventos literários, cursos, revitalização de bibliotecas, criação de salas de leituras e campanhas de incentivo, o programa tem obtido sucesso na batalha pela democratização e incentivo ao prazer da descoberta da palavra escrita.

Em julho, o programa promove três oficinas de férias.

Veja quais são:

Como escrever e contar a literatura de cordel dia 7 de julho, às 14 horas, com Cesar Obeid. Inscrições: R$ 15,00

O participante vai aprender por meio de histórias, improvisos e interação com o grupo como escrever e contar as divesas modalidades da literatura de cordel. Haverá também dinâmicas de teatro de cordel. O objetivo é iniciar o treino da escrita, leitura e escuta em verso, por meio da oralidade da cultura popular.

Os caminhos do desejo no texto femininodia 14 de julho, às 10 horas, com Angela Coelho (Casa das Rosas) e Suzana Ventura (Universidade Federal de São Paulo).

Inscrição: um livro em bom estado

A partir das obras de Lygia Fagundes Telles, Adélia Prado e Clarice Lispector, a concepção desta oficina se baseia na vivência literária em amplo sentido, tornando consciente a interação com as diversas linguagens artísticas a partir de textos literários.

Saramago e Mia Couto, em verso, prosa e intervenção dias 15 e 16 de julho, às 10 horas, com Suzana Ventura (Universidade Federal de São Paulo).

Inscrição: um livro em bom estado

Dois encontros que vão colocar o público em contato com as obras de dois grandes autores da língua portuguesa. Para ler, discutir e até cantar.

Serviço:

São Paulo, um Estado de Leitores
Rua do Triunfo, 301/305 - Santa Efigênia
Informações pelo telefone: (11) 3331-5549

FONTE: ABN - Brasília,DF,Brazil


FOTO: Lygia Fagundes Telles

Baryshnikov & Laguna: cuerpos que "destilan" poesía


"THREE SOLOS AND A DUET" JORGE DÁVILA
Baryshnikov & Laguna: cuerpos que "destilan" poesía

1/jul/09 07:29


Me cuesta imaginar que haya cerebros tan simples que sólo sean capaces de emitir un mensaje tan básico como "ya no baila como antes". ¿Y qué? Jack Nicholson tampoco está tan ágil como cuando formó parte del rodaje de "Alguien voló sobre el nido del cuco" (1975) y eso no significa que haya dejado de ser un actor fantástico. Lo que hizo Mikhail Baryshnikov el lunes en el Auditorio de Tenerife fue soberbio, elegante, entrañable, brutal, histórico...
Si después de asistir a un espectáculo de cinco estrellas, algunos/as sólo se quedan con la mísera anécdota de ver cómo los años nos pasan factura, mejor se plantean la compra de una colección de DVD que compriman secuencias inolvidables del mundo de la danza clásica. De Anna Pavlova a Yuri Grigorovich pasando por Tamara Karsavina, Rudolf Nureyev, Olga Spesivtseva, Mikhail Baryshnikov, Ana Laguna... Los dos últimos "enamoraron" al público tinerfeño.
Horas antes del comienzo de "Three Solos and a Duet", Ana Laguna dijo que trataría de hablar a través de la danza. Lo hizo. La aragonesa se movió por el escenario con dulzura y rabia hasta rozar la locura más hermosa que se puede expresar sin palabras. Su noche fue mágica. Lo de Baryshnikov, simplemente, fue un desafío para los que piensan que a los 61 ya se pueden hacer pocas cosas. Mikhail & Ana hicieron lo más difícil. Crear "poesía" a través de la danza.

FONTE: eldia.es - Tenerife,Islas Canarias,Spain

Viggo Mortensen publica una antología de poesía argentina


GENTE
Viggo Mortensen publica una antología de poesía argentina

01.07.09 18:46 h. Agencia EFE

El actor estadounidense Viggo Mortensen, que vivió ocho años de su infancia en Argentina, acaba de publicar en su editorial una antología de poesía argentina en la que reúne la obra de veintidós autores del país

Aunque es internacionalmente conocido por su trayectoria como actor, y especialmente por su papel de Aragorn en la saga de "El Señor de los Anillos", pocos conocen el resto de sus inquietudes artísticas.
Mortensen pinta, saca fotos, compone música y escribe, afición que le llevó a crear su propia editorial, "Perceval Press", con la que ha publicado sus libros de poesía y fotografía.
Su conexión con Argentina, en donde vivió desde los 3 hasta los 11 años en la provincia norteña de Chaco, a la que viaja siempre que puede, es la que le llevó a interesarse por este proyecto, "La Antología de la nueva poesía argentina", que reúne la obra de poetas como Gabriela Bejerman, Fabián Casas, Washington Cucurto o Martín Gambarotta.
Según explica Mortensen en una entrevista al diario Crítica, hasta ahora su vínculo con la poesía argentina era "el de una persona que había leído algo de la vieja poesía, como Alfonsina Storni, y un poquito de la que llaman nueva".
Su vinculación con los poetas incluidos en la antología, elegida por el editor de Vox, Gustavo López, es "relativamente reciente", y al único que conoce personalmente es a Fabián Casas, "un guapo muy sabio del barrio de Boedo, que es un hincha aún más loco que yo de San Lorenzo".
No obstante, le gustó "mucho" todo lo que leyó, por lo que decidió publicar la antología en su editorial, en la que además publica sus propios libros.
Mortensen siempre ha sentido la poesía "como una manera de viajar y de ver la vida desde múltiples puntos de vista, aunque también puede ser una manera de escapar de momentos o situaciones difíciles que a lo mejor no tienen aparente alivio", confesó.
Relacionados con Argentina tiene tres proyectos: un libro basado en las fotografías y los estudios del etnólogo Max Schmidt y de Branislava Susnik; otro de imágenes tomadas por diferentes poblaciones indígenas en el norte de la provincia de Salta; y un tercero que tiene que ver con el trabajo de John Palmer en relación con los wichís, una tribu aborigen del norte del país.

FONTE: TeleCinco - Madrid,Madrid,Spain
FOTO: Mortensen pinta, saca fotos, compone música y escribe, afición que le llevó a crear su propia editorial, "Perceval Press". EFE/Archivo
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Trovando en Cuba con poesía y música hondureña


Trovando en Cuba con poesía y música hondureña
jueves, 02 de julio de 2009
01 de julio de 2009, 19:10

La Habana, 1 jul (PL) Poetas y músicos cubanos abrazaron hoy la causa del pueblo hondureño, víctima de un golpe militar, en Trovando, su espacio de cada miércoles en el patio-bar de los estudios Areíto, en la barriada de Centro Habana.

La poesía hondureña está presente junto al canto nuestro, afirmó Fidel Díaz, uno de los impulsores de este proyecto aglutinador de la bohemia intelectual de la isla, que suma semana a semana nuevos adeptos.

El concierto principal, una descarga atípica, lo protagonizó el músico barcelonés Helios Ruiz y su invitada especial, la cantante española de música sefardí Julia León, quien bebió en ese acervo de fuentes directas, en las comunidades hebreas de Madrid y Valencia, entre otras.

Su aval está enriquecido, además, por una acuciosa investigación del folclor tradicional hispano del que ha recopilado más de 200 canciones, algunas de ellas inéditas y ha musicalizado textos de poetas como Lope de Vega, Gracilaso de la Vega, Francisco Quevedo, Federico García Lorca y Nicolás Guillén.

Respaldada por el laudista Iñaki Aguirre, su voz se expandió en la tarde-noche habanera, y también la poesía de autores hondureños como Roberto Barahona, quien desde sus versos anuncia: Voy a hacerle una limpia a mi Honduras/voy a usar ruda, hierbabuena, puros,/ flor de izote, copal, guaro,/penicilina, agua limpia, justicia.
FONTE:Prensa Latina - La Habana,Cuba

PAIXÃO - Maria de Fatima Delfina de Moraes


PAIXÃO
Maria de Fatima Delfina de Moraes

Atendo o telefone na madrugada.
Minha maior alegria é ouvir a tua voz!

Palavras de carinho que tanto almejo.
Momento em que declaras teus íntimos
e inconfessos desejos.

Em sussurros de bem-querer,
fala-me do querer estar presente
para viver o amor da gente.

Fala-me das saudades dos carinhos,
do calor de nossos beijos.
Intensifica-se a paixão,
que em nosso coração
ficará para sempre guardada.

Anseias em teu corpo, o amor que vou te dar.

Somos ternura e sonhos,
contando minutos de estar lado a lado,
viver este amor encantado,
viver esta intensa paixão.


copyright 2009

sexta-feira, junho 26, 2009

Choose your poison: Horror or Gothic?


Choose your poison: Horror or Gothic?
June 25, 2:12 PM

If you want to write "horror" stories or fiction of any kind, one of the most helpful questions you can ask yourself is "Am I really writing a horror story?" This may sound strange, but especially in America, there is much confusion between horror and Gothic stories. They are related, but totally different animals. If you want to do horror, is your story really Gothic with a horror disguise? Is it Gothic horror, and if so, how much is it one or the other?

Most people can fairly easily distinguish horror, but don't have a clue about what constitutes the Gothic tale. Horror is scary, right? Gothic may or may not be scary. If it's Gothic and scary, you have Gothic horror. The first Gothic story was written by Horace Walpole in England in 1764, a ghost story of sorts titled The Castle of Otranto. Its success began a thriving literary trend. The horror genre came much later. Not only horror, but crime drama, and even science fiction all flowed from the Gothic literary stream.

So what is Gothic fiction? Chris Baldick's Introduction to the Oxford Book of Gothic Tales defines a Gothic text as being made up of "a fearful sense of inheritance in time with a claustrophobic sense of enclosure in space, these two dimensions reinforcing one another to produce an impression of a sickening descent into disintegration." I would add that the agent producing this disintegration is of a supernatural, mysterious/unknown, or psychotic-related origin. For example, an evil from the past confronts a group of people in an isolated area. How do they react? If the fear element is strong, you have Gothic horror. On the other hand, such a story can be merely suspenseful, without being scary at all. Keep in mind that the claustrophobic "area" can also be within a person’s own mind, someone in a deranged or nearly psychotic state.

An essential element of the Gothic is almost always romance. Just as Baldick leaves out the supernatural, which surely "haunts" much within the Gothic territory, he omits romance as well. Nowadays, if you want to write a good Gothic story, especially one that sells, you must have a strong romantic interest to animate your plot. Doomed love is the Gothic romantic theme par excellence, but you can also have it both ways, as does Emily Brontë in Wuthering Heights. Her main story is about a tragic romance, but she manages to insert a subplot romance with a happy ending. Volumes have been written about he relation between the Gothic and Romantic. All you need to know is, to write a successful Gothic story, in the words of the song, "You can't have one without the other."

If Emily and Charlotte Brontë typify the Gothic romantic end of the Gothic spectrum, authors like Edgar Allan Poe and H.P. Lovecraft champion the horror side. With these authors, the evil from the past confronts and overwhelms its isolated victims, and they're damned forever. Whether the main characters in Gothic horror are trapped in a dark place or within their own tormented souls, they writhe in abject fear until they meet their untimely demise, or worse, a "lifetime" of some type of living death.

In film, an excellent example of a "purely" Gothic tale is The Sixth Sense. Referred to by Hollywood as a "supernatural thriller," this story is actually Gothic in the best sense of the word. Without retelling the whole story (the film is available on DVD if you haven't seen it), I want to emphasize the Gothic elements. The main character feels trapped by what happened to him in the past and senses a disintegration and isolation in his life, all of which he cannot understand. The theme of the supernatural is established early on by the boy with strange visions. The romantic element predominates, and in fact this entire story turns on the main character's love for his wife. In the end, the tragic reason his life has "fallen apart" stunningly reveals itself. Death has triumphed over love, but there's a final hope that love can be stronger than death. This is authentic Gothic stuff and could have easily been penned by an Emily or Charlotte Brontë of the 1990s. The real writer-director, M. Night Shyamalan went on to establish himself as one of the Gothic masters of Hollywood film.

On the other hand stories like the Friday the 13th film series (for better or worse) represent total horror. There's not much that's Gothic or romantic here. These plots are like gory "funhouse" rides and depend entirely on shock, panic, and the fear factor. In good horror, fear compounds fear until a final suspense sequence pays off with near-unbearable fright. Evil conquers good, or vice versa. Bad horror has a near-pornographic feel to it as plot and characters are just "filler" between the scare scenes. Horror can be gory and graphic or driven by a more psychological, unseen menace. The offstage tends to be more powerful because it leaves much to the imagination. Still, shock and awe predominate, and good authors in the genre milk human hormones, sexual and adrenalin related, for every drop of thrill they can provide.

Gothic horror provides a broader canvas because it can blend and play off both genres. Poe and Lovecraft demonstrated this ability in its most classic sense. Modern authors like Stephen King and Anne Rice continue in this tradition. Vampire stories are excellent examples of marrying Gothic with horror. By its very nature, the vampire tale can combine themes of entrapment, evil history, disintegration, and the supernatural equally with stark, awful terror. In nice addition, the male vampire, as object of desire, can pump the hormones totally while inspiring romance at the same time. What an amazing guy! Bram Stoker created the model of the modern vampire with his classic 1897 novel Dracula. These ubiquitous blood-suckers have become a main staple of Gothic horror ever since.

The main rule is don't confuse your genres. You run the risk of turning off your readers, who may not be able to define "Gothic" but know it when they see it. More importanly, they know when it's been botched. You’re certainly free to write Gothic, horror, or both. However, be aware of the specific properties of each genre and use them wisely. Especially when you combine them, do so with the care and skill of a French chef mixing onion and garlic (vampires beware!). These seasonings are similar but distinctly different flavors in your genre spice cabinet. Treat them that way, stir them carefully, and serve with élan, and of course a dark, wet red wine. Unless, of course, you never drink ... wine.
For more info: For an excellent examination of modern trends in the Gothic, check out Contemporary Gothic by Catherine Spooner.
Author: Russ Williams
Russ Williams is an Examiner from Los Angeles. You can see Russ's articles on Russ's Home Page.

FONTE (imagem incluída): Examiner.com - USA

Judô: Rio receberá medalhistas olímpicos e mundiais para a disputa do Grand Slam


Outros

Judô: Rio receberá medalhistas olímpicos e mundiais para a disputa do Grand Slam

26/06/2009 - 11:51:22 - por PC & CBJ - Final Sports
O Grand Slam do Rio de Janeiro, que acontecerá no Maracanãzinho nos dias 4 e 5 de julho, terá a participação de 25 países e 210 atletas, sendo pelo menos 16 medalhistas olímpicos e 18 mundiais.

Entre eles estão os brasileiros Tiago Camilo (ouro no mundial 2007, prata na olimpíada 2000 e em bronze 2008), Leandro Guilheiro (bronze nas de Olimpíadas de 2004 e 2008), Flávio Canto (bronze na Olimpíada de 2004), Ketleyn Quadros (bronze na Olimpíada de 2008), João Derly (ouro nos Mundiais de 2005 e 2007), Luciano Corrêa (ouro no Mundial de 2007 e bronze em 2005) e João Gabriel Schlitter (bronze no Mundial de 2007).

O Grand Slam do Rio de Janeiro é a terceira etapa do evento, que faz parte do novo circuito mundial da Federação Internacional de Judô (FIJ). A competição vale pontos no ranking mundial. Atualmente, o brasileiro mais bem colocado na lista é Luciano Corrêa, quarto colocado no meio-pesado (-100kg). O evento será uma premiere do Campeonato Mundial da Holanda, em agosto.

“Ter tantos lutadores de destaque no Grand Slam do Rio mostra o prestígio do judô brasileiro. O fato de o país receber um evento deste porte é uma vantagem para todos nós, pois poderemos contar com o fator torcida para tentar resultados ainda melhores”, diz o campeão mundial Luciano Corrêa.

Para o judoca, ser o brasileiro mais bem colocado no ranking mundial é algo que é encarado com naturalidade.

“Dou um passo de cada vez. No momento, o importante é ir bem tanto no Grand Slam do Rio como na Copa do Mundo de Belo Horizonte, já que estes eventos servirão de critério para a vaga no Mundial da Holanda. Eu gosto de lutar ao lado da torcida brasileira e sei que a disputa no meio pesado é sempre forte. Acredito que atualmente 40 judocas de todo o mundo tenham condições de medalhar em qualquer tipo de competição”, afirma Luciano.

Entre os medalhistas olímpicos inscritos no Grand Slam estão o austríaco Ludwig Paischer (-60kg AUT), prata em Pequim 2008, bronze no Mundial 2007, prata no Mundial do Cairo 2005; o belga Ilse Heylen (-52kg), bronze em Atenas 2004; os franceses terão em seu time sete destaques, entre eles Lucie Decosse (-70kg), campeã mundial 2005 e prata em Pequim 2008 e Frederique Jossinet (-48kg), prata em Atenas 2004 e no Mundial 2005.

Do Japão serão 19 judocas, o peso pesado Yasuyuki Muneta, bicampeão mundial 2005 e 2007, é o destaque. O mongol Tsagaanbaatar Khashbaatar (-66kg), bronze em Pequim 2008, é outro nome de peso confirmado, enquanto na delegação de oito israelenses, Ariel Zeevi (-100kg), bronze em Atenas 2004, é o principal nome.

Os holandeses, estarão com quatro medalhistas olímpicos na competição: Henk Grol (-100kg), Elisabeth Willerboordse (-63kg), Edith Bosch (-70kg) e Deborah Gravenstijn (-57kg). Alexander Mikhaylin, da Rússia, campeão mundial em 2005, também estará no Rio.

FONTE: Final Sports - Porto Alegre,Brazil
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FOTO: Silver medalist Deborah Gravenstijn

Fernando Pessoa inédito


Para quem só consegue lembrar da frase: "Navegar é preciso, viver não é preciso", quando pensa em Fernando Pessoa (1888-1935), as livrarias trarão uma boa oportunidade de atualização na literatura lusa: textos inéditos do autor serão publicados em uma nova coleção.

O material foi reunido pelo colombiano Jerónimo Pizarro com o título "Fernando Pessoa: o Guardador de Papeis". Mas o autor não a fez sozinho. Na "curadoria", Pizarro teve a companhia de um grupo de estudiosos de Pessoa. O trabalho resultou em um livro cheio de raridades, destacando-se um texto sobre o encontro entre o literato e o ocultista inglês Aleister Crowley (1875-1947).

O poeta escreveu grande parte das obras assinando com pseudônimos diferentes. Um dos mais conhecidos é Alberto Caieiro, de "O Guardador de Rebanhos". O heterônimo mais materialista e sem instrução de Fernando Pessoa é até hoje muito citado na academia.

E pra quem cansou do "Navegar é preciso....", segue outra poesia de Pessoa:

"Autopsicografia"
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.

E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas da roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama o coração.
FONTE (foto incluída): A Notícia - Jornal de Joinville - Joinville,Brazil

quinta-feira, junho 25, 2009

José Eduardo Agualusa lança novo livro


Artes & Espectáculos
José Eduardo Agualusa lança novo livro
"Barroco Tropical", uma comédia trágica sobre Angola no futuro e é o mais recente romance de José Eduardo Agualusa. Já nas livrarias, tem hoje lançamento oficial em Lisboa. Uma fábula sobre Angola, um dos países mais ricos e mais destroçados do continente africano. "Barroco Tropical" é apresentado esta noite por Marcelo Rebelo de Sousa, às 21h30, na Casa da Morna em Lisboa , onde também vai actuar o cantor e compositor João Afonso. O alinhamento do concerto faz-se com alguns dos temas a ser editados no próximo álbum de João Afonso com letras de Mia Couto e José Eduardo Agualusa. "Barroco Tropical" pode... ou não... ser uma das músicas a conhecer esta noite.
2009-06-24 13:21:59

FONTE: RTP - Lisboa,Portugal

Albanês galardoado com Prémio Príncipe das Astúrias


Albanês galardoado com Prémio Príncipe das Astúrias
Actualizado em 24-06-2009 15:59


O escritor albanês Ismail Kadaré venceu o prémio Príncipe das Astúrias de Letras 2009.
O autor de obras como "O palácio dos sonhos", "Abril Despedaçado" ou do livro de ensaios "Três Cantos fúnebres pelo Kosovo" foi seleccionado entre 31 candidaturas de 25 países entre elas figuravam nomes como os do britânico Ian McEwan ou o checo Milan Kundera.
Editado em Portugal pela Dom Quixote, Ismail Kadaré distingue-se pelo o seu papel de esclarecimento internacional sobre a situação dos albaneses do Kosovo.

FONTE (foto incluída): Rádio Renascença - Lisboa,Lisboa,Portugal
http://www.rr.pt/


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terça-feira, junho 23, 2009

Judo: Telma Monteiro e Hugo Silva no Brasil


por: Frank Costa
23/06/2009 17:44

Judo: Telma Monteiro e Hugo Silva no Brasil

Também Yahima Ramirez e Joana Ramos vão participar no Grand Slam da Federação Internacional de Judo.

O Rio de Janeiro irá receber no fim-de-semana de 4 e 5 de Julho, o Grand Slam da Federação Internacional de Judo, e para esse evento, a Federação portuguesa convocou Telma Monteiro e Hugo Silva.

Telma Monteiro irá assim competir em -57 kg, enquanto Hugo Silva regressa assim aos compromissos internacionais, depois da lesão que o afastou do Europeu de Tiblissi, no Grand Slam de Moscovo, no Grand Prix da Tunísia e na Taça do Mundo de Bucareste.

Também Yahima Ramirez (78 kg) e Joana Ramos (52 kg) irão representar Portugal neste Grand Slam.


A poesia experimental de Affonso Ávila


22.06.2009 19:49:22
A poesia experimental de Affonso
A poesia experimental de Affonso Ávila no palco da BNB
Tributo ao Poeta de junho reverencia em AA a vanguarda que marcou o Século XX

Mais um nome será apresentado e recitado na Biblioteca Nacional de Brasília dentro do projeto mensal Tributo ao Poeta 2009, que põe em cena Affonso Ávila, um dos mais expressivos do experimentalismo que marcou a poesia do século XX. O diretor da BNB e também poeta, Antonio Miranda, vai apresentar o estudo da obra de Ávila; Deliane Leite (do grupo VivoVerso, da UnB) e Carlos Alberto da Silva Xavier (economista e ecólogo) vão recitar os poemas no evento marcado para a 4ª feira, 24 de junho, às 19h30, no auditório da Casa (2º andar), com entrada franca ao público.

Leitores de poesia, estudantes de Letras e interessados em geral por conhecer mais sobre esse gênero literário reconhecido como vital à existência humana, têm no Tributo ao Poeta uma aula-espetáculo sobre o homenageado da vez. Cerca de 20 minutos de preleção sobre a trajetória e a linguagem do poeta e outro tanto dedicado à récita de uma antologia preparada especialmente para o evento, permitem ao espectador ir embasando sua bagagem quanto à poesia brasileira contemporânea.

Vanguarda - No caso do mineiro de BH Affonso Ávila, hoje octogenário, colecionador de inúmeros prêmios nacionais (Jabuti; Câmara Brasileira do Livro, 1991; Associação Paulista de Críticos de Arte etc.), o próprio público vai poder refletir porque o poeta obteve prestígio em vida, quando outros vanguardistas só foram reconhecidos depois de mortos, como ressalta Antonio Miranda.

Em seu estudo sobre a poesia de Ávila, Miranda aponta para a concisão, o minimalismo, o concretismo do seu texto raramente discursivo em contraponto ao hermetismo com que alguns críticos o rotulam. Assinala também o uso de elementos técnicos do barroco mineiro fundidos aos do pós-modernismo na montagem de sua arquitextura singular, com a qual denuncia, critica, satiriza e reinterpreta códigos, conceitos, vivências.

Textos - Quem assistir ao Tributo a Affonso Ávila vai ouvir poemas de destaque de alguns de seus principais livros, entre eles, Homem ao Termo – poesia reunida (1949-2005); O Açude e os Sonetos da Descoberta (1949 –1953); Barrocolagens (1981); Código de Minas (1963 – 1967); Carta do Solo (1957-1960); O Discurso de Difamação do Poeta (1978); O Belo e o Velho (1982-1986); O Visto e o Imaginado (1988-1990); Décade 7 – dez odes joco-sérias (1998-2000); e Cantigas do Falso Alfonso El Sábio (1987-2001).

TRIBUTO AO POETA AFFONSO ÁVILA – Apresentação de Antonio Miranda; recital com Deliane Leite (VivoVerso/UnB) e Carlos Alberto da Silva Xavier (MEC). Quarta-feira, 24 de junho, às 19h30, no auditório da Biblioteca Nacional de Brasília, 2º andar.

Apoio:

GDF/SEC/FAC.
Entrada franca.
Foto: Divulgação
Biblioteca Nacional de Brasília
BNB
comunica / Assessoria de Imprensa
55 61 3625-6257
Ramal 107 / 109
Visite

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FONTE (foto incluída): Portal 45graus - Teresina,Piauí,Brazil

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La Canción de Autor y la Poesía en las Voces Flamencas.


La Canción de Autor y la Poesía en las Voces Flamencas.
22/06/2009

El mundo del flamenco es muy singular, hace falta mucho conocimiento para poder hablar sobre él con el debido fundamento. Sólo he intentado aproximarme un poco; asisto a los conciertos o festivales que puedo, pero es tal su profundidad, que mientras más se conoce de él, más evidente es su complejidad. En este foro de canción de autor hay un sitio para todas las músicas, porque en el fondo todas las músicas tienen algo en común, ese punto común de la canción de autor con el arte flamenco es el que quiero exponer aquí con mi breve aportación sobre el tema, son unos simples apuntes para que se pueda al menos percibir la idea.

Me acerqué un poco a este asunto cuando hice el comentario sobre Metáfora el último disco de Lole Montoya, en ese cd se incluía una canción de Silvio Rodríguez, la Maza, en una interpretación libre marcada por el ritmo flamenco de esta artista de Sevilla. Recientemente otro artista flamenco Manuel Moreno “El Pele”, ha publicado un trabajo llamado 8 guitarras y un piano en el que se incluye una versión preciosa de Alfonsina y el mar. Ambas son canciones emblemáticas y por eso las cito en este comentario.

Los artistas flamencos en general tienen unas voces capaces de llegar a una gran cantidad de registros, unidas a una personalidad muy propia en la interpretación. Aunque no me atrevería a realizar afirmaciones en este tema, si está demostrado que fue en 1979, con la publicación de La Leyenda del Tiempo en homenaje a Federico García Lorca, cuando la forma de entender el flamenco dio un giro fundamental. Próximamente, este disco emblemático y todo lo que lo ha rodeado, será llevado al cine, en forma de documental, por el realizador granadino José Sánchez-Montes Con este disco producido por Ricardo Pachón, José Monje “Camarón”, acompañado entre otros músicos por Raimundo Amador, Kiko Veneno, Gualberto y “Tomatito”, abrió una puerta esencial para que el mundo flamenco se asomara al exterior, el Nuevo Flamenco.

Artistas como Lole y Manuel, Lebrijano, Enrique Morente y otros, también se atrevieron a presentar otra manera de entender este arte. Ahora muchos son los que demuestran que las voces y los ritmos flamencos enriquecen cualquier música. El disco Territorio Flamenco es una muestra de ello, basta escuchar la interpretación de la canción Bésame mucho, que hace un cantaor de raza como es “Rancapino” para darse cuenta. Todos los artistas incluidos en este disco, flamencos de pura cepa, interpretan grandes canciones desde su propia visión, enfocándolas desde una mirada muy diferente, la del Sur.

En 1997 se publicaba, también bajo la dirección de Ricardo Pachón una obra formada por dos discos: Los Gitanos cantan a Federico García Lorca, con grandes nombres del flamenco. Tengo que volver a hablar, una vez más, del recopilatorio realizado por Fernando González Lucini en 2006, sobre los 50 años de canción de autor: La palabra más tuya; se recoge en esta obra una buena demostración de la relación entre las voces flamencas y la poesía. Casi todos los discos de la colección albergan temas interpretados por artistas flamencos, Calixto Sánchez, José Menese, Miguel Poveda, Enrique Morente, Vicente Soto, Camarón, Lole y Manuel, cada uno a su manera, y a su estilo personalísimo, canta a los grandes poetas de habla hispana, Alberti, Bergamín, Machado, León Felipe, J. R. Jiménez, García Lorca, Miguel hernández, Bécquer, Gil de Biedma, o José Martí.

En 2008, la cantaora Carmen Linares, con música de Juan Carlos Romero, presentaba en la Bienal de Sevilla y publicaba un precioso disco sobre Poemas de Juan Ramón Jiménez: Raíces y Alas que ha acumulado diversos premios, entre ellos el que otorga la Academia de la Música al mejor album flamenco de 2008. Mi comentario es simplemente una pequeña muestra de cómo el arte flamenco está presente en la canción de autor y la poesía. No puedo terminar este artículo sin hablar de Miguel Poveda, un cantaor, que pese a su juventud, en la actualidad es una de las figuras más relevantes del mundo del flamenco.

En 1993, Poveda es galardonado con cuatro premios en el Festival de Cante de Las Minas de La Unión, uno de ellos “La Lámpara Minera” es uno de los galardones más preciados en el flamenco. A partir de ahí, su trayectoria ha sido vertiginosa, su capacidad artística es inigualable, y uno de los aspectos de su carrera artística es su compromiso con la poesía y con los poetas, así como ejemplo, en 2003 publica los Poemas del Exilio de Rafael Alberti, en 2005 rinde homenaje a grandes poetas catalanes con su obra Desglaç (Deshielo), disco donde a modo de presentación, el periodista Pere Pons termina diciendo que “Miguel Poveda es un orgullo y un privilegio para cualquier lengua y cultura de este planeta y de cualquier otra galaxia”, yo también lo creo, y pienso que Poveda es el mejor representante de la unión del flamenco, la poesía y la canción de autor en la actualidad.

La obra y la evolución artística de Miguel Poveda se puede encontrar perfectamente documentada en la página de Carles Gracia Escarp: http://desdebarcelona.lacoctelera.net/tags/miguel-poveda que además de ser el mayor conocedor de la carrera de este artista, tenemos la suerte de contar con su colaboración como comentarista en Cancioneros.
María Gracia Correa
FONTE (foto incluída): CANCIONEROS.COM - Barcelona,Spain

Poesia perché? La parola ai poeti


EVENTI
Poesia perché?
La parola ai poeti

E' l'epoca dell'informazione, dello scambio veloce, della globalizzazione di pensieri e merci. In questo mondo, che ruolo può trovare la poesia? Lo abbiamo chiesto ai protagonisti del ParmaPoesiaFestival. E voi che cosa ne pensate?


RAUL SCHROTT - poeta austriaco

“La poesia è onnipresente, pervade tutta la nostra vita. Anche gli incipit degli articoli giornalistici si rifanno spesso ai principi della poesia. La poesia usa per esempio molte similitudini, molte metafore. La poesia è necessaria per comunicare questioni importanti. Ezra Pound affermava che se una cosa non si può mettere in versi, non è degna di essere sperimentata.”


KATARINA FROSTENSON - poetessa svedese

“Le parole consolano, ma ti danno anche forza, infondono coraggio. Ci sono molti tipi di poesia. Quando si scrive poesia si scende profondamente nel linguaggio. Oggi la lingua sta subendo un’usura, si stanno perdendo tanti vocaboli, alcune parole scompaiono. La poesia è un modo per pensare, per riflettere per entrare in contatto con il mondo interiore. Quando leggo un altro poeta per me è un modo di entrare in contatto con i suoi sentimenti, di conoscere la sua interiorità.”


WALTER MARCHETTI - curatore Festival ParmaPoesia

“La poesia è necessaria perché, essendo la più inutile delle attività umane alla fine invece si rivela quella che resiste di più al tempo e alle violenze della storia.”

DANIELA ROSSI - curatrice del Festival ParmaPoesia

“La poesia è un’assoluta necessità per la vita perché ci permette una percezione della realtà differente. Puoi permetterti, con la poesia, di vivere su due piani”

NICOLA CROCETTI - curatore del Festival ParmaPoesia“

Il bisogno di poesia è un bisogno diffuso a tutti i livelli, è un bisogno primario dell’animo umano. Ma penso che sia una necessità anche della società”

MARIELLA BETTARINI - poetessa italiana

"La poesia per continuare a essere umani insieme agli altri umani (e non solo: penso a tutta la natura, Vegetale e animale e, insomma, alle meraviglie del Creato, senza le quali credo non ci sarebbe poesia)"
FRANCO - poeta

"Dante lo dice bene nel Purgatorio. Alla domanda «Chi sei tu?» risponde: «I’ mi son un che quando/Amor m’ispira noto e a quel modo/ch’Ei ditta, dentro vo significando.» Io divento uno me stesso quando l’Amore mi muove, io ascolto e prendo nota. E a quel modo che Lui detta dentro, io vado riempiendo di significati di lingua e di cultura. La poesia perché? Perché fa crescere gli uomini. La poesia rivela aspetti della nostra vita di cui non abbiamo consapevolezza e quindi fa crescere. Cresce chi la fa e cresce chi l’ascolta. Il movimento musicale e sonoro e i significati che ascolto richiamano alla memoria la propria esperienza"

NICOLA GARDINI - poeta e scrittore

"Poesia è disciplina dei sentimenti e anche invenzione dei sentimenti, come diceva Leopardi. Allarga la grammatica della vita e contribuisce ad evolvere la storia individuale di tutti. La poesia è un dovere che abbiamo verso la lingua, che è madre"

(22 giugno 2009)

FONTE: La Repubblica Parma.it - Parma,Italy
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FOTO: http://static.blogo.it/
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Olhar Felino - Maria de Fatima Delfina de Moraes


Olhar Felino
Maria de Fatima Delfina de Moraes

Teu olhar felino espreitando-me a alma.

É noite, e o silêncio aliado à escuridão
faz-me sentir calafrios, tênues arrepios . . .

Ah! O teu olhar é desejo.

Em silêncio, antegozo no deleite do teu beijo.

copyright 2009
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sexta-feira, junho 19, 2009

Poesia neo-realista no museu com o crítico Fernando J. B. Martinho



Poesia neo-realista no museu com o crítico Fernando J. B. Martinho

Fernando J.B. Martinho, professor e crítico literário, foi o último convidado do Museu do Neo-realismo, em Vila Franca de Xira. Considerado um dos mais lúcidos e activos críticos de poesia, dos poucos que hoje ainda acompanham a publicação regular de poesia, Fernando Martinho foi ao museu explicar como nasceu a corrente neo-realista e a influência que os poetas portugueses sofreram dos autores espanhóis nomeadamente de Frederico Garcia Lorca.
Há muitos casos, como o de Arquimedes da Silva Santos (que estava na plateia), que escreveram na altura muitos poemas em castelhano. Se isto não prova tudo dá-nos pelo menos um sinal da influência dos espanhóis, nomeadamente do autor de Cancioneiro Cigano, livro que todos os poetas da altura transportavam debaixo do braço, explicou.
A diferença entre poesia neo-realista e poesia da resistência foi também explicada por Fernando J.B. Martinho que mostrou ser um dos mais lúcidos críticos da arte em que Manuel da Fonseca e Maria Dionísio fizeram a diferença.
O exemplo do poema A Bicicleta, que Luís Veiga Leitão, um resistente que escreveu na prisão decorando os versos por falta de papel e caneta, e a poesia de Armando César, um homem e poeta do regime que tentou colar-se ao movimento Neo-Realista, foram dois exemplos de como a literatura tem os ombros largos e a história não pode ser contada apenas por quem estuda nos manuais.
José Sousa, com apenas nove anos de idade é o mais jovem músico da banda da Sociedade Filarmónica União Samorense (SFUS) e estreou-se ao lado de Henrique Cardoso, que completa 70 anos após a primeira saída com a filarmónica. Os dois músicos foram distinguidos na sessão solene que no dia 10 de Junho encerrou as comemorações dos 88 anos de vida da mais antiga das colectividades da nova cidade de Samora Correia.
Na cerimónia foram ainda homenageados três músicos que completaram 25 anos de actividade, Rui Gaspar, Sérgio Cavaco e David Ramos. E o maestro Jaime Rego, que orientou a banda no passado recente, recebeu uma lembrança depois de um discurso emocionado.
A sessão solene distinguiu ainda os atletas que se destacaram nas várias modalidades e os sócios da SFUS com 25 e 50 anos de ligação à colectividade.
Os melhores alunos das escolas da freguesia receberam o Premio Professor João Fernandes Pratas numa cerimónia que juntou mais de duas centenas de pessoas.
Um museu neo-realista sem militância
A Abertura do museu do neo-realismo veio dar uma importância cultural a Vila Franca de Xira que não passa despercebida. O Museu é um grande espaço de cultura, está muito bem situado no coração da cidade, e o facto de manter um bar aberto, e um horário alargado para além do normal noutros museus portugueses, dá-lhe outra capacidade de atrair visitantes.
Não basta no entanto investir em programação e numa direcção que organize iniciativas. É preciso conquistar público. Com a mesma arte com que se gasta o orçamento do Museu a realizar exposições e conferências é preciso conquistar público para cada uma das iniciativas.
Compete ao director do Museu mobilizar agentes locais e nacionais, pessoas de e da cultura para fazerem do Museu também a sua casa. E isso faz-se com convites a personalidades, com inter-acção com as escolas, com grupos associativos, com convites a escritores, artistas plásticos e tanta gente que não só ama a cultura como gosta de ser chamada a participar.
A direcção do Museu do Neo-realismo, de qualquer museu do mundo, tem que ter gente e meios que valorizem o papel da instituição e dêm alma ás iniciativas.
Fernando J. B. Martinho, o último convidado, tinha uma dezena de pessoas a ouvi-lo. Sempre os mesmos disse alguém ao meu lado. Não é problema dos que lá foram e são sempre os mesmos. É problema dos que não vão lá e fazem falta.
David Santos, o director do museu, não deve sentir-se muito confortável a apresentar um convidado ilustre a uma plateia de uma dezena de pessoas. Por isso ficamos todos à espera que o seu eventual "desconforto" lhe espevite a imaginação e a vontade de mudar alguma coisa no seu trabalho diário, que é meritório mas tem esta pequena grande lacuna que, na nossa opinião, põe tudo em causa. A militância dos intelectuais do Neo-realismo, a quem o Museu é dedicado, é uma boa lição que não devemos esquecer por muito que custe arregaçar as mangas.
JAE

FONTE: O Mirante - Santarém,Santarem,Portugal

Bob Dylan elogia Elis Regina em rádio dos EUA


Bob Dylan elogia Elis Regina em rádio dos EUA


Bob Dylan elogia Elis Regina em rádio dos EUAPublicado em 18/06/2009 "A pimentinha foi para o paraíso." De acordo com o site da revista Rolling Stone, foi assim que Bob Dylan concluiu os comentários sobre Elis Regina e o Brasil - referindo-se ao apelido da cantora - na edição de segunda-feira passada de seu programa de rádio na estação via satélite e on-line XM, dos EUA. Durante a atração, o cantor americano deu uma aulinha sobre o Brasil e sobre Elis, antes de elogiar a artista, contar partes da biografia da brasileira e tocar "Aquarela do Brasil" e "Nega do Cabelo Duro", nas versões da cantora. "Lá não se fala espanhol, e sim português", ensinou. Enquanto falou, Dylan deixou "Baby", com os Mutantes, como música de fundo.(Da redação)

FONTE: Destak Jornal - São Paulo,São Paulo,Brazil

terça-feira, junho 16, 2009

Pureza Canelo: «La poesía está viva en España gracias a las nuevas hornadas»


SOCIEDAD
Pureza Canelo: «La poesía está viva en España gracias a las nuevas hornadas»
La poetisa extremeña recibió un homenaje de la UBEx ayer, en el 'Día del Bibliófilo'
14.06.09 -
GLORIA CASARES
ALMENDRALEJO


La poetisa extremeña Pureza Canelo cree que la «poesía está viva» en España, porque hay «muchísima poesía» en el país, gracias a las «nuevas hornadas», pero, sobre todo, por «la gran poesía del siglo XX», que parte de Juan Ramón Jiménez y Antonio Machado y, como no, de toda la 'Generación del 27'.
Canelo estuvo ayer en Almendralejo, donde fue homenajeada por la Unión de Bibliófilos Extremeños, durante la celebración del 'Día del Bibliófilo', que desde hace unos años se está llevando a cabo en esta localidad, al estar patrocinado por Cajalmendralejo.
Su último libro
La poetisa espera «dar un impulso definitivo» a su último libro este verano en su localidad natal, Moraleja, donde viaja cada vez que tiene vacaciones, y «siempre que puedo escaparme», y con la que guarda una estrecha relación, a pesar de los años que lleva residiendo fuera de ella.
La escritora quiere aprovechar también sus vacaciones estivales en Extremadura para preparar su página en la biblioteca virtual 'Cervantes'. Después de ejercer su vocación literaria desde los 16 años, a su edad confiesa vergonzosamente que se siente reconocida tanto en Extremadura, donde confiesa que «soy profeta en mi tierra», como en el resto de España, donde ha obtenido premios como el 'Adonais' o el 'Juan Ramón Jimenez'.
La poetisa también reconoció que, como todos los escritores, después de tantos años dedicados a la escritura y «luchando mucho con la materia del lenguaje», va tomando los registros y los código, además de «cierta sabiduría» en esa materia, pero «si no hay impulso, no hay pasión, si no hay una visión del mundo, ese oficio no valdría para nada», puesto que la escritura nace de la experiencia humana, apuntó.
Respecto al homenaje, confesó que le parece un «reconocimiento generosísimo», porque valora mucho de dónde parte, ya que como buena conocedora del mundo de las letras, sabe que se trata de una «asociación de este prestigio» y, el hecho de que homenajee a un escritor, supone «unos matices y un reconocimiento muy especial».
Muchos admiradores
Decenas de amigos y admiradores de esta escritora participaron ayer en este acto de homenaje, que comenzó con la presentación de la presidenta de la Unión de Bibliófilos, Carmen Fernández Daza, y en la que también intervino el vocal de la asociación, José Luís Bernal, y el vicepresidente, César Chaparro, que le hizo entrega de un libro de homenaje.
Precisamente, Fernández Daza destacó la calidad de este libro, que esta dividido en tres partes, uno sobre de estudios de la obra de Pureza Canelo, hecho por expertos, otro sobre cartas o autógrafos, reproducidos de manera facsimilar, y una última parte con fotografías de la poetisa a lo largo de su trayectoria.
La poetisa también firmó libros en un día festivo para los bibliófilos, que terminó con el concierto 'Versos sobre un pentagrama'.

FONTE (foto incluída): Hoy Digital - Badajoz,Extremadura,Spain
http://www.hoy.es/
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FOTO LEGENDA: Pureza Canelo, firmando libros durante el 'Día del Bibliófilo' celebrado en Almendralejo. /G. C.
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Olvido García Valdés protagoniza mañana el Aula de Poesía


Olvido García Valdés protagoniza mañana el Aula de Poesía
La cita será mañana a partir de las 20:00 horas en el Aula de Cultura de Unicaja

D. M. / Almería Actualizado 14.06.2009 - 05:00
La escritora asturiana Olvido García Valdés, galardonada en 2007 con el Premio Nacional de Poesía, será la invitada con la que el Aula de Poesía del Ayuntamiento de Almería y la Fundación Unicaja cerrará este curso su ciclo de lecturas. Hay que recordar que su presencia estaba prevista para el pasado 15 de abril, pero un imprevisto de última hora impidió su visita a Almería, aplazándose para este lunes.

Considerada con unanimidad crítica una de las voces más significativas y prestigiosas de la lírica actual, conviene que sepamos algo más sobre su biografía. Olvido García Valdés nació en Santianes de Pravia, Asturias, el 2 de diciembre de 1950. Licenciada en Filología Románica por la Universidad de Oviedo y en Filosofía por la Universidad de Valladolid, es Catedrática de Lengua Española y Literatura en el Instituto El Greco de Toledo, dedicación interrumpida durante algunos cursos para asumir la dirección del Instituto Cervantes de Toulouse (Francia).

Es co-directora de la revista Los Infolios desde 1987 y miembro del consejo editor de Hablar/Falar de Poesía desde su creación en 1996; asimismo fue miembro fundador de El signo del gorrión, quizás uno de los proyectos de revista más fecundos a lo largo de sus diez años de existencia.

En cuanto a su obra poética, la propia autora la considera dividida en tres etapas. La primera la conforman sus tres libros iniciales, El tercer jardín (1986), Exposición (1990), Premio Ícaro de Literatura, y Ella, los pájaros (1994), Premio Leonor de Poesía. La segunda la integra un solo libro, Caza nocturna (1997); y la tercera es la que componen Del ojo al hueso (2001) e Y todos estábamos vivos (2006), Premio Nacional de Poesía.

Ésta última muy marcada por la presencia de la muerte, que transfigura lo real y la existencia, con un estilo caracterizado por el ascetismo verbal y la mezcla de lo breve y fragmentario con lo extenso, o del verso con la prosa.

Sus poemas se recogen en diversas antologías, como La prueba del nueve (1994), Ellas tienen la palabra (1997), El último tercio del siglo (1968).
FONTE: El Almería - Almeria,Almeria,Spain

Poesía y erotismo


Poesía y erotismo
Josep Esteve Rico

Los más 'puretas' -o puristas-, conservadores y chapados a la antigua, con todos mis respetos hacia quienes desean vivir en tiempos pretéritos y del pasado; defienden una incompatibilidad entre la poesía y el erotismo. Es más, dicen que la poesía no puede ser erótica porque ella es sentimiento y espiritualidad intangibles y el erotismo, una sensación física, carnal, material, de un placer considerado 'mundano' e 'inmoral' amén de 'antiestético' y 'antiético'. Reitero mis respetos pero se equivocan.
Tales opiniones confunden el tocino con la velocidad, confunden el erotismo con la pornografía. Y en literatura, existen los detractores de la poesía erótica que incluso atribuyen una única aplicación literaria al erotismo: la prosa, la narrativa, la novela, el cuento, el relato...pero se niegan a aceptar lo erótico en la poesía, como si fuera imposible combinar o diluir ambas.Y sin embargo se puede. Yo mismo escribo poemas eróticos de verso libre, sin rima. Y nadie se ha escandalizado al leerlos.

Estos 'puretas' aceptan las medievales obras eróticas 'Cuentos de Canterbury' y el 'Decamerón' de Bocaccio -fíjense, ya en aquellos tiempos retrógrados inquisitoriales el erotismo estaba inmerso en la literatura- pero rechazan mucha de la actual poesía erótica con rima o sin ella y se tapan los ojos para no mirar, para no ver que algunos párrafos y frases de los también medievales poemas de San Juan de la Cruz y Santa Teresa de Jesus presentan reminiscencias, detalles e indicios de erotismo encubierto o en clave y cuanto menos muestran estados de ánimo 'orgásmicos'. Nada para escandalizarse, pero habrá quien lo haga.

El erotismo ha sido, es y será un arte. El arte de sublimar la sensualidad amorosa, de añadir al tradicional romanticismo de enamorados; un toque sensual, suave, tierno, dulzón, acariciante, despertador de ánimos y sentidos, enervador de pasiones y sensaciones pero con sutileza, insinuando como el que no quiere la cosa. Erotismo que se halla presente en las estatuas grecorromanas como la Venus de Milo, que no resulta inmoral contemplarla pues no nos despierta 'cochinas o guarras' necesidades.

La pornografía, no es un arte. O al menos no está considerada como tal, en el enciclopédico sentido de la palabra. Aunque desde el punto de vista literario y cinéfilo, existen excepcionales libros y films que son auténticas 'obras de arte' pero en base a criterios estéticos, de industria y comerciales, propios de estas disciplinas. La pornografía rebasa el límite de tolerencia del erotismo, va mucho más alla. El erotismo es la envoltura que por algunas rendijas deja insinuar el interior. La pornografía es el interior puro y duro desnudo del todo y al aire libre, sin sutilezas ni insinuaciones, sin disimulos.

En literatura, y especialmente en poesía, existen ambos conceptos: erotismo y pornografía. Prefiero la narrativa y la poesía eróticas pues son hasta bellas en la forma de expresar lo erótico, lo que las convierte en arte. Y prueba de ello, es la cada vez mayor proliferación de novelas y poesias eróticas. Cada vez surjen más autores y autoras -sobre todo, mujeres, tras perder los pudores- tanto en poesía como en narrativa. Ahi están los ganadores y las ganadoras del famoso concurso de novela erótica de la editorial 'La Sonrisa Vertical'. Y en cuanto a poesía erótica, la mayoría de los poetas y de las poetisas actuales en España tiene al menos algún que otro poema erótico. Ya era hora de perder un tanto el pudor y la vergüenza, que estamos en democracia...

Y hablando de concursos de literatura erótica. Os ofrezco a vosotros, escritores y escritoras; la posibilidad de presentaros a un joven certamen internacional de microrrelatos eróticos 'bautizado' con el nombre de Jeanne Traumnovelle, la mujer protagonista de la película 'El último tango en París'. Se ha convocado la tercera edición y para la corta vida del certamen, ha llegado a unos altisimos niveles cualitativo y participativo además de resultar célebre. Supongo que habrá personas dispuestas a participar.Visitad la web http://www.frutosdeltiempo.com/agenda.php y animaos. El erotismo es arte. El ganador o ganadora verá publicado su microrrelato junto al de otros 20 finalistas en bello libro. Además de recibir un erótico regalo o premio que previamente tendrá que elegir.

Cabe destacar que en las pasadas ediciones ganaron mujeres de países americanos de habla hispana. ¿Son mas sensuales e imaginativas? Ojalá en esta tercera edición se superen la calidad y la cantidad, pues en las anteriores veces se sobrepasaron los 700 trabajos presentados. Porque, ya sabéis, el Erotismo es un arte.
FONTE: Diario Siglo XXI - Spain
http://www.diariosigloxxi.com/
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IMAGEM: Age D´or du Cinema Erotique

Rimbaud, o mito permanente


Rimbaud, o mito permanente
12/06/2009 Por em

O poeta francês, tido como gênio revolucionário, reinventou o amor e a angústia


Se vivesse nos dias de hoje, o poeta Jean Nicolas Arthur Rimbaud seria bombardeado pela mídia e perseguido pela opinião pública, tal qual uma Amy Winehouse. Tido por muitos como a “voz do futuro”, Rimbaud destacou-se pela precocidade e pelo estilo visionário de sua poesia. Lembrado pela escrita agressiva e surtada, pela vida boêmia e por seu relacionamento conturbado com o também poeta Paul Verlaine, Rimbaud abandonou a literatura aos dezenove anos, deixando uma obra que, embora pequena, é significativa e original, e acabou por influenciar diversos poetas das gerações posteriores. Se vivesse nos dias de hoje, notícias como esta seriam comuns nos jornais e sites:

Paris – Aos 18 anos, o poeta francês Arthur Rimbaud se recupera de um dos capítulos mais polêmicos de sua trajetória de bebedeiras e escândalos. Há duas semanas, o agitado envolvimento com o poeta Paul Verlaine culminou no disparo de dois tiros, um deles acertando o punho esquerdo de Rimbaud. Conhecido pelos acessos de raiva em público, pelas noitadas intermináveis e pela parceria amorosa e poética, o casal tornou-se o principal assunto dos tablóides e cadernos de fofoca da Europa.

Apesar de avesso a qualquer tipo de meio de comunicação, Rimbaud aceitou receber a reportagem em sua residência, uma casa simples localizada no subúrbio parisiense. Ainda com o punho enfaixado por causa do incidente com Verlaine, Rimbaud sabe muito bem que todos os seus passos são detalhados, analisados e criticados pela mídia de todos os lugares. O poeta divide opiniões. Para uns, trata-se do grande gênio da poesia de nosso tempo, aquele que fora iluminado pelas contradições e desgraças do mundo e agora escreve compulsivamente em busca de uma saída para si e para os outros. Há ainda os que o enxergam como um adolescente inconsequente que falsifica uma inovação literária, e choca apenas por sua rebeldia.

Rimbaud também prefere se manter longe de festas e rodas literárias (na última que participou, escandalizou os franceses ao debochar dos outros escritores presentes). Nos últimos meses, enquanto frequentavam bares e casas noturnas na periferia de Paris, ele e Verlaine eram perseguidos pelos paparazzi e fãs lunáticos. Há algum tempo, os jornais noticiavam que a relação dos dois passava por momentos delicados, marcados por agressões e brigas homéricas.

De frente para a janela, sentado no único sofá de sua sala de estar praticamente deserta, Rimbaud não parece muito disposto a falar sobre Verlaine. Quando toco no assunto, o poeta é direto: “Eu nunca poderei atirar o Amor pela janela.” Apesar de superficial, o ferimento representa o estopim de uma paixão intensa e violenta. Pergunto-lhe se as notícias a seu respeito o incomodam. Surpreendentemente, Rimbaud confessa: “O meu maior medo é que os outros me vejam como eu os vejo. Imaginar o inferno é ser inferno.” A declaração é inesperada, partindo de uma figura que nunca se conteve em criticar a tudo e a todos.

O interesse pela forma pioneira de Rimbaud escrever provoca curiosidade sobre seu processo criativo. Ele garante que externar seus sentimentos de angústia e confusão não é fácil. “Ao princípio, era apenas um exercício. Escrevia silêncios, anotava o inexprimível. Captava vertigens. Depois, explicava os meus sofismas mágicos com a alucinação das palavras!” Rimbaud é o ícone de uma geração de poetas voláteis e perdidos, que cultivam o álcool e a fuga da realidade.

Sem se preocupar em dominar as perdições e insanidades que coloca no papel, Rimbaud escreve sobre a cidade “monstruosa”, a noite sem fim, as ruínas, os esgotos. O poeta é um voyeur da hipocrisia mundana – e muitas vezes é agente das situações que descreve. “Fico à espera de ser um louco muito perigoso. Trair o mundo seria uma tortura demasiado breve.” Após conhecer o revolucionário francês, a impressão é a de que se trata de alguém em estado permanente de incômodo, exilado de si mesmo.

Questiono Rimbaud sobre seus próximos passos. Ele não cita a poesia, tampouco Verlaine. “Nadar, trincar erva, caçar, fumar, fumar muito; beber licores abrasivos como metal fundente – como faziam os nossos queridos antepassados em volta das fogueiras”, é o que planeja fazer o poeta após a recuperação total de seu ferimento. Todos os interessados em suas profecias acompanharão atentamente cada uma dessas ações. Afinal, eles querem descobrir o segredo daquele que deseja “possuir a verdade numa alma e num corpo.”


Seleção – Poemas de Arthur Rimbaud
Minha boêmia
(Fantasia)

Lá ia eu, de mãos nos bolsos descosidos;
Meu paletó também tornava-se ideal;
Sob o céu, Musa, eu fui teu súdito leal,
Puxa vida! a sonhar amores destemidos!

O meu único par de calças tinha furos.
– Pequeno Polegar do sonho ao meu redor
Rimas espalho. Albergo-me à Ursa Maior.
– Os meus astros no céu rangem frêmitos puros.

Sentado, eu os ouvia, à beira do caminho,
Nas noites de setembro, onde senti qual vinho
O orvalho a rorejar-me a fronte em comoção;

Onde, rimando em meio a imensidões fantásticas,
Eu tomava, qual lira, as botinas elásticas
E tangia um dos pés junto ao meu coração!


A eternidade

Achada, é verdade?
Quem? A Eternidade.
É o mar que se evade
Com o sol à tarde.

Alma sentinela
Murmura teu rogo
De noite tão nula
E um dia de fogo.

A humanos sufrágios,
E impulsos comuns
Que então te avantajes
E voes segundo...

Pois que apenas delas,
Brasas de cetim,
O Dever se exala
Sem dizer-se: enfim.

Nada de esperança,
E nenhum oriétur.
Ciência em paciência,
Só o suplício é certo.

Achada, é verdade?
Quem? A Eternidade.
É o mar que se evade
Com o sol à tarde.


Romance

I

Não se pode ser sério aos dezessete anos.
– Um dia, dá-se adeus ao chope e à limonada,
À bulha dos cafés de lustres suburbanos!
– E vai-se sob a verde aléia de uma estrada.

O quente odor da tília a tarde quente invade!
Tão puro e doce é o ar, que a pálpebra se arqueja;
De vozes prenhe, o vento – ao pé vê-se a cidade, –
Tem perfumes de vinha e cheiros de cerveja...

II

– Eis que então se percebe uma pequena tira
De azul escuro, em meio à ramaria franca,
Picotada por uma estrela má, que expira
Em doce tremular, muito pequena e branca.

Noite estival! A idade! – A gente se inebria;
A seiva sobe em nós como um champanhe inquieto...
Divaga-se; e no lábio um beijo se anuncia,
A palpitar ali como um pequeno inseto...

III

O peito Robinsona em clima de romance,
Quando – na palidez da luz de um poste, vai
Passando uma gentil mocinha, mas no alcance
Do colarinho duro e assustador do pai...

E como está te achando imensamente alheio,
Fazendo estrepitar as pequenas botinas,
Ela se vira, alerta, em rápido meneio...
– Em teus lábios então soluçam cavatinas...

IV

Estás apaixonado. Até o mês de agosto.
Fisgado. – Ela com teus sonetos se diverte.
Os amigos se vão: és tipo de mau gosto.
– Um dia, a amada enfim se digna de escrever-te!...

Nesse dia, ah! meu Deus... – com teus ares ufanos,
Regressas aos cafés, ao chope, à limonada...
– Não se pode ser sério aos dezessete anos
Quando a tília perfuma as aléias da estrada.

Poemas do livro “Poesia Completa”, de Arthur Rimbaud (tradução de Ivo Barroso), editora Topbooks.


FONTE (imagem incluída): http://www.revistabula.com/
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Passagem Literária faz homenagem ao Ano da França no Brasil


15/06/2009 10:22
Passagem Literária faz homenagem ao Ano da França no Brasil
Exposições de Dario Bueno apresentam, até 30 de junho, imagens que remetem à época da modernização de Paris, capital francesa, em homenagem ao Ano da França no Brasil. O acesso à Passagem Literária é gratuito.

SÃO PAULO (ABN NEWS) - Para comemorar o Ano da França no Brasil, as novas exposições da Passagem Literária da Consolação, em exibição até 30 de junho, trazem inspiração e cores de Paris. Dario Bueno apresenta, sob a técnica de ampliação e plotagem, imagens que remetem à época da modernização da capital francesa.

"Nadar - O Caricaturista", "Famosos dos Cemitérios de Paris" e "Personagens dos teatros da Nova Paris" preenchem com as cores da bandeira francesa, respectivamente, o corredor, o palco e a vitrine do espaço.

Como o título sugere, "Nadar - O Caricaturista" reproduz o trabalho do artista Nadar (1820-1910), realizado quando ele fazia caricaturas políticas pela revista francesa Petit Journal.

"Famosos dos Cemitérios de Paris", trabalho realizado pelo fotógrafo brasileiro Celso Donizetti, expõe imagens de lápides de famosos de todas as artes, nos cemitérios de Pere Lachaise, Montparnasse e Montmartre, em 2002. Entre os artistas retratados estão o próprio Nadar, a cantora francesa Edith Piaf e o escritor irlandês Oscar Wilde.

Para completar a mostra, "Personagens dos teatros da Nova Paris" exibe na vitrine mais de 50 imagens de 12 fotógrafos franceses nos teatros de Paris na década de 1870.

"Por ser um espaço de divulgação de arte acessível a todos os tipos de público, a participação da Passagem Literária no evento que marca o ano da França no Brasil representa essencialmente o desenvolvimento das relações culturais entre os dois países", afirma o secretário de Coordenação das Subprefeituras.

Passagem Literária

O local é um antigo corredor subterrâneo depredado, reformado em 2005 e transformado em espaço cultural. Desde então, o espaço abriga programação cultural variada realizada pela Associação Via Libris de Livreiros - nove vendedores de livros usados, que cuidam da manutenção do local e mantêm a banca de livros.

Serviço:

"Nadar - O Caricaturista", "Famosos dos Cemitérios de Paris" e"Personagens dos teatros da Nova Paris" de Dario Bueno

Data: até 30 de junho

Horário: das 7h às 22h, de segunda a sexta-feira.

Sábados, domingos e feriados, das 10h às 22h

Local: Passagem Literária da Consolação - Endereço: rua da Consolação, esquina com a avenida Paulista (metrô Consolação)Grátis

FONTE: ABN - Brasília,DF,Brazil
http://www.abn.com.br/
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FOTO: Felix Nadar - Sarah Bernhardt - 1862
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Produção literária nos meios multimidiáticos é tema de seminário


Eventos
Produção literária nos meios multimidiáticos é tema de seminário
Segunda-feira, 15/06/2009 - 09:42

Salvador - Tecnologia aliada ao universo literário. Este é o mote para o segundo encontro do projeto “Seminários Novas Letras”, cujo tema será “Novos meios de mídia, cinema e literatura”. O evento acontecerá nesta quarta-feira (17), das 15 às 18h, na Academia de Letras da Bahia, e reunirá estudantes das diversas áreas do conhecimento, especialistas, professores, e o público em geral. Além dos debates com os escritores, o público poderá conferir o lançamento do livro “A luz das narrativas”, do escritor Carlos Ribeiro.

Para a palestra “A ‘explosão’ de blogues e sites literários” foram convidados a escritora Gerana Damulakis e o pós-graduado em Literatura Brasileira (UCSal), Goulart Gomes. O mestrando em Cibercultura, da Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporânea da UFBA, Thiago Pereira Falcão, falará sobre o tema “A Narrativa literária e cinematográfica nos games”. Já o Doutor em Educação pela Universidade Estadual de Campinas e autor do livro “Walter Benjamin: formas de percepção estética na modernidade”, Edvaldo Souza Couto apresentará suas pesquisas sobre o tema “Tecnologia, educação, cultura e o nosso momento histórico”.

O projeto “Seminários Novas Letras”, idealizado pelo Núcleo do Livro, Leitura e Literatura (NLLL) da Fundação Pedro Calmon/Secult promoverá até o final do ano uma série de debates literários sobre o processo de construção literária. Além disso, a proposta é compartilhar as diferentes experiências vivenciadas pelos escritores baianos com o público leitor.

FONTE: Jornal da Mídia - Salvador,BA,Brazil

Judô: Sogipano conquista medalha no tradicional Torneio de Tre Torri


Outros Judô:
Sogipano conquista medalha no tradicional Torneio de Tre Torri
15/06/2009 - 22:53:19 - por PC & AI Sogipa - Final Sports
Leandro Gonçalves, atleta da equipe Oi/Sogipa, encerrou sua participação no tradicional Torneio de Tre Torri com uma medalha. O judoca conquistou o bronze ao vencer o brasileiro Alex Aguiar com o golpe perfeito do judô, o ippon.

Antes, o meio-pesado da Sogipa passou por Askhab Kostoev, da Rússia, também por ippon. Na sequência, levou a melhor sobre o inglês Theo Spalding Mcintosh. Mas, nas semifinais, o sogipano perdeu para Leonardo Leite, que ficou com a prata do torneio. Walter Santos (+100kg), campeão da Copa do Mundo de Bucareste, na Romênia, ficou na sétima colocação. O vencedor na sua categoria foi o russo Tamerlan Timenov.

Os atletas Guilherme Luna, Taciana Rezende de Lima e Rochelle Nunes, também da Sogipa, estão com as seleções brasileiras masculina e feminina, onde participam de treinamentos no Rio de Janeiro a partir desta segunda-feira.

Os principais atletas nacionais da categoria sênior terão a companhia de judocas da Rússia (masculino) e Colômbia (feminino). Os treinos acontecem em dois períodos nas instalações do Velódromo, na Barra da Tijuca. Natália Bordignon, que disputou com a seleção feminina a Copa do Mundo de Madrid neste final de semana, 13 e 14 de junho, não subiu no pódio da competição. A sogipana perdeu na estreia para a suíça Juliane Robra. O Brasil voltou da Espanha com dois ouros conquistados por Sarah Menezes e Rafaela Silva.

FONTE: Final Sports - Porto Alegre,Brazil