Aprendi com as primaveras a deixar-me cortar e a voltar sempre inteira... (Cecília Meireles)
sexta-feira, abril 28, 2006
Poema de Luiz Edmundo Alves
a nação tem a pulsação da aldeia, crendices, sotaques, molejos, inveja, ciúme, sombras e sumidades sorbônicas excluídos malditos enooooormes. poetas, musas e velocinos de ouro. a nação, embora aldeia, tem a intensidade do universo
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