quarta-feira, setembro 06, 2006

O CORPO É SEU TEMPLO - Wilson Francisco


O CORPO É SEU TEMPLO


Wilson Francisco é Terapeuta Holístico


Carlyle diz que o corpo humano é o milagre dos milagres.
Permita-me convidar você para uma reflexão e uma incursão pelos mistérios do corpo humano e descobrir nuances extraordinárias dessa máquina excepcional que o Universo e você organizaram para este seu tempo existencial.
Examine seu corpo num espelho. Localize nele diferenças, entre um lado e outro, uma perna e outra.
- Onde estão no seu corpo, as dores / contusões / cirurgias. Qual a parte mais bonita / mais feia. Que região lhe deu mais alegrias / tristezas.
Desenhe seu corpo, pintando cada parte, cada órgão, com as cores que mais lhe agradam. Pinte a aura energética de cada parte do seu corpo. Cada órgão tem uma radiação energética.Quando um sentimento qualquer é bloqueado, a energia interrompida, uma expressão distorcida ou uma ação restringida, a carga energética fica depositada em algum lugar das costas, na coluna.A coluna é uma cesta de lixo, de acordo com o local da coluna em que fica depositado o lixo, o órgão ou região correspondente será afetado, podendo adoecer.
O alto das costas corresponde à seção da coluna que abriga as vértebras torácicas ou dorsais. Nessa região se concentra a raiva.
Emoções
Toda emotividade humana se concentra nas vísceras (barriga). Quando algo acontece, originando sentimentos de qualquer espécie, o cérebro / mente aciona esta região. E daí que brotam as emoções.
Toda ação do SER, toda recepção do SER, relacionada a pessoas / fatos / ambiente, gera um fluxo de energia - um "estado emotivo", que vai direcionar do cérebro para o corpo uma carga energética. Não há como ordenar para este fluxo se dissolver / desaparecer.
A cada ação corresponde uma reação e vice-versa.
Efeito
Tensão e pressão abdominal (emoção descontrolada), dão puxões nos músculos que circulam a coluna, tornando-os contraídos e rígidos. O resultado pode ser: dores diversas ou mudança de postura.
- O peito é um amplificador de emoções, recebendo a carga emotiva que vai para cima, atingindo garganta, olhos, boca, pescoço e cérebro.
As emoções dirigidas para baixo atingem a pelve, afetando a sexualidade e membros inferiores.
- As zonas erógenas do corpo são aquelas que foram acariciadas na infância e as regiões frias sujeitas a doenças, as que receberam pancadas, agressões ou assédio sexual.
Sinais de Alarme (estresse)
- Reações emocionais: apatia ou agitação excessiva;
- Mudança de comportamento: quedas, derrubar coisas, problemas de equilíbrio, tonalidade da voz, excessos na alimentação e nas bebidas.
- Distúrbio na concentração e raciocínio: perda de memória, alterações na qualidade na produção, dificuldade em priorizar ações.
- Alterações fisiológicas: musculares (dores na nuca, cabeça, peso nas pernas e braços).
Exemplos de alteração emocional afetando o corpo:

Emergência: é preciso energia. O organismo joga mais açúcar na corrente sangüínea (abre o apetite para doces) e o pâncreas libera insulina para regularizar o excesso. Resultado: diabete, aumento ou diminuição, quando já existe.
Se a primeira ação não foi suficiente, o organismo manda outra substância, o colesterol. Se este não for devidamente "queimado", ficará depositado nas artérias, inclusive nas coronárias.
É preciso transportar tudo isso: o coração bate mais forte e mais rápido, podendo gerar hipertensão arterial.
A musculatura se contrai, não responde adequadamente, surgem dores na nuca, ombros e pernas.
- A digestão é afetada, porque o sangue é desviado para atender à musculatura.
Alternativas:
- Criar canais (exercitar corpo e mente);
Eliminar obstáculos (medos, crenças);
- Elaborar meios de ação (novos hábitos);
- Montar sistema de vigilância (utilizar percepção);
- Planejar e executar ações paralelas / compensadoras / complementares.
É hora de mudar
Ao se levantar da cama, faça-o lentamente, evite sair de uma vez ou pular da cama.
Dê um tempo, para que você, ser essencial, entre adequadamente no corpo e saia para o mundo com tranqüilidade.
Desjejum: coma alguma coisa. Você está há algumas horas sem comer e permanecerá um bom tempo sem se alimentar, gastando energia.

Ginástica: faça alguma, mesmo que leve.
Banho: frio é estimulante, quente é relaxante. Fricções de sal, simples ou grosso, são um bom energético.
Exercício respiratório: alinha suas energias e coloca você em contato com seu Eu Superior.
- Mentalize êxito para suas ações. Programe-se, definindo internamente o que é sonho, projeto e realidade.

CICLO DA EVOLUÇÃO - Saul Brandilise


Ciclo da Evolução - Felicidade – Saul Brandilise


Conheci Palestina, irmã de um grande amigo, num domingo. Estávamos num estúdio de gravação em Uberlândia, quando ela apareceu com o Alexandre. Fomos convidados, Márcia, Jean e eu, para jantarmos. Ela, a família do irmão, alguns amigos e todos os meus.
Palestina é uma pessoa singular. Como todos nós, com seus problemas. Quando nos conhecemos ela foi logo dizendo:
Gostei muito do seu livro. Li-o em dois dias e já reservei algumas frases para colocar na creche.Sempre fico sem jeito quando isso acontece e não me recordo quais foram as minhas palavras naquele momento. Ainda não aprendi a conviver com estas situações. Mais tarde fiquei sabendo que Palestina dedica todo o seu sábado, quando está em Belo Horizonte, a uma creche. Seu sonho é ser comissária de bordo de uma companhia aérea. Conhece todos os termos aeronáuticos e, na realidade, gostaria mesmo de comandar uma aeronave.
Seu sonho lhe impedia de pensar no presente. Vivia uma realidade virtual. O passado estava em seus momentos e seu futuro sonhado lhe castigava. Quem sonha alto se esquece de viver o presente e não consegue construir a felicidade. Achei que poderia ajuda-la. Marcamos para conversar.No momento que nossa conversa se realizava ela olhou para a minha direita e espantada disse:- Vi alguém. Um homem com uma túnica branca usando sandálias e com um cajado de madeira. Fiz de conta que não tinha entendido nada e lhe pedi um papel e uma caneta. Senti uma forte necessidade de escrever. Sabia que o que viria estaria fortemente ligado ao assunto que conversávamos e também a qualquer ser humano.
Com caneta e papel as palavras e o texto começaram a ser escritos:
Para sermos FELIZES.
Devemos estar em paz com a Natureza.
2. Respeitarmos as suas regras.
3. Vivermos o aqui e o agora.
4. Sabermos conviver com os defeitos dos outros.
5. Sabermos perdoar.
6. Não julgarmos.
7. Sabermos usar a palavra NÃO.
8. Sermos verdadeiros.
Ficamos surpresos com a revelação. Tenho certeza que foi mais um trabalho do Homem de Sandálias... Palestina ficou meditando sobre o que tinha acabado de ler e se sentiu atingida. Estava mais calma e me confidenciou que sua tranquilidade era tanta que sentia sonolência.
As maiores verdades são simples, como simples deve ser a nossa maneira de viver. Nunca confundamos luxo com conforto...
Até a semana que vem...
Nos veremos.
Um beijo na sua alma.
Ciclo da Evolução - Felicidade II
Foi em outubro de 2001 quando escrevi o primeiro texto sobre felicidade. Só agora percebi que nunca mais me dediquei ao assunto. Os textos vêm sem que sejam chamados. Nascem de nosso interior e é preciso escrever. Confesso que fiquei surpreso com tanta demora...
Quando escrevo é porque uma força interessante se apossa de minha mente e se faz necessário interromper o ciclo normal da vida. Fui buscar nos arquivos e lá, em 2001 escrevemos assim sobre a felicidade:
... Mais tarde fiquei sabendo que Palestina dedica todo o seu sábado, quando está em Belo Horizonte, a uma creche. Seu sonho é ser comissária de bordo de uma companhia aérea. Conhece todos os termos aeronáuticos e, na realidade, gostaria mesmo de comandar uma aeronave.
Seu sonho lhe impedia de pensar no presente. Vivia uma realidade virtual. O passado estava em seus momentos e seu futuro sonhado lhe castigava. Quem sonha alto se esquece de viver o presente e não consegue construir a felicidade. Achei que poderia ajudá-la.
Marcamos para conversar. No momento em que nossa conversa se realizava ela olhou para a minha direita e espantada disse: - Vi alguém. Um homem com uma túnica branca usando sandálias e com um cajado de madeira.
Fiz de conta que não tinha entendido nada e lhe pedi um papel e uma caneta. Senti uma forte necessidade de escrever. Sabia que o que viria estaria fortemente ligado ao assunto que conversávamos e também a qualquer ser humano. Com caneta e papel as palavras e o texto começaram a ser escritos:Para sermos FELIZES:
Devemos estar em paz com a Natureza.
Respeitarmos as suas regras.
Vivermos o aqui e o agora.
Sabermos conviver com os defeitos dos outros.
Sabermos perdoar.
Não julgarmos.
Sabermos usar a palavra NÃO.
Sermos verdadeiros.
Naquela oportunidade, quando escrevemos o primeiro texto esquecemos de evidenciar muitas coisas que hoje são absolutamente importantes.
As conquistas materiais não trazem felicidade, mas uma falsa ilusão de poder. Sei que é forte escrever "falsa ilusão", pois, em si, a ilusão já nos deixa longe da realidade. Imaginem uma falsa... Além disso, da ilusão da conquista do bem material e o que ele pode representar em nossa vida, há que se escolher o caminho adequado para se conseguir o objetivo.
Conheço pessoas que abominam "o chicote do chefe" (a forma com o superior comanda), mas, na primeira oportunidade em que se encontram numa posição de comando, também fazem uso dele. E reclamam, depois, porque não conseguem ser felizes. A verdadeira felicidade não está naquilo que temos, que acumulamos de bens, mas como os obtemos.
Por outro lado temos o conformismo. A acomodação de nossas vidas em simplesmente mantermos as coisas como estão... Ele impede a nossa evolução e traz angustia. Precisamos lembrar que não é Deus que salva. Isso é equivoco. O que nos coloca em posição de LUZ, ou de salvação, como algumas religiões pregam, é o exercício do Livre Arbítrio. É com ele, com sua correta aplicação, que ficamos efetivamente felizes. Saber usar de nossas faculdades, e adequadamente nos relacionarmos com pessoas e empresas, é que nos habilita a colhermos bons frutos em nossas vidas.
A felicidade não se compra. É um estado avançado de espírito, de forma de agir e pensar. Para o espiritual o material nada serve.
Não entender isso, que a felicidade está diretamente relacionada com a forma como agimos, é o mesmo que comparar meditação com tristeza. Na realidade o silêncio pode lembrar isso, porque sempre estamos envolvidos com as atividades da vida.
Meu mestre diz que tenho mente tagarela. Isso para aludir que preciso aprender a escutar a grama crescer... A dominar o meu maior inimigo: Eu mesmo.
Há propósito: Sou feliz.

DO MEU AMOR EU QUERO ... Maria de Fatima Delfina de Moraes


DO MEU AMOR EU QUERO . . .

Maria de Fatima Delfina de Moraes – 21/08/2006

Sim, do meu amor eu quero . . .
uma declaração de amor
que não venha expressa
somente em palavras,
mas que ao dizer te amo,
o faça do fundo da alma.

Que a expressão do olhar
seja repleta da ternura
como os amantes apaixonados.

Eu quero o toque da pele
que me energize a alma,
desperte o desejo
de sempre querer
estar pronta e plena
para ser a tua amada.

E que o calor do teu corpo
tenha o dengo, a carícia,
e uma pitada de malícia.
Que no auge do carinho,
Faça com que me doe inteira,
sem reservas, sem frescuras.

Que saiba fazer-me bem-vinda,
ensine-me a te amar,
não sendo de todo fatal.

Que consiga preservar-me
um pouco casta,
e sempre disposta e linda
para receber o melhor do teu amor.

Flor londrina


Flor londrina
A primavera chegou
Em sonhos instalou
Flores tão coloridas
Pesadelo
- Um gato preto...
Assustador presságio da morte
Unidos vida e cores
Barraremos magistralmente
A hora que se põe o castigo
A hora que as flores tomam
Proporção de festa de bruxas
Flertando com a paixão
Como as mulheres londrinas
Que se encantanm sempre
Com seus próprios maridos...
A primavera serena ficará
Erguida além dos muros da solidão...
Luiza de Marillac Bessa Luna Michel

Luiza de Marillac. Autora é formada em Jornalismo e Letras. Escreve contos, crônicas, poesias e é tradutora intérprete Língua Inglesa-Língua Portuguesa. Possui alguns livros publicados, sendo que o mais prestigiado chama-se Mutação. Professora e assessora de comunicação.

A literatura como forma de ilusão por Linaldo Guedes


A literatura como forma de ilusão
Por Linaldo Guedes

Cearense de Baturité, Nilto Maciel vem se destacando como um dos bons nomes da literatura contemporânea, principalmente no campo da prosa de ficção. Recentemente, lançou mais uma obra: “A leste da morte”, pela Editora Bestiário. É um livro de contos com textos que têm muito do elemento fantástico, mas sem usar isso como característica única de sua prosa.
Nilto reside em Fortaleza, onde edita a revista Literatura desde 1991. Publicou diversos livros e tem contos e poemas publicados em esperanto, espanhol, italiano e francês. Nesta entrevista, fala da sua obra e da sua visão do que vem acontecendo em termos de literatura no País. “A literatura é como a religião, a política, o sexo. Ninguém vive sem ilusão”, afirma.



Por que intitular sua nova coletânea de contos de “A leste da morte”?


Em certa época, as coleções de contos no Brasil traziam títulos como “Maria Bonita e outras histórias”. Machado de Assis usava outro método, assim como Guimarães Rosa, que davam aos seus livros títulos singelos, como “Várias histórias”, “Contos fluminenses”, “Primeiras estórias”. Eu prefiro dar ao livro o título de um dos contos, sem aquele “e outras histórias”. Como não há unidade temática em meus conjuntos de narrativas, opto pelo título que me parece mais poético ou sonoro. Questão de gosto. O leitor pode até não gostar dos meus títulos.

Alguns críticos vêem a predominância da literatura fantástica em suas narrativas. Como você trabalha essa tendência em sua obra?


Por muito tempo fui leitor dos românticos; depois me dediquei aos realistas. No entanto, eu buscava a loucura, o incomum, o diferente. Como me deliciei quando li Julio Verne! Os contos de fada também sempre me fascinaram. A literatura gótica eu a conheci ainda adolescente. Poe muito mais tarde, assim como Kafka, os mestres do realismo mágico, Borges, Rubião, José Veiga. Na verdade, eu não queria escrever contos realistas, histórias propriamente ditas. Meu primeiro livro – Itinerário – é constituído de pinturas, rascunhos, observações. Muito mais filosofia do que ficção ou literatura. O que me chama a atenção num personagem é o lado torto dele. O que o distingue dos outros. E isto me leva ao picaresco.

Aliás, vejo também esse lado muito forte em sua obra, mas em “A leste da morte” o elemento fantástico vem cercado de muita leveza, diria até parecendo um conto infantil, como em “Trem-fantasma”. Você concorda?


O chamado conto infantil ou de fada eu conheci de ouvir. Na infância nunca li as histórias de Branca de Neve, de Chapeuzinho Vermelho, etc. Os irmãos Grimm, Charles Perrault só li muito depois. Assim como Jonathan Swift. Você tem razão: o fantástico em mim é leve, infantil, muito próximo do imaginário infantil. Pode haver um cururuzão? Por que não? Outra fonte de minha criação é a mitologia clássica (grega e romana), a filosofia e a História. Isto é, o passado, o antigo, o homem pré-moderno.

Também não existiria algo de surreal em alguns contos deste livro?


No sentido etimológico da palavra, sim. Não o surrealismo canônico. Como disse, eu sempre busquei o além do real, ou o super-realismo.

Percebo também intertexto com algumas obras e autores, como Kafka, Neruda, Borges e outros nos contos deste livro. Fale um pouco sobre isso.


Faço isso conscientemente. Mas não somente com obras clássicas ou escritores muito conhecidos. Há trechos de poemas de Francisco Carvalho em muitos de meus contos. Há versos de canções populares. Gosto também de inventar (o que não é nada novo nem original) escritores e obras literárias. O romance A Rosa Gótica é todo uma invenção de obras e escritores. Ao lado de obras e autores reais aparecem obras e autores irreais (imaginários). O próprio Romance da Rosa Gótica (a obra mencionada pelo protagonista) é pura ficção.

Há um conto, feito sob encomenda para o livro organizado por Rinaldo de Fernandes sobre Guimarães Rosa. É difícil escrever sob encomenda?


Não, não é difícil. O que ocorre é um medo de não corresponder ao pedido. Na verdade, gosto de escrever por inspiração (palavra em desuso). E ela vem da leitura de um poema, de um conto, de uma notícia, do vôo de uma borboleta, de tudo. Vem de tudo, mas quase nunca o “inspirado” está atento à inspiração. A vida agitada de hoje desvia a atenção do homem das pequenas ocorrências que sugerem poemas, contos, canções, etc. O artista é um distraído da realidade dos outros. Dizem que Guimarães Rosa escrevia um conto, muito distraído do mundo, e foi chamado a atenção: “O mundo pegando fogo e você aí a escrever”. E ele teria respondido: “Não me atrapalhe, que estou escrevendo”.

Também vejo em alguns contos personagens escrevendo poemas ou querendo publicar livros. A literatura continua sendo uma necessidade nos tempos de hoje?


A literatura é necessária em muitos sentidos. Sem ela, o que seria do idioma? O que seria das comunicações? É possível aprender a ler e escrever sem literatura? Fala-se da morte do livro. Não acredito nisso. O livro é uma das melhores invenções do homem. E, se o livro morrer, mesmo assim a literatura continuará viva. Gravada a voz, na tela do computador, onde quer que seja. A literatura é como a religião, a política, o sexo. Ninguém vive sem ilusão. Por mais atéia que seja uma sociedade, ainda assim a religião sobreviverá. O homem nunca deixará ser um animal político. A droga, que é tão antiga quanto a humanidade, é outra ilusão necessária. O que não é necessário hoje? A bebida alcoólica? O fumo? Tudo é necessário. Até a guerra. Até a violência. Se alguma ou algumas dessas culturas desaparecer, talvez a humanidade desapareça. Imagine um mundo sem homicídio, uma sociedade muito bem organizada, pacífica. Um dia, alguém tratará de matar o vizinho. Haverá estupefação geral. Ao final, todos compreenderão que há muito não se matava um homem, mas...

Aliás, como você vê a literatura atual, nestes tempos de internet onde as facilidades para divulgar seus escritos são bem maiores? Não corremos o risco de todo mundo se achar escritor, por causa de ferramentas como os blogs da internet?


Já são milhares ou milhões os escritores ditos internéticos. Poucos, porém, apresentam obras de valor literário. Como sempre foi, desde o início dos tempos, desde os primeiros cronistas. Haverá duas classes de escribas: a dos criadores e a dos repetidores, dos rascunhadores, dos eternos aprendizes. Os leitores saberão distinguir uns de outros.

Você edita uma revista literária no Ceará desde a década de 90. Fale sobre essa experiência.


Os suplementos literários foram desaparecendo aos poucos, como os dinossauros. Não creio na hipótese da morte deles num só momento. As revistas literárias sempre foram “igrejinhas”. Coisas do homem. E necessárias. Em 1975 iniciamos em Fortaleza um movimento jovem que redundou na criação da revista O Saco, no ano seguinte. Queríamos publicar nossos contos e poemas. A experiência nos levou às editoras do Rio e de São Paulo. A revista durou quase um ano. Em Brasília, para onde fui em 1977, conheci muitos escritores. E continuei a me corresponder com centenas de amigos de todo o Brasil, desde o tempo do Saco. Propus a alguns deles a criação de uma revista literária. Muitas dificuldades, objeções. Aos poucos, um grupo pequeno se formou. Gente de todo o Brasil. A revista seria patrocinada pelo grupo e teria por nome Literatura. O que ocorre até hoje. Em 1992 consegui editar o primeiro número. As colaborações são dos patrocinadores e de convidados. A tiragem é pequena, a distribuição é feita a bibliotecas públicas, universitárias, comunitárias, entidades culturais, jornalistas, professores, estudantes, interessados em geral. Temos uma lista de mil nomes. E assim se mantém a revista há quinze anos.

Como você avalia o intercâmbio feito entre os autores nordestinos atualmente? A Paraíba conhece o que se produz no Ceará e vice-versa?


Sempre houve essa dificuldade de intercâmbio entre os nordestinos. Conheço escritores de todo o Brasil, mas é bem capaz de me corresponder mais com gaúchos ou mineiros do que com paraibanos ou sergipanos. Não sei como explicar isso. Parece-me que existe um ciúme doentio ou outra besteira sem nome.

Qual a importância de eventos, como as bienais do livro, para ampliar este intercâmbio?


Não vejo nas bienais o melhor caminho para se ampliar o intercâmbio. A Internet, os sites, os blogs são o caminho mais largo, mais propício à aproximação dos escritores, sem dúvida. Ora, tudo caminha para a virtualidade mesmo.

Qual o espaço para o autor nordestino no mercado editorial nacional? Existe este espaço?


O espaço sempre foi curto. O romance de 30 só despontou pela carência de outra literatura no Brasil, por motivos político-sociais, etc. Os escritores de todo o país têm dificuldade de publicar. É uma questão editorial, de mercado, nacional e não regional. Uma questão social, educacional, cultural. A renda do brasileiro é pequena, a escola é precária, o hábito de ler não é incentivado, etc. Tudo afasta o brasileiro do livro.

Linaldo Guedes é jornalista e editor do Correio das Artes da Paraíba.

E-mail: linaldoguedes@uol.com.br

Campeonato Mineiro de Judô 2006


Campeonato Mineiro de Judô 2006

Realizado no ginásio do Minas Tênis Clube (Rua da Bahia) no dia 26 de agosto de 2006, o campeonato mais importante do ano, realizado pela Federação Mineira de Judô nas categorias Sênior, Juvenil e Festival (inafatil e infanto juvenil) com a participação de diversas academias de todo o estado.

Foi sentida a falta da Academia Águia Branca (Betim) que não participou das competições.

No sênior a classificação foi à seguinte:

1º Minas Tênis Clube (Bh)
2º Judô São Geraldo (Bh)
3º Usipa (Ipatinga) e no juvenil:
1º Praia Tênis Clube (Uberlândia)
2º Minas Tênis Clube (Bh)
3º Ajudou (Timóteo).

Mais uma vez a família Zucheratto se fez presente conseguindo as seguintes classificações:

No juvenil os atletas Hirtus Aguiar Zucheratto foi campeão e Hircus Aguiar Zucheratto foi vice-campeão na categoria meio pesado (-90 Kg).

No sênior a atleta Hiriele Aguiar Zucheratto foi campeã na categoria meio pesado (-78 Kg) e o patriarca Josemar Zucheratto (48 anos) ficou em 3º lugar na categoria pesado (+ 100 Kg), sendo que competiu com o atleta Luciano Corrêa (3º lugar no Mundial do Egito/2006 - 23 anos) que venceu o combate por imobilização (luta de solo).
FONTE: DA REDAÇÃO

ÉTICA DOS ÍNDIOS NORTE AMERICANOS


ÉTICA DOS ÍNDIOS NORTE AMERICANOS


1. Levante com o Sol para orar. Ore sozinho. Ore com freqüência. O Grande Espírito o escutará, se você, ao menos, falar.

2. Seja tolerante com aqueles que estão perdidos no caminho. A ignorância, o convencimento, a raiva, a inveja, o ciúme e a avareza, originam-se de uma alma perdida. Ore para que encontrem o caminho do Grande Espírito.

3. Procure conhecer-se, por si próprio. Não permita que outros façam seu caminho por você. É sua estrada, e somente sua. Outros podem andar ao seu lado, mas ninguém pode andar por você.

4. Trate os convidados em seu lar com muita consideração. Sirva-os o melhor alimento, a melhor cama e trate-os com respeito e honra.

5. Não tome o que não é seu. Seja de uma pessoa, da comunidade, da natureza, ou da cultura. Se não foi obtido por esforço próprio nem foi dado, não é seu.

6. Respeite todas as coisas que foram colocadas sobre a Terra. Sejam elas pessoas, plantas ou animais.

7. Respeite os pensamentos, desejos e palavras das pessoas. Nunca interrompa os outros nem ridicularize-os, nem rudemente os imite. Permita a cada pessoa o direito da livre expressão pessoal.

8. Nunca fale dos outros de uma maneira má. A energia negativa que você colocar para fora no universo, voltará multiplicada a você.

9. Todas as pessoas cometem erros. E todos os erros podem ser perdoados.

10. Pensamentos maus causam doenças da mente, do corpo e do espírito. Pratique o otimismo.

11. A natureza não é para nós, ela é uma parte de nós. Toda a natureza faz parte da nossa família Terrenal.

12. As crianças são as sementes do nosso futuro. Plante amor nos seus corações e ágüe com sabedoria e lições da vida. Quando forem crescidos, de-lhes espaço para que cresçam.

13. Evite machucar o coração das pessoas. O veneno da dor causada a outros, retornará a você.

14. Seja sincero e verdadeiro em todas as situações. A honestidade é o grande teste para a nossa herança do universo.

15. Mantenha-se equilibrado. Seu Mental, seu Espiritual, seu Emocional, e seu Físico, todos necessitam ser fortes, puros e saudáveis. Trabalhe o seu Físico para fortalecer o seu Mental. Enriqueça o seu Espiritual para curar o seu Emocional.

16. Tome decisões conscientes de como você será e como reagirá. Seja responsável por suas próprias ações.

17. Respeite a privacidade e o espaço pessoal dos outros. Não toque as propriedades pessoais de outras pessoas, especialmente objetos religiosos e sagrados. Isto é proibido.

18. Comece sendo verdadeiro consigo mesmo. Se você não puder nutrir e ajudar a si mesmo, você não poderá nutrir e ajudar os outros.

19. Respeite outras crenças religiosas. Não force suas crenças sobre os outros.

20.Compartilhe sua boa fortuna com os outros. Participe com caridade.

Site: http://www.fiocondutor.siteonline.com.br/

O PÚCARO BÚLGARO por Campos de Carvalho



3/9/2006 16:50:00

O Púcaro Búlgaro
Por Campos de Carvalho


Explicação Necessária

Se a Bulgária existe, então a cidade de Sófia terá que fatalmente existir. Este o único ponto no qual parecem assentir os que negam e os que defendem intransigentemente a existência daquele país, desde os tempos antediluvianos até os dias pré-diluvianos de hoje.

Neste livro não se pretende firmar nenhuma verdade definitiva sobre essa imortal controvérsia, em que pese ao número crescente de pseudoviajantes e outros aventureiros que, munidos de documentos irrefutáveis, provam ou tentam provar a cada passo o seu respeitável ponto de vista – escudados muitas vezes no prestígio de assembléias ou conferências as mais internacionais. O autor pessoalmente, e é o que se verá, já teve oportunidade de conhecer e mesmo de entabular conversação com mais de um relutante búlgaro, e até mesmo com uma búlgara, todos de uma reputação acima de ilibada e merecedores da maior estima e simpatia: mas como também já viu de perto alguns fantasmas e até o próprio Diabo, reserva-se o direito de só opinar definitivamente sobre o assunto depois que outros mais abalizados ou afortunados o tenham feito, à luz das novas ciências ou das que porventura ainda estejam por surgir.

Aqui o que se procura é apenas relatar, com o máximo de fidelidade, a experiência pessoal que – quase a contragosto e com o espírito sempre o mais elevado – teve o autor a oportunidade de empreender em torno dessa mirífica e cada vez mais nebulosa disputa geográfica: ou, para dizer com mais exatidão, em torno desse espanto geonomástico, como tão bem o definiu um famoso historiador búlgaro. Se bem ou malsucedida essa experiência, face aos pouco prováveis resultados que dela possam advir para o progresso da astrofísica ou da astrologia, este já é um assunto que por sua natureza escapa aos limites da presente obra, embora sejam eles tão evanescentes e imaginários quanto os do próprio reino da Bulgária. Entende o autor, apenas, que muito mais importante do que ir à Lua é ir ou pelo menos tentar ir à Bulgária – ou, quando menos, descobri-la.


Os Prolegômenos

No verão de 1958 o autor visitava tranqüilamente o Museu Histórico e Geográfico de Filadélfia quando, ao voltar-se um pouco para a direita, avistou de repente um púcaro búlgaro. A impressão causada pelo estranho acontecimento foi tamanha que no dia seguinte ele embarcava de volta no primeiro avião, deixando a mulher no hotel sem dinheiro ao menos para pagar as despesas.

Não falou o autor sobre o caso com ninguém, nem mesmo na ação de desquite que lhe moveram a mulher e todos os seus parentes consangüíneos ou colaterais, até que ano e meio mais tarde resolveu escrever ao próprio diretor do museu indagando, após muitos circunlóquios, se na sala x à direta, e à luz do meio-dia, podia inequivocamente ser visto um – e disse o nome. A resposta veio pronta e sem evasivas:

Prezado Senhor.
Respondendo a sua insólita e despropositada carta de 18 do corrente, venho informar que, após minuciosa diligência efetuada por pessoal altamente técnico e de reputação acima de qualquer suspeita, chegou-se à constatação de que na sala 304-B (ala direita) deste museu existe, sem a menor sombra de dúvida, um precioso exemplar de PÚCARO BÚLGARO, provavelmente do início do século 13 a.C. – sob a dinastia Lovtschajik.
Atenciosamente.

Isso veio decidir, de uma vez por todas, sobre o destino do autor.
Como toda gente, também ele sempre ouvira falar, desde a mais tenra infância, sobre púcaros e sobre búlgaros – mas sempre achando que se tratava apenas de um jogo de palavras ou, na melhor das hipóteses, de personagens de contos de fadas, tão reais quanto as aventuras do barão de Münchhausen.

Nunca lhe passara pela cabeça que, numa esquina qualquer do mundo, de repente lhe pudesse aparecer pela frente um búlgaro segurando um púcaro, ou então um púcaro com um búlgaro dentro, ou ainda e muito menos um púcaro simplesmente búlgaro – com data, etiqueta e tudo, e sob a proteção da bandeira dos Estados Unidos da América. Afeito a indagações altamente filosóficas, sem falar das metafísicas e das metapsíquicas, além das que vêm de Nostradamus e de outros planetas – dispôs-se o autor a, passado o primeiro instante de surpresa que durou exatamente 18 meses, vir a campo e aceitar o desafio que acintosamente lhe ativara a poderosa máquina de propaganda ianque, armando-se se preciso fosse até os dentes, sobretudo os caninos, em defesa de seus princípios e conseqüentemente de seus fins. Outros 18 meses levou o autor nessa luta desigual com o imperialismo norte-americano, ele e mais ninguém – que todos se recusavam cinicamente a discutir sequer de longe o assunto, pretextando a hora do chá ou outros afazeres semelhantes sempre que se aventava a hipótese de os céus de Filadélfia estarem acobertando uma deslavada impostura. Em vão se tentou chamar à realidade os espíritos mais pragmáticos, para os quais a Wall Street e o Vaticano sempre se constituíram na última palavra, esquecidos eles de que as últimas palavras sempre foram as dos mortos, dos que já morreram há milênios e ainda estão se putrefazendo de pé, como as múmias e as ruínas ditas clássicas – como se também isso fosse possível, uma coisa ser clássica e ruína ao mesmo tempo.

Nada tinha como nada tem o autor, evidentemente, contra nenhum búlgaro em carne e osso, desde que ele se dispusesse a exibir a sua carne e os seus ossos a quem os quisesse ver, como terá que fatalmente exibi-los no Dia do Juízo. Nada tem igualmente contra os púcaros na sua simples condição de púcaros, uma vez que não se metam a búlgaros e saiam para a praça pública a gritar – SOU UM PÚCARO BÚLGARO, SOU UM PÚCARO BÚLGARO – sem que se possa examiná-los de perto e mesmo tocá-los com os dedos, como acontece nos museus. Nos dicionários eles lá estão, um e outro, com os seus verbetes – mas isso é fácil, Deus também lá está: queria é vê-los o autor aqui fora, resplandecentes de luz solar e não de luz elétrica ou gás neón, e sem os canhões de Tio Sam para lhes garantir a pucaricidade ou a bulgaricidade.

O autor tentou honestamente imaginar-se um púcaro ou um búlgaro e não conseguiu, e ainda menos um púcaro búlgaro ou um búlgaro com púcaros na mão, na cabeça ou debaixo das axilas. Imaginou-se sem dificuldade um cavalo ou um guarda-chuva, e até mesmo um cavalo com um guarda-chuva – chegando ao extremo de imaginar-se um dia o próprio Museu Histórico e Geográfico de Filadélfia, mas sem púcaro búlgaro dentro. Essa experiência, também ela, lhe foi decisiva.
E como o que existe, ou dizem existir, é o reino dos búlgaros e não o reino dos púcaros, entendeu o autor que o mais prudente seria organizar uma expedição que fosse logo à procura daquele e não deste – o que fez ou se pôs a fazer no verão de 1961, exatamente três anos após aquele infausto acontecimento que lhe valeu quando menos a liberdade de dormir sozinho, embora não dormindo.

Do que se passou e sobretudo do que não se passou nessa expedição já famosa é o relato que se vai ler em seguida, o mais pormenorizado e o mais honesto possível, embora tenha sido reduzido ao mínimo para que pudesse caber num só volume e mesmo num só século – o que afinal se conseguiu.

[...]

Leia texto de Nelson de Oliveira sobre Campos de Carvalho em www.revista.agulha.nom.br/ag9carvalho.htm

“Em meados de abril de 1998, depois de passear, tomando sorvete, pelas alamedas de um tradicional bairro paulistano, Campos de Carvalho, o último dos moicanos da santíssima trindade de nossa prosa - ao lado de Guimarães Rosa e Clarice Lispector - aos 83 anos decidiu que já era hora de morrer. Não se reconhecia mais em parte alguma, muito menos na fala excitada dos poucos admiradores que esporadicamente o procuravam. Enfarto, enquanto dormia. Quem há de recriminá-lo? Pior pra nós. Perdemos um mau-humorado, que, descrente da lógica, de Deus e da existência da Bulgária, escolheu justamente a Semana Santa pra bater as botas.
Moral da história: "Quatro pessoas no velório. Quatro! Nenhum amigo, ninguém da imprensa. Não tinha gente pra carregar o caixão, gente!" desabafa Mário Prata, cuja mãe era prima do falecido. [...]”

Leia, também, texto do grande Cláudio Willer sobre Campos de Carvalho em www.revista.agulha.nom.br/ag4willer.html:

“Aos 16 anos, matei meu professor de lógica. (…) e fui morar sob uma ponte do Sena, embora nunca tenha estado em Paris.À noite a lua vem da Ásia, mas pode não vir, o que demonstra que nem tudo neste mundo é perfeito.Mesmo morto, continuarei dando meu testemunho de morto. Esta chuva imóvel, serei eu que a estarei cuspindo.Estou lírico como um teatro de ópera, e é bom que assim seja, que assim esteja, nesta noite tão rica em presságios, tão próxima do abismo dos céus e dos abismos do mar.Saí para matar o tempo e matei-o.Copacabana é um bairro onde se pode viver tranqüilamente, desde que se seja louco.
Essas frases fazem parte de enredos lacunares, feitos de cenas e situações que parecem não levar a lugar algum, e que, em O púcaro búlgaro, seu último livro, compõem a viagem a lugar algum. Campos de Carvalho seduz o leitor pela leveza e naturalidade. Talvez isso ocorra pelo modo como escrevia, espontaneamente (O púcaro búlgaro teria sido realizado em 24 dias), movido por um rigor que o obrigava a proibir-se de refazer seus textos. Deixou-nos, por isso, uma prosa fluente em sua descontinuidade.”

Em 1995 a Editora José Olympio relançou os quatro principais romances de Campos de Carvalho num único volume intitulado Obra Reunida.

Livro - Obra Reunida - Campos De Carvalho
Campos De Carvalho
Em Falta

Campos de Carvalho morreu em 1998, aos 81 anos.
FONTE: LITERATURA E ARTE NO PLURAL - CRONOCÓPIOS

terça-feira, setembro 05, 2006

Vietnam bags six golds at regional judo championship


Vietnam bags six golds at regional judo championship

Vietnamese jukodas grabbed six gold medals on Saturday, the opening day of the Southeast Asian Judo Championship in Phnom Penh, Cambodia.

The 18-member team also won two silver and bronze medals each to head the table at the seven-team event.
Ninety judokas from Cambodia, Thailand, Laos, Myanmar, Malaysia, Singapore, and Vietnam are participating in the 18 events of the competition which ends on Sunday.
Source: Vietnam News Agency.

Fonte: Thanh Nien Daily - Ho Chi Minh city,Vietnam - http://www.thanhniennews.com/

Vietnam secures first place at regional judo championships


Vietnam secures first place at regional judo championships
16:03' 04/09/2006 (GMT+7)

Vietnam won 12 gold, three silver and two bronze medals at the Southeast Asia Judo Championships, ranking first among seven countries competing at the event.The September 2-3 championships in Cambodia provided an opportunity for junior Vietnamese judokas to gain experience for better performances in the future, said Le Duy Hai, chief coach of the Vietnamese team.The event draw more than 90 judokas from Cambodia, Laos, Myanmar, Malaysia, Singapore, Thailand and Vietnam, competing for 18 sets of medals.
(Source: VNA)

Fonte: VietNamNet Bridge - Hanoi,Vietnam -

http://english.vietnamnet.vn/

All that's left is another attempt at judo


All that's left is another attempt at judo
BY GAIL-TZIPPORAH SAUNDERS, Guest Columnist

ONE thing about having a selective memory is that it is easy to forget broken bones, slipped discs and the like. Which is why I am thinking about taking up judo again.
I did try other things before hitting the judo trail. At one point, I even tried becoming a ballerina, which I came to only after someone told me I looked like a dancer, but there were certain factors that stood in my way.
One is that at 5'9", I am taller than the average male dancer and probably weigh about as much, too. Because of this, I probably would have given someone a hernia one fine day. Another is that I could never remember the routines and always had to follow the dancers in front of me or dance while looking at the group in a mirror. A third was that I couldn't tell the difference between the upbeat and downbeat, so I was usually in midair when everyone else was coming in for a landing.
The curtain on this chapter came down when the teacher insisted that I repeat Ballet II. I never did, and it was just as well because I had already run out of money by that point.
I also tried becoming a concert violinist, and even found a kind-hearted teacher to sneak me into her after-school program and lend me a violin. The problem here was my theory of musical giftedness. I figured that you either are, or you aren't. Thinking that I was, I cut down on my practice time, which made matters worse because I needed to see those colored pieces of tape on the strings to avoid playing the wrong notes. The teacher had other ideas about musical giftedness and made me give back the instrument.
I can now see how all this paved the way for my return to the judo world. One of the teacher's first acts, as I stood on the mat barefoot and gee-clad with that class 20 years ago, was to pair off each student with a partner of a similar height and weight so we could practice flipping each other and the like.
One day my regular partner was absent, so I paired off with a man whose biceps came up to my eyes. When it was my turn, I was polite, I acquiesced, and I flipped over easily. Yet when it was his, he affixed himself to the mat while I tugged at his arm. I finally got fed up and complained to the teacher, who told me that I would have to work harder. I finally did get him over, via an illegal judo move, meaning that I rolled him over my back.
But that was before the ultimate test.
During one of the last classes, the instructor lay face down on the mat and had each student somersault over him without so much as touching his firm and toned backside or rearranging one fiber of his gee. One person ran up and did it, then the next and the next.
As I was running up to him, I wondered how I was going to get over him without so much as putting my head anywhere on his body. By the time I got there, I lost my nerve and went over while placing my head on his derriere. I didn't think anyone else had noticed, but when I got to the other side of the gym, one of my classmates nudged me in the ribs and said, "Nice way to get an A." And I did.
And I've been thinking about taking it again because it's practical and something I could do.
Gail-Tzipporah Saunders is a San Fernando Valley writer.
Fonte: Los Angeles Daily News - Los Angeles, CA, USA - http://www.dailynews.com/

sexta-feira, setembro 01, 2006

Inesquecível


Inesquecível
Naquele olhar
Vi paixão enorme
Pedindo para ficar
Enroscada em teu estar
Naquele abraçar
Senti um repente
Pronunciada vontade
De nunca mais abandonar
Naquele roçar de carinhos
Reclinaste tua cabeça
E pediste um beijo longo
Levando desilusões para o oceano...

Luiza de Marillac Bessa Luna Michel


Luiza de Marillac. Autora é formada em Jornalismo e Letras. Escreve contos, crônicas, poesias e é tradutora intérprete Língua Inglesa-Língua Portuguesa. Possui alguns livros publicados, sendo que o mais prestigiado chama-se Mutação. Professora e assessora de comunicação.

Judoca de Nioaque conquista campeonato brasileiro

Mato Grosso do Sul, Quinta-Feira, 31 de Agosto de 2006 - 15:02

Judoca de Nioaque conquista campeonato brasileiro

O atleta nioaquense Claudemir Ferreira da Silva conquistou o título de campeão no Campeonato Brasileiro de Judô Juvenil realizado em Campo Grande nos dias 26 e 27 de agosto. Participaram judocas com idade entre 15 e 16 anos representando 22 estados da federação. O torneio é considerado um dos maiores e mais importantes pela Confederação Brasileira de Judô (CBJ). A equipe de Mato Grosso do Sul obteve três medalhas de bronze, um de prata e uma de ouro, do judoca de Nioaque. Claudemir é integrante do projeto social "Judô na Escola" mantido pela prefeitura do município. O atleta vem se destacando nas competições que participa sempre com total apoio da prefeitura. A prefeita Ilca Domingos recebeu Claudemir em seu gabinete e o parabenizou pela conquista. "Este resultado nos enche de orgulho e nos motiva a continuar investindo em projetos como esse", afirmou.

FONTE: Agora MS - Dourados, MS, Brazil - http://www.agorams.com.br/

Confiantes na medalha, judocas disputam o Paulista pré-juvenil



Confiantes na medalha, judocas disputam o Paulista pré-juvenil

Atletas e técnico acreditam na possibilidade de pódio e de buscar vaga no Campeonato Nacional

Três judocas da Luso/Nadart/Semel embarcam hoje para Atibaia, onde disputam amanhã, a partir das 9h30, a competição mais importante da temporada: o Campeonato Paulista Pré-Juvenil.
Gabriela Moço de Farias, 14 anos, peso meio-médio (até 53 kg), Adriano Magri, 13, meio-pesado (até 64 kg) e Pedro Medeiros Delgado, 13, peso pesado (acima de 64 kg) serão os representantes bauruenses no torneio.
E se confiança contar pontos na luta por uma medalha, os atletas já garantiram a sua. “A gente treina forte, com seriedade, e isso é fundamental para o resultado. Podemos subir ao pódio”, aposta Delgado.
Os bauruenses conseguiram vaga no Paulista após vencerem o Estadual do Interior. Caso sejam campeões em Atibaia, classificam-se para o Brasileiro, que será realizado entre os dias 22 e 24, em Natal. O técnico Sérgio Caumo avalia que o nível técnico do Paulista é o mesmo do Nacional. Mas confia nos pupilos.
“São Paulo tem o estadual mais forte e um segundo de bobeada pode significar a derrota. Mas eles têm chances de ‘medalhar’”, afirma.
Gabriela diz lutar contra preconceitos
São quase três anos de dedicação ao judô. Mas quem pensa que Gabriela de Farias pratica a modalidade com o total incentivo do pai, está enganado. “Ele não me dá muita força. Acha que judô não é o esporte mais adequado para uma menina praticar”, revela a atleta.
E não é apenas dentro de casa que a judoca acredita haver dificuldades para seguir carreira no esporte. “O judô feminino tem poucas competições e desestimula quem está começando. É preciso ser persistente e lutar contra isso”, afirma a fã do ex-judoca Aurélio Miguel. “Gostava do estilo de luta dele”, diz.
Apesar da pouca idade, Adriano Magri pratica a modalidade há oito anos. Se conquistar o título, disputará o Brasileiro pela primeira vez. “É um dos sonhos de todo atleta. Ele passa a ser mais respeitado”, acredita.
31/8/2006
Júlio Penariol
FONTE: Bom Dia Bauru - Brazil - http://www.bomdiabauru.com.br/i

Judô: Equipe Artemio e Luso brilham em Macatuba


01/09/2006

Judô: Equipe Artemio e Luso brilham em Macatuba
Da Redação

A equipe Artemio/Judô recuperou a hegemonia na região, ao vencer a Terceira Etapa do Circuito Regional, que aconteceu no último sábado, em Macatuba. A delegação local participou com 51 atletas e classificou 45 judocas. O resultado foi considerado pelo técnico Artemio como um elevado índice técnico. Apesar das grandes dificuldades que o judô esta passando pela falta dos repasses do FAMA (Fundo de Assistencia as Modalidades Amadoras), a equipe local está tendo a sua melhor campanha nos últimos anos.
Luso
A equipe de judô da Luso/Semel/Nadart também participou da 3ª Etapa do Circuito Regional de Judô, em Macatuba. A equipe da Luso disputou o torneio com 17 judocas, que conquistaram 13 medalhas, sendo quatro de ouro, cinco de prata e quatro de bronze.
Será realizado neste sábado, no Centro Esportivo e Cultural, em Atibaia, o Campeonato Paulista de Judô na classe Pré-Juvenil Masculino e Feminino. O campeão do torenio representará o Estado no Campeonato Brasileiro. A equipe Luso/Semel/Nadart classificou três atletas para este evento: :Pedro Delgado (categoria pesado), Adriano Magri (meio-pesado) e no feminino, Gabriela de Farias (meio- médio). Todos os judocas são treinados pelo técnico Sérgio Caumo.
FONTE: Jornal da Cidade - Baurú - Baurú, SP, Brazil - http://www.jcnet.com.br/

Bring on Beijing: Olympic judo hopefuls make Harlingen home

Bring on Beijing: Olympic judo hopefuls make Harlingen home

Eladio Jaimez, Valley Morning Star, Harlingen, Texas // August 31, 2006
Copyright 2006 Valley Morning Star

Aug. 31--HARLINGEN -- Valerie Gotay just couldn't stay away.
The Temecula, Calif., native was 18 years old when she made her first and only U.S. Olympic judo team.
But it wasn't a pleasant experience.
Gotay was ready to represent the United States at the 1992 games in Barcelona, Spain, but she suffered heat stroke and was forced out of the competition.
Her absence was too much and depression struck the teenager. So she walked away from the sport all together.
That was 14 years ago.
But just two years ago Gotay got the itch.
"Judo has a way of calling you back," said Gotay, who is nationally ranked No. 1 in her weight class. "It's really hard to give up. I missed the competition and I missed the training. It was just the right time to come back. There's still more for me to fulfill in judo. There's more achievements."
Right now, Gotay is one of 10 athletes training under former Olympic bronze medallist Israel Hernandez from Cuba.
Gotay and the other nine train with Hernandez at the Harlingen Foundation for Valley Sports in downtown Harlingen.
Gotay is joined by her sister Natalie LaFon, Hawaiian Taylor Takata and Cuban Danieska Carrion as Olympic hopefuls for 2008 in Beijing, China.
Takata is also top-ranked in the country in his weight class. Carrion has been on the Olympic team in Cuba but is now trying for the American team.
"That's why you compete," Takata said. "I feel I have a pretty good chance of making the team. If I didn't, I wouldn't be here."
The other six athletes are training at the junior level hoping for a spot in the 2012 games.
But Gotay has high hopes of making the 2008 team.
Gotay, 32, moved here with her two daughters from the San Diego suburb at the beginning of the year. Her husband was still in California selling their home before joining her in Harlingen.
It was a drastic change for the former Olympian but it goes to show her dedication to the sport and her coach, Hernandez.
"I wouldn't have moved for anyone else," Gotay said of Hernandez. "Others tried to get me to move but I never even gave it a second thought. But I talked to Israel and I knew I wanted to be here. This was a big move. That's how strong I felt about it."
She's just hoping it pays off.
And this weekend might be a good indicator of where she and the rest of the Olympic hopefuls stand.
The city of Harlingen and USA Judo will host the 2006 Fall Classic National Championship and Ladder Judo Tournament on Saturday and Sunday.
The competition -- which takes place at the Harlingen South gym -- will draw some of the best talent from across the country.
"This is important and a great opportunity for Harlingen and the entire Valley," Hernandez said. "It's gonna help increase the popularity of judo in the Valley."
For Gotay, it's just a measuring stick of sorts to see where she stands with other competition.
"I'm not gonna peak for this tournament," she said. "I'm not training for this tournament. It's not as big as nationals, but it is one of our bigger national tournaments."
Her training regiment is different now from 14 years ago. Her work ethic is the same, but she's made adjustments.
"Because of my age, the workout is different," Gotay said. "I don't have the same body when I was a teenager. It takes longer to recover."
But her age and experience is what Hernandez likes about Gotay.
"They really help out the junior athletes," Hernandez said of Gotay, Takata and Carrion. "They help them adopt to their form of training, mentally and technically."
Notes: Representatives from USA Judo will be in Harlingen on Friday for a press conference at the Harlingen Chamber of Commerce. The representatives will announce their nomination for the head coaching position of the 2008 U.S. Olympic judo team at 3 p.m.
Copyright (c) 2006, Valley Morning Star, Harlingen, Texas Distributed by McClatchy-Tribune Business News. For reprints, email , call 800-374-7985 or 847-635-6550, send a fax to 847-635-6968, or write to The Permissions Group Inc., 1247 Milwaukee Ave., Suite 303, Glenview, IL 60025, USA.

Fonte: USOlympicTeam.com - USA - http://www.usolympicteam.com/

quinta-feira, agosto 31, 2006

The Golden State Open results


The Golden State Open results

Contributed by: YourHub.com on 8/30/2006
August 2 7, 2006


Golden State Open Results


The Golden State Open was held Aug. 27 at Los Osos High School, Rancho Cucamonga, Calif. with 115 athletes competing in the Senior Elite division.
Competing in the largest division of the day, Harry St. Leger (Brooklyn, N.Y. / Starrett Judo) won four matches after a first round bye to win his first point event of the year at 81kg. Following a second round win over San Jose State's Jose Bencosme (San Jose, Calif.), St. Leger picked up two more matches before beating 2000 Paralympic gold medalist Scott Moore (Englewood, Colo. / Denver Judo) in the final.
Bencosme, who advanced through the loser's bracket, then defeated Moore in the silver medal match to finish second overall.
St. Leger's twin brother Garry St. Leger (Brooklyn, N.Y. / Starrett Judo), this year's National Champion, also went 4-0 to win his division, beating Atsushi Yoshinaga (San Jose, Calif. / San Jose State University) in the final.
Justin Flores (Palo Alto, Calif. / San Shi Judo), 2005 World Team member and National Champion, fought up at 73kg for this event, going 4-0 to win the division with a final round defeat of Adam Cervenka (CZE / Hollywood, Calif. / Nanka / Tenri).
In the absence of Flores, 2006 High School National Champion Ross Nakamura (Mission Hills, Calif. / Valley Judo) took home the 66kg title. En route, the 16-year-old had a rematch of his first-round Junior World Trials match with a second win over Jeff Fong (San Jose, Calif. / San Jose State University), a fifth place finisher at this year's Senior Nationals.
A Pan American Infantile Champion last year, 14-year-old Kyle Taketa (Torrance, Calif. / Gardena Judo) moved up two weight divisions from 40kg to 53kg to win the Triple Crown on the junior circuit in July and won his first senior event this weekend in a round-robin 55kg division.
Another 2005 Pan American Infantile Champion, Katelyn Bouyssou (Hope, R.I. / Mayo Quanchi Judo) gave up more than 20lbs. to her competitors, weighing in at only 34kg, but still taking the 44kg title to win in her first senior event. Having just turned 12-years-old in June, Bouyssou is believed to be the youngest athlete to win a senior USA Judo event in more than 30 years.
Heidi Moore (Englewood, Colo. / Denver Judo), a 2005 World Team member, won the heavyweight division, winning each of her three matches by ippon (instant win).
In the 70kg division, Tomoyo Yoshinaga (San Jose, Calif. / San Jose State University) won each of her four matches by ippon to take the title and help San Jose become the highest ranking team at the event with five medalists.
Spirit of the Eagle Awards were presented following the tournament to Harry and Garry St. Leger, Scott and Heidi Moore and the Mayo Quanchi Judo Club.
Complete results are as follows:
Women's 44kg
1. Katelyn Bouyssou (Hope, R.I. / Mayo Quanchi)
2. Maddyson Post (Livermore, Calif. / Amador)
3. Sandra Chevalier (Hope, R.I. / Mayo Quanchi)
Women's 48kg
1. Brenna Clark (Hercules, Calif. / Okubo)
2. Tina Thomas (Los Angeles, Calif. / Nanka / Mojica)
Women's 52kg
1. Sueheidi Vargas (La Puente, Calif. / Guerreros)
2. Rachelle Budnick (Grand Rapids, Mich. / Grand Rapids Judo)
Women's 57kg
1. Meagan Higgins (Livermore, Calif. / Amador)
2. Wendy Scholz (Northfield, Minn. / Judo America - Iowa City)
3. Natalie Budnick (Grand Rapids, Mich. / Grand Rapids Judo)
Women's 63kg
1. Janine Nakao (Marina, Calif. / Bojuka Ryu)
2. Natalia Mitura (Coventry, R.I. / Mayo Quanchi)
3. Natalie Laursen (Livermore, Calif. / Amador)
Women's 70kg
1. Tomoyo Yoshinaga (San Jose, Calif. / San Jose State University)
2. Emily Lilly (Camarillo, Calif. / Nanka / Sawtelle)
3. Jessica Lockfeld (Denver, Colo. / Denver Judo)
Women's 78kg
1. Sasha Liege (Huntingon Beach, Calif. / Nanka / Mojica)
2. Angela Marino (Santa Rosa, Calif. / Middletown Judo)
3. Oronica Juarez (Fresno, Calif. / Fresno)
Women's +78kg
1. Heidi Moore (Englewood, Colo. / Denver Judo)
2. Amy Stevens (Sebastapol, Calif. / Santa Rosa)
3. Constance Romero (Santa Rosa, Calif. / Santa Rosa)
Men's 55kg
1. Kyle Taketa (Torrance, Calif. / Nanka / Gardena)
2. Aaron Fukuhara (Torrance, Calif. / Nanka / Gardena)
3. Christopher Oba (Torrance, Calif. / Nanka / Gardena)
Men's 60kg
1. Nicholas Nakamura (Walnut, Calif. / Nanka / West Covina)
2. Nicolas O'Connell (Cranston, R.I. / Mayo Quanchi)
3. Frank Sanchez (West Covina, Calif. / Guerreros)
Men's 66kg
1. Ross Nakamura (Mission Hills, Calif. / Valley Judo)
2. Jeff Fong (San Jose, Calif. / San Jose State University)
3. Alfred Raymond (Providence, R.I. / Mayo Quanchi)
Men's 73kg
1. Justin Flores (Palo Alto, Calif. / San Shi)
2. Adam Cervenka (CZE / Hollywood, Calif. / Nanka / Tenri)
3. Khacmatur Arakelyan (North Hollywood, Calif. / Hayastan)
Men's 81kg
1. Harry St. Leger (Brooklyn, N.Y. / Starrett Judo)
2. Jose Bencosme (San Jose, Calif. / San Jose State University)
3. Scott Moore (Englewood, Colo. / Denver Judo)
Men's 90kg
1. Garry St. Leger (Brooklyn, N.Y. / Starrett Judo)
2. Atsushi Yoshinaga (San Jose, Calif. / San Jose State University)
3. Tony Comfort (Hawhorne. Calif. / Nanka / LACC)
Men's 100kg
1. Derek Alef (Goleta, Calif. / Santa Ynez Valley)
2. Tony Sangimino (Burlingame, Calif. / Cahill's Judo)
3. Chris Lopez (Azusa, Calif. / Guerreros)
Men's +100kg
1. Joseph Sapp (Sebastspol, Calif. / Santa Rosa)
2. Conor Driscoll (San Jose, Calif. / San Jose State University)
3. Terrell Byrd (Tucson, Ariz. / Tucson)
Results by Organization
Point System:
Place won Point Value
1 5
2 3
3 1
Organization nameTotal# 1 # 2 # 3
1. San Jose State University 17 1 4 0
2. Mayo Quanchi 13 1 2 2
3. Starrett Judo 10 2 0 0
4. Amador 9 1 1 1
4. Nanka Gardena 9 1 1 1
4. Santa Rosa 9 1 1 1
5. Nanka Mojica 8 1 1 0
6. Guerreros 7 1 0 2
6. Denver Judo 7 1 0 2
7. Okubo 5 1 0 0
7. Valley Judo 5 1 0 0
7. San Shi 5 1 0 0
7. Santa Ynez Valley 5 1 0 0
7. Nanka-West Covina 5 1 0 0
7. Bojuka Ryu 5 1 0 0
8. Grand Rapids Judo 4 0 1 1
9. Nanka-Tenri 3 0 1 0
9. Nanka-Sawtelle 3 0 1 0
9. Middletown Judo 3 0 1 0
9. Cahill's Judo 3 0 1 0
9. Judo America - Iowa City 3 0 1 0
10. Hayastan 1 0 0 1
10. Fresno 1 0 0 1
10. Tucson1 0 0 1
10. Nanka-LACC 1 0 0 1

Daniela Polzin fala de suas adversárias no Pan 2007


Daniela Polzin fala de suas adversárias no Pan 2007

Medalha de ouro no Pan-Americano de Winnipeg, a judoca Daniela Polzin não esconde a ansiedade em disputar os Jogos no Rio de Janeiro, em 2007. A carioca aponta as cubanas como as principais adversárias do Brasil na competição.

- Vai ser muito legal participar do Pan-Americano no Rio de Janeiro já que sou carioca. Vamos estar com toda essa torcida do nosso lado para empurrar na hora do sufoco. No primeiro semestre participamos de duas competições em Cuba e eu fui campeã em uma e vice na outra. A cubana que está na minha categoria é a atual campeã mundial. Cuba é uma das principais potenciais do judô no mundo, mas estamos quase no mesmo nível delas - disse a judoca.

Fonte: Lancenet (Assinatura) - São Paulo, SP, Brazil - http://www.lancenet.com.br/

Judô: Projeto Estrela da Serra vence etapa em Juína




Judô: Projeto Estrela da Serra vence etapa em Juína
Redação DS

Com a perspectiva de conquistar pelo menos o vice-campeonato na penúltima etapa do Estadual realizada em Juína no último fim de semana, os atletas do projeto de judô Estrela da Serra, representandoTangará da Serra, se superaram conquistando uma importante vitória, sagrando-se campeões nesta etapa do campeonato. A vitória garantiu a liderança na pontuação do Estadual, passando à frente da forte concorrente, Campo Verde. De acordo com o coordenador do projeto, Wilson Verta, “foi uma surpresa termos conquistado a vitória”. “O desempenho dos atletas no tatame, garantiu esta importante conquista”, comemora Verta, satisfeitíssimo. Após esta vitória a equipe irá se preparar para a última etapa do campeonato que acontece nos dias 28 e 29 de outubro, em Campo Verde, onde será decidido o grande vencedor da competição. Segundo Verta, a expectativa é de levar 90 atletas para o campeonato, “Disputaremos com uma grande rival que é Campo Verde, considerada a maior do Estado em número de atletas chegando a aproximadamente 350 que disputam o campeonato”. Verta explica que isso não intimida os atletas já que Tangará da Serra conta com uma equipe de qualidade com reais condições de vencer o campeonato. Os alunos do Projeto Estrela da Serra, como forma de aprendizado e conhecimento, terão a oportunidade de assistir a uma palestra com o juíz da 3ª vara Cível e diretor do Fórum de Tangará da Serra, Jamilson Haddad, sobre Cidadania e importância do esporte para com a sociedade. A palestra será realizada hoje às 19h, na academia do projeto, localizada no Tangará Tênis Clube (TTC).
Fonte: Diário da Serra - Tangará da Serra, MT, Brazil - http://www.diariodaserra.inf.br/

Judo: Faya retoma bolsa olímpica em 2007


Judo: Faya retoma bolsa olímpica em 2007

Luanda, 31/08 - A judoca Antónia de Fátima "Faya" retomará a bolsa olímpica a partir de Novembro de 2007, visando a participação nos Jogos de Pequim2008, China, soube hoje a Angop. A bolsa é patrocinada pela Solidariedade Olímpica.
De acordo com a direcção da Federação Angolana de Judo, a atleta está empenhada em terminar o ensino médio no próximo ano e, por este facto, não tem tempo, por enquanto, para frequentar um estágio internacional (bolsa olímpica) de vários meses.
A judoca, de 22 anos e que frequenta actualmente a 11ª classe, é campeã africana dos 70 quilogramas, título conquistado em Maio de 2005, em Port Elizabeth (África do Sul).
Em Abril de 2005 participou num estágio internacional realizado em Portugal. Antes disso, em 2004, esteve nos Jogos Olímpicos de Atenas, Grécia. Alguns meses depois, beneficiou de uma bolsa olímpica na Tunísia.
Fonte: AngolaPress - Luanda, Angola - http://www.angolapress-angop.ao/