sexta-feira, julho 04, 2008

ARMADILHA - Leila Cristina Carvalho

North Country Magic
David Katz
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Leila Cristina Carvalho
ARMADILHA
O peito explode
As lágrimas deslizam
O coração dispara
As palavras afloram
O corpo arde em febre
O cérebro alerta
Advertência tardia
O implacável vírus
Soberano e triunfante
Rege a orquestra
De Sílfides, Fadas e Cupidos.

terça-feira, julho 01, 2008

A VERY MOURNFUL BALLAD ON THE SIEGE AND CONQUEST OF ALHAMA


A VERY MOURNFUL BALLAD ON THE SIEGE AND CONQUEST OF ALHAMA
Which, in the Arabic language, is to the following purport. Translated by ~~ Lord Byron 1817
&/\&/\&
The Moorish King rides up and down
Through Granada's royal town;
From Elvira's gates to those
Of Bivarambla on he goes.
Woe is me, Alhama !
Letters to the monarch tell
How Alhama's city fell;
In the fire the scroll he threw,
And the messenger he slew.
Woe is me, Alhama !
He quits his mule, and mounts his horse,
And through the street directs his course;
Through the street of Zacatin
To the Alhambra spurring in.
Woe is me, Alhama !
When the Alhambra walls he gain'd,
On the moment he ordain'd
That the trumpet straight should sound
With the silver clarion round.
Woe is me, Alhama !
And when the hollow drums of war
Beat the loud alarm afar,
That the Moors of town and plain
Might answer to the martial strain,
Woe is me, Alhama !
Then the Moors, by this aware
That bloody Mars recall'd them there,
One by one, and two by two,
To a mighty squadron grew.
Woe is me, Alhama !
Out then spake an aged Moor
In these words the king before:
"Wherefore call on us, oh King?
What may mean this gathering?"
Woe is me, Alhama !
"Friends ! Ye have, alas ! To know
Of a most disastrous blow,
That the Christians, stern and bold,
Have obtain'd Alhama's hold."
Woe is me, Alhama !
Out then spake old Alfaqui,
With his beard so white to see,
"Good King, thou are justly served,
Good King, this thou hast deserved.
Woe is me Alhama !
"By thee were slain, in evil hour,
The Abecerrage, Granada's flower;
And strangers were received by thee
Of Cordova the chivalry.
Woe is me, Alhama !
"And for this, oh King ! Is sent
On thee a double chastisement,
Thee and thine, thy crown and realm,
One last wreck shall overwhelm,
Woe is me, Alhama !
"He who holds no laws in awe,
He must perish by the law;
And Granada must be won,
And thyself with her undone."
Woe is me, Alhama !
Fire flash'd from out the old Moor's eyes,
The Monarch's wrath began to rise,
Because he answer'd, and because
He spake exceeding well of laws.
Woe is me, Alhama !
"There is no law to say such things
As may disgust the ear of kings:" ---
Thus, snorting with his choler, said
The Moorish King, and doom'd him dead.
Woe is me, Alhama !
Moor Alfaqui ! Moor Alfaqui !
Though thy beard so hoary be,
The King hath sent to have thee seized,
For Alhama's loss displeased.
Woe is me, Alhama !
And to fix thy head upon
High Alhambra's loftiest stone;
That this for thee should be the law,
And others tremble when they saw.
Woe is me, Alhama !
"Cavalier ! And man of worth !
Let these words of mine go forth;
Let the Moorish monarch know,
That to him I nothing owe:
Woe is me, Alhama !
"But on my soul Alhama weighs,
And on my inmost spirit preys;
And if the King his land hath lost,
Yet others may have lost the most.
Woe is me, Alhama !
"Sires have lost their children, wives
Their lords, and valiant men their lives;
One what best his love might claim
Hath lost, another wealth or fame.
Woe is me, Alhama !
"I lost a damsel in that hour,
Of all the land the lovliest flower;
Doubloons a hundred I would pay,
And think her ransom cheap that day."
Woe is me, Alhama !
And as these things the old Moor said,
They sever'd from the trunk his head;
And to the Alhambra's wall with speed
"Twas carried, as the King decreed..
Woe is me, Alhama !
And men and infants therein weep
Their loss, so heavy and so deep;
Granada's ladies, all she rears
Within her walls, burst into tears.
Woe is me, Alhama !
And from the windows o'er the walls
The sable web of mourning falls;
The King weeps as a woman o'er
His loss, for it is much and sore.
Woe is me, Alhama !

Greek Olympic Judo champion to carry flag at Beijing Olympics

Mani, Greece
Kostas Zaronikas
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Greek Olympic Judo champion to carry flag at Beijing Olympics
http://www.chinaview.cn/

2008-07-01 23:46:43

ATHENS, July 1 (Xinhua) -- Greek Olympic judo champion Ilias Iliades will carry the Greek flag at the Beijing Olympics next month, the Hellenic Olympic Committee announced here on Tuesday.
Iliades, who won the gold medal in his event during the Athens Games, will be the first athlete to enter the Olympic Stadium on August 8 as Greece is traditionally the first nation to parade at start of every Olympiad.

Special report: 2008 Olympic Games

FONTE: Xinhua - China

Simbolismo e hermetismo - Adelto Gonçalves

Freud symbolism
Oli Clark
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Simbolismo e hermetismo
OpiniãoAdelto Gonçalves


01/07/2008 09:07:9
I


Responder ao que Anna Balakian (1915-1997), antiga directora do Departamento de Literatura Comparada da Universidade de Nova Iorque e reconhecida scholar na área de Simbolismo e Surrealismo, questionou há quase quatro décadas foi o que moveu os participantes do Simpósio Hermetismo e Simbolismo, realizado nos dias 9 e 10 de Dezembro de 2004, na Universidade de Saragoça, Espanha, sob a coordenação dos professores Luis Beltrán Almería e José Luis Rodríguez García.


E o que questionou Anna Balakian? Quem conhece o seu livro El movimiento simbolista (Madri Guadarrama, 1969) sabe que a teórica tentou encontrar respostas para várias questões, como saber se o Simbolismo constituiu uma reacção ao Romantismo. Ou se foi uma continuação da estética do Romantismo. Ou ainda se foi um movimento paralelo ao Naturalismo ou sua síntese.


Mais: quais foram os seus pontos de contacto com outros conceitos similares, como decadente, impressionista, hermético e imagista? Até que ponto teve uma origem comum com o Surrealismo? Como e onde manteve melhor a sua originalidade frente a outros movimentos literários? Qual foi a contribuição do Surrealismo e do Modernismo?


Além dos dois professores organizadores, mais oito estudiosos foram convidados para dar respostas a tais questões, sete espanhóis e um brasileiro, Massaud Moisés, professor titular aposentado de Literatura Portuguesa da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo e autor de uma vintena de obras, entre as quais se destacam os três volumes de As estéticas literárias em Portugal (Lisboa, Caminho, 1997-2002). As respostas a tantas interrogações podem ser encontradas nos dez ensaios reunidos em Simbolismo y Hermetismo: aproximación a la modernidad estética, publicado por Prensas Universitarias de Zaragoza em Janeiro de 2008.


No ensaio que abre o volume, "Hermetismo y Simbolismo. Aproximaciones", Massaud Moisés observa que é difícil afirmar que a poesia de William Butler Yeats (1865-1939) e Fernando Pessoa (1888-1935) seja fruto da crença esotérica e não produto de uma inclinação do intelecto e da sensibilidade que encontra no hermetismo a atmosfera mais adequada para a sua eclosão. "A mais de um século de distância, tem-se a impressão que o progresso da arte poética desde o Romantismo se encaminhara, de algum modo, para o que mais tarde se converteria na arte simbolista. Isto aconteceria, antes ou depois, por uma espécie de imperativo histórico que substituía a ordem clássica pela aventura romântica como já observara Guillermo de Torre (1900-1971), e que refutava o absoluto inerente à arte vinculada aos clássicos greco-latinos em favor do individualismo procedente da ascensão da burguesia à pirâmide social, em consequência do declínio das velhas monarquias", diz (pp.43-33).


II


Dentro dessa mesma linha de pensamento, em "Ficcionalidad y Hermetismo", Antonio Garrido Domínguez, professor de Teoria Literária da Universidade Complutense de Madri, lembra que o Simbolismo constitui uma realidade inerente à literatura hispano-americana contemporânea, fato a que não é alheia a atracção que sentem os seus cultivadores pelo fantástico nas suas diversas manifestações, como os argentinos Jorge Luis Borges (1899-1986), Adolfo Bioy Casares (1914-1999), Julio Cortázar (1914-1984) e guatemalteco Augusto Monterroso (1921-2003).


Como exemplo, porém, Garrido Domínguez cita quatro textos curtos do mexicano Juan José Arreola (1918-2001), La mijada, El prodigioso miligramo, El guardagujas e Parábola del trueque, que constam de Confabulario (México, Editorial Joaquín Mortiz, 1975), livro que apareceu pela primeira vez em 1952. E o fez muito bem. Porque ninguém mais que Arreola pode bem representar o realismo fantástico, esse ramo do Simbolismo, na literatura hispano-americana, movimento que, diante da impossibilidade do homem de aceder ao conhecimento de si mesmo, procurou radicalizar a busca do lado oculto da realidade.


Diz o ensaísta que, para aceder a nós mesmos, é preciso recorrer ao "êxtase", ou seja, situar-nos fora de nós mesmos, e tal estágio só se consegue partindo do real, mas transgredindo-o por meio do "como se" ou, o que é o mesmo, extendendo-nos mais além de nós mesmos e projectando-nos das nossas possibilidades. Foi o que sempre fez Arreola, um contista de uma originalidade sem par nas literaturas espanhola e hispano-americana, que, na brasileira, só poderia ser comparado a Murilo Rubião (1916-1991), autor de O ex-mágico (1947), O pirotécnico Zacarias (1974), O homem do boné cinzento e outras histórias (1991) e outras obras que foram rotuladas como realismo fantástico.


III


Para bem ilustrar o que afirma, Garrido Domínguez faz um resumo de El prodigioso miligramo, que, em linhas gerais, conta como o autoritário regime das formigas se encontra primeiro com a dissidência de uma formiga que decide transportar um chamativo miligramo (milésima parte do grama), em vez de levar a carga assinalada para o sustento colectivo. O castigo imposto é a morte da formiga dissidente, mas, como ocorre aos mártires de uma causa, a morte da formiga que preferiu não renunciar as suas convicções desperta nas suas irmãs de raça o imperioso desejo de imitar o seu comportamento até o ponto que a hierarquia se vê obrigada a condescender para evitar males maiores. Qualquer semelhança com agrupamentos humanos, obviamente, não é mera coincidência.


Em La migala, conto de pouco mais de duas páginas, um dos protagonistas também não é humano, mas animal, ou melhor, uma aranha gigantesca, pela qual o narrador se sente atraído a ponto de comprá-la de um saltimbanco numa imunda feira de rua. Levando-a para casa, certo dia, sente-se instado a libertá-la da caixa de madeira em que a comprara. Desde então, vive dias de horrores, pois não sabe nunca quando a gigantesca aranha pode aparecer para picá-lo. Compara-a, assim, a sua mulher Beatriz, companhia tão buscada quanto temida, exercitando uma problemática que Arreola sempre teve presente nos seus relatos: a questão do relacionamento do casal dentro do matrimónio.


Já em Parábola del truque, são humanos os personagens do conto, embora as mulheres a que se refere o narrador mais pareçam andróides. Seja como for, o conto mantém a dimensão alegórica que caracteriza a maioria dos relatos de Arreola. Nesse conto, o povoado onde reside o narrador vê sua normalidade alterada com a chegada de um mercador que oferece um "produto" muito apreciado -- mulheres de grande beleza que brilham ao sol --, disposto a fazer um negócio aparentemente vantajoso para todos: trocar estas mulheres novas pelas esposas de cada um dos homens do lugar.


O resultado é previsível: não houve quem, seduzido pela novidade e pela promessa de prazeres infindos, não quisesse trocar a sua mulher (já marcada pela passagem dos anos) por um daqueles seres novinhos em folha que o mercador oferecia. A única excepção é o próprio narrador, que prefere ficar com Sofia, sua mulher, arrastando, assim, a ira dos demais homens do povoado, todos inconformados com a sua fidelidade à esposa.


Até mesmo Sofia desconfia dos motivos que teriam levado o marido a não trocá-la, considerando que não havia sido carinho o que o havia motivado a permanecer perto dela, mas apenas covardia e medo do futuro. Assim segue o curto relato até que os homens descobrem que haviam sido vítimas de um logro: logo as mulheres que haviam adquirido começam a perder a cor e a oxidar-se, feitas que eram de material ordinário.


A verdade simbólica que se esconde atrás desta parábola é que as aparências sempre enganam e que as consequências para quem se deixa seduzir por elas, sem levar em conta outras considerações, podem chegar a ser funestas.


IV


El guardagujas, o mais extenso dos relatos escolhidos por Garrido Domínguez, é também o mais ambíguo e o mais rico de conteúdo, ou seja, aquele que dá ensejo a um maior número de interpretações ou conclusões. A história -- que já foi chamada de kafkiana por alguns críticos -- representa um mundo às avessas, de sinais trocados, ao mostrar como funciona uma companhia ferroviária em que é ela mesmo quem decide o destino de cada passageiro. Conclui-se, portanto, que é a Providência -- à falta de melhor definição -- que decide se o comboio virá ou não, que rumo seguirá, se levará os viajantes à estação desejada ou os abandonará no meio do caminho. Tem ainda esta todo-poderosa companhia agentes infiltrados que ouvem o que conversam os passageiros e acompanham todos os seus movimentos. Qualquer semelhança com aqueles regimes autoritários que infelicitaram por tantos anos não só as nações hispano-americanas, portanto, não é mera coincidência.


V


Salvo engano, dos livros de Arreola, em português do Brasil só apareceu um: Confabulário Total, publicado em 1968 pela Edinova, hoje obra rara. Se a memória não me trai, o conto Parábola del trueque também saiu numa edição especial dedicada ao conto hispano-americano pela extinta revista Status, de São Paulo, ao final da década de 70, dirigida por Gilberto Mansur. Pela escolha de Garrido Domínguez -- que não é a de um mercador de letras, mas a de um professor que vê as letras com os olhos da paixão --, percebe-se com facilidade que o fato de Arreola não ter tido os seus demais livros, como Palíndroma, Varia invención, Bestiario, La feria, Arte de letras menores, Memoria y olvido, Hombre, mujer y mundo e Poemas y dibujos, entre outros, traduzidos ao português, constitui uma prova da indigência mental da maioria daqueles que se ocupam (ou se ocuparam) da actividade editorial no Brasil.
SIMBOLISMO Y HERMETISMO: APROXIMACIÓN A LA MODERNIDAD ESTÉTICA, de Luis Beltrán e José Luis Rodríguez García (coordenadores). Saragoça: Prensas Universitarias de Zaragoza,184 págs., 2008.




FONTE: Diário dos Açores - São Miguel,Açores,Portugal
http://da.online.pt/

Pérolas preparam Jogos Olímpicos no Brasil

photo in homepage.mac.com
Pérolas preparam Jogos Olímpicos no Brasil

AMÂNDIO CLEMENTEA

Selecção Nacional Seniores Femininos de Andebol embarca esta manhã para o Brasil, onde vai disputar entre quatro a cinco jogos com a congénere brasileira. O sete angolano vai permanecer em terras do samba até 8 de Julho.

A deslocação do combinado nacional realiza-se a convite da Federação Brasileira de Andebol, que pretende dar rodagem à sua equipa, tendo em vista a disputa do torneio dos Jogos Olímpicos de Pequim.

Para o seleccionador nacional, Vivaldo Eduardo, a série de jogos consecutivos com o mesmo adversário vai servir de micro-ciclo de controlo, onde a equipa técnica fará a avaliação do aprendizado feito até ontem.

“O Brasil é um adversário forte. Boa parte das suas atletas evolui na Europa, designadamente na Macedónia, Espanha e Alemanha”.A

o comparar a equipa brasileira que Angola defrontou na Itália, Vivaldo Eduardo identificou algumas diferenças: “há onze novas jogadoras. É um conjunto alto e bem dotado tecnicamente”.

Estes jogos, de acordo com o técnico, permitem a equipa progredir do ponto de vista táctico. Ontem à tarde, a selecção efectuou a última sessão de treinos no pavilhão da Cidadela. Antes, as atletas trabalharam com a psicóloga Filomena Petana, recém-integrada no combinado nacional.

Para esta deslocação ao Brasil, Vivaldo Eduardo leva 19 jogadoras: Maria Pedro, Odete Tavares e Cristina Branco (guarda-redes); Ilda Bengue, Bombo Calandula, Natália Bernardo, Luísa Kiala, Teresa Joaquim, Isabel Fernandes, Nair Almeida, Filomena Trindade, Tatiana César, Anastásia Sibo, Matilde André, Elizabeth Caílo, Elizabeth Viegas, Wuta Ndombaxe, Felicidade Sibo e Azenaide Carlos.

Na primeira triagem seleccionador dispensou Mírcia Cruz, enquanto Teresa Almeida “Ba” e Lorena Carlos foram integradas na Selecção Nacional de juniores.

FONTE: Jornal de Angola - Luanda,Luanda,Angola

Essai d’explication du masochisme - Richard von Krafft-Ebing

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Richard von Krafft-Ebing
Essai d’explication du masochisme
Psychopathia Sexualis : III. — Neuro-Psychopathologie générale
DATE DE PUBLICATION EN LIGNE : mardi 1er juillet 2008
Richard von Krafft-Ebing, Études médico-légales : Psychopathia Sexualis. Avec recherche spéciales sur l’inversion sexuelle, Traduit sur la 8e édition allemande par Émile Laurent et Sigismond Csapo, Éd. Georges Carré, Paris, 1895.


ESSAI D’EXPLICATION DU MASOCHISME

Les faits de masochisme comptent certainement parmi les plus intéressants de la psychopathologie. Avant d’essayer de les expliquer, il faut d’abord bien établir ce qui est essentiel et ce qui est secondaire dans ce phénomène.
L’essentiel, dans le masochisme, c’est, dans tous les cas, l’envie d’être absolument soumis à la volonté d’une personne de l’autre sexe (dans le sadisme, au contraire, le règne absolu sur cette personne), mais avec provocation et accompagnement de sensations sexuelles se traduisant par du plaisir qui va jusqu’à produire l’orgasme. Le secondaire, c’est, d’après le critérium précédent, la manière spéciale dont cette condition de dépendance ou de règne est manifestée, que ce soit par des actes purement symboliques ou qu’il y ait en même temps désir de supporter des douleurs causées par une personne de l’autre sexe.
Tandis qu’on peut considérer le sadisme comme une excroissance pathologique du caractère sexuel viril dans ses particularités psychiques, le masochisme est plutôt une excroissance morbide des particularités psychiques propres à la femme.
Il existe sans doute aussi des cas très fréquents de masochisme chez l’homme ; ce sont ceux qui deviennent pour la plupart apparents et remplissent presque à eux seuls toute la casuistique. Nous en avons donné les raisons plus haut.
Tout d’abord, à l’état d’excitation voluptueuse, chaque impression exercée sur l’excité par la personne qui est le point de départ du charme sexuel, vient indépendamment du genre de cette impression. C’est encore une chose tout à fait normale que des tapes légères et de petits coups de poing soient considérés comme des caresses [1].
Like the lovers pinch wich hurts and is desired.
(Shakespeare, Antonius and Cleopatra.)
De là il n’y a pas loin à conclure que le désir d’éprouver une très forte impression de la part du consors amène, dans le cas d’une accentuation pathologique de l’ardeur amoureuse, à l’envie de recevoir des coups, la douleur étant toujours un moyen facile pour produire une forte impression physique. De même que, dans le sadisme, la passion sexuelle aboutit à une exaltation dans laquelle l’excès de l’émotion psychomotrice déborde dans les sphères voisines, il se produit de même, dans le masochisme, une extase dans laquelle la marée montante d’un seul sentiment engloutit avidement toute impression venant de la personne aimée et la noie dans la volupté.
La seconde cause, la plus puissante du masochisme, doit être cherchée dans un phénomène très répandu qui rentre déjà dans le domaine d’un état d’âme insolite et anormal, mais pas encore dans celui d’un état perverti.
J’entends ici ce fait fréquent qu’on observe dans des cas très nombreux et sous les formes les plus variées, qu’un individu tombe d’une façon étonnante et insolite sous la dépendance d’un individu de l’autre sexe, jusqu’à perdre toute volonté, dépendance qui force l’assujetti à commettre et à tolérer des actes compromettant souvent gravement ses propres intérêts, contraires et aux lois et aux mœurs.
Dans les phénomènes de la vie normale, cette dépendance varie selon l’intensité du penchant sexuel qui est ici en jeu et le peu de force de volonté qui devrait contrebalancer l’instinct. Il n’y a donc qu’une différence quantitative, mais non pas qualitative, comme c’est le cas dans les phénomènes du masochisme.
J’ai désigné sous le nom de servitude sexuelle ce fait de dépendance anormale, mais non encore perverse, d’un homme vis-à-vis d’un individu de l’autre sexe, fait qui offre un grand intérêt, surtout au point de vue médico-légal. Je l’ai nommé ainsi parce que les conditions qui en résultent sont empreintes d’une marque de servitude [2]. La volonté du sujet dominateur commande à celle du sujet asservi, comme la volonté du maître à celle du serviteur [3].
Cette servitude sexuelle est, comme nous le disions, un phénomène anormal, même au point de vue psychique.
Elle commence là où la règle extérieure, les limites de la dépendance d’une partie sur l’autre ou de la dépendance mutuelle, tracées par la loi et les mœurs, sont transgressées à la suite d’une particularité individuelle due à l’intensité de mobiles qui en eux-mêmes sont tout à fait normaux. La servitude sexuelle n’est pas du tout un phénomène pervers : les agents moteurs sont les mêmes que ceux qui mettent en mouvement, quoique avec moins de vivacité, la vita sexualis psychique renfermée dans les limites et les règles normales.
La peur de perdre sa compagne, le désir de la contenter toujours, de la conserver aimable et disposée aux rapports sexuels, sont ici les mobiles qui poussent le sujet asservi.
D’un côté un amour excessif qui, surtout chez la femme, n’indique pas toujours un degré excessif de sensualité ; de l’autre, une faiblesse de caractère : tels sont les premiers éléments de ce processus insolite [4].
Le mobile de l’autre sujet, c’est l’égoïsme, qui peut se donner libre cours.
Les faits de servitude sexuelle sont très variés dans leurs formes, et leur nombre est très grand [5].
Nous rencontrons à chaque pas dans la vie des hommes tombés dans la servitude sexuelle. Il faut compter parmi les gens de cette catégorie les maris qui vivent sous la domination de leur femme, surtout les hommes déjà vieux qui épousent de jeunes femmes et qui veulent racheter leur disproportion d’âge et de qualités physiques par une condescendance absolue à tous les caprices de l’épouse ; il faut aussi classer dans cette catégorie les hommes trop mûrs qui, en dehors du mariage, veulent renforcer leurs dernières chances d’amour par d’immenses sacrifices, et aussi les hommes de tout âge qui, pris d’une violente passion pour une femme, se heurtent à une froideur calculée et doivent capituler dans de dures conditions ; les gens très amoureux qui se laissent entraîner à épouser des catins connues ; les hommes qui, pour courir après des aventurières, abandonnent tout, jouent leur avenir ; les maris et les pères qui délaissent épouse et enfants, et qui placent les revenus d’une famille aux pieds d’une hétaïre.
Quelque nombreux que soient les exemples de servitude chez l’homme, tout observateur un peu impartial de la vie conviendra que leur nombre et leur importance sont bien inférieurs à ceux observés chez la femme. Ce fait est facilement explicable. Pour l’homme, l’amour n’est presque toujours qu’un épisode ; il a une foule d’autres intérêts importants ; pour la femme, au contraire, l’amour est la vie : jusqu’à la naissance des enfants, l’amour tient le premier rang, et souvent même après la naissance des enfants. Ce qui est encore plus important, c’est que l’homme peut dompter son penchant ou l’apaiser dans des accouplements pour lesquels il trouve de nombreuses occasions. La femme, dans les classes supérieures, quand elle est alliée à un homme, est obligée de se contenter de lui seul, et, même dans les basses couches sociales, la polyandrie se heurte encore à des obstacles considérables.
Voilà pourquoi, pour la femme, l’homme qu’elle possède signifie le sexe tout entier. Son importance pour elle devient par ce fait immense. De plus, les rapports normaux, tels que la loi et les mœurs les ont établis entre l’homme et la femme, sont loin d’être établis d’après les règles de la parité et destinent déjà la femme à une grande dépendance.
Sa servitude deviendra encore plus grande par les concessions qu’elle fait à l’amant pour obtenir de lui cet amour qui pour elle ne peut se remplacer ; dans la même mesure s’augmenteront les prétentions des hommes qui sont décidés à mettre à profit leurs avantages et à faire métier d’exploiter l’abnégation illimitée de la femme.
Tels sont : le coureur de dot qui se fait payer des sommes énormes pour détruire les illusions qu’une vierge s’était faite de lui ; le séducteur réfléchi et calculateur qui compromet une femme et spécule en même temps sur la rançon et le chantage ; le soldat aux galons d’or, l’artiste musicien à la crinière de lion qui savent provoquer chez la femme un brusque : « Toi ou la mort ! » un bon moyen pour payer les dettes ou pour s’assurer une vie facile ; le simple troupier qui, dans la cuisine, fait payer son amour par la cuisinière en bons repas ; l’ouvrier-compagnon qui mange les économies de la patronne qu’il a épousée ; et enfin le souteneur qui force par des coups la prostituée, dont il vit, à lui gagner chaque jour une certaine somme. Ce ne sont là que quelques-unes des diverses formes de la servitude dans laquelle la femme tombe forcément par suite de son grand besoin d’amour et des difficultés de sa position.
Il était nécessaire de donner une courte description de la servitude sexuelle, car il faut évidemment voir en elle le terrain propice d’où la principale racine du masochisme est sortie. La servitude ainsi que le masochisme consistent essentiellement en ce que l’individu atteint de cette anomalie se soumet absolument à la volonté d’une personne d’un autre sexe et subit sa domination [6].
On peut cependant faire une démarcation nette entre les deux phénomènes, car ils diffèrent non pas par leur gradation, mais par leur nature. La servitude sexuelle n’est pas une perversion ; elle n’a rien de morbide. Les éléments auxquels elle doit son origine, l’amour et la faiblesse de la volonté, ne sont pas pervers ; seule la disproportion de leurs forces mutuelles donne un résultat anormal qui souvent est opposé aux intérêts personnels, aux mœurs et aux lois. Le mobile auquel la partie subjuguée obéit en subissant la domination, c’est le penchant normal vers la femme (ou réciproquement vers l’homme), penchant dont la satisfaction est le prix et la compensation de la servitude subie. Les actes de la partie subjuguée, actes qui sont l’expression de la servitude sexuelle, sont accomplis sur l’ordre de la partie dominante pour servir à la cupidité de cette dernière. Ils n’ont pour la partie assujettie aucun but indépendant, ils ne sont pour elle que des moyens d’obtenir ou de conserver la possession de la partie dominatrice, ce qui est le vrai but final. Enfin, la servitude est une conséquence de l’amour pour une personne déterminée ; elle n’a lieu que lorsque cet amour s’est déclaré.
Les choses sont tout autres dans le masochisme qui est nettement morbide, et qui, en un mot, est une perversion. Là, le mobile des actes et des souffrances de la partie assujettie se trouve dans le charme que la tyrannie exerce sur elle. Elle peut, en même temps, désirer aussi le coït avec la partie dominante ; dans tous les cas, son penchant vise aussi les actes servant d’expression à la tyrannie comme objets directs de sa satisfaction. Ces actes dans lesquels le masochisme trouve son expression, ne sont pas pour le subjugué un moyen d’arriver au but comme c’est le cas dans la servitude, car ils sont eux-mêmes le but final. Enfin, dans le masochisme, la nostalgie de la soumission se manifeste a priori, avant qu’il y ait une affection pour un objet d’amour concret.
La connexité qu’on peut admettre entre la servitude et le masochisme vient du trait commun des phénomènes externes de la dépendance, malgré la différence des mobiles ; la transition de l’anomalie à la perversion se produit probablement de la façon suivante.
Celui qui reste pendant longtemps en état de servitude sexuelle sera plus enclin à contracter de légères tendances masochistes. L’amour, qui supporte volontiers la tyrannie pour l’amour de la personne aimée, devient alors directement un amour de la tyrannie. Quand l’idée d’être tyrannisé s’est longtemps associée à une représentation de l’objet aimé, accompagnée d’un sentiment de plaisir, cette manifestation de la sensation de plaisir finit par se reporter sur la tyrannie même et il se produit de la perversion. Voilà comment le masochisme peut être acquis [7].
Un faible degré de masochisme peut bien être engendré par la servitude et peut, par conséquent, être acquis. Mais le vrai masochisme complet et profondément enraciné, avec sa nostalgie brûlante de soumission dès la première enfance, tel que le dépeignent les personnes mêmes qui en sont atteintes, est toujours congénital.
La meilleure explication de l’origine du masochisme complet, perversion toutefois assez rare, serait dans l’hypothèse que cette perversion est née de la servitude sexuelle, anomalie de plus en plus fréquente, qui parfois se transmet par hérédité à un individu psychopathe de façon à dégénérer en perversion. On a démontré plus haut qu’un léger déplacement des éléments psychiques qui jouent ici un rôle, peut amener cette transition. Ce que peut faire, pour les cas possibles de masochisme acquis, l’habitude associative, l’hérédité peut le faire pour les cas bien établis de masochisme congénital. Aucun élément nouveau ne s’ajoute alors à la servitude ; au contraire, un élément disparaît, le raisonnement qui rattache l’amour à la dépendance, et qui constitue la différence entre l’anomalie et la perversion, entre la servitude et le masochisme. Il est tout naturel que ce soit la partie d’instinct seule qui se transmette par hérédité.
Cette transition de l’anomalie à la perversion par transmission héréditaire s’effectuera facilement, surtout dans le cas où la disposition psychopathique du descendant fournit un autre facteur pour le masochisme, c’est-à-dire l’élément que nous avons appelé la première cause du masochisme : la tendance des natures sexuellement hyperesthésiées à assimiler aux impressions sexuelles toute impression qui part de l’objet aimé.
C’est de ces deux éléments, la servitude sexuelle d’une part, et d’autre part la prédisposition à l’extase sexuelle qui accepte avec plaisir les mauvais traitements, c’est de ces deux éléments, disons-nous, dont les causes peuvent être ramenées jusqu’au domaine des faits physiologiques, que le masochisme tire son origine, quand il trouve un terrain psychopathique propice et que l’hyperesthésie sexuelle amène jusqu’au degré morbide de la perversion les circonstances physiologiques et anormales de la vita sexualis [8].
En tout cas, le masochisme, en tant que perversion sexuelle congénitale, représente aussi dans le tableau de l’hérédité un signe de dégénérescence fonctionnelle, et cette constatation clinique a été en particulier confirmée par mes propres observations de masochisme et de sadisme.
Il est facile de prouver que cette tendance psychiquement anormale et particulière par laquelle le masochisme se manifeste, représente une anomalie congénitale ; elle ne se greffe pas sur l’individu porté à la flagellation, par suite d’une association d’idées, comme le supposent Rousseau et Binet.
Cela ressort de ces cas nombreux, même de la majorité de ces cas, où la flagellation n’est jamais venue à l’idée du masochiste, mais où le penchant pervers visait exclusivement des actes symboliques, qui expriment la soumission sans causer de douleurs physiques.
Les détails de l’observation 52 nous renseignent à ce sujet.
Mais on arrive à la même conclusion, c’est-à-dire à la constatation que la flagellation passive ne peut pas être le noyau qui réunit tous les autres éléments autour de lui, même quand on examine de plus près les cas dans lesquels la flagellation passive joue un rôle, comme dans les observations 44 et 49.
Sous ce rapport, l’observation 50 est particulièrement instructive, car il ne peut pas y être question d’une stimulation sexuelle produite par une punition reçue dans l’enfance. Dans ce cas, il est surtout impossible de relier le phénomène à un fait ancien, car l’objet du principal intérêt sexuel n’est pas réalisable, même avec un enfant.
Enfin l’origine purement psychique du masochisme est prouvée par la comparaison du masochisme avec le sadisme. (Voir plus loin.)
Si la flagellation passive se rencontre si fréquemment dans le masochisme, cela s’explique simplement par le fait que la flagellation est le moyen le plus efficace d’exprimer l’état de soumission.
Je ne puis que répéter que ce qui différencie absolument la simple flagellation passive de la flagellation basée sur un désir masochiste, c’est que, dans le premier cas, l’acte est un moyen pour rendre possible le coït ou l’éjaculation, tandis que, dans le dernier cas, c’est un moyen pour obtenir une satisfaction de l’âme dans le sens des désirs masochistes.
Ainsi que nous l’avons vu plus haut, les masochistes se soumettent aussi à d’autres mauvais traitements et à des souffrances pour lesquelles il ne peut être question d’une excitation voluptueuse réflexe. Comme ces faits sont très nombreux, il faut examiner dans quelle proportion existent la douleur et le plaisir dans de pareils actes, et aussi dans la flagellation des masochistes.
De la déposition d’un masochiste, il résulte le fait suivant.
La proportion n’est pas telle que l’individu éprouve simplement comme plaisir physique ce qui ordinairement cause de la douleur ; mais l’individu se trouvant en extase masochiste, ne sent pas la douleur, soit que, grâce à son état passionnel, (comme chez le soldat au milieu de la mêlée et de la bataille), il n’ait pas la perception de l’impression physique produite sur les nerfs de son épiderme, soit que, grâce à la trop grande abondance de sensations voluptueuses (comme chez les martyrs ou dans l’extase religieuse), l’idée des mauvais traitements n’entre dans son esprit que comme un symbole et sans les attributs de la douleur.
Dans la deuxième alternative, il y a pour ainsi dire une surcompensation de la douleur physique par le plaisir psychique, et c’est cet excédent qui reste seul comme plaisir psychique dans la conscience. Cet excédent de plaisir est encore renforcé soit par l’influence des réflexes spinaux, soit par une accentuation particulière des impressions sensibles dans le sensorium ; il se produit une espèce d’hallucination de volupté physique, avec une localisation vague de la sensation projetée au dehors.
Des phénomènes analogues paraissent se produire dans l’auto-flagellation des extasiés religieux (fakirs, derviches hurlants, flagellants), seulement les images qui provoquent la sensation de plaisir ont une autre forme. Là aussi on perçoit l’idée de la torture sans ses attributs de douleur, la conscience étant trop remplie par l’idée accentuée du plaisir de servir Dieu en subissant des tortures, de racheter ses péchés, de gagner le ciel, etc.
P.-S.
Texte établi par PSYCHANALYSE-PARIS.COM d’après l’ouvrage de Richard von Krafft-Ebing, Études médico-légales : Psychopathia Sexualis. Avec recherche spéciales sur l’inversion sexuelle, Traduit sur la 8e édition allemande par Émile Laurent et Sigismond Csapo, Éd. Georges Carré, Paris, 1895.

Notes
[1] Nous trouvons des faits analogues chez les animaux inférieurs. Les chenilles du poumon (Pulmonata Cuv.) possèdent une soi-disant « flèche d’amour », baguette de chaux pointue qui se trouve dans une pochette particulière de leur corps et qu’elles font sortir au moment de l’accouplement. C’est un organe d’excitation sexuelle qui, d’après sa constitution, doit être un excitant douloureux.
[2] Comparer l’essai de l’auteur « Sur la servitude sexuelle et le masochisme » dans Psychiatrische Jahrbücher, t. X, p. 169, où ce sujet a été traité à fond, surtout au point de vue médico-légal.
[3] Bien qu’on les emploie au figuré pour de pareilles situations, j’ai cru devoir éviter ici les expressions esclave et esclavage, parce que ce sont des termes qu’on emploie de préférence pour le masochisme dont il faut bien distinguer la « servitude ».L’expression de servitude ne doit pas être confondue non plus avec la sujétion de la femme de J. St. Mill. Mill désigne par cette expression des mœurs et des lois, des phénomènes historiques et sociaux. Mais ici nous ne parlons que de faits nés de mobiles individuels particuliers et qui sont en contradiction avec les lois et les mœurs en usage. En outre, il est question des deux sexes.
[4] Le fait le plus important, dans ces cas, c’est peut-être que l’habitude d’obéir développe une sorte de mécanisme d’obéissance inconsciente qui fonctionne avec une exactitude automatique et qui n’a pas à lutter contre des idées contraires, parce qu’il est au delà de la limite de la conscience nette, et qu’il peut être manié comme un instrument inerte par la partie régnante.
[5] Dans les littératures de tous les pays et de toutes les époques, la servitude sexuelle joue un grand rôle. Les phénomènes insolites mais non pervers de la vie de l’âme sont pour le poète des sujets heureux et qu’il lui est permis de traiter. La description la plus célèbre de la « servitude » chez l’homme, est celle de l’abbé Prévost dans sa Manon Lescaut. Une description parfaite de la servitude chez la femme se trouve dans le roman Leone Leoni, de George Sand. Il faut citer ici la Kæthchen von Heilbronn de Kleist, qui lui-même désigne cette pièce comme l’opposé de sa Penthésilée (sadisme), enfin la Griselidis de Halm et beaucoup d’autres poésies analogues.
[6] Il peut se produire des cas où la servitude sexuelle se traduise par les mêmes actes que ceux qui sont particuliers au masochisme. Quand des hommes brutaux battent leurs femmes et que celles-ci le tolèrent par amour, sans cependant avoir la nostalgie des coups, il y a dans cette servitude un trompe-œil qui peut nous faire croire à l’existence du masochisme.
[7] C’est un fait bien intéressant et qui repose sur l’analogie qui existe entre la sujétion et le masochisme, relativement à leur manifestation extérieure, que pour décrire la servitude sexuelle on emploie généralement, soit par plaisanterie, soit au figuré, des expressions comme celles-ci : « esclavage, être enchaîné, porter des fers, agiter le fouet sur quelqu’un, atteler quelqu’un à son char de triomphe, être aux pieds de quelqu’un, sous le règne de la culotte, etc. », toutes choses qui, prises au pied de la lettre, sont pour le masochiste, l’objet de ses désirs pervers.Ces locutions imagées sont d’un fréquent usage dans la vie ordinaire et sont presque devenues triviales. Elles ont pris leur origine dans la langue poétique. De tout temps la poésie a vu dans l’image d’ensemble d’une violente passion amoureuse, l’état de dépendance de l’objet qui peut ou qui doit se refuser, et les phénomènes de la servitude se sont toujours présentés à l’observation des poètes. Le poète, en choisissant des termes comme ceux que nous venons de citer, pour représenter avec des images frappantes la dépendance de l’amoureux, suit absolument le même chemin que le masochiste qui, pour se représenter d’une manière frappante sa dépendance (qui est pour lui le but), cherche à réaliser des situations correspondant à son désir.Déjà la poésie antique désigne l’amante par le mot domina et emploie de préférence l’image de la captivité chargée de fers (Horace, Od., IV, 11). Dès cette époque et jusqu’aux temps modernes, (comparez Grillparzer, Ottokar, IVe acte : « Régner est si doux, presque aussi doux qu’obéir ») la poésie galante de tous les siècles est remplie de phrases et de métaphores semblables. Sous ce rapport, l’histoire de l’origine du mot « maîtresse » est aussi très intéressante.Mais la poésie réagit sur la vie. C’est de cette façon qu’a pu prendre naissance le service des dames chez les courtisanes du moyen âge. Ce service avec adoration des femmes comme « maîtresses » dans la société aussi bien que dans les liaisons d’amour isolées, en assimilant les rapports entre féaux et serfs avec les rapports entre le chevalier et sa dame, avec la soumission à tous les caprices féminins, aux épreuves d’amour et aux vœux, à l’engagement d’obéissance à tous les ordres des dames, apparaît comme un développement et un perfectionnement systématique de la servitude amoureuse. Certains phénomènes extrêmes, commue, par exemple, les souffrances d’Ulric de Lichtenstein ou de Pierre Vidal au service de leurs dames, ou les menées de la confrérie des « Galois » en France qui cherchaient le martyre par amour et se soumettaient à toutes sortes de tortures, portent déjà une empreinte bien visible du caractère masochiste, et montrent la transition naturelle d’un état vers l’autre.
[8] Quand on voit, ainsi que cela a été démontré plus haut, que la « servitude sexuelle » est un phénomène qui a été constaté bien plus fréquemment et avec une intensité plus grande dans le sexe féminin que dans le sexe masculin, la conclusion s’impose : que le masochisme (sinon toujours, du moins habituellement) est un legs de la « servitude » des ascendants féminins. De cette façon, il entre en rapport, bien qu’éloigné, avec l’inversion sexuelle, en raison de ce fait qu’une perversion qui devrait être particulière à la femme, se transmet à l’homme. Cette manière d’envisager le masochisme comme une inversion sexuelle rudimentaire, comme une effeminatio partielle qui, dans ce cas, n’atteint que les traits secondaires du caractère de la vita sexualis (manière de voir que j’ai déjà, dans la 6e édition de cet ouvrage, exprimée d’une façon très nette), est encore corroborée par les dépositions des malades des observations 44 et 49, citées plus haut, et dont les sujets sont aussi marqués d’autres traits d’effémination, tous les deux désignant comme leur idéal une femme relativement plus âgée qui les aurait recherchés et conquis.Il faut cependant noter le fait que la sujétion joue aussi un rôle considérable dans la vita sexualis masculine, et que, par conséquent, le masochisme peut s’expliquer sans l’hypothèse de la transmission des éléments féminins à l’homme. Il ne faut pas oublier non plus, à ce propos, que le masochisme et son opposé le sadisme se rencontrent quelquefois en combinaisons irrégulières avec l’inversion sexuelle.


FONTE: Psychanalyse-paris.com - Paris,France

Paulo Wanderley Teixeira, Brazil


Paulo Wanderley Teixeira, Brazil
Wednesday, June 25, 2008
O Brasil está plenamente credenciado a realizar este que é o evento máximo do esporte mundial. Falo isso levando em conta nossa experiência na realização de competições como o Rio 2007. Além dos Jogos Pan-americanos, foram organizados e realizados inúmeros campeonatos mundiais nos últimos anos, com destaque para o recente Mundial de Judô de 2007, que contou com recorde de países e atletas inscritos. A realização dos Jogos Olímpicos, pela primeira vez na América do Sul, só serve para estimular ainda mais o esporte nesta região. Evidentemente acrescentando-se a isso um ganho econômico, turístico, de infra-estrutura e de desenvolvimento de mão de obra, além do esportivo. Será uma oportunidade ímpar para o Rio de Janeiro, o Brasil e a América do Sul.

terça-feira, junho 24, 2008

A sós... J. G. de Araújo Jorge

Going Under
Novic Arman Zhenikeyev
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J. G. de Araújo Jorge

A sós...
A sós
como duas gaivotas
na solidão do céu,
em pleno mar,
sonhando no ar...
A sós,
lado a lado, sem alarde,
como dois pássaros num alto ramo,
ao cair da tarde...

A sós
como duas mãos quando se procuram
e se encontram, sem voz...
Como eu e tu
quando somos nós
a sós...

Medo - Mônica Banderas


Mônica Banderas
Medo
Enquanto esperamos
o nascer do dia,
acendemos fogueiras
para espantar fantasmas.

sexta-feira, junho 06, 2008

Escritor cubano Senel Paz recebe prêmio em Portugal

Escritor cubano Senel Paz recebe prêmio em Portugal
Havana, 05 jun (acn)
O Prêmio de Criação Literária da Casa da América Latina de Portugal foi entregue ao escritor cubano Senel Paz, em cerimônia que contou com a presença de José Saramago, Prêmio Nobel de Literatura.
Paz recebeu esta distinção por seu romance “No céu com diamantes”, segundo informa o jornal Granma, citando a agência espanhola EFE.
Em declarações à EFE o autor disse que essa obra foi publicada em Cuba, Espanha e Itália, e este ano estão previstas edições na Alemanha, Brasil, Sérvia e Coréia do Norte.
O ganhador do prêmio Juan Rulfo em 1990 pelo conto “O lobo, o bosque e o homem novo”, que serviu de base para o roteiro do filme “Morango e Chocolate”, disse que recebia o prêmio como “um gesto de amizade” da instituição lusa para com todos os escritores latino-americanos.
“Estimo que um prêmio como este obriga os países latino-americanos a lançarem novas iniciativas para dar a conhecer a literatura portuguesa”, opinou o escritor.

Longa noite, vida bela

AIRTON MONTE
Longa noite, vida bela
Sim, digamos que sim, posto que chega de negativismo em um triste país mais belo e mais garrido, parido e criado sob a luz do positivismo. E mais além eu vou, arrastado pelo ritmo hipnótico das palavras que meus dedos traçam, como à minha revelia, na tela em branco do computador. Sim, digamos que sim, simplesmente porque não vejo motivo para dizer não às coisas do Brasil. Digamos que seja noite com prenúncio de chuva e nem há uma esplendorosa lua cheia boiando no meu retângulo de janela feito uma pedra de gelo num recorte de veludo azul.
Sim, digamos que sim, pois o baixo astral a nada leva. Nada de depressões sem causa e que se dane a tal de serotonina. Nada de angústias vãs, de ansiedades requentadas em fogo de monturo. Ou você ainda não sacou, meu chapa, que o ser humano que se considera adulto (vã ilusão, ledo engano) está tão atolado em dúvidas transitórias que nem um adolescente de absolutas certezas. Sim, digamos que eu abra uma garrafa de vinho e ponha na vitrola o bom e velho Trini Lopez cantando Guantanamera só pra mim e o tempo urge, insaciável.
Sim, digamos que sim, que o tempo urge, insaciável e desenha, em toscos golpes, rugas em nossa face e cabelos brancos e dentes a menos e passamos a nos preocupar compulsivamente com nossa glicemia, o colesterol, com o trânsito sanguíneo em nossas gastas coronárias e pensamos cada vez mais em doenças exóticas e a morte e a morte em nosso agoniado pensamento, enquanto esquecemos que o natural ato de viver o mais intensamente que podemos. Direi o óbvio: a vida é hoje, a vida é hoje, a vida é agora ou nunca mais.
Digamos que, aleatoriamente, eu cate um livro das estantes e leia meu amigo Adriano Espínola: "Minha pátria é meu corpo, pulsando por entre porradas e carinhos cotidianos, palco carnal do sentido e do desejo, repartido entre vísceras e sonhos, sedento do agora e faminto do mundo, navegante à deriva do possível e do precário". É, meu chapa, a poesia, se nem tudo todavia explica, torna nossa vida supostamente prenhe de sentido. Pois é, meu chapa, não tem erro. A vida, sem poesia, é que nem baião de dois sem feijão e sem arroz.
FONTE: O POVO Online - CE,Brazil
http://www.opovo.com.br/

Árbitros do Rio escalados para campeonato sul-americano

6/6/2008 12:51:58
Árbitros do Rio escalados para campeonato sul-americano
Por Redação - do Rio de Janeiro
Mais uma vez o Judô Rio marca sua presença em importantes competições internacionais. Desta vez, o judô carioca será representado também na arbitragem do campeonato sul-americano sênior e no desafio Brasil-Espanha que acontecem neste final de semana, no ginásio do Colégio Marista, em Brasília.
Os representantes do Rio de Janeiro na arbitragem destes dois importantes eventos internacionais do judô são Emannuel Mattar e Chuno Mesquita. Durante o final de semana, o árbitro da Federação de Judô do Estado do Rio de Janeiro Julio Lapa também estará fazendo o exame para sua habilitação como árbitro internacional regional (sul-americano) de judô.
Além dos representantes na arbitragem, o Judô Rio também estará sendo representado no campeonato sul-americano sênior de judô através dos atletas Cristiane Pereira (-48kg/RJ), Giulia Penalber (-52kg/UGF), Rafael Lopes (-57kg/RJ) e Guilherme Luna (-81kg/UGF).
FONTE: Correio do Brasil - Rio de Janeiro,RJ,Brazil

Visando Pequim, seleção brasileira de judô se prepara contra a Espanha

Visando Pequim, seleção brasileira de judô se prepara contra a Espanha
Plantão Publicada em 06/06/2008 às 12h52m
Extra
RIO DE JANEIRO - A seleção brasileira de judô faz neste domingo, no ginásio do Colégio Marista, em Brasília, o Desafio Internacional contra a Espanha. Para a equipe feminina, será o ultimo evento no Brasil antes dos Jogos Olímpicos de Pequim. Já os homens fazem contra o Japão outro desafio, no dia 15 de junho, em São Paulo.
Representam o Brasil no evento Sarah Menezes (-48kg), Érika Miranda (-52kg), Ketleyn Quadros (-57kg), Danielli Yuri (-63kg), Mayra Aguiar (-70kg), Claudirene César (-78kg), Priscila Marques ( 78kg), Charles Chibana (-60kg), João Derly (-66kg), Marcelo Contini (-73kg), Tiago Camilo (-81kg), Eduardo Santos (-90kg), Luciano Correa (-100kg) e Walter Santos ( 100kg).
Os titulares da equipe olímpica Edinanci Silva (-78kg), Denilson Lourenço (-60kg), Leandro Guilheiro (-73kg) e João Gabriel Schlittler ( 100kg) estão se recuperando de lesões e foram poupados do evento pela Comissão Técnica da Confederação Brasileira de Judô.

FONTE: O Globo Online - Rio de Janeiro,RJ,Brazil
http://oglobo.globo.com/

Wolfgang Trost verabschiedet

05.06.2008, 10:18:25 Uhr
Judo-Club Zimmern
Wolfgang Trost verabschiedet
ZIMMERN, 5. Juni (pm) - In einer feierlichen Stunde wurde Wolfgang Trost am vergangenen Mittwoch für seine langjährige Tätigkeit als erster Vorsitzender des Judo Clubs Zimmern verabschiedet.
Er wird dem Judo Club aber weiterhin als Trainer erhalten bleiben. Gerd Burkard würdigte seine zuverlässige Arbeit und überreichte ihm ein Geschenk im Namen des Vereins. Bereits der Vater von Wolfgang Trost führte den Verein einige Jahre als erster Vorsitzender. Die Tradition bleibt nun weiterhin in der Familie, da Eva Trost von der Mitgliederversammlung einstimmig für dieses Amt gewählt wurde.
FONTE: Neue Rottweiler Zeitung - Rottweil,Baden-Württemberg,Germany

Baderneiros são punidos com aulas de poesia

Baderneiros são punidos com aulas de poesia
06/06/2008 - 09h55
Um crime pode ser pago com poesia? Nos Estados Unidos, sim! Pelo menos no caso de alguns jovens da cidade de Ripton. Eles resolveram fazer uma festa e acabaram exagerando: destruíram várias partes da casa onde estava acontecendo a celebração. A casa era do poeta americano Robert Frost. A polícia foi avisada e prendeu os baderneiros!
O juiz decidiu que, como “punição” para o crime, os jovens deveriam assistir a aulas sobre as poesias de Robert Frost. Dessa maneira, o juiz acredita que os jovens tomariam consciência do tamanho do erro que cometeram.
Então, todo mundo que participar das aulas ficará liberado de cumprir outras penas? E como fica a casa? Calma, plenamigo! Além das aulas, alguns terão de pagar os consertos da casa (que ficaram em mais de 10 mil dólares) e outros terão de cumprir penas comunitárias.
Dois caminhos
Nas aulas, o professor Jay Parini citou um verso do poeta para mostrar que os jovens poderiam ter escolhido um outro caminho. O verso foi o seguinte:
“Num bosque de folhas amareladas
dois caminhos havia e eu não podia
ser dos dois caminhante, fiquei ali
a concentrar-me num deles,
olhando fixamente até perdê-lo de vista
nessa curva da folhagem distante”
Com informações do site G1.
06/06/2008
FONTE: Agência Plenarinho - Brasília,DF,Brazil
http://www.plenarinho.gov.br/

Arte no grito


Viver
Arte no grito

06/06/2008 - Tribuna do Norte
Michelle Ferret - Repórter

As feiras guardam em si um pouco do mundo. São pedaços de vida, frutas, fumo, verduras, roupas, música e saudade. Assim como a canção de Sivuca “Feira de Mangaio” - interpretada por Clara Nunes – na feira se vende cabresto de cavalo e rabichola, tem sanfoneiro, menino, mulheres, tem de tudo. É nesse fuzuê que os grupos de teatro que compõem o República das Artes — vizinhos recentes do local — irão homenagear os 88 anos de existência da Feira do Alecrim. Durante os sábados, a partir de amanhã até o dia 19 de junho, o grupo levará arte para a Feira — essa considerada uma das mais importantes e antigas de Natal. “O aniversário da feira é no dia 18 de junho e resolvemos comemorar o mês todo. Amanhã faremos um cortejo com o grupo “Charanga do Riso” pela feira e depois teremos a apresentação do grupo Parachoque, com o espetáculo “Nas Ondas do Cordel”, contou Lenilton Lima, fotografo integrante do República das Artes.

Segundo ele, a intenção maior do projeto é contribuir para levar até a feira do Alecrim, a idéia de como era antigamente. “Antes de toda a evolução da cidade, as pessoas freqüentavam a feira com mais assiduidade. Hoje, com os hipermercados, shoppings e tudo o mais, as feiras estão virando um lugar do passado, aquele que os turistas vão para tirar fotografia dos feirantes para guardar de recordação”, disse Lenilton.

As intervenções começarão pela manhã e continuarão até a parte da tarde. Desde espetáculos teatrais até leitura de um cordel sobre a feira do Alecrim, de autoria de Boquinha de Mel estarão no roteiro.

Para começar o trabalho os grupos – que hoje são mais de vinte – foram a campo entrevistar os feirantes, saber de suas inquietações, histórias de vida e do movimento da feira. Devido a República das Artes ter se mudado para a Avenida Presidente Quaresma, próximo à feira, a percepção do lugar aumentou. “Nesse contato percebemos que a feira do Alecrim está arquejando e se não tiver uma mudança vai virar esquecimento. Essa é também uma forma da gente criticar a indiferença. As pessoas nem sabem que a feira está completando 88 anos”.

O segundo momento proposto pelos grupos é levar educação ambiental e alimentar através da arte. “Esse nome que demos A Arte do Grito é uma forma de chamarmos a atenção para o local. Para isso elaboramos um projeto para trazer também a questão da saúde. Na feira, um ponto forte que a gente observa é é a falta de cuidado com o manejo dos alimentos. A gente vê a mosca se misturar com o picado e as pessoas não pensam muito no cuidado. E através da arte podemos dar subsídios para que as pessoas se eduquem. Mostrar, por exemplo, a maneira mais saudável de tratar com os alimentos”, contou Lenilton acrescentando que o projeto está em fase de captação de orçamento.

Parachoque na feira

Além da Charanga do Riso que se juntará com outros artistas para levar o cordel e a música até os cantos da feira, o grupo Parachoque, com mais de 15 anos de existência apresentará o espetáculo “Nas ondas do Cordel”.

Segundo Carlos Magno - ator e escritor – o Parachoque levará literatura de cordel na temática na feira. “O espetáculo traz o coco de roda, boi de reis e é o resultado da observação de uma vendedora de Mangaio. O espetáculo é todo voltado para a poesia popular, nesse caso a literatura de cordel”, disse. Autores como Francisco Varela, Renato Caldas, José Acaci estarão sendo recitados na peça que teve como base o livro “História Oral do Brasil” de Câmara Cascudo. “Ainda estamos em fase de montagem desse espetáculo. Na feira faremos 25 minutos, enquanto o espetáculo completo durará 40 minutos”.

Os textos são loas e trazem a história de dois personagens, a Cafufa, em homenagem a radialista Nice Fernandes, com referência à Caterina e o poeta chamado Bior. Eles se encontram na feira e a inicia um desejo dele por ela. Nesse encontro aparecem os bois de reis, a dança do coco de roda e uma vendedora de mangaio que traz em seu balaio a lamparina, bruxinhas, cordel e bugigangas. “É aí que a gente une o contemporâneo com o antigo, quando a vendedora traz para vender suas ilusões entre coisas antigas e novas, como o feirantes precisa se virar hoje”, contou o poeta Magno acrescentando que em toda a pesquisa o que mais assusta é a percepção de quanto a feira está ficando esquecida.


Serviço:

A Arte no Grito

Todos os sábados na Feira do Alecrim. Manhã toda e início da tarde.

FONTE (photo include): Tribuna do Norte - Natal - Natal,Brazil

Manifesto surrealista vai a leilão em Paris


07/05/2008 - 13h50
Manifesto surrealista vai a leilão em Paris
da Reuters, em Paris

O único original conhecido do "Manifeste du Surréalisme" escrito por André Breton (1896-1966) será colocado à venda neste mês, disse a casa de leilões Sotheby's na terça-feira (6).
O movimento surrealista --que gerou, por exemplo, os famosos relógios moles de Salvador Dalí-- teve uma profunda influência sobre a arte do século 20, envolvendo também artistas como Marcel Duchamp e René Magritte.
O manifesto surrealista foi redigido como prefácio a uma coleção da "escrita automática", uma técnica em que o escritor deveria colocar na página tudo o que lhe vinha à cabeça, sem se importar com a forma ou o sentido. Mas o texto acabou sendo um dos textos definidores do movimento.
A Sotheby's disse que se trata "sem contestação do documento mais pródigo" em uma coleção de nove manuscritos de Breton que serão leiloados. Os escritos faziam parte da coleção de Simone Collinet, primeira esposa do escritor.
A casa pretende vender os textos num só bloco, mas só o manifesto deve valer entre 300.000 e 500.000 euros (R$ 773 mil e R$ 1,3 milhão).
O leilão também vai oferecer vários outros manuscritos importantes, como um conjunto de obras inéditas da escritora feminista Simone de Beauvoir, que inclui seu primeiro romance, inacabado.
O leilão está marcado para o dia 21, em Paris.
Leia mais
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Livro mapeia produção contemporânea de arte no Brasil
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Especial

Leia o que já foi publicado sobre surrealismo

FONTE: Folha Online - São Paulo,SP,Brazil

Mick Jagger ameaça processar produtora de filme com Sienna Miller

Mick Jagger ameaça processar produtora de filme com Sienna Miller
Portal Terra
LONDRES - Mick Jagger ameaçou processar a BBC Films, produtora de The edge of love, biografia cinematográfica do poeta Dylan Thomas, com Sienna Miller e Keira Knightly. Jagger detém grande parte dos direitos dos poemas de Thomas e planeja produzir seu próprio filme sobre o poeta.
Jagger quer que os produtores de The edge of love corte as cenas que envolva material de Map of love, obra de Thomas. Segundo o diretor do filme, essas cenas já teriam sido cortadas.
- Tivemos acesso a alguns poucos poemas de Thomas. Infelizmente, Mick Jagger é dono de um monte de poemas do autor e tem seu próprio projeto de filmar a história do poeta - disse o diretor John Maybury ao jornal inglês The Independent
- Usamos alguns elementos de Map of love, mas tivemos que suprimi-los porque Jagger ameaçou nos processar caso mantivéssemos os trechos no filme - explicou Maybury.
[ 12:23 ] 03/06/2008
FONTE: JB Online - Rio de Janeiro,RJ,Brazil

Mr Big e Mr Small

6/6/2008
Mr Big e Mr Small

Comecei por olhar para aquilo de esguelha, com o desdém que se tem por «lit chick», «literatura de gajas» em tradução literal, embora alguma desta literatura tenha a imortalidade e a imoralidade do cânone feminino e tenha, acima de tudo, muita piada. Nos intervalos do zapping ia parando, e um dia vi um episódio inteiro. Por essa altura já a série estava instalada e eu, que tinha chegado atrasada, pude ver os episódios seguidos em DVD sem ter que esperar pela semana seguinte. Era bom demais.
Candace Bushnell, a autora de "Sexo e a Cidade", a coluna de jornal original, é uma escritora mediana de «lit chick», esperta sem ser tão brutal ou inteligente ou culta como Erica Jong, a de «Fear of Flying», um clássico do género, de 1973. Erica Jong, literária e temerária, foi a primeira a destruir o preconceito de que as mulheres não podiam escrever sobre sexo desbravado na primeira pessoa, e ao mesmo tempo ridicularizar os homens. Na literatura de Jong, mr. Big era, quase sempre, mr. Small. Quer dizer, era uma questão de tamanho.
Candace Bushnell era mais cândida do que Jong, e sabia que não podia escrever apenas sobre as amazonas que mediam o tamanho do membro e do ego masculino, e deixar de lado as midinettes, as cinderelas que andam por aí com o sapatinho de cristal na mão a julgar que perderam o príncipe encantado no baile. E o sapatinho nem era de cristal, era mais caro, era de um designer europeu "gay" com um nome exótico, Manolo Blahnik, Jimmy Choo, etc., e custava 500 dólares o par.
Em Nova Iorque, e Nova Iorque é a outra protagonista da série, os anos 80 trouxeram prosperidade e vaidade ao feminismo contemporâneo. O modelo feminista deixou de ser Andrea Dworkin, lésbica, obesa, feia, desleixada, e passou a ser uma Gloria Steinem reciclada, bonita, musculada, com bom emprego, ginásio, independência e cartão de crédito. E, claro, e por causa disto, deste investimento na carreira, solteira por volta dos 35 anos. E rodeada de amigos "gay" e de namorados inadequados "que não estão muito afim..."
Darren Starr, o genial ("gay") produtor da série, pegou nestes ingredientes e fez o cozinhado final, quatro amigas diferentes umas das outras, que atravessam a cidade que nunca dorme à procura do tempo perdido e da felicidade. Carrie é, como o nome indica, a «carrier», o veículo de expressão principal, e o motor verbal da acção. Miranda, Samantha e Charlotte ajudam a defini-la e definem-se melhor por si mesmas, porque Carrie, a escritora dos estados de alma e a alma dos estados alheios, define-se mais pelos namorados que tem do que por ela mesma, absorvendo e equilibrando as assimetrias e idiossincrasias das amigas.
Não subestimemos Carrie, ela tem os melhores pares de sapatos e os protótipos dos namorados que todas tivemos. Mr. Big e mr. Small, mr. Nice Guy e mr. Bad Guy. Carrie troca sempre o bom tipo pelo mau tipo, o tipo que gosta dela pelo tipo que a ignora, o bom rapaz pelo mau rapaz. Entre Big e Aidan, Carrie fica com Big, que sopra dinheiro, fumo de charuto e arrogância por todos os poros. O marceneiro nunca teve uma hipótese. E entre Big e aquela personagem desempenhada por Baryshnikov (cujo nome nenhuma mulher sabe porque Baryshnikov obnubila tudo), e que acaba a dar-lhe uma estalada na cara, ela fica com a personagem. Até ser salva pela proposta de casamento de Mr. Big. O casamento é o redentor.
As mulheres são, para as outras mulheres, previsíveis. E Carrie é a mais previsível de todas. As amigas são endoidadas, o que quer dizer que são normais e iguais a todas as mulheres, com excepção da caricatura de Samantha Jones, que devora homens ao pequeno-almoço. Nenhuma mulher se identifica com ela mas, no fundo, gostaria de experimentar ser como ela. Sam é ficção pura, é a excepção para avalizar a norma. Sam, no mundo real, estava tramada.
Uma invenção destas, tão rentável, também tem de ter um fim, e um fim feliz. Ana Karenina não é para aqui chamada, nem Madame Bovary. Ninguém se mata e todas acabam por casar com o príncipe encantado. Este território feminino é o dos contos de fadas no século XXI. Com muito humor, muita ironia, e a violência dos finais felizes. Se a vida fosse uma série, eu queria que fosse assim, em Nova Iorque, com um computador, uns trapinhos e sapatinhos, umas amigas e um Mr. Big na ponta do aparo.
Clara Ferreira Alves (PÚBLICO)
FONTE: Público.pt - Lisboa,Lisboa,Portugal
http://cinecartaz.publico.pt/

L’olimpionico Girolamo Giovinazzo protagonista di "Incontra il Tuo Campione"


Judo
L’olimpionico Girolamo Giovinazzo protagonista di "Incontra il Tuo Campione"
Ventimiglia - L'animazione ludico/sportiva riservata ai giovani atleti, farà da prologo alla conferenza stampa di presentazione del 29° Torneo Internazionale di Judo a Squadre "Città di Ventimiglia" che si svolgerà i prossimi 21 e 22 giugno

Girolamo Giovinazzo

Domani, sabato 7 giugno, l’olimpionico Girolamo Giovinazzo sarà ospite dello Judo Club Ventimiglia e prenderà parte a “Incontra il Tuo Campione! Un pomeriggio di judo e divertimento”. Questa animazione ludico/sportiva riservata ai giovani atleti, farà da prologo alla conferenza stampa di presentazione del 29° Torneo Internazionale di Judo a Squadre "Città di Ventimiglia" che si svolgerà i prossimi 21 e 22 giugno.L’iniziativa rientra nell’ambito del Progetto "Cresci con Noi!", riconosciuto ufficialmente dalla FIJLKAM, avrà come protagonisti, oltre al mitico Girolamo Giovinazzo, i bambini del Centro di Avviamento allo Sport dello Judo Club Ventimiglia ed una rappresentanza di alunni del I Circolo Didattico di Via Vittorio Veneto che durante l’anno scolastico hanno partecipato al Progetto “Judo@Scuola”. Durante la conferenza stampa saranno inoltre presentati i Trofei e le medaglie realizzate appositamente da artisti ceramisti per la manifestazione internazionale.

SCHEDA GIROLAMO GIOVINAZZORomano, nato nel 1968, ha vinto una medaglia d’argento nei 60 kg (1996 – Atlanta) e una di bronzo nei 66 kg (2000 – Sydney) alle Olimpiadi; una medaglia d’oro (1994), una d’argento (1999) e quattro di bronzo (1995, 1996, 1997 e 2000) ai campionati europei; tre medaglie d’oro (1991, 1993 e 1997) e una di bronzo (1987) ai Giochi del Mediterraneo; 7 titoli italiani assoluti. Medaglia d’Onore al Merito Sportivo nel 1996 e Cavaliere Ordine al Merito della Repubblica Italiana. Società di appartenenza: Gruppo Sportivo Fiamme Gialle Roma.

PROGRAMMA MANIFESTAZIONE:

SABATO 07 GIUGNO 2008 _ PALESTRA COMUNALE DI VENTIMIGLIA (Sala Azzurra)

- ore 17.00 INCONTRA IL TUO CAMPIONE: UN POMERIGGIO DI JUDO E DIVERTIMENTO CON L’OLIMPIONICO GIROLAMO GIOVINAZZO

- ore 18.30 CONFERENZA STAMPA DI PRESENTAZIONE DEL 29° Torneo Internazionale di Judo a Squadre "Città di Ventimiglia"
di Ma. Gu.
06/06/2008

FONTE (photo include): Riviera24.it - San Remo,Italy