domingo, abril 06, 2008

Alguns marcos da emergência de novos paradigmas na poesia caboverdiana contemporânea (7)


Alguns marcos da emergência de novos paradigmas na poesia caboverdiana contemporânea (7)
06-04-08

Como vem sendo referido, a experimentação de novos modos de apreensão do real social e de percepção da vida quotidiana mediante a busca de uma nova gramática da palavra, liberta dos tempos tidos por esteticamente agónicos da sensibilidade claridosa e da virulência novalargadista, foi indicialmente referenciada por Manuel Duarte nas suas "Breves Notas sobre a Literatura cabo-verdiana", escritas em 1980 e dadas à estampa em 1984 na revista “Raízes”, e, depois, explicitamente assinalada e fundamentada em textos vários por João Manuel Varela como uma das mais marcantes tendências de evolução da poesia caboverdiana pós-colonial.
Outros sinais I
Na poesia de indagação existencial e de interpretação ontológica
i
Como vem sendo referido, a experimentação de novos modos de apreensão do real social e de percepção da vida quotidiana mediante a busca de uma nova gramática da palavra, liberta dos tempos tidos por esteticamente agónicos da sensibilidade claridosa e da virulência novalargadista, foi indicialmente referenciada por Manuel Duarte nas suas "Breves Notas sobre a Literatura cabo-verdiana", escritas em 1980 e dadas à estampa em 1984 na revista “Raízes”, e, depois, explicitamente assinalada e fundamentada em textos vários por João Manuel Varela como uma das mais marcantes tendências de evolução da poesia caboverdiana pós-colonial.
Como anteriormente sustentado, essa busca tem-se demonstrado como reveladora de uma irrepremível vontade de mudança de paradigma, que, para além dos novíssimos autores, anteriormente destacados, tem sido protagonizada por outros poetas, a maior dos quais ainda inéditos em livro e, em regra, de assaz esparsa produção publicada.
ii
É assim que a mudança de paradigmas se pode também constatar:
i) Na poesia de Arnaldo França dada à estampa nos anos pós-independência, essencialmente na revista Fragmentos e na folha crioulógrafa praiense Xatiadu Si.
Referimo-nos em especial ao “soneto inglês “e “três hai-kais e mais um irregular”, indiciadores na sua escassez de uma forte preocupação de sintonização com o cânone ocidental e as suas aquisições no plano da linguagem e a incorporação das técnicas de uma poesia estrangeira (a japonesa) na pretensão de universalização da poesia caboverdiana.
Anote-se que, apesar de ainda pouco difundida em Cabo Verde, as ressonâncias das técnicas e da filosofia subjacentes à construção dos hai-kais, particularmente as de Bashô, são detectáveis nos poemas curtos, actualmente assaz cultivados por uma franja importante de poetas e versejadores caboverdianos, como, por exemplo, Mário Fonseca, Valentinous Velhinho, Vasco Martins, Mário Lúcio Sousa, Filinto Elísio, Euricles Rodrigues, Tchalé Figueira, Eugénio Lopes, Mário Matos, José Luís Hopffer Almada ou o avaro Jorge Tolentino de “Natureza efémera”, “Natureza viva”, “Natureza agreste” e “Natureza morta”.
ii) Em poemas constantes do livro inédito de Cristiano Valcorba.

“ Natural dos Açores, Valcorba radicou-se nos inícios dos anos sessenta na cidade da Praia. Nesta cidade ligou-se de tal modo à terra e ao homem caboverdianos que ele pode ser considerado como nosso irmão adoptivo e querido. De resto, o seu corpo jaz no cemitério da Várzes desta cidade, onde faleceu a 20 de Março de 1983. Participante lúcido e activo das tertúlias literárias praienses, Cristiano Valcorba conviveu de perto com nomes sonantes do actual modernismo poético caboverdiano, como (...) Arménio Vieira, Osvaldo Osório (...),tendo sido íntimo de Jaime de Figueiredo.
Fez ouvir a sua voz em vários debates de índole cultural que por aqui decorreram, destacamente na página cultural do “Voz di Povo”, coordenada na altura por Arménio Vieira”.
Foi com esses excertos constantes do texto “Valcorba no Círculo do Verso”, publicado no nr 5/6 da revista “Fragmentos”, de 1989, que introduzimos a publicação de alguns poemas inéditos do livro de lavra própria que Valcorba tinha minuciosamente preparado para publicação.
A propósito desse dactiloscrito, escrevemos na altura: “Os manuscritos (...) constam de 56 (cinquenta e seis ) poemas, precedidos de um projecto de capa com o título “No círculo do verso. Talvez poesia”. O conjunto foi organizado pelo próprio autor e nele pode-se ler “Edição privada do autor”.
Do espólio de Valcorba seleccionámos e publicámos seis poemas. A propósito desses poemas tecemos, na altura, as seguintes considerações” “ Estes poemas denotam na minha opinião, o evidente universalismo, o profundo modernismo e o inegável caboverdianismo de Valcorba bem como a sua sofredora solidariedade e fraternidade para com os mais humildes dos homens, o que o coloca, a nosso ver, entre os co-pioneiros do mais recente modernismo cabo-verdiano, ao lado dos seus confrades e “comprades” Arménio Vieira, Oswaldo Osório, entre outros.”
Foram os seguintes os poemas a que se referia o nosso texto: “pó e cinza”, “poema geral”, “versus verso versus verso” “(4) quatro temas para uma construção poética”, “imagem” e coisas de poeta”. Uma releitura actual desses poemas permite-nos reiterar o juízo então expendido, acrescendo em sentido favorável o cuidado posto no trabalho com a forma e a linguagem, que fica ilustrado no poema “versus verso versus verso”, dedicado a Arménio Vieira:
in com for me
tem fome o verso
in certo o poeta
e a palavra ausente
palavra
papel
lamento e o poeta ausente
-o verso é feito
e fica ausente
- o poeta tem fome
Do verso ausente
É fria a distância entre o fundo do verso
e o pró fundo do poeta
-tem a palavra a voz e a distância
- e no lamento
o poeta desce no fundo
Mais profundo do verso”
Ou ainda no poema “imagem”, dedicado a Oswaldo Osório”: “triste semente semente presa/ no chão da terra/a virgem seca/a fome do pão/ a criança ainda não/ presa e triste a semente/ no chão da terra/ a criança sêca/ e mente a fome/ e mente o pão/ e mente a virgem/ presa a semente e triste/ foge imagem/ morre porque mente/ o sol e a terra/porque todos mentem/ e esta imagem também”.
iii) Em poemas dispersos do malogrado João Henrique de Oliveira Barros.

Poeta revelado no ano lectivo 1965/1966 no opúsculo coimbrão “Semente”, Oliveira Barros foi colaborador assíduo das revistas “Raízes” (na qual publicou o muito crítico ensaio “Seis Teses sobre a Resistência Cultural” e alguns poemas em crioulo, como “Cutumbembem” e “Tchabeta di Nossa Sinhora da Graça”), “Ponto &Vírgula”, “Sopinha do Alfabeto” e “Fragmentos”.
Tendo escrito e dado à estampa poemas novalargadistas caracterizados pela contundência e pelo teor muito crítico em relação a alguns mitos associados ao movimento claridoso, ao tradicional conformismo caboverdiano e ao exílio na cidade imperial - como se pode constatar nos poemas “Era” e “Eu, Lisa e a Cidade”, bem como no ciclo poemático “Trilogia Eventual do Tempo Proibido (Anti-Literatura Caboverdiana, Coimbra 70; Hipnose Lisboa, Coimbra 1971; Desmontagem da Morabeza, Coimbra 1973)”- , os poemas pós-coloniais de João Henrique de Oliveira Barros (com destaque para “Libelo dos Olímpicos” e outros constantes da colectânea Mirabilis -De Veias ao Sol) singularizam-se no seu almejado estatuto de reflexão e de interpretação ontológica. Tal estatuto advém-lhes da circunstância de serem indiciadores de um perscrutar inundado de um irreverente e jazzístico pessimismo ontológico (“Monk is gone”).
Esse pessimismo ontológico alimenta-se dos paradoxos, por vezes fantasmáticos, emergentes de uma assumida e boémia resistência à clausura sistémica e tristonha da insularidade existencial e da monolinguagem tida por predominante no regime de partido único.
O mesmo pessimismo reforça-se mediante um perscrutar trágico sobre a humanidade encurralada entre os despojos da opaca nocturnidade da cidade e o diurno precipício do quotidiano, altar almejado ou amplamente causticado.
Sirvam os seguintes versos do “Libelo aos Olímpicos” (publicado na revista “Fragmentos” e na colectânea Mirabilis-De Veias ao Sol) como ilustração da poesia pós-colonial de Henrique Oliveira Barros: “O decesso do outro/ dói um intervalo de amnésia / Se é espinho, / é-o na exacta medida/ das lucubrações sobre o nosso. / - Logo após o veneno vinga (...)/ Bom lago amnésico o amor:/não o oposto do ódio/ O que é prazer sem baliza ou decreto(...) Deixai, deuses, deixai, /que sejamos nós a escolher/ as veredas do ser e do acabar”.
iv) Em poemas de José Vicente Lopes, dispersos pelo suplemento "Voz di Letra" (do extinto jornal "Voz di Povo"), pelas revistas "Fragmentos" e "Artiletra" e pela colectânea Mirabilis - De Veias ao Sol (IPC, Praia, 1998).
Também muito marcados pelo pessimismo ontológico, esses poemas denotam-se como interpeladores dos homens prostrados no abismo do destino, quedados resignados na teluricidade do seu chão escalavrado ou nómadas na indagação de uma qualquer universalidade, ainda que petrificados como "remos partidos", em tempos obesos de absurdo, de non sense e de perplexidade.
v) Em poemas líricos e telúricos de Rosendo Brito Évora, dados recentemente à estampa na revista “Artiletra”. Nesses poemas do autor do livro de poesia As Hespérides e Eu ressumam fortes ressonâncias greco-latinas e um nítido sabor camoniano, que também transluz na utilização do soneto. É o que se pode verificar nos poemas “Isíria, dos montes sobe e desce” ou “Isíria com Marcus, abraçados”.
vi) Em poemas de Cândido de Oliveira, poeta místico que almeja ter uma única nacionalidade "a psiquiatria ou qualquer lugar onde se possa ser louco". Ainda dispersos e parcialmente recolhidos na antologia Mirabilis - De Veias ao Sol, os poemas de Cândido de Oliveira constituíram-se, aquando da sua primeira publicação na revista Fragmentos, como uma das evidências mais marcantes da irrupção de novas preocupações existenciais e estético - formais entre os novíssimos poetas caboverdianos. É o que, por exemplo, denota o seguinte poema: “A vida é como um /Rio que nascendo num lago/ caminha entre duas margens:/ A da bem e a do mal/ Na velhice vem desaguar num mar morto”.
vii) Nos escassos poemas ("Tempestas", "Círculo Existencial", "Exercício de Morrer") de Pedro Gregório, publicados nas colectâneas Jogos Florais 1976, Mirabilis-de Veias ao Sol e na revista Artiletra. Os mesmos poemas destacam-se como testemunhos de um misticismo telurizante que, a nível da linguagem e do teor reflexivo, denota alguma afinidade com a poesia de João Vário, que, aliás, os elogia.
viii) Em alguns exercícios poéticos do malogrado Deodato José da Silva, que tendo tido uma desastrosa estreia com o livro Alívio, depois aperfeiçoa o estro e, por exemplo, escreve: "vou tentar morrer mais vezes, já que defuntos são os meus versos".
ix) Em certos e escassos momentos meditativos de Alírio Kinóru (pseudónimo de Alírio Varela Rodrigues), dos poemas “momentos”, “sol”, “pedras rolantes”, “cruz sacratíssima” e “o caracol”, constantes da Colectânea Mirabilis- de Veias ao Sol, de nítido desencanto existencial, de claustrofóbica usura e suburbana saturação e de percepção dos destinos individual e colectivo como se de “calhaus rolantes” manipulados pelo seco e brumoso humor do tempo se tratasse.
x) Em poemas de José Eduardo Cunha (também Alexandre Cunha) dados à estampa nas revistas "Fragmentos" e "Artiletra" e que se evidenciam como rastreadores de uma peregrinação sinalizadora da insularidade em demanda da casa, da margem onde ancorar o barco do viandante, do caminheiro do mundo, do ilhéu nómada ainda quando a alma se sedentariza no crepúsculo da meditação.
xi) Na experimentação por parte de Mito (pseudónimo de Fernando Elias Hamilton Barbosa) de uma linguagem alternativa, ilustrada, por exemplo, na poesia visual e no concretismo (no "poemita concretista")). Concretismo que é também detectável, por exemplo, n’ "os meus poemas comcretos" de Valdemar Velhinho Rodrigues, bem como em Jorge Carlos Fonseca, Filinto Elísio (por exemplo, do poema "poesia do reverso-poesia II"), Eurico Barros (do poema "Oculto"), Jó Spínola (do poema “ah zim (...)” ou José Mário Barros, que, em poemas vários do livro de estreia A Cor do Meu Pensamento, intenta emprestar cor às suas elucubrações meditativas e aos dilemas engendrados pela seca ecologia de Cabo Verde.
xii) Em alguns poemas ou trechos de poemas do livro As Últimas Páginas do Apocalipse, de José António Lopes, livro de estreia literária na poesia em português e inglês e no qual são incontornáveis as reminiscências da linguagem e da conturbada e amaldiçoada mundividência de William Blake.
xiii) na indagação do absurdo e na interrogativa perplexidade ante as incongruências do quotidiano na poesia de Rodrigo de Sousa (pseudónimo de Rodrigo Rodrigues Sousa Fernandes), como, por exemplo, no poema “Pesadelo”: “Grave/Gota a gota/ grave a grave/ Pingo a pingo/ Gota grave/ Pingo grave/ Gota como pingo/ Grave”.
Dispersa pelo Suplemento Voz di Letra e pela revista Fragmentos, a esparsa poesia de Rodrigo de Sousa foi parcialmente recolhida na colectânea Mirabilis - De Veias ao Sol, cujo título, aliás, foi inspirado, em parte, no seu poema corsinista “Embora de Veias ao Sol”: “ De suor verde à roda da escuridão/ Danço pelo eco da voz/ Rodopiando nas visões e na ausência/ Manietado pelo eco da boca na garganta (...) Embora de veias ao sol / No plano da carne/ Perfurando os limites/ Continuo de fronte perfeita/Embora de veias ao sol/ Diante dos olhos do mundo/A provar a linha dos nervos/ No mundo posso ainda dormir”.
xiv) Nalguma meditação poética de Cândido Carvalho constante do livro de estreia Expressão de um Crioulo. Meditação poética que se espraia pela interpelação (por vezes irónica, por vezes cáustica, por vezes lírica) do destino, do amor, da morte e da clausura insular numa linguagem que almeja furtar-se à banalidade telúrica do irremediado quotidiano envolvente e impregnar-se de reflexão e de uma imagética que se quer conjugadora de erudição e coloquialismo.
xv) Nalguma displicente perplexidade ante a paisagem natural e humana da cidade da Praia e na captação de flagrantes do seu quotidiano constantes da poesia de Tales de Santana (pseudónimo do jornalista José Maria Varela), dispersa pela revista “Fragmentos”.
xvi) Em alguns momentos poéticos de Vasco Martins, autor que, ressalve-se, tem encontrado na música erudita e sinfónica, de que é indubitavelmente o mais importante ícone e criador caboverdiano, no ensaio e na investigação culturais, nos quais se destaca o livro A Música Tradicional Caboverdiana I - A Morna, e, em certa medida, na prosa de ficção (com os romances A Última Dimensão e Tempos da Moral Moral), espaços privilegiados para o desenvolvimento das suas credenciadas potencialidades e para a expansão dos seus imensos poder e imaginação criativos.
Exemplo crasso desses raros, excepcionais e epigramáticos momentos poéticos do autor dos livros de poemas Universo da Ilha e Navegam os Olhares com o Voo dos Pássaros são os seguintes versos: “Adormecem as aves da tarde/ e as acácias, como eu, aguardam o instante das coisas”.
Anote-se que, tal como Vasco Martins, outros autores caboverdianos, bastas vezes alumbrados pela poética de Bashô e outros poetas japoneses e, em Cabo Verde, de Valentinous Velhinho, Oswaldo Osório e Arménio Vieira, têm procurado no poema curto e epigramático de indagação existencial a via para a elaboração de uma nova escrita poética. Infelizmente, têm sido muito desastrosos e pouco dignificantes para o ofício poético os resultados conseguidos pela maioria desses versejadores, mesmo quando ficticiamente consagrados pelo livro.
Relembre-se, nesta oportunidade, que as nossas observações a propósito de certos vícios, mazelas e insuficiências detectáveis no actual panorama poético caboverdiano encontram-se vazadas no texto “Estes poetas são meus - algumas reflexões críticas sobre a poesia caboverdiana, nos trinta anos da independência nacional” (in Cabo Verde - Trinta Anos de Cultura, IBNL, Praia, 2006).
Lisboa, 22 de Março/ Agosto/ Setembro de 2006
(reescrito e revisto em Março de 2008)
José Luis Hopffer C. Almada
josehopffer@yahoo.com.br
joseluishopffer@gmail.com
Nota do autor:
Constitui o presente texto uma profunda reformulação de parte das versões originais publicadas com diferentes subtítulos sob o título genérico “Estes poetas são meus” e das quais se destacam uma primeira, publicada no suplemento "Kriolidadi" do jornal "A semana" e nas revistas “Lusografias” e “Mea Libra”, e aquela, de intenção panorâmica do conjunto da moderna poesia caboverdiana, incluída no livro “Cabo Verde - Trinta Anos de Cultura”.
A presente versão foi inicialmente elaborada - ainda em vida de João Manuel Varela - para servir de introdução a uma antologia lusógrafa de dez poetas vivos organizado, em 2006, por José Luís Tavares para a Casa Fernando Pessoa.
Na sequência da reformulação editorial do projecto antológico inicial, agora abrangente de dez poetas vivos mais João Vário, de feição bilingue e por conta do Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro, de Cabo Verde, foi também reformulado o presente texto, pensado não mais como introdução à antologia da responsabilidade de José Luís Tavares, mas como texto plenamente autónomo e por isso também incidente sobre poetas caboverdianos (ou a sua poesia de língua crioula e francesa) não integrantes da selecção antológica acima referida, como são os casos de T. T. Tiofe, Kaká Barboza, Danny Spínola, Rui Monteiro Leite e Valentinous Velhinho (neste último caso por expressa recusa do autor).
Versões e excertos do presente texto, designadamente os relativos aos poetas Arménio Vieira e Corsino Fortes, foram publicados n’ a revista do jornal a semana, na revista online da Sociedade de Língua Portuguesa bem como no asemanaonline.
Um pequeno excerto de uma primeira versão do presente texto foi recentemente publicado na revista brasileira “Confraria do Vento”, conjuntamente com poemas de João Vário, Arménio Vieira, Corsino Fortes, Oswaldo Osório, Mário Lúcio Sousa, António da Nevada, Filinto Elísio Correia e Silva e José Luís Hopffer Almada, todos seleccionados por José Luís Tavares. A esses trabalhos acrescem poemas do próprio José Luiz Tavares, publicados na edição anterior da mesma revista.

FONTE: A Semana online - Portugal

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