quinta-feira, setembro 30, 2010

Death of Sociology

by ecrivan wordwizard in Sociology, September 25, 2010

The metamorphosis of this science in recent times.

As sociology has recently reached a point where it is considered as a hodgepodge of current social issues some sociologists consider it is almost defunct. In a sense they are not wrong, people can now discuss women’s involvement in politics without necessarily knowing about the sociology of education or the move towards keeping a current gun registry in the country. Still being able to know what you are talking about in women’s studies means being current in other allied areas such as education and criminology because women have acquired opportunities in the educative fields that they did not have years ago and there is also an increased level of women related crimes in urban centers too in modern times just as there is an increased level of juvenile or male related crimes.

Death of sociology as a subject is tough to explain when its component parts are still quite active and all constitute sociology in the first place. Death of sociology may refer to the will to destroy the negativisms of the sociology that referred to all the ills that certain sociologists, and other social scientists researched. There has been some bashing of western mores as sociologists compiled texts on what societies lack in the west or how other cultures are viewed through biased points of view.

At the same token people are not as keen in knowing about the history of sociology as they are about knowing current trends much the same way that people are generally illiterate in knowing about other cultures outside their own. Now travel has become extensive and many university graduates do travel between the time they finish school and find jobs but this does not make up the majority of mankind that will never have a worldly view of mankind. Travel too does not guarantee a person will have a worldly view either.

Judô: Gabriela Bittencourt luta pelo título Pan-Americano Sub-15

30/09/2010 - 13:52:29 - por FS & AI MR Comunicação

A santista Gabriela Souza Bittencourt, integrante do Projeto Judô em Ação, desenvolvido pela Associação de Judô Rogério Sampaio, embarca, nesta quinta-feira, dia 30/9, para o Panamá, onde disputará o Campeonato Pan-Americano Sub-15.

“Eu me preparei muito bem para essa competição porque sei que o título pan-americano vai ser muito importante para a minha carreira. Treinei em dois períodos, todos os dias, para melhorar a minha técnica. Eu estou indo para lá para conquistar o ouro”, planeja a jovem judoca, de 14 anos, que vai lutar no domingo, dia 3 de outubro.

Depois de conquistar a vaga para o Pan, no Campeonato Brasileiro Sub-15, em Goiás, Gabriela viveu uma experiência ruim nas Olimpíadas Escolares, em Fortaleza, quando conquistou a medalha de prata, perdendo a final numa luta bastante conturbada.

“A arbitragem cometeu alguns equívocos que me deixaram sem condições de brigar pelo título. Fiquei bastante abalada com tudo o que aconteceu. Foi muita confusão. Mas já estou recuperada. Meu foco agora é me tornar campeã pan-americana, de preferência, ganhando todas de ippon, para não ter nem chance de polêmica”, conta a meio-médio da AJ Rogério Sampaio.

FONTE: Final Sports
http://www.finalsports.com.br/
FOTO: http://santos.globo.com/

Anne Bradstreet, Made Famous by a Meddling Man

Anne Bradstreet led a rich, inspirational life, but she may not even be a North Andover legend had it not been for a guy rummaging through her notes and taking them without permission,

It's pretty well known that America's first published female poet was none other than North Andover's own Anne Bradstreet. But she actually got that fame because a man rifled through her things.

Bradstreet was the daughter of Thomas Dudley, an early governor of the Massachusetts Bay Colony. She married Simon Bradstreet when she was 16, and when she was 18, she and her family moved from Engalnd to Massachusetts.

Bradstreet was very educated compared to most other women in her time, a privilege from being raised in and married into prestige. Her husband, like her father, would also serve as a Massachusetts governor. Her sister would marry Rev. John Woodbridge, who would lead them in founding Andover (now North Andover).

The Bradstreets moved around a lot. After living in Salem and then Cambridge and starting a family (she would eventually have eight children), Anne and her husband moved to Ipswich and then again to the new Andover Parish in the 1640s. Anne didn't want to move to the new settlement, but she went anyway. Her life was full of obstacles despite her privilege -- she battled small pox and later paralysys -- and she managed to adapt to life in what is now North Andover. Even after their North Andover home burned down, leaving them with no personal belongings, the Bradstreets bounced back and prospered again.

Through her ever-changing life, poetry was Anne Bradstreet's constant. Her husband was often gone for long periods of time, traveling on political business to the other colonies. Without much else to do in colonial Massachusetts, Anne sated her loneliness with books. She read about history, science, medicine and the arts. And she nurtured her love of poetry, both reading it and writing it.

But Anne kept her writing private. In those days, it was considered inappropriate for a woman to be as educated as Anne was, and even more inappropriate to write and express her views and creativity. Women were sometimes exiled for it. So she kept her poems to herself and her inner circle of friends and family, never intending for the world to read them.

However, her brother-in-law Rev. John Woodbridge, ever the nonconformist and impressed with her work, secretly copied her poems and brought them with him on a trip back to England. He had them published there in 1650, without her permission, in a book titled "The Tenth Muse Lately Sprung Up in America, By a Gentlewoman of Those Parts." This made her the first female poet published in Engand as well as America. The book was popular in England, but Anne would not publish anything else in her lifetime. The rest of her works would be published after she died of tuberculosis 12 years later.

One book published after her death wasa collection of poems titled "Several Poems Compiled with Great Variety of With and Learning." That book, which is kept at Harvard and is owned by North Andover's Stevens Memorial Library, includes her most famous poem, "To My Dear and Loving Husband."

"If ever two were one, then surely we.
If ever man were lov'd by wife, then thee.
If ever wife was happy in a man,
Compare with me, ye women, if you can."


-- Anne Bradstreet, "To My Dear and Loving Husband."

About this column:A glimpse at North Andover's history.

FONTE: http://northandover.patch.com/
IMAGEM:  http://www.harvardsquarelibrary.org/poets/bradstreet.php

Ana Hormigo regressa à Taça do Mundo

A atleta olímpica com os alunos
Atleta olímpica de volta aos tapetes internacionais

Por: Artur Jorge

30 de Setembro de 2010 às 12:13h

A atleta olímpica albicastrense, Ana Hormigo, regressa às competições internacionais este sábado, dia 2 de Outubro. Depois de ter sido mãe, a judoca reiniciou os treinos e está agora apta para desbravar caminho rumo, quiçá, às Olimpíadas de 2012, em Londres. O regresso ao panorama internacional dá-se em Inglaterra, na Taça do Mundo de Birmingham.

Hormigo foi uma das presenças no treino mensal dos clubes envolvidos no projecto da sua escola de judo, que reuniu na sala prof. António Matias, em Castelo Branco, cerca de seis dezenas de judocas. E se a atleta que esteve em Pequim’08 limou arestas de preparação para aquela prova internacional, os outros aproveitaram para preparar competições do calendário, inclusivamente internacionais, “já que muito irão participar em torneios espanhóis”, explicou o treinador Abel Louro.

Os mais pequeninos, não deixaram de melhorar as suas competências, de forma a preparar a participação no Torneio Cidade do Sabugal, já em Outubro.

FONTE: Reconquista

http://www.reconquista.pt/

quarta-feira, setembro 29, 2010

Judô: Técnico e atletas gaúchos embarcam para competições internacionais

29/09/2010 - 17:56:24 - por FS & AI FGJ

Para o técnico Daniel Pires e seis atletas do Rio Grande do Sul, o fim de semana já começa nesta quarta-feira. À noite, eles embarcam no aeroporto Salgado Filho para o centro do País, onde se dividem em dois grupos que disputarão o Pan-Americano Sub-13 e Sub-15 e Copas do Mundo na Europa.

O sensei Daniel vai ao Panamá junto com Gabriela Baptista, Gabriel Barros, Gabriel Killes e Brener Marcon, e o restante das equipes Sub-13 e Sub-15 do País. Na América Central, eles disputarão o Campeonato Pan-Americano das categorias.

“O Brasil costuma mostrar sua força nas categorias de base. Vamos nos esforçar para manter a hegemonia”, garante o professor Daniel Pires, chamado para ser treinador da Seleção pela terceira temporada consecutiva.

Enquanto isso, do outro lado do Atlântico, a equipe sênior do País se dividirá em duas para participar da Copa do Mundo da Inglaterra, no naipe feminino, e da Copa do Mundo da Itália, no masculino. Taciana Lima e Walter Santos estarão envolvidos nas competições em Birminghan e Roma, respectivamente.

Os dois torneios em solo europeu valem pontos para o ranking da Federação Internacional de Judô, que definirá vagas para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. Na atual relação, Taciana é a 26ª entre os ligeiros e Walter, o 22º dos pesos pesado.

FONTE: Final Sports
http://www.finalsports.com.br/
IMAGEM: blog-br.com

Sentir-se rejeitado pode partir o coração, literalmente

WASHINGTON — Sentir-se rejeitado por outra pessoa pode partir o coração, tanto no sentido figurado como literal, segundo estudo conduzido pela Universidade de Amsterdã.

Nesse pequeno estudo da Universidade de Amsterdã e da Liden University, publicado nesta semana na revista americana Psychology Today, foi pedido a 27 estudantes de 18 a 25 anos que anotassem sua primeira impressão de outros estudantes, e depois a esses últimos que julgassem os primeiros, com base em fotografias.

No momento de dar suas respostas, os estudantes tinham conectados cabos e eletrodos para que fosse feito um eletrocardiograma.

Quando eram informados de que outro estudante não tinha gostado de sua foto, o ritmo cardíaco diminuía.

Essa diminuição, chamada pelos pesquisadores de "coração partido", era muito mais pronunciada quando a rejeição provinha de um estudante sobre o qual tinham escrito algo positivo.

As conclusões mostram que a rejeição social "provoca respostas físicas", conclui o estudo.


FONTE: AFP

FOTO: naomordamaca.com

Músico mineiro faz show em Nova Iorque

Nelson Angelo participou do famoso “Clube da Esquina”, em Belo Horizonte.
09/29/2010 09:01:49 AM

Na década de 80, o músico esteve em Los Angeles (CA), onde gravou “Journey to Dawn” com Milton Nascimento.
 
O cantor mineiro Nelson Angelo, 61, faz show na quarta-feira (29), no Zinc Bar em Nova Iorque. Cantando pela primeira vez na cidade, ele traz no repertório um resumo de toda sua obra musical. As apresentações são às 9h30pm, 11pm e 1am.


A bagagem inclui músicas conhecidas e composições do início da carreira de Nelson. As obras foram gravadas por grandes nomes como Milton Nascimento, Simone e Fafá de Belém. O cantor pretende estabelecer uma identificação com o público. “Muitas vezes as pessoas conhecem as músicas e não sabem que são minhas”, disse ele.


Esta identidade, segundo o cantor e compositor, abre portas. “Estou muito feliz com isso. Rapidamente consegui, por causa do trabalho que fiz a vida inteira, chegar até aqui de uma forma aparentemente fácil, por conta do trabalho que rolou durante todos estes 61 anos que tenho”.


A presença de uma grande população mineira nos Estados Unidos alegra o músico. “Mineiro é viajante, é andarilho. Um alô para a mineirada uai”. Morador do Jardim Botânico, na capital carioca, Nelson aprecia o valor que os brasileiros residentes nos Estados Unidos dão à cultura do Brasil. Aproveitou para convidar a comunidade para o show no Zinc Bar.


Natural de Belo Horizonte, Nelson Angelo tinha somente 14 anos quando começou a trabalhar com Milton Nascimento, no movimento conhecido como Clube da Esquina. Seis anos mais tarde, seria convidado por Geraldo Vandré para formar o Quarteto Livre. Com Naná Vasconcelos, Franklin da Flauta e Geraldo Azevedo, participou de festivais e shows pelo Brasil. Entre os parceiros de composição estão Milton Nascimento, Fernando Brant e o poeta Cacaso. Com este último, fez aproximadamente 50 canções.


Cantando ao sabor da vida

É com tranquilidade que Nelson Angelo faz um balanço da carreira. “Acho que a vida toda é boa. A gente sempre vai em frente. Acho ótimo o passado, vivo o presente, e tenho um olho muito grande no futuro”. Sem dar valores especiais a cada época, Angelo se considera um artista totalmente realizado. “Sempre gostei de mim do jeito que sou. Tive a felicidade de ter uma formação musical”.


Com somente uma semana no Rio de Janeiro, fez amizade com Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Edu Lobo e Luis Eça. “Me formei com estas pessoas. Nunca frequentei nenhuma escola ou faculdade de música”. A experiência fez Nelson se conhecer melhor. “Estou ficando mais solto, fazendo o melhor que posso. Fico numa boa com isso, me dá uma grande felicidade”.


Na década de 80, o músico esteve em Los Angeles (CA), onde gravou “Journey to Dawn” com Milton Nascimento. Na opinião dele, a música brasileira merece o espaço que tem não só nos Estados Unidos, mas no mundo inteiro. “Hoje vivemos num mundo globalizado”. Ele recorda de Carmem Miranda e Laurindo de Almeida, que trouxeram a música brasileira para cá.


“Tenho uma coisa forte ligada aos Estados Unidos, com relação a isso”. Quando está num restaurante, por exemplo, e canta um pedacinho de uma de suas músicas, Nelson já recebe um feedback. “O garçom diz ‘poxa, é brasileiro’. Não é só uma coisa dos jornais e da mídia. Você vê que é uma coisa transportada para o povo. E isso me deixa muito feliz”.


Nelson Angelo canta no Zinc Bar acompanhado por Kay Lyra e Mauricio Maestro (vocais), Jorge Continentino (sax e flauta), Guilherme Monteiro (guitarra), Leonardo Cioglia (contrabaixo) e Rogério Boccato (bateria e percussão). O show tem direção artística de Jassvan de Lima. O Zinc Bar fica no 82 West 3rd Street, Greenwich Village, telefone (212) 477-9462.


Da redação do ComunidadeNews.com

Two Psychological Theories on Why People Dream

Sep 28, 2010 Adam Fonseca


Understanding why people dream while sleeping has been a popular topic among psychological researchers for hundreds of years leading to numerous theories.


Why do people dream? This question remains relatively unanswered even today despite the numerous psychological theories documented. Through their research, top psychologists through the ages have offered their take on the purpose of dreams. Here are a two of the more popular theories behind dreaming and how dreams impact a person's rest.



Freud's Theory

Sigmund Freud offers a theory on why people dream based on the notion that the dream fundamentally acts as the guardian of sleep. He proposed that when people prepare for sleep, they make an attempt at disconnecting from reality by turning off lights, drawing curtains, and seeking absolute darkness. The brain then "protects" the body's response to external stimuli by incoporating dreams as distractions. This manufacturing of dreams throughout the night also distracts the body from being aware of internal stimuli, such as anxiety, emotions, fears, and desires. In essence, Freud's theory suggests that if the body was aware of internal stimuli while sleeping, successful completion of the five stages of sleep would be impossible. Following his theories and research into human sexuality, Freud also believed that dreams which involved baldness, rotting teeth, or the cutting of hair symbolized a person's fear of castration. Freud also believed additional symbolism in dreams directly related to a person's sex organs, eventually leading to the coining of a "wet dream".



Carl Jung's Theory

Following in the footsteps of Freud was pscyhologist Carl Jung, who formulated his theory on dreaming in the 1960s. Jung believed that recurring dreams are proof that dream-manifested events or issues neglected in a conscious mind will show up repeatedly in dreams to demand attention. In other words, the brain would literally draw attention to an external situation which requires resolution outside of sleep. Jung also believed that symbols found in dreams served as a means for explaining complex concepts in a manner which the person at rest could understand. These symbols would also help heal the brain and body as a person went through the stages of sleep. In his quest to discover the role of dreaming, Jung also concluded that dreams are not only relevant to the dreamer's life, but that they are all parts of "one great web of psychological factors."


FONTE: http://www.suite101.com/
IMAGEM: freud-sigmund.com

Um poema de Walt Whitman ( 1819-1892)

O CAPTAIN! MY CAPTAIN!


O Captain! My Captain! Our fearful trip is done,
The ship has weather’d every rack, the prize we sought is won,


The port is near, the bells I hear, the people are exulting,


While follow eyes the steady keel, the vessel grim and daring;


But O heart! Heart! Heart!
O the bleeding drops of red,
Where on the deck my Captain likes,
Fallen cold and dead.


O Captain! My Captain! Rise up and hear the bells;
Rise up – for you the flag is flung – for you the bugle trills,


For you bouquets and ribbon’d wreaths – for you the shores a-crowding,


For you they call, the swaying mass, their eager faces turning;


Here Captain! dear father!
This arm beneath your head!
It is some dream that on the deck,
You’ve fallen cold and dead.


My Captain does not answer, his lips are pale and still,


My father does not feel my arm, he has no pulse nor will,


The ship is anchor’d safe and sound, its voyage close and done,


From fearful trip the victor ship comes in with object Won:



Exult! O shore, and ring O bells!
But I with mournful tread,
Walk the deck my Captain lies,
Fallen cold and dead.


Oh, Capitão! Meu Capitão! Temerosa nossa viagem já findou
A nau todos os percalços suportou, o prêmio final nosso foi,


Perto está o porto, os sinos, exultantes, todos dobram,


Enquanto olhos espreitam a rígida quilha, a nau feroz e audaz;


Oh, coração! coração! coração!
Oh, gota de sangue derramado,
Ali, no convés, jaz meu Capitão,
Imóvel, frio, morto.


Oh, Capitão! Meu Capitão! levanta-te e os sinos ouve;
Ergue-te, que a bandeira, arriada, está – o clarim para ti vibra,


Para ti, ramalhetes e grinaldas de fitas ornadas – para ti, as praias de gente apinhadas,


Para ti, a massa oscilante, volvem, ansiosas, as faces!


Olha, Capitão! pai querido!
Sob a tua cabeça este braço!
Mais um pesadelo parece isso tudo;
Tu, imóvel, frio, morto.


A nada respondes meu Capitão, pálidos e fixos os lábios estão,
Meu pai o braço não me sente, o pulso pesado, exaurida a vontade,
Ancorada nau, incólume, completa e acabada viagem:
Vitoriosa a nau, de temerosa viagem, o esperado objeto Conquistado traz:


Alegrai-vos, Oh, praias, Oh, bronzes, tocai!
Eu, contudo, com passo enlutado,
Pelo convés caminho onde, estendido, se encontra meu Capitão,
Ali, caído, frio, inânime.


(Tradução de Cunha e Silva Filho)

FONTE: http://www.portalentretextos.com.br/
IMAGEM: vantone2.blogspot.com

terça-feira, setembro 28, 2010

Poetry Analysis: Prefatory Sonnet, by William Wordsworth

Published September 26, 2010 by:

Katherine de Vere

What Do Nuns, Hermits, Students, Maids and Weavers Have in Common?

Prefatory Sonnet

By William Wordsworth


Nuns fret not at their Convent's narrow room;
And Hermits are contented with their Cells;
And Students with their pensive Citadels;
Maids at the Wheel, the Weaver at his Loom,
Sit blithe and happy; Bees that soar for bloom,
High as the highest Peak of Furness fells,
Will murmur by the hour in Foxglove bells:
In truth, the prison, into which we doom
Ourselves, no prison is: and hence for me,
In sundry moods, 'twas pastime to be bound
Within the Sonnet's scanty plot of ground:
Pleas'd if some Souls (for such there needs must be)
Who have felt the weight of too much liberty,
Should find brief solace there, as I have found.


In 1802, William Wordsworth published "Prefatory Sonnet." This is a traditional Petrarchan sonnet with fourteen lines; a rhyming scheme of ABBAABBA and CDDCCD. A Petrarchan sonnet begins with two quatrains rhyming ABBABBA, rhyming scheme of the sestet, final six lines varies, a volta usually occurs around line eight, the ending is usually not a couplet, and the traditional theme is love.


The first eight lines represent the octave, and next six lines are the sestet. Line eight is the volta. This sonnet is written in iambic pentameter. That is, five iambs in a row; an iamb is a metrical unit consisting of a weak stress followed by a strong stress. However, line thirteen is written in the trochaic meter; a trochee is a metrical unit consisting of a strong stress followed by a weak stress. The variation from iamb to trochee adds additional emphasis on line thirteen, which reads, "Who have felt the weight of too much liberty."


FONTE: http://www.associatedcontent.com/

Prix français pour une poétesse gaspésienne

Joanne Morency est psychologue de formation.
Photothèque Le Soleil, collaboration spéciale Gilles Gagné

Gilles Gagné, collaboration spéciale
Le Soleil


(Maria) L'auteure gaspésienne Joanne Morency recevra jeudi un prix de poésie à Paris pour son recueil Miettes de moi, publié en 2009 chez Triptyque.

Le prix, assorti d'une bourse de 5000 euros (7000 $CAN), est décerné par la Fondation d'entreprise L-A Finances pour la poésie. Il récompense un premier recueil de poésie. Les oeuvres viennent de partout dans la francophonie. Il est d'autant plus apprécié qu'il est arrivé comme une surprise pour l'écrivaine.

«J'ai su par courriel il y a 10 jours que j'étais finaliste. Puis, que j'avais gagné. C'est l'éditeur qui envoie le livre à plusieurs endroits, sans qu'on le sache la plupart du temps», racontait-elle au Soleil samedi, juste avant de quitter Maria pour Paris.

Joanne Morency trouvait que ce mois-ci lui procurait déjà de belles sensations. Elle a lancé le 23 septembre son deuxième recueil de poésie et elle participera dimanche à une lecture au Festival international de poésie de Trois-Rivières.

«Maintenant, à 10 jours d'avis, je m'en vais à Paris quatre jours, entre mon lancement et ma lecture au Festival de Trois-Rivières. Ça tombe du ciel. C'est une belle folie de vie!» résume-t-elle.

À la bonne place

Psychologue de formation, Joanne Morency a exercé sa profession jusqu'en 2000, pour ensuite consacrer plus de temps à ses activités littéraires. Depuis 10 ans, des contrats de rédaction lui ont permis de combler ses besoins matériels quand la littérature n'y arrivait pas. Elle peut dire que son art l'aura fait vivre en 2010.

«J'ai été boursière du Conseil des arts et des lettres en résidence à Montréal pendant six mois et maintenant, je reçois cette bourse de Paris. Je travaille fort mais j'aime ça. Je suis à la bonne place», note cette adepte de la simplicité volontaire.

La Fondation d'entreprise L-A Finances pour la poésie a institué son prix en 2008. Elle a été mise sur pied par des passionnés de ce genre littéraire. Le jury est composé de professeurs et de poètes. Joanne Morency est la première Québécoise à gagner le premier prix.

Parti pris pour la lenteur

Miettes de moi est un recueil de prose poétique. «J'ai écrit, en pensant que c'était éminemment personnel, sur les sensations du corps en rapport avec le monde extérieur. Ce n'est pas hermétique. C'est la rencontre entre deux mondes, notre monde intérieur, anarchique, et le monde extérieur, qui nous impose un rythme fou. J'ai un parti pris pour la lenteur», dit-elle.

L'écriture a toujours fait partie de sa vie. Elle est parolière en chanson. «Ça fait 10 ans que je soumets des textes», dit-elle en parlant de poésie.

Depuis le prix Piché, reçu en 2007 pour sa participation à une oeuvre collective, les lecteurs la nourrissent au moins autant que les bourses.

«Une lectrice m'a dit cette semaine : "Je ne filais pas, j'ai accroché ton livre et ça m'a mise dans un tout autre état". C'est le plus beau compliment qu'on peut recevoir», conclut-elle.

FONTE: Cyberpresse
http://www.cyberpresse.ca/

Gwyneth Paltrow vive Sylvia Plath nos cinemas

31/10/2002 14h10 - Do Cineclick

Gwyneth Paltrow, que pode ser vistas nas telas nacionais em Possessão, já começou a rodar um novo filme. O longa, intitulado The Beekeeper's Daughter, conta a história do romance entre os poetas Sylvia Plath e Ted Hughes, que se conheceram quando ainda eram estudantes na Universidade de Cambridge.

O par romântico da atriz é Daniel Craig, que vive Ted Hughes; o ator também pode ser visto nas telas brasileiras em Estrada para a Perdição. Quem também faz parte do elenco é a mãe de Gwyneth, Blythe Danner, interpretando a mãe de Ted, Aurelia. A história do casal é bastante triste: casados em 1956, eles ficaram juntos até a morte de Sylvia, em 1963, que se suicidou ao saber que Ted a deixaria por outra mulher. Ele faleceu em 1998, ao 68 anos, vítima de câncer.


The Beekeeper's Daughter é dirigido por Christine Jeffs e deve chegar aos cinemas norte-americanos em 2003.

Telma Monteiro brilha na Suécia

A judoca madeirense Leandra Freitas apenas venceu um combate

A judoca portuguesa Telma Monteiro estreou-se ontem da melhor forma nos -57 quilos ao conquistar a medalha de prata da categoria no Torneio de judo de Boras, na Suécia.

Embora a judoca encarasse a sua participação no torneio como uma preparação para o Europeu de Sub-23, que se disputa no final do mês em Moscovo, competindo numa categoria superior à sua (-52 kg), Telma Monteiro acabou por fazer sensação.

A campeã da Europa em -52 kg, começou por vencer a suíça Emelie Ranhult, por ippon, afastando depois, num combate mais renhido e difícil, a inglesa Georgina Singleton, por yuko.

No terceiro combate, Telma Monteiro voltou a ganhar por ippon, desta feita frente à finlandesa Satu Lehikoinen, apurando-se para a meia-final, onde venceu a sueca Ida Lindgren, também pela vantagem máxima. Na final, Telma Monteiro deparou-se com a experiente romena Corina Caprioriu, que combatia na sua categoria habitual, e acabou por vencer a judoca lusa após o waza-ari inicial.

Leandra não foi feliz

Já madeirense Leandra Freitas, também esteve em acção nesta prova destinada ao escalão de seniores e na categoria de -48kg, apenas viria a vencer o primeiro combate, mas perdeu os dois seguintes. Mesmo assim o resultado foi positivo atendendo a que a judoca do Naval ainda é júnior.

La Liga Rosarina de Judo y un proyecto que ya está en marcha

Ciento veinte infantiles comprendidos entre los cuatro y nueve años se tomaron de la ropa, arrojaron y jugaron en los tatamis montados en el Club Echesortu de la ciudad de Rosario, completando la tercera fecha de su calendario, en el último domingo de septiembre.

“Asociación Rosarina de Judo y la saludable pasión de retroalimentarse con el futuro, en una institución avalada por más de cien años de trabajo y de prestigio”

Sensei Gabriel Gómez cinturón negro 4º dan, tesorero de La Liga, es uno de los organizadores de esta tercera fecha, habló sobre la novedosa modalidad de competencia y como viene trabajando en su casi reciente creación “Estamos comenzando la tercera edición de La Liga Rosarina de Judo, aproximadamente contamos 220 chicos participantes y en este momento están arriba del tatami 120 judokitas entre los cuatro y nueve años, pero también se encuentran contempladas todas las categorías hasta la de adultos que participaran promediando la competencia; nos encontramos felices por el éxito logrado”

Este crecimiento viene acompañado por la adhesión de otras instituciones

Recibimos la solicitud de afiliación del club Gimnasia y Esgrima de Rosario, club Río Negro de la misma ciudad como de la participación por primera vez de la gente de Pueblo Ester del profesor Sebastián Alquati, Carcarañá del profesor Gustavo Aviani, Instituto Varria a cargo del profesor Víctor Varria. De la zona norte de Rosario Club Teléfono, a cargo del profesor Pablo García. La familia se agranda.

¿Qué es la Liga Rosarina de Judo?

Es una nueva organización deportiva constituida como asociación civil sin fines de lucro, fundada por judokas de marcada experiencia e importante historial deportivo, que crean un Proyecto Social- Deportivo - Educativo y Competitivo, con el objetivo de difundir, apoyar e impulsar el crecimiento y desarrollo del judo en las instituciones rosarinas.

En un marco de amistad y ayuda mutua jóvenes y personas de cualquier edad y sexo, conocen y disfrutan las riquezas del Judo, practican un deporte sumamente completo y obtienen herramientas que les permitirán transitar más seguros la vida cotidiana.

Este programa de difusión, al igual que todos los que participan en el, tienen asegurado su éxito en la medida en que podamos contar con el apoyo de clubes e instituciones que se interesen en cumplir, al igual que nosotros, una función social que es a todas luces necesaria en nuestro contexto social.

¿A que apunta La Liga?

La Liga pretende que tengamos más judokas arriba del tatami y no la deserción que se generaba cuando los chicos venían con toda su familia para ver como se marchaba su chiquito cuya presentación rondaba entre los 15 o 30 segundos, caía y se iba llorando y lo perdíamos de la disciplina. Hoy apuntamos que por lo menos tengan cuatro o cinco luchas. Aquí no hay ganadores ni perdedores, así caiga mas de una vez de esta manera los niños se retiran contentos desarrollando lo que practican cada día en su dojo.

El torneo no es netamente competitivo

No, es educativo y formativo, y como tercera medida recién ahora abordamos la parte competitiva.

Observamos que los chicos tienen puesto un brazalete

En este ultimo evento implementamos un sistema de colores donde tenemos divididas en seis áreas, cada área se identifica con un brazalete y una banderita, facilitando el desplazamiento ordenado de los 120 chicos que compiten simultáneamente, teniendo en cuenta la franja de edades que hoy estamos manejando.

Nos encontramos frente a un verdadero semillero

El proyecto de la Liga promete muchísimo. Los profes comenzamos a evaluar que nos estábamos quedando sin gente y después de investigar otras modalidades de trabajo, implementamos un procedimiento que no deja de ser divertido para el infante que además lo entretiene, atrae mas publico. Obviamente el semillero se agranda.

¿Cómo se ajustan con su propia sistematización de fechas con las otras oficiales?

Nos pusimos como meta cuatro fechas en nuestro orden interno además de participar en las otras oficiales de clubes o de La Federación de Judo Santafesina; en la última fecha del año vamos a tirar la casa por la ventana la cual estará sujeta al calendario provincial y nacional.

El público ha respondido muy bien en las tribunas a la propuesta que realizaron ustedes

Tenemos que agradecer la colaboración del club Echesortu que nos cedió las instalaciones y que realmente nos ha quedado chica, es un orgullo por que creemos que esta dando resultados, por que toda la familia del judo participa y se hace presente.

Texto y foto: Gabriel Borda

FONTE: Red Marcial
http://www.redmarcial.com.ar/

Judô piauiense marca presença no Troféu, no Rio Grande do Sul

O judô do Piauí está marcando presença no tatame neste sábado e domingo, no ginásio da Sogipa, em Porto Alegre (RS). Hayssa Ewellin (-70kg), Joseanne Fernandes (-52kg), Stanley Torres (-73kg), Fabieldo Torres (-81kg), e Luciana Caldas (-63kg), representarão o Estado no Troféu Brasil de Judô.

Esta competição é de suma importância para os atletas brasileiros que visam buscar uma vaga na seleção brasileira da temporada 2011.

O torneio reunirá 450 judocas de 80 agremiações em busca do título da principal competição individual interclubes do país. Esta é a nona edição do evento, criado pela Confederação Brasileira de Judô para valorizar os clubes de todos os Estados.

Dos piauienses que competem hoje, Hayssa, da categoria médio, Stânley, da leve, e Fabieldo, que disputa a meio-médio.

Já amanhã, quem entra na competição é Luciana e Joseanne. Esta última judoca é a caçula da equipe, enquanto que Luciana já tem uma vasta experiência em competições.

Joseanne é uma atleta que surgiu e aos poucos consegue ganhar seu espaço. A sua presença no Troféu Brasil demonstra que está evoluindo e com capacidade de disputar eventos de alto nível do judô brasileiro.

Entre os participantes do torneio estão medalhistas olímpicos, mundiais e judocas que fazem parte da seleção, além de atletas da nova geração e que irão representar o país no Mundial Sub-20. O maior destaque entre os inscritos é Mayra Aguiar, vice-campeã mundial.

Joseanne acredita num bom desempenho e ainda espera adquirir mais experiência para as futuras competições. De 2009 a 2010 ela acumulou 11 medalhas de ouro e duas de prata, conquistadas em competições estadual, regional e nacional. Um dos títulos mais importantes da atleta é o de campeã das Olimpíadas Escolares Brasileiras, competição da qual ela buscará, este ano, o bicampeonato.

Os demais atletas piauienses, apesar do alto nível que terá o torneio, estarão em busca do sucesso. Hayssa, Fabieldo e Luciana pertencem a uma geração anterior à de Joseanne e esperam pôr em prática todo o conhecimento que têm no judô. Stanley Silva representou o Piauí recentemente na Copa do Mundo de Miami e está otimista em fazer boas lutas no Troféu Brasil.

Fonte: Com informações do Jornal Meio Norte
Edição: Thayse Oliveira

FOTO: globoesporte.globo.com

80 years later, Russia recalls tryst with Tagore

September, 23 2010

Irina Prokofieva

Rabindranath Tagore visited Russia in 1930 and recorded his impressions in Letters. A Russian Bengali scholar recalls what the many-sided poet means to Russians Rabindranath Tagore visited Russia in 1930.

A Russian scholar, who teaches Bengali, recalls her love affair with iconic Indian poet and what he means to Russians India will be formally marking the 150th birthday anniversary of iconic poet-philosopher Rabindranath Tagore next May.

The celebrations have already begun in Shantiniketan, the university founded by the sage poet in West Bengal, with spirited renditions of songs, dances and plays composed by the bard. Russia, however, is celebrating its tryst with the Nobel laureate in September this year. It’s exactly eighty years since Tagore visited the Soviet Union in 1930, an appropriate time to look back at the man, his legacy, his connection with Russia and how Russians see this many-sided polymath.

For many Indians, Tagore is more than just a writer and poet: he is a symbol of its cultural glory and renaissance, the first Indian to win international literary acclaim. He penned India’s national anthem, and, has the unique distinction of having authored national anthems of two sovereign countries. Tagore’s song (‘Aamaar sonar Baanglaa’: My Golden Bengal) first became the anthem of liberation for the people of Eastern Pakistan, and then became the national anthem of a free Bangladesh.

For Benglalis, Tagore is clearly a larger-than-life figure. A Nobel Prize winner and a fellow Bengali, Amartya Sen described Tagore as “a towering figure in the millennium-old literature of Bengal”. But Sen finds it puzzling that “in the rest of the world, especially in Europe and America, the excitement that Tagore’s writings created in the early years of the twentieth century has largely vanished”.

Such a question naturally could only have occurred to someone who spends most of his time away from his native country and is surprised to discover that his great compatriot is virtually unknown in other countries. I know one such person very well. He is a remarkable scholar, a Bengali who has lived and worked in the US for about thirty years. After reading my article, written in Bengali in the Calcutta magazine Desh, he immediately sought me out in Moscow. His first question, why I chose to study Bengali, did not take me by surprise, because I am always asked the same thing by Indians. Therefore, my answer is always the same: Tagore. “Nobody knows who Tagore is in America,” he said dolefully. He was, however, surprised when I told him that Russians do not only know about Tagore, but have built a monument to him in Moscow. Half an hour later, we were standing in front of a magnificent figure with “Tagore” inscribed on it. We then went to chat up some old women looking after their grandchildren playing in the park nearby. I asked them whether they knew about this monument. They all nodded, and one of them said confidently : “he is the great Indian poet and writer, philosopher and thinker, Rabindranath Tagore”. She didn’t even stutter upon the name, which is somewhat of a tongue twister for Russians. The scholar as stunned and asked them whether they had read any of his works. One of them said she could not remember the title, but she immediately began to recount the novel’s plot “naukaadubi” (The Crash). My entranced Bengali friend was speechless…

The young generation may not as familiar with Tagore’s prose, but thanks to Russian composer Alexei Rybnikov, who set the verses from the novel “Shesher kavitaa” (The Last Poem) to music, they are getting a taste of Tagore music. The song has been a huge hit mong young people.

As Russia celebrates the 80th year of his arrival in Moscow, one can see preparations are much more modest than those preceding Tagore’s centenary in 1961. At that time, the second 12-volume collection of his works was published; a special stamp and a commemorative medal were released. Plays and ballets based on Tagore’s works were staged all over the country. The government had set up a commission for celebrating his jubilee. Tagore’s name was everywhere: on television and the radio, his portraits and poems were printed in all the magazines and newspapers. It was back then that I as a child first heard his name and inspired went on to devote my whole life to studying his language and culture. Incidentally, back in 1961 Matvei Volodarsky, a movie director, made a documentary called “India’s Great Son: Rabindranath Tagore in the USSR”. Watching it left me with mixed feelings. One thing that was absolutely clear, however, was that the celebration of Tagore’s centenary was an event second in importance only to Yuri Gagarin’s spaceflight, a milestone of sorts in the Soviet Union in 1961.

The leaders who had invited Tagore in 1930 did so to advertise virtues of the socialist utopia. Nobody, of course, told their Indian friend that a quarter of the country’s peasants had been either exiled to Siberia or executed. What struck him the most was the Soviet Union’s success in education. According to Sen, in his Letters from Russia, written in Bengali and published in 1931, Tagore unfavorably compared the acceptance of widespread illiteracy in India by the British administration with Russian efforts to expand education. The British rulers of India promptly banned the book. Tagore’s description of the two weeks he spent in Stalin’s Russia was far more insightful than the accounts of famous intellectuals who were invited by the Soviet leadership.

The music of the time may have changed, but Russians have not forgotten Tagore; they are even preparing to mark his jubilee, albeit not on such a grand scale as 50 years ago. Stripped of publicity and fanfare, it will be a sober academic discussion of different dimensions of Tagore’s poetry and his role in the Asian cultural landscape. Some publications are due. I can mention an essay by Tatyana Morozova, a music scholar, about Tagore’s masterpiece “Gitanjali,” a collection of poems for which he was awarded the Nobel Prize in Literature in 1913. A European transcription of the music is appended to the essay. Russian translation of the Gitanjali goes back to the time of the October revolution. I am translating the Gitanjali verses from Bengali because the existing Russian translations are based on the English version. This time around no government commission has been set up and the Tagore celebrations in Russia will be coordinated by the Indian embassy.

When Tagore visited Russia in 1930, he was much impressed by its development efforts and by what he saw as a real commitment to eliminate poverty and economic inequality. But what impressed him most was the expansion of basic education across the old Russian empire.

Amartya Sen in Tagore and his India

In stepping on the soil of Russia, the first thing that caught my eye was that in education, at any rate, the peasant and the working classes have made such enormous progress in these few years that nothing comparable has happened even to our highest classes in the course of the last hundred and fifty years…. The people here are not at all afraid of giving complete education even to Turcomans of distant Asia; on the contrary, they are utterly in earnest about it.

(Tagore, Letters from Russia, translated from Bengali by Sasadhar Sinha (Calcutta: Visva-Bharati, 1960, p. 108).

Tagore Song Sung by Rabindranath Tagore Himself

Judô: Danielle Zangrando vira personagem de quadrinhos

28/09/2010 - 10:20:26 - por FS & AI CBJ

Grávida de nove meses, Lara deve chegar entre os dias 20 e 27 de outubro, Danielle Zangrando virou personagem de história em quadrinhos. Com a proximidade dos Jogos Abertos do Interior, que serão disputados em Santos, de 1º a 14 de novembro, ela vai participar nesta terça-feira do lançamento de uma cartilha para estudantes da rede municipal da cidade, em mais uma etapa do Projeto Cidadão, com diversas informações sobre os Jogos.

Os estudantes também receberão a revista em quadrinhos, em que Danielle, no papel de narradora, fala sobre a importância do esporte e a competição - 14 mil atletas, de 250 municípios, devem participar.

"Depois do lançamento, vou participar de um bate-papo com os alunos. Vamos conversar sobre a minha carreira e o que o esporte pode fazer pela vida deles".

FONTE: Final Sports
http://www.finalsports.com.br/

Unisul: Ouro, prata, bronze e recorde para o judô

O mais jovem campeão do Troféu Brasil é judoca da Unisul

Realizado no ginásio da Sogipa, em Porto Alegre, nos dias 24, 25 e 26 de setembro, a 9ª edição do Troféu Brasil Interclubes de Judô reuniu mais de 400 atletas de diversos clubes do país que buscavam bons resultados na maior competição nacional da modalidade.

A Unisul se destacou com os atletas Reigiane Nayra Carvalho, 3ª colocada na categoria -52kg; Rosângela de Moraes, vice-campeã na categoria -78kg; e Victor Ernest, que além de ser campeão da categoria -55kg, aos 15 anos se consagra como o atleta mais jovem a ganhar uma edição do Troféu Brasil Interclubes de Judô.

O recorde anterior pertencia a um atleta da Unisul, Marcelo de Oliveira Ferreira, campeão em 2008, aos 17 anos. Victor Ernest venceu todas as suas lutas por ippon, que no judô é a pontuação máxima que encerra a luta. Na final, Victor venceu o atleta Mike Chibana, do Esporte Clube Pinheiros, de São Paulo. Victor mora em Balneário Camburiu e vem para a Unisul, em Palhoça, todas as segundas, quartas e sextas só para treinar. Ele pretende cursar Direito e entrar para a polícia. O pai dele é o seu maior incentivador.

A atleta Rosângela de Moraes fez a final com Mayra Aguiar (Sogipa), bicampeã mundial e atual representante do Brasil na categoria.

Reigiane Nayra de Carvalho repetiu o resultado do ano anterior, vencendo a judoca Rosane Aguiar (EC Pinheiros) na disputa pelo terceiro lugar. Júlio Cesar de Araújo, técnico da equipe de judô da Unisul, elogiou os resultados. "O judô do Brasil está entre os melhores do mundo, e este resultado do Troféu Brasil Interclubes comprova que a Unisul está entre os melhores clubes do país."

O próximo desafio para os atletas da universidade é o Grand Prix Nacional de Judô, que acontece nos dias 9 e 10 de outubro, em Porto Alegre, para a equipe feminina, e nos dias 15 e 16 de outubro, em Salvador, para a equipe masculina. Esta é uma competição da primeira divisão do judô nacional, na qual disputam clubes classificados nas edições anteriores.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Universidade do Sul de Santa Catarina

Línguas modernas e desafios do milénio em reflexão nas jornadas científicas

Luanda - A Faculdade de Letra e Ciências Sociais, da Universidade Agostinho Neto, realizará, em Luanda, de 14 a 15 de Outubro, as jornadas científicas sob o lema “Línguas modernas e desafios do milénio”.

Em nota de imprensa enviada hoje à Angop, a organização avança que se pretende garantir e dar um grande contributo para formação e pesquisa dos estudantes.

Durante as jornadas científicas serão abordadas vários temas sobre os cursos ministrados na instituição, tais como língua e literatura portuguesa, línguas e literatura africana, assim com línguas e literaturas francesa e inglesa.

FONTE: AngolaPress

http://www.portalangop.co.ao/

IMAGEM: ox.ac.uk

Projeto exalta a música e a vida de Chopin para plateia infantil

Mariana Moreira
Publicação: 28/09/2010 08:00

Além de virtuose precoce do piano, o menino Frédéric era uma criança introspectiva, marcada pela morte de uma irmã. Já adulto, adorava encher o apartamento de violetas, as flores preferidas, e andava sempre alinhado, com os melhores cortes da moda. No vasto universo da música clássica, Frédéric ganhou notoriedade pelo sobrenome Chopin. Tornou-se dos compositores eruditos mais celebrados de todos os tempos, de quem se conhece uma infinidade de composições, mas pouco se fala de sua história pessoal. Para aproximar o público infantil desse mito do piano, a produtora cultural Naná Maris montou o espetáculo Chopin para crianças, que será exibido no Teatro 1 do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) e no Teatro Newton Rossi, em Ceilândia, de hoje a 7 de outubro (são quase 20 sessões, a maioria destinada a escolas).

“Chopin é referência para os pianistas, pela dificuldade e pela expressividade”, destaca Naná Maris, que pretende estimular o hábito de frequentar salas de concerto, ainda raro no país. Antes dele, a meninada se deslumbrou com as histórias de Beethoven, Mozart e Grieg. Cada um deles recebeu a homenagem em uma data simbólica e Chopin ganhou versão teatral porque neste ano seu bicentenário é comemorado em todo mundo. Quem topou o desafio de reproduzir as notas do compositor no palco, ao vivo, foi a pianista Francisca Aquino, que será acompanhada pelo violoncelista Guerra Vicente. Cyrila Targhetta e Leandro Lacava narram as passagens biográficas e o ator ainda canta e dá vida ao personagem.

No palco, a história se desenvolve numa amálgama de três expressões diferentes: música, feita ao vivo, dança e atuação narrativa. Ao longo de 50 minutos, o elenco, composto por seis pessoas, revela o lado mágico do compositor em uma atmosfera lúdica, usando figurinos alegres e lançando mão da linguagem de clown, que costuma agradar as plateias mirins. “Criamos brincadeiras em cima das músicas, coreografando momentos da vida dele. Em uma situação em que vai se consultar com médicos, Chopin se vira e revira em uma maca, no ritmo da trilha sonora”, cita a diretora artística e coreógrafa Giselle Rodrigues, também diretora da companhia de dança baSiraH. A vaidade de Chopin, que jamais dispensava seu par de luvas, também é retratada em divertidas trocas de roupa.

CHOPIN PARA CRIANÇAS

Apresentações abertas ao público sábado e domingo, às 16h e às 18h, no Teatro 1 do Centro Cultural Banco do Brasil. Entrada franca. Classificação indicativa livre. Informações: 3310-7087. Sessões destinadas a escolas públicas, de hoje a sexta, no Teatro do CCBB, e de 5 a 7 de outubro, no Teatro Newton Rossi (Sesc Ceilândia).

Coração guardado

O compositor, filho de um professor francês e uma pianista polonesa, nasceu em uma aldeia polonesa, em 1810. Desde pequeno, demonstrou talento e interesse pelo piano, instrumento que aprendeu a tocar sozinho. Ainda criança, foi considerado um “segundo Mozart” pela sociedade polonesa. Depois de uma carreira próspera, deixou o país durante a invasão russa. Ao se estabelecer na França, passou a circular entre nobres e aristocratas e foi referência para muitos de seus contemporâneos. Em meio à elite, conheceu a mulher, a escritora George Sand. Chopin morreu aos 39 anos, de tuberculose. Com medo de ser enterrado vivo, pediu que o coração fosse guardado em uma caixa, até hoje lacrada dentro de uma igreja, na Polônia. O corpo foi enterrado em Paris.