sexta-feira, março 06, 2009

Medalhistas festejam ganho de terreno e pedem melhoras


Medalhistas festejam ganho de terreno e pedem melhoras
por GE

Feições delicadas, cabelos longos e presos, sorriso aberto, gritos estridentes e lágrimas nos olhos sob as sobrancelhas bem feitas. Esse é o perfil de 40% dos atletas brasileiros que subiram ao pódio durante a Olimpíada de Pequim. Na melhor participação feminina da história do País, as mulheres conquistaram seis das 15 medalhas da delegação nacional na última edição dos Jogos. Na véspera do Dia Internacional da Mulher (8 de março), as medalhistas que fizeram história na China comemoram o ganho de terreno, ao mesmo tempo em que reivindicam melhores condições.

O time feminino de vôlei e a saltadora Maurren Maggi conquistaram medalhas de ouro. As meninas do futebol ficaram com a prata. Para completar, a judoca Ketleyn Quadros, as velejadoras Fernanda Oliveira e Isabel Swan e a lutadora Natália Falavigna colecionaram bronzes. Se as brasileiras representassem um país, teriam ficado na 33ª colocação no quadro geral de medalhas, ao lado da Coréia do Norte e à frente de nações como Argentina, Portugal e Suécia.

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Na China, as mulheres do País protagonizaram feitos históricos. Com seu bronze, a judoca Ketleyn Quadros foi a primeira brasileira a conquistar uma medalha olímpica em um esporte individual. Dias depois, Maurren Maggi ganhou o ouro de forma inédita e quebrou mais um paradigma. A vela é a modalidade que mais rendeu medalhas à delegação nacional na história dos Jogos (16, uma a mais que o judô). No entanto, Fernanda Oliveira e Isabel Swan são as únicas representantes do sexo feminino a triunfarem. Para completar, Natália Falavigna foi pioneira no taekwondo.

"Isso é resultado do espaço que está sendo dado às mulheres atualmente. Acho que os resultados, as vitórias e as medalhas estão aparecendo porque o número de mulheres praticando esporte de alto nível cresceu consideravelmente. Com o aumento desse número, há uma maior chance de bons resultados", diz a oposto Sheilla. Campeã olímpica em Pequim após vencer a seleção norte-americana na decisão, a jogadora foi repatriada pelo São Caetano nesta temporada ao lado das companheiras de seleção Mari e Fofão. No dia 11 de julho de 1900, em Paris, a tenista britânica Charlotte Cooper foi a primeira mulher a ganhar uma medalha de ouro olímpica. O próprio Barão de Coubertin, mentor dos Jogos modernos, não via com bons olhos a participação feminina na competição. Desta forma, uma atleta brasileira subiu ao pódio apenas em Atlanta-1996. Na ocasião, Jaqueline Silva e Sandra Pires disputaram a final do vôlei de praia contra as compatriotas Adriana Samuel e Mônica Rodrigues. Desde então, foram 16 medalhas, seis delas conquistadas em Pequim.Para Fernanda Oliveira, o feito das brasileiras na China reflete um movimento da sociedade em geral.

"Acho que isso aconteceu muito em função da maior participação das mulheres no cenário profissional, vai de encontro com a questão da maior presença feminina tanto no esporte quanto em outras profissões", apontou. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE, a taxa de atividade das mulheres de 10 anos ou mais de idade em 1992, ano dos Jogos de Barcelona, era de 47,20%. Em 2007, um ano antes da Olimpíada de Pequim, a cifra subiu para 52,40%.

Na China, alguns homens que eram apontados como favoritos antes da competição tropeçaram. Então campeão olímpico, Rodrigo Pessoa encerrou sua participação apenas no quinto lugar. Dono do título mundial, João Derly também decepcionou no judô. Assim como o ginasta Diego Hypólito e o time de futebol masculino. "Não foi por isso que as mulheres apareceram mais. O esporte feminino vem evoluindo muito bem e chegou a hora de os grandes resultados começarem a aparecer. Foi isso que aconteceu em Pequim", diz a ponteira Mari.

As atletas que conquistaram medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim são provas da evolução do esporte feminino nacional. No entanto, as mulheres brasileiras ainda precisam lutar contra a falta de apoio e o preconceito. O futebol é a modalidade na qual a disparidade entre os gêneros fica mais evidente. "Os homens recebem atendimento preferencial, sim. E isso não é só na seleção brasileira. No mundo todo acontece", diz a lateral-direita do Olympique de Lyon, Simone Jatobá, presente na final olímpica diante dos Estados Unidos.

Nos dias após a conquista da medalha em Pequim, as atletas brasileiras que chegaram como verdadeiras anônimas para a disputa dos Jogos viveram momentos de celebridades e badalação. Longe dos holofotes, seis meses depois da competição, elas voltaram a conviver com a falta de visibilidade que beira o ostracismo. "Acho que isso não é maldade, mas o fato é que vivemos uma monocultura do futebol. Cabe a nós, atletas, conseguir o máximo de títulos para que não passe somente futebol na televisão", diz a lutadora Natália Falavigna.

FONTE: ESPN Brasil - Brazil

quarta-feira, março 04, 2009

Leia na íntegra a matéria A musa e o sertanejo


Patativa do Assaré
Leia na íntegra a matéria A musa e o sertanejo
01 Mar 2009 - 15h13min

O sinal era as duas mãos. A enxada cuidou de cultivar as marcas e o tempo de calcificá-las. Patativa do Assaré chamou a si mesmo de "poeta de mãos calosas".

Elas já estavam calejadas quando, aos 53 anos, o poeta reuniu em livro a primeira leva de versos. Para o Inspiração Nordetina, editado por meio de José Arraes de Alencar, no Rio de Janeiro, pela editora Boisoi, em 1956, o poeta elabora um autobiografia. Num dos únicos textos escritos em prosa, Patativa do Assaré afirma: "Nunca quis fazer profissão da minha musa, sempre tenho cantado, glosado e recitado quando alguém me convida para este fim".


O sinal era as duas mãos. O campo cuidou de cultivar os versos e o tempo de mostrá-las aos mundo. Patativa do Assaré chamou a si mesmo de roceiro, matuto, sertanejo, camponês. A criatividade e a imaginação do poeta construíram nomes, situações, histórias que saíam do sertão vivido e que ganhavam outras vidas nos seus poemas. Tudo era tirado dali, do encontro com a terra seca ou prenhe da chuva. Praticamente tudo nascia durante o trabalho no roçado. Debaixo do sol desapiedado do sertão nordestino, enquanto Antônio Gonçalves da Silva brocava, plainava, plantava, tirava a erva daninha, esperava o bom tempo e colhia o pouco legume do braço de terra que recebeu como herança, a musa fornecia os versos, maturados na volta para casa, nos confins da noite.

O sinal era as duas mãos. O campo cuidou de virar verso e o tempo de multiplicar a poesia. "Sou fio das mata, cantô da mão grossa/ Trabaio na roça, de inverno e de estio./ A minha choupana é tapada de barro,/ Só fumo cigarro de páia de mio", cantou Patativa em O poeta na roça. No espaço da fadiga, o poeta versejou quase toda uma obra publicada em livros e muitos outros que levou consigo. A agricultura foi a profissão da vida inteira. As marcas ficaram no corpo todo. Por todos os lugares onde ele andou era conhecido como sendo o poeta da roça. Envergou o corpo, pôs na boca a linguagem matuta, falava para o povo que ele conhecia. O homem tinha duas almas. Uma era a de um poeta, a outra era a de um sertaneja. A musa só enxergava uma.


"Ele era um roceiro, que não teve nenhuma ganância por dinheiro, podia ser ganhado muito, mas não ligou pra isso". O gravador e cordelista Stênio Diniz, do Crato, conheceu Patativa quando tinha 6 anos de idade. Ele era neto dos donos da Gráfica S. Francisco, no Crato, tradicional gráfica de cordéis, que virou Lira Nordestina. Foi lá que Patativa imprimiu os poucos cordeis de sua autoria. "Já chegava no balcão recitando, tocava nas feiras, vinha toda segunda-feira ao Crato. A gráfica São Francisco era parada obrigatóra. Ele abandonou a roça". A fama deixou tudo quieto no coração do poeta. Primeiro,quando Luiz Gonzaga tornou a Triste Partida no hino de esperança dos retirantes do Nordeste, tanto os que saíam da região, quando os que estavam doidos para voltar. Depois, foi a vez de Raimundo Fagner gravar Vaca Estrela, Boi Fubá. "Patativa não teve uma vírgula de mudança. As pessoas reconheciam ele no meio da rua, cumprimentavam e pedia pra ele recitar, ele recitava uma, duas horas inteiras".

O campo marcou o poeta ao ponto de transformá-lo num referencial simbólico do homem do Nordeste. "Patativa do Assaré teve uma simplicidade e uma grandeza que o tornaram uma unanimidade entre as pessoas do meio popular e entre os intelectuais eruditos", afirma B.C.Neto filósofo, poeta, professor da Universidade Estadual do Ceará, atual coordenador Cultural da Secult. B.C.Neto foi amigo de Patativa do Assaré, fez shows de poesia com ele pelo Interior do Ceará. "Patativa foi agricultor a vida inteira, nunca ganhou dinheiro com a poesia, mas ele ganhou mais do que dinheiro. Patativa do Assaré é um dos símbolos do poeta que canta a nordestinidade. É o maior no estilo dele", afirma B.C.Neto. E continua: "Ele tem lugar de destaque na construção do povo nordestino. A força dos versos do Patativa é arrebatadora".

Uma imagem une o escritor Emerson Monteiro ao poeta Patativa do Assaré. A foto onde Patativa aparece sem óculos e sem chapéu é dele. Foi tirada nos anos 70. "Um dia fui a Santana com alguns amigos dele e pedi ao poeta para tirar a foto. Ele permitiu". É a poesia, no entanto, que até hoje deixa Émerson perplexo. "Eu nasci numa fazenda. Vim pro Crato com quatro anos e voltava nas férias. Lá, a gente tinha os moradores que moravam nas casinhas de taipa. Eu lembro que eles insistiam muito para que eu lesse pra eles o Verso da Seca, porque ninguém ali sabia ler e eu não nunca tive disponibilidade, tímido, nunca li. O verso da seca, sabe o que era? A Triste Partida, de Patativa do Assaré, que é uma das coisas mais bonitas que existe na literatura brasileira, que Luis Gonzaga gravou (em 1964)". A poesia como reserva da alma do agricultor até hoje carece de explicação para Emerson, um dos intelectais do Crato com vários livros publicados, militante de esquerda nos anos 60, jornalista: "Vou lhe confidenciar um coisa. Hoje eu sou espírita e acho que Patativa foi a reencarnação de Camões". Na roça, a musa também inspirou sonetos clássicos ao sartanejo. O sociólogo e reitor da Universidade Regional do Cariri, Plácido Cidade Nuvens, foi um dos que investigou o classissismo do camponês: "Patativa é também um poeta clássico. Se levarmos em conta os sonetos que publicou, haveremos de encontrar aí um poeta lírico do porte dos melhores poetas cearenses que pontificaram no ramo do soneto, como Antônio Sales e Padre Antônio Tomás e no contexto geraldo Brasil, no porte de Olavo Bilac e Augusto dos Anjos", afirma ele no livro Patativa do Assaré, um Clássico.


O sertão era a janela de onde o poeta interpretava o mundo: "Boa noite gente rica/ De sabença e inducação,/ Peço que descurpe os êrro/ Desta minha falação/ Não conheço português,/ Apois eu por minha vez/ Numa mexi papé,/Mas vou falá na linguage,/ Da minha gente servage,/ Entenda lá quem pudé!" De lá sofria de saudade: "Eu sou sertanejo das terras do Norte,/ Mas a negra sorte me fez arribar./ Hoje vivo ausente,/ Sem ver minha gente/ O meu sol ardente/ E o meu luar." De lá cantava os que ficavam à espera da mesa farta: "Querendo fazê fartura,/ Cheio de esperança e prano,/ Já quage no fim do ano,/ Se um cabôco faz figura/ Cavando na terra dura/ Com grande disposição/ Prantando mio e feijão/ Mode esperá prazentêro/ As chuvada de janêro,/ É coisa do meu sertão" (É coisa do meu sertão). De lá o sertanejo embalava a felicidade do poeta: "Chegando o tempo do inverno,/Tudo é amoroso e terno,/ Sentindo que o Pai Eterno/ Sua bondade sem fim./O nosso sertão amado,/Esturricado e pelado,/ Fica logo transformado/ No mais bonito jardim" (A Festa da Natureza)


POEMA
Vida Sertaneja

(Cante lá que eu canto cá)
Sou matuto sertanejo
Daquele matuto pobre
De não tem gado, nem quêjo,
Nem ôro, prata ou cobre.
Sou sertanejo rocêro
Eu trabaio o dia intêro,
que seja inverno ou verão.
Minhas mãos é calejada,
Minha péia e bronzeada
Da quintura do sertão.

FONTE: O POVO Online - CE,Brazil

Morena dos Olhos D'água - Chico Buarque


Morena dos Olhos d'água
Chico Buarque

1966

Morena, dos olhos d'água,
Tira os seus olhos do mar.
Vem ver que a vida ainda vale
O sorriso que eu tenho
Pra te dar.
Descansa um meu pobre peito
Que jamais enfrenta o mar,
Mas que tem abraço estreito, morena,
Com jeito de te agradar.
Vem ouvir lindas histórias
Que por teu amor sonhei.
Vem saber quantas vitórias, morena,
Por mares que só eu sei.
O teu homem foi-se embora,
Prometendo voltar já.
Mas as ondas não tem hora, morena,
De partir ou de voltar.
Passa a vela e vai-se embora
Passa o tempo e vai também.
Mas meu canto ainda te implora, morena,
Agora, morena, vem.
FOTO: Cabocla

The long and winding road to an MA in Beatles songs


The long and winding road to an MA in Beatles songs
Liverpool Hope University launches UK's first master's course in fab four studies
Sam Jones
The Guardian, Wednesday 4 March 2009
Article history

Their thirst for reinvention saw the elegantly quiffed Hamburg rockers become the mop-topped fab four, hippy harbingers of sexual liberation and, eventually, druggy psychedelic visionaries.
Forty years on, the Beatles and their songs are to be hauled into the halls of academia and dissected by postgraduate students at a Merseyside university.
The masters degree in The Beatles, Popular Music and Society is being billed by Liverpool Hope University as the first such course in the UK and "probably the world".
Among the topics covered on the course, which comprises four 12-week modules and a dissertation, are the postwar music industry, subcultures, and the importance of authenticity and locality.
Mike Brocken, senior lecturer in popular music at the university, said it was time the band were put under an academic microscope.
"There have been over 8,000 books about the Beatles but there has never been serious academic study and that is what we are going to address," he said.
"The Beatles influenced so much of society, not just with their music, but also with fashion, from their collar-less jackets to their psychedelic clothes."
As well as investigating different ways of studying popular music, the MA will look at the studio sound and compositions of the Beatles and examine Liverpudlian life from the 1930s to see how events helped to shape the music emerging in the city.
Brocken said that the size of the MA course, which begins this September, would depend on the number of applicants, but would not exceed a "possible" maximum of 30 places.
He added that he had already received inquiries about the full- or part-time course from people in the UK and the US.
Asked what employment benefits a course scrutinising songs such as Octopus's Garden, While My Guitar Gently Weeps and I Want to Hold Your Hand might yield in the current economic climate, Brocken said: "I think any MA equips people with extra study and research skills. MAs of any description are vital for the workplace. You will find that once you have done a master's degree it separates you from the pack."
Similar arts and humanities MAs at the university cost around £3,445 for full-time students from the UK. Brocken said that although there might be some bursaries, "people will have to self-fund unless they have some backing from an institution".
Students on the full-time course will attend two evening sessions a week and cover all four modules in one academic year. Part-time students, meanwhile, will attend one evening session a week for two years. In both cases a dissertation will be due towards the end of the following August.
The songs and social significance of John Lennon, Paul McCartney, George Harrison and Ringo Starr have been picked over countless times since Philip Larkin observed that "sexual intercourse began/In nineteen sixty-three/(which was rather late for me)/Between the end of the Chatterley ban/And the Beatles' first LP".
But in recent years, the band and its output have been the subject of academic studies and polemics.
Last year, a Cambridge University historian attacked the view that the Beatles were counter-cultural heroes, claiming they were instead capitalists who milked the booming youth culture for their own financial gain.
"They did about as much to represent the interests of the nation's young people as the Spice Girls did in the 1990s," said David Fowler, who argued that the band provided family entertainment rather than an authentic youth perspective. "They were young capitalists who, far from developing a youth culture, were exploiting youth culture by promoting fan worship, mindless screaming and nothing more than a passive teenage consumer," said the author of Youth Culture in Modern Britain.
FONTE (foto incluída): guardian.co.uk - UK

COB honors Brazilian Olympic athletes


COB honors Brazilian Olympic athletes
A gala evening of Brazilian sport celebrates the victories of the Beijing 2008 Olympic Games and rallies support for the Rio 2016 bid

A grand celebration of Brazilian sport is approaching and promises emotion-packed moments. The 10th edition of the Brazilian Olympic Awards will occur on Tuesday, 16 December, at the Modern Art Museum (MAM) Theater.

The event takes place in a climate of great anticipation and hope that Rio de Janeiro will be chosen to host the 2016 Olympic and Paralympic Games. Considered the Oscars of Brazilian sport, the awards are the recognition of the integrity and commitment of Brazilian athletes. A panel consisting of public figures, managers and journalists from the world of sport voted to select the best athletes in each of the 43 sports events to be awarded.

The same panel nominated three men and women athletes to compete for the Athlete of the Year award, which will be determined by internet vote. César Cielo (swimming), Diego Hypólito (gymnastics) and Robert Scheidt (sailing) are competing for the men’s award. Ketleyn Quadros (judo), Natalia Falavigna (taekwondo) and Maurren Maggi (athletics) are disputing the women’s prize.

Another highlight of the evening will be COB’s and the Brazilian Paralympic Committee’s tribute to the Olympic coaches. Having previously awarded only one overall coaching prize, this year three awards will be presented for Best Coach. Nélio Moura will take home the prize in individual sports, José Roberto Guimarães for team sports, and Amaury Veríssimo for best Paralympic coach. Luiz Shinohara, the men’s judo team coach, won in 2007.

“I am extremely honored to represent individual event coaches in this first year that the award is granted. Coaches of team sports generally have a much higher profile than ours. This COB initiative can help promote the work of coaches in individual sports,” said Moura, who trained gold medalist Maurren Maggi.

In recent years, Paralympic sports have been given a great deal of encouragement in Brazil and this has produced excellent results, such as those achieved in the Beijing Olympic Games. The Brazilian Olympic Awards will also pay tribute to the best Paralympic athletes of the year in the men and women’s categories. The stars of the 12 to 14 year old School Olympics, the 15 to 17 year old School Olympics, and the University Olympics will also be honored at the event.

This year, João Havelange, one of the major personalities in the history of international Olympic sport, will receive the Adhemar Ferreira da Silva Trophy. He took part in two Olympic Games in two different events (swimming and water polo) and led the International Football Federation (FIFA) for 24 years. "It is a great honor to be recognized by the Brazilian Olympic Movement. As an athlete and an administrator, I have lived through countless experiences and emotions but this tribute by the Brazilian Olympic Committee is of great importance to me because I am being honored in my country," said Havelange.
Natalia Falavigna
Diego Hypólito
FONTE (foto incluída): Bid Rio 2016
Foto: Hugo Oyama

Forget the laptop and look the world in the face...


Forget the laptop and look the world in the face...
Joanna Trollope
3.03.09
Tonight there will be a gala at the National Portrait Gallery and it has made me think of all the faces one sees in London. The city, like the gallery, is famous for faces. And it has struck me forcibly, during nine months as chairman of the gala's organising committee, what a fantastic resource for the imagination these faces are - a resource, I might add, which is completely free.

The imagination, it seems to me, has become a bit neglected in the current passion for action at all costs, and the encouragement towards the particular, and peculiar, kind of logic that technology demands. This imbalance is - if human happiness is what you're after - a pity.
The imagination, if fed properly, is what stimulates us and enriches us and enables us to be mentally self-sufficient not to need perpetual external stimulus. It is the element in the human psyche that hopes and dreams, that remains curious and interested, that give us insight into other lives and thus allows us to join fully in the human dance. It is what encourages us to see what might be possible - and even computers didn't come into being without that.
Unless you are an ultra-geek, the kind of person for whom only diagrams and statistics have reality, faces are a powerful stimulus to the imagination. It's quite difficult to look at another human face without your mind ambling off into a whole list of questions as you attempt to fill in the landscape behind the features you are staring at. A Tube journey, for example, can be a vivid period of imaginative activity if you look at a few faces, rather than the floor.
The word "activity" is crucial. Our contemporary lives, in front of screens of one kind or another - however inventive - are alarmingly passive. They also have a kind of fake engagement to them - as every human engagement must when the physical presence is withheld - or can, as with modern celebrity photography, be subtly adjusted to conform to a bland, if beautiful stereotype. If we're not careful, we'll soon believe that air-brushing isn't really a lie.
But - and it's a big and exciting but - there is no need to live exclusively at the dictation of technology, nor without exercising that part of our minds that means we aren't afraid of being left with no diversion from the insides of our own heads. It isn't The Answer, of course, but it's a start, a pointer, a way of re-learning a proper inner life, and all it requires of you is that you go and look at some portraits, pictures of real flawed people, painted by real flawed people, to be looked at, and wondered about, by real flawed people.
You can start by wondering what kept Henry VIII obsessed with getting Anne Boleyn into bed for seven long years. You can go on to wonder why JK Rowling looks so intensely private, even withdrawn. You can look at faces who never gave a stuff about being known outside their own villages. You can see the faces that made our past, shaped our culture and fashion our present. You can see sportsmen and poets (you will expect Seamus Heaney to speak to you, so approachable is his portrait) and soldiers and gardeners and kings and queens and children and rock stars and suffragettes and doctors and beggars and captains of industry. You can, as a bonus from this week, see the lovely portraits John Constable painted to fund all those landscapes - "Painting," he said memorably, "is for me but another word for feeling."
And I defy you to emerge from an encounter with all those eloquently painted faces, without feeling that something rather unexercised in you has responded with sheer relief.
The National Portrait Gallery is holding a charity auction tonight in aid of its education outreach programmes , selling postcards by leading British artists.

FONTE (foto incluída): This is London - London,England,UK

terça-feira, março 03, 2009

De olho nos pontos para o ranking, CBJ leva medalhões para o Pan


Judô
De olho nos pontos para o ranking, CBJ leva medalhões para o Pan

Entidade convoca nomes como Flávio Canto, João Derly e Leandro Guilheiro. Medalhistas em Pequim, Tiago Camilo e Ketleyn Quadros ficam fora


A seleção brasileira de judô vai levar uma equipe de ponta para o Pan-Americano Sênior, marcado para os dias 28 e 29 de março, em Buenos Aires. Agora que a medalha de ouro vale 180 pontos no ranking mundial, de acordo com o novo sistema de classificação olímpica, a comissão técnica da Confederação Brasileira de Judô (CBJ) convocou medalhões como Flávio Canto, Leandro Guilheiro e João Derly. Entre as mulheres, o destaque é o retorno de Danielle Zangrando. A delegação embarca para a Argentina no dia 26.
"O ano de 2008 foi muito difícil para mim. Estou animada como uma faixa branca e recomeçando a minha carreira", afirmou Danielle, ouro no Pan do Rio e bronze no Mundial de 1995. Ela ficou dez meses afastadas com uma lesão na lombar.
Medalhistas em Pequim, Tiago Camilo e Ketleyn Quadros ficaram fora da convocação.
Confira a lista com os 13 atletas convocados pela CBJ:
Felipe Kitadai (-60kg)
João Derly (-66kg)
Leandro Guilheiro (-73kg)
Flávio Canto (-81kg)
Eduardo Santos (-90kg)
Luciano Corrêa (-100kg)
João Gabriel Schlittler (+100kg)
Sarah Menezes (-48kg)
Érika Miranda (-52kg)
Danielle Zangrando (-57g)
Danielli Yuri (-63kg)
Mariade Portela (-70kg)
Deborah Souza(-78kg)

FONTE: Gazeta do Povo - Curitiba,Paraná,Brazil
http://portal.rpc.com.br/
FOTO in http://3.bp.blogspot.com/

Caperucita se hace mayor

Caperucita se hace mayor

Por MircallaLa revisitación y “modernización” de cuentos/leyendas populares hace tiempo que es moda. Caperucitas actuales ("Freeway"), cenicientas progres ("Por Siempre Jamás"), madrastras más malvadas que nunca ("Snow White"), hadas de los dientes ("En la Oscuridad")... Muchas de estas adaptaciones aprovechan los miedos atávicos que reflejan estas historias de origen popular para hacer modernas historias de terror teen. Algunas basan su “modernización” en situar el tiempo narrativo en nuestros días, manteniendo el trasfondo moral del texto original. Y hay algunas joyas, como la que es objeto de estas líneas, que usan magistralmente esa base de cuento popular y leyenda para elaborar un fascinante juego de metáforas, encajadas unas dentro de otras a modo de muñecas rusas; metáforas sobre temas atemporales, inmanentes.

En este juego, la muñeca más grande sería la metáfora sobre el paso de la infancia a la madurez en la mujer, en Rosaleen. Su caperuza roja, el rojo, la sangre, símbolos recurrentes, aluden a los dos momentos claves de la emancipación sexual de la mujer: El rojo-sangre de la primera menstruación y el rojo-sangre de la desfloración. Ella es la rosa blanca tiñéndose de rojo. Tenemos dos Rosaleen en la película. Por un lado está la Rosaleen-niña, que duerme en su habitación de princesita, rodeada de juegos y muñecas. Estos juguetes, representación directa de la infancia, serán lo primero que el lobo destruya al irrumpir en su habitación. La segunda Rosaleen será la de su propia pesadilla freudiana, la que evoluciona hasta alcanzar la madurez entre las garras del lobo. Con la llegada a la vida adulta ya no es posible mantener la inocencia del niño; así, la Rosaleen-niña debe ser destruida para preparar la habitación para la llegada de de la Rosaleen-mujer, la que acaba de tener su primera menstruación.

Al contrario que el hombre, que tradicionalmente ha tenido que seguir una especie de ritual iniciático marcado artificialmente para indicar el paso a la vida adulta, la mujer siempre ha tenido un aviso natural, biológico. Es el aviso que recibe Rosaleen, junto con los consejos de su abuela y la caperuza roja. Ahora deberá cubrir sus formas incipientes con ella, se ocultará de la mirada del depredador con ella. Y un día, decidirá que no quiere seguir ocultándose y la tirará al fuego. Será el anuncio de que el segundo paso hacia la madurez está cerca: La aceptación de su propio cuerpo y el anuncio voluntario de su “disponibilidad” El cazador dice “Tírala al fuego, ya no te hará falta”, y ella acepta.

Rosaleen se deshace de su capa y su abuela muere (rota como las muñecas de porcelana de su dormitorio), eso le da la libertad. Su abuela era la voz de la “sabiduría” matriarcal, que siempre ha practicado un canibalismo de género con las de su especie. “No te apartes del sendero”, dice ella. Ni en el bosque, ni en la vida. Pero Rosaleen adapta la máxima de su abuela con una sabiduría aún mayor, la que no desoye del todo los deseos naturales, además de la prudencia: “No te apartes del sendero si no estás dispuesta a asumir las consecuencias” Y Rosaleen sí está dispuesta. Los pasos que da en el camino hacia su emancipación son voluntarios, parten de elecciones personales. Deliberadamente, ella se demora en el camino a casa de su abuela por el bosque; quiere asegurarse de que el cazador llega antes que ella para poder darle su trofeo, el beso. Cuando llega y ve al lobo-cazador en la cama, detecta peligro. Aun así, se deshace de sus ropas para compartir cama con él. Y cuando oye el fatídico “Para comerte mejor”, se ríe. Ella sabe que no es la comida de nadie.

¿Es "En Compañía de Lobos" una película sobre hombres lobo? No lo creo. No deberíamos ver al hombre lobo aquí como un elemento de terror. El lobo es el hombre, como género. Es el “peligro” secular para la mujer desde el mismo momento en el que ella entra en la madurez sexual.




FONTE (imagens incluídas): Aullidos.com - Spain

La poesía en español viaja a través del metro de Manila


La poesía en español viaja a través del metro de Manila

Los versos de Cernuda, Lope de Vega o San Juan de la Cruz acompañarán a los usuarios del bullicioso metro de Manila durante los próximos seis meses, en una campaña de fomento de la lectura lanzada hoy por el Instituto Cervantes de la capital filipina y la Embajada de España.
"Qué rápida la calle vista de golpe, los espejos de los autos multiplicados por el sol, qué sucio el aire: ¿y esto era el mundo?" es uno de los poemas de Gonzalo Rojas que ha sido adherido a las paredes del tren que recorre los 17 kilómetros y trece estaciones que hay entre Pasay y Quezon, dos de las ciudades que conforman la contaminada megalópolis de Manila.
"Si conseguimos llegar a un uno por ciento del medio millón de usuarios que coge a diario esta línea, nos sentiremos felices", dijo José Rodríguez, director del Cervantes de Manila, capital de un país donde el 22 por ciento de los adultos asegura leer al menos una vez a la semana y donde los libros más populares son La Biblia y las novelas de amor, según datos oficiales.
El metro ha prestado de manera gratuita este espacio, que habitualmente suele alquilar por unos 300.000 pesos al día, para colgar los poemas en inglés y español de quince poetas españoles, filipinos y latinoamericanos, desde el líder de la independencia José Rizal a Jaime Gil de Biedma o Luis García Montero.
También se han incluido las lecturas más apreciadas por los viajeros en la primera edición de la iniciativa, lanzada el año pasado.
"Tu risa", de Pablo Neruda; y "Tú justificas mi existencia", de Luis Cernuda, tocaron la fibra sensible de los manileños, a juzgar por el número de referencias que aparecieron en blogs y fotologs (bitácoras colgadas en internet) locales sobre "Berso sa Metro", el nombre de la campaña en tagalo.
"Traté de reflejar lo que me inspiraban los poetas y a la vez de hacer diseños atractivos para llamar la atención de los viajeros que van con prisa", explicó la filipina Nikkorlai Tapan, que repite como diseñadora de la campaña.
La iniciativa, que ya ha sido probada con éxito en ciudades como Nueva York o Madrid, tuvo su réplica en una campaña del organismo estatal de fomento de la lectura, el verano pasado.

FONTE: ADN.es - Spain

3e FESTIVAL MONDIAL DES ARTS NEGRES (1er au 21 décembre 2009) : Me Wade appelle les Africains à croire en eux-mêmes


3e FESTIVAL MONDIAL DES ARTS NEGRES (1er au 21 décembre 2009) : Me Wade appelle les Africains à croire en eux-mêmes

Prévu du 1er au 21 décembre 2009 à Dakar, le 3e Festival mondial des arts nègres est "la meilleure arme pour fortifier notre foi en l’unité africaine" a affirmé hier le Président Abdoulaye Wade aux nombreux intellectuels, hommes de culture et politiques réunis au Méridien. En présidant l’ouverture des rencontres préparatifs de l’organisation de la troisième édition du Fesman, Me Wade les a invités à prendre en compte la dynamique de l’intégration africaine ; une construction lucide et déterminée du continent africain. En appelant les Noirs à croire en eux-mêmes, Me Wade souhaite que l’on soit les dignes continuateurs des panafricanistes qu’étaient Williams Du Bois, Léopold Sédar Senghor, Aimé Césaire, Cheikh Anta Diop, etc. Cela, en faisant de notre mieux pour l’intégration et que la culture africaine soit vue sous un angle vrai.
Le combat de l’unité régionale, selon le président Wade, est aussi celui des intellectuels, des hommes de culture pour qu’enfin leur esprit s’oriente vers la réalisation de cette unité qui sauvera l’Afrique.
" We can do it "
Si les chefs d’Etat du continent noir ont déjà défini un contenu pour l’union africaine, ils attendent, affirme Me Abdoulaye Wade, "la créativité de notre peuple" pour aller avec certitude vers les Etats-Unis d’Afrique. "L’heure de l’histoire vraie est arrivée" a martelé le président en s’adressant à l’auguste auditoire composé d’imminentes personnalités venues un peu partout d’Afrique, de la diaspora, du Brésil, des Antilles, etc. " We can do it ", répétera Me Wade en anglais, pour signifier aux nombreux historiens et universitaires présents dans la salle que l’unité africaine est réalisable d’ici l’horizon 2017 et qu’ils doivent réhabiliter les choses, identifier nos héros qui ont amorcé depuis longtemps la bataille pour la liberté, l’existence de l’homme noir, pour enfin s’adosser sur notre vraie histoire et regarder vers l’avenir.
OMAR DIOUF

FONTE: Le Soleil.sn - Senegal

segunda-feira, março 02, 2009

Eso que llamamos Amor



Cuenta una vieja crónica china que en tiempos remotos los hombres no se diferenciaban en nada de los animales, vagaban de un lado para otro por los bosques., Las mujeres les pertenecían en común y los niños solo conocían a sus madres.
Parece ser que el hombre primitivo no tenía ningún impulso afectivo, no sentía emoción,
Celos, afecto o pudor. Podemos suponer que su instinto era carnal.
Mucho más tarde aparecería lo que íbamos a llamar amor, y con el historias tan hermosas como las de Piramo y Tisbé, Orfeo y Eurídice, Romeo y Julieta.
Pero también desencadenaría grandes tragedias.
El amor y la guerra han sido los compañeros más asiduos de la humanidad. El mismo concepto del amor supone tácticas de luchas y de conquistas, aunque esto sea una simple metáfora.
El novelista francés Stendhal fue uno de los pocos autores que decidieron estudiar de cerca el amor. Su obra De l´`amour defienden y analiza las teorías que el novelista creyó ver realizada primero en sí mismo y luego en personas que le rodeaban.
¿Enamorarse es atribuir a otra persona perfecciones que no tiene? , ¿Porque tenemos la necesidad de amar?
Otro antiguo breviario de amor fue el de autor Mallaniga Vatsyayana. Un hombre con fama de sabio y virtuoso.
El libro llegó a nuestras manos con el título original de, Kamasutra que significa “Preceptos de amor. Es un complejo manual de erotismo con pretensiones científicas y hasta moralizantes.
En 1956 nos llego, El arte de Amar de Erich Fromm. En el arte de la psicología fue Fromm quien inicio un debate que iba a desembocar en un sinfín de investigaciones sobre el tema del amor.
¿Es el amor, la repuesta al problema de la existencia humana?
¿Podemos vivir sin amor? . ¿Es el amor un arte?
Juzguen ustedes.
Escrito por:
ana - ha escrito 623 post en La Voz de Utrera.

FONTE (foto incluída): La Voz de Utrera - Spain

Muere escritor Miguel Serrano


Muere escritor Miguel Serrano

A los 91 años murió Miguel Serrano, escritor, diplomático de ideas nazis. El deceso fue por un derrame cerebral la mañana del sábado mientras el verano de Santiago recibía lluvia y relámpagos.
El escritor nació en Santiago en 1917. A través de su revista La Nueva Edad apoyó el régimen nazi durante la Segunda Guerra Mundial. Desde 1953 fue embajador en India, Austria y Yugoslavia. Luego vivió un tiempo en Suiza.
Publicó los libros Quien llama en los hielos, La flor inexistente, La Antártica y otros mitos,Ni por mar ni por tierra, Las visitas de la Reina de Saba, prologado por Jung, entre muchos otros. Fue amigo de Herman Hesse, Carl Jung, Indira Ganhi y el Dalai Lama.
Serrano fue esotérico y místico, forjando sus teorías de los mitos y leyendas de Chile y la India. Creo un universo mitológico con gigantes que habitaron en viejos tiempos o insistiendo en la Ciudad de los Césares. Se comenta que creó un surrealismo mitológico expresado en una poesía de la prosa con resonancias míticas, o que es representante de un ‘nacionalismo telúrico’ con el que ha sublimado el territorio de Chile..
Si bien su obra es reconocida por muchos escritores nacionales, pese a sus ideas nazis, no participaba del comidillo literario criollo. “A la literatura chilena le hace falta oscuridad”- llegó a decir.

El Ciudadano

FONTE (foto incluída): El Ciudadano (Chile) - La Unión,Chile

Douillet et Montagné à la direction de l’UMP ?



02/03/2009 à 19h56
Douillet et Montagné à la direction de l’UMP ?
Le chanteur de variété, Gilbert Montagné, et le champion olympique de Judo, David Douillet, feraient leur entrée au sein de la direction de l’UMP.
FRANÇOIS VIGNAL
C’est une forme d’ouverture. Aux personnalités civiles cette fois. Xavier Bertrand, secrétaire général de l’UMP, compte bien marquer de son empreinte le nouvel organigramme du parti de droite, qui doit être dévoilé demain soir après une réunion de la direction. La surprise du chef pourrait être le chanteur Gilbert Montagné et l’ex-judoka David Douillet, selon le site du Point.Gilbert Montagné, non-voyant, se verrait confier le secrétariat national au handicap. Le champion olympique de judo occuperait pour sa part celui des sports. Il est vrai que Basile Boli a déjà été nommé par Patrick Devedjian, alors patron de l’UMP, secrétaire national en charge du co-développement. Alors après un footballeur, pourquoi pas un chanteur et un ex-champion de judo.Joint par Libération, le porte-parole adjoint de l’UMP, Dominique Paillé, n’a pas pu confirmer l’information, mais affirme cependant que ce choix «pourrait s’inscrire dans le cadre des innovations que souhaite Xavier Bertrand». Il ajoute que l’UMP a «décidé» de laisser la place, au sein de sa direction «à au moins un quart de personnalités non-parlementaires et de s’ouvrir à des personnalités de l’extérieures».
Idée «plausible»
«C’est une très bonne idée», juge Chantal Brunel, ex-porte-parole de l’UMP, qui serait nommée, selon le Figaro, secrétaire national travaillant sous l’autorité de l’ex-socialiste Eric Besson. Ne pouvant non plus confirmer, elle nous affirme cependant que l’idée lui «paraît plausible» dans le cadre de la «diversité» que veut instaurer Xavier Bertrand.Gilbert Montagné n’a pas caché sa sarkophilie durant la campagne présidentielle. David Douillet, lui, est connu pour sa proximité avec la droite… chiraquienne. Depuis la fin de sa carrière sportive, le double champion olympique est devenu un soutien de poids (lourd) à l’opération «pièces jaunes», orchestrée par Bernadette Chirac. Nicolas Sarkozy, qui «a validé» le casting, selon Le Point, pratique donc l’ouverture... jusqu’aux chiraquiens.
FONTE (foto incluída): Libération - Paris,France
FOTO (informação adicional): Gilbert Montagné. (Reuters)

Baschin erobert Bronze


Baschin erobert Bronze
02.03.2009
(nd) – Für TSG-Judoka Michaela Baschin hat sich die kurzfristige Nominierung für den Weltcup in Prag doch gelohnt. Die 24-Jährige belegte in der Klasse bis 48 Kilogramm den dritten Platz und tankte damit viel Selbstvertrauen für die Europameisterschaft in Tiflis (Georgien) in zwei Monaten.
Es hätte für die Kleinaspacherin kaum besser laufen können. In der ersten Runde profitierte die Weltranglisten-Elfte von einem Freilos. Dann traf sie auf Kristina Vrsic und bezwang die junge Slowenin mit einem Waza-Ari (große Wertung) vorzeitig. Mehr gefordert war Baschin im Kampf um den Halbfinal-Einzug gegen Mayumi Takara (Japan). Sie setzte sich schließlich hauchdünn durch und die Medaille war bereits in greifbarer Nähe.Im Halbfinale gegen Katarzyna Pulkosnik (Polen) geriet die Sportstudentin aber mit Yuko (mittlere Wertung) ins Hintertreffen und holte den Rückstand nicht mehr auf. Sie musste sich mit dem kleinen Finale um Bronze zufrieden sein. Gegen Nataliya Kondratyeva aus Russland hatte die Murrtalerin alle Hände voll zu tun. Keine Judoka erzielte eine Wertung, weshalb ein Kampfrichterentscheid fällig wurde. Der fiel zugunsten von Baschin aus. Sie hat damit gezeigt, auch bei der EM Ende April für eine Medaille gut zu sein. Bis zu dem Saisonhöhepunkt hat die TSG-Kämpferin keinen Einsatz mehr.

FONTE: Backnanger Kreiszeitung - Baden-Württemberg,Germany

Seleção Brasileira de Judô convoca atletas para o Pan-Americano Sênior


Seleção Brasileira de Judô convoca atletas para o Pan-Americano Sênior

Redação SRZD Esportes 02/03/2009 16:23

A seleção brasileira de judô promete ir em busca da medalha de ouro no Campeonato Pan-Americano Sênior. Nesta segunda-feira, saiu a convocação dos atletas que vão integrar a delegação na competição que acontece nos próximos dias 28 e 29, na Argentina.
Nomes consagrados do judô brasileiro como os medalhistas olímpicos Leandro Guilheiro, Flávio Canto e o bicampeão mundial João Derly farão parte da equipe tupiniquim. No feminino, a boa notícia ficou por conta do retorno de Danielle Zangraddo, medalhista de ouro no Pan do Rio de Janeiro. Confira os 13 atletas convocados:
Felipe Kitadai (-60kg), João Derly (-66kg), Leandro Guilheiro (-73kg), Flávio Canto (-81kg), Eduardo Santos (-90kg), Luciano Corrêa (-100kg), João Gabriel Schlittler (+100kg), Sarah Menezes (-48kg), Érika Miranda (-52kg), Danielle Zangrando (-57g), Danielli Yuri (-63kg), Maria Portela (-70kg) e Deborah Souza(-78kg).

Após dez meses longe dos tatames em 2008 por conta de dores na lombar, Danielle Zangrando volta a defender a seleção brasileira internacionalmente. “2008 foi um ano muito difícil para mim. No fim do ano fui melhorando e senti que estava segura para voltar. O Santos abriu as portas do departamento médico para mim e com o trabalho que venho fazendo com os fisioterapeutas Nilton Petroni, o Filé, e Gustavo Mamede, me sinto confiante. Estou animada como uma faixa branca, recomeçando a minha carreira”, diz Danielle Zangrando, bronze no campeonato mundial de 1995.

A atleta destaca também o trabalho vitorioso feito pela Confederação Brasileira de Judô desde a chegada da treinadora Rosicleia Campos, em 2006:

“O judô feminino evoluiu muito e ganhamos representatividade continental. As mulheres têm a cada dia conseguido aumentar ainda mais o seu espaço. Estou confiante e feliz em ser lembrada pela comissão técnica”.

A partir do ranking mundial da Federação Internacional de Judô, em 30 de abril de 2012 serão conhecidos os 22 homens e 14 mulheres que, estarão classificados para os Jogos Olímpicos de Londres 2012 em cada uma das 14 categorias de peso (sete femininas, sete masculinas) respeitando-se o limite de um por país. Caso haja dois representantes da mesma nação, cabe à Confederação Nacional determinar aquele que irá aos Jogos. A esses 252 atletas se juntarão os 14 do país sede, 20 convites da Federação Internacional e outros 100 atletas classificados através de um ranking único (de gênero e categoria) de cada união continental (na Pan-América são 21 vagas, 13 no masculino e 8 no feminino, respeitando-se no máximo de dois indicados por categoria e um no máximo por país entre homens e mulheres).

O ano do judô mundial agora se encerra em 30 de abril. Assim, o primeiro “ano” de competição vai de 1 de janeiro de 2009 a 30 de abril de 2009. O segundo “ano” vai de 1 de maio de 2009 a 30 de abril de 2010. O terceiro começa em 1 de maio de 2010 e termina em 30 de abril de 2011 e o último é de 1 de maio de 2011 a 30 de abril de 2012. Apenas os campeonatos mundiais, Masters, Grand Slams, Grand Prix, Copas do Mundo e campeonatos continentais disputados nesse período contam pontos para a lista final. No ranking de 2012, os pontos conquistados no primeiro terão sido desvalorizados em 75% (ou seja, quem marcou 100 pontos até maio de 2009 terá apenas 25 pontos em abril de 2012). Os do segundo ano valerão 50%, do terceiro ano 75% e os do último ano terão seu peso integral de 100%.

FONTE: CBJ e SRZD - Rio de Janeiro,RJ,Brazil

FOTO in CBJ

domingo, março 01, 2009

Eva, de Elaine Vilar Madruga, I Premio Minatura 2009 de poesía fantástica


Eva, de Elaine Vilar Madruga, I Premio Minatura 2009 de poesía fantástica
Alejandro Serrano

01/03/2009

La autora cubana se alza con el primer premio de este certamen poético fantástico, con su creación de misterio.
Reunidos los votos del Jurado del I Certamen Internacional de Poesía Fantástica miNatura 2009, formado por:

Manel Aljama (Escritor)
Javier Arnau (Escritor y poeta del género fantástico y la Ciencia Ficción)
Carmen Rosa Signes Urrea (Escritora y fotógrafa)
Ricardo Acevedo Esplugas (Poeta y escritor)

Tras la lectura de los 242 poemas presentados de un total de 189 autores, que provenientes de diferentes nacionalidades, a saber:

38 Argentinos
1 Argentino/australiano
34 Colombianos
1 Colombiano-canadiense
1 Costarricense
19 Cubanos
12 Chilenos
1 Ecuatoriano
50 Españoles
1 Italiano
12 Mexicanos
5 Peruanos
1 Portugués
5 Puertorriqueños
1 Salvadoreño
3 Uruguayos
4 Venezolanos

El jurado por unanimidad decide resaltar la alta calidad de los textos recibidos, que hizo difícil la elección tanto del ganador como la de los finalistas, por lo que felicita a la totalidad de participantes. En breve tanto el ganador como los finalistas verán su trabajo en el dossier que sobre el I Certamen de Poesía Fantástica estamos realizando. Y pronto recibirán en sus domicilios diploma que los acredita como ganador y finalistas del certamen.

Pasamos a la proclamación del ganador y los finalistas.El jurado del I Certamen de Poesía Fantástica minatura 2009 proclama como ganador del certamen el poema:

“Eva” de la cubana Elaine Vilar Madruga. Destacando su calidad al reunir en él todas las características de un poema de corte fantástico: tema, misterio y ambiente. Auguramos para la autora, sin temor a equivocarnos, un gran futuro dentro del difícil campo de la poesía, dado que otro de sus poemas ha sido seleccionado como finalista.

Así mismo el Jurado decide hacer mención de la calidad de los siguientes poemas finalistas

"La sirena y los pájaros muertos” Néstor Darío Figueiras (Argentina)

“Escalera” Sebastián Gabriel Barrasa (Argentina)

“Las preguntas de la zorra” Elaine Vilar Madruga (Cuba)

“El Cíclope Ciego Contempla” Isaias Romero Pacheco (Colombia)

“Horror Vacui” David Martínez de Antón (España)

“Centenario de muñecas” Amanda Rosa Pérez Morales (Cuba)

“Centauros” Rodrigo Esteban González Reyes (Colombia)

“LA PUERTA TRANSPARENTE” Néstor Quadri (Argentina)

“Soliloquio para una Sinfonía de Fantasmas” Domingo Hernández Varona (Cuba)

“SUBURBIA (fuera del cuadrante)” Mauricio Alberto Varas Velásquez (Chile)

“Narciso marinero” Jorge Eliécer Valbuena Montoya (Colombia)

“Extraviado” Miguel Ángel Álvarez Alcaraz. (México)

“Resurrección” Javier Muñoz Livio (España)

“Pesadilla” Elena Beatriz Corujo Morales (Cuba)

“El Nuevo Milagro” Miquer Alberto Rivera Santibáñez (Perú)

Reiteramos nuestro agradecimiento por la buena acogida que ha tenido el certamen, evidenciada por la cantidad de participantes y obras presentadas, todas de gran calidad que han hecho difícil el fallo del jurado. Esperamos veros en próximas ediciones del certamen.Gracias a todos.

Ricardo Acevedo Esplugas
Director de la Revista Digital miNatura

FONTE: FantasyMundo - Barcelona,Cataluna,Spain

Cotton a le dessus sur Roberge


Cotton a le dessus sur Roberge
Dimanche 01 mars 2009
Sportcom

Montréal – Toutes les deux en action dimanche chez les moins de 78 kg à la Coupe du monde de judo de Prague, Amy Cotton et Catherine Roberge ont vu leur route se croiser.

En finale pour une des deux médailles de bronze à l’enjeu, Cotton a finalement eu raison de Roberge, qui a obtenu le cinquième rang.

Cotton a remporté son premier combat du jour avant de subir une défaite par yuko aux mains de la Portugaise Yahima Ramirez. La Montréalaise originaire de la Nouvelle-Écosse a ensuite accédé au repêchage, où elle a supplanté l’Ukrainienne Anastasiya Matrosova par waza-ari, avant de retrouver Roberge dans son dernier combat de la journée.

Pour sa part, Roberge a signé des gains à ses deux premiers affrontements. L’athlète de Beauport a d’abord vaincu la Russe Natalia Kazantseva par yuko, pour ensuite défaire la Française Lucie Louette, également par yuko.

Une fois en demi-finale où elle était opposée à l’Allemande Heide Wollert, Roberge a perdu par yuko.« C’est très rare que deux Canadiennes s’affrontent dans un match de médaille à une compétition d’un tel niveau. Lorsque ça arrive, on regarde le combat sans prendre partie d’un côté ou de l’autre », a commenté l’entraîneur Nicolas Gill, qui s’est dit satisfait du travail des deux athlètes.

« L’Ukrainienne qu’Amy a battue a gagné plusieurs médailles en Coupe du monde. Du côté de Catherine, elle a vaincu la Russe qui l’avait défaite il y a quelques semaines en Bulgarie. Le niveau était très relevé et à l’exception du premier affrontement d’Amy, il n’y a pas eu de combats faciles. »

Comme l’indique l’ex-athlète, Cotton et Roberge connaissent une bonne séquence depuis leur arrivée en Europe. « Amy a réalisé trois bons tournois de suite et Catherine a bien fait en Bulgarie et en Allemagne. »

Samedi, Jolianne Melançon (-57 kg) a été la seule Canadienne à obtenir un classement, soit une neuvième place, grâce à une fiche de deux victoires et une défaite. L’athlète de Blainville a défait des représentantes du Kazakhstan et de la Slovénie, avant de baisser pavillon contre l’Italienne et championne olympique en titre, Giulia Quintavalle.

« Jolianne a fait un bon tournoi. La Slovène qu’elle a battue est très forte et son combat contre l’Italienne était bon, a soutenu Gill. Tu as besoin d’occasions où tu dois affronter les meilleures pour voir où tu te situes. Le combat a été serré, alors c’est bon pour sa confiance et ça lui démontre ce qu’il lui reste à faire pour progresser et remporter des médailles en Coupe du monde. »

Laurie Whiltshire (-52 kg), de Calgary, et Bianca Ockedahl, de Montréal, ont toutes les deux perdu leur premier et unique combat.

Pendant ce temps, à la Coupe du monde masculine de Vienne, en Autriche, le Montréalais Kalem Kachur (-81 kg) a perdu son combat de premier tour qui l’opposait au Géorgien Giorgi Baindurashvili, qui s’est imposé par ippon.

FONTE (imagem incluída): RDS - Montréal,Québec,Canada

'García Márquez não deve escrever mais', diz biógrafo


3 DE FEVEREIRO DE 2009 - 21h16
'García Márquez não deve escrever mais', diz biógrafo

Há 18 anos Gerald Martín está vivendo mais a vida de Gabriel García Márquez que a sua própria. Confessa isso no pátio do Claustro de Santo Domingo, enquanto a luz do Caribe se dilui no entardecer. O diz com um bom espanhol, que aprendeu desde os treze anos em um colégio inglês.

Por José Luis Novoa, no Terra Magazine

Quando saiu da adolescência decidiu que lhe interessava conhecer algo do chamado terceiro mundo, mas não aquele que tinha a ver com o velho império britânico, por isso a América Latina resultou num destino natural.

Escreveu 2.500 páginas do que até agora é considerada a biografia mais profunda sobre García Márquez, prêmio Nobel de literatura em 1982. As conveniências editoriais o obrigaram a deixá-la com um pouco mais de 500, que foram publicadas recentemente em inglês com o título de Gabriel García Márquez — A Life e pela qual o público hispano-americano deverá esperar até o próximo mês de outubro.

E não vai parar. "Já tenho mais de 6 mil notas de rodapé e espero continuar até a véspera da minha morte". Da sua biografia, o que considera um "oráculo" da América Latina, diz o contrário: "Eu acredito que provavelmente Gabo não vai escrever muito mais".

Começou como um projeto de quatro anos, que se tornaram dezoito até ver publicada a biografia, que foi precedida por um estudo crítico da obra e que será continuada com os "bastidores" da biografia, para a qual entrevistou centenas de poderosos e pessoas próximas ao escritor colombiano.

Antes de conhecer profundamente a obra de García Márquez, se dedicou, casualmente, a dois dos que são considerados seus principais rivais literários na América Latina: o guatemalteco Miguel Ángel Asturias e o peruano Mario Vargas Llosa.

Uma coincidência trágica o aproximou muito mais de García Márquez. Em 1995 Martin começou a sua luta contra um câncer linfático, a mesma doença que atacaria o escritor poucos anos depois. Martín achou que a superstição de García Márquez sobre a morte o induziria a achar que o seu biógrafo tinha algo a ver com o seu próprio padecimento.

Foi ao contrário. "Gabo começou a me cuidar mais, como se fosse menos incômodo que no passado", diz. "Uma vez me disse que éramos colegas, guerreiros e sortudos sobreviventes".

Sobre o quanto de verdade ou de mentira há no que diz García Márquez, Martín opina que "mente pouco, mas inventa muito. Quase sempre há um núcleo de verdade no que diz, mas ele brinca, modifica, tira sarro dos jornalistas".

Conhecer o Gabo

Esta é, nas palavras do próprio Martín, a historia de como conheceu o escritor, há dezoito anos.

Como um inglês pérfido e cínico, decidi ir a Havana porque sabia que ele sempre ia ao Festival de Cinema. Pensei: ‘Se não for a minha vez de conhecer o Gabo, pelo menos era a minha vez de conhecer o festival de Havana’.

Fui em 1990. A primeira coisa que tive que fazer foi descobrir onde morava García Márquez, que era um grande segredo em Havana. Há muitos segredos em Havana e esse era um deles. Tomando muitos mojitos (bebida típica) finalmente um jovem de Zimbábue me disse que ele sabia onde morava García Márquez e eu perguntei a ele como havia descoberto. Então ele me contou isto:

Em um 31 de dezembro havia terminado o plantão noturno no hospital e com uns companheiros íamos pelas ruas, quando parou do meu lado um grande Mercury preto e dele desce um senhor de barba e com uniforme militar que me pergunta: "Rapaz, aonde vocês vão?" Dissemos a ele que íamos para casa, que estávamos mortos de cansaço. 'Não. Vocês vão a uma festa com um grande amigo meu', nos disse".

Naturalmente eles foram para a casa de García Márquez, que sempre faz uma festa no dia 31 de dezembro em Havana. Ali estavam ele e Mercedes, a sua esposa e, naturalmente, eles iam guiados pela mão de Fidel Castro.

Fidel Castro negou a minha historia, dizendo-me que simplesmente era uma invenção e que esperava que todo o que eu colocasse na biografia não fossem coisas desse tipo. Gabo me disse que evidentemente era mentira, mas era tão convincente que eu continuo acreditando nessa historia. E, de todos os modos, o jovem de Zimbábue sabia mesmo onde morava García Márquez. E me orientou que se não pudesse chegar pelas boas maneiras, poderia chegar pelas más, quase como os jornalistas dos tablóides britânicos que colocam o pé na porta.

A verdade é que sim, fui um dia desesperado à casa de García Márquez. É verdade, e coloquei o meu pé na porta. Então veio uma pessoa que eu conhecia bastante, que era uma amiga e companheira de García Márquez e que me disse, quando eu já quase estava apertando a campainha, que se eu fizesse isso, García Márquez nunca falaria comigo. 'E vai perder esta biografia'.

Estive com essa mulher há duas semanas e ela me levou de novo à casa de García Márquez. Quando cheguei, ele estava com o meu livro nas mãos. Isso é o que se chama um final feliz depois de 18 anos.

Aquele dia ela me disse que eu esperasse e quatro horas depois recebi uma mensagem que dizia "Vou te dar dez minutos. Meu Mercedes preto vai te buscar. Não disse Mercedes preta, então eu sabia que não se tratava da sua esposa. O carro veio e o resto é historia.


FONTE: Vermelho - São Paulo,SP,Brazil

Doppio bronzo per i judoka messinesi ai campionati italiani juniores di Ostia


Doppio bronzo per i judoka messinesi ai campionati italiani juniores di Ostia

Miriana Sinicropi è salita sul gradino più basso del podio nei 44 chilogrammi, cosi come Martina Lo Giudice (Airon 90 Furci Siculo) nei 52 chili. Sfortunata Valeria Migliorato (Heiwa) battuta dalla torinese Monello nella finale per il bronzo.

Si chiude con due medaglie di bronzo la partecipazione dei judoka messinesi ai campionati italiani juniores che si sono svolti nelle giornate di ieri e oggi al Palafijlkam di Ostia. Le soddisfazioni principali sono arrivate in campo femminile con i podi conquistati da Miriana Sinicropi nei 44 chilogrammi e da Martina Lo Giudice nei 52 chili. Entrambe le giovani atlete si sono rese protagoniste di altrettante prestazioni autoritarie, mostrandosi sul tatami alquanto reattive fin dai primi combattimenti. Quattro gli incontri sostenuti dalla Sinicropi prima di potersi mettere al collo l'ambita medaglia: la portacolori della Lotta Olimpica Messina ha esordito battendo la toscana Melania Zampini (Kodokan S. Angelo) per poi concedere il bis nell'incontro successivo con la sarda Muggiano (Yano Macomer): il sogno tricolore della messinese sfumava in semifinale di fronte alla coriacea pugliese Sara Angela Antonacci. La Sinicropi non si lasciava prendere dallo sconforto per la sconfitta e denotando personalità e carattere si ripresentava sul parquet per disputare la finale valida per il 3° posto, riuscendo a imporsi sull'atleta dello Shakiro Mosciano, Roberta Dell'Omo. Più lungo e tribolato il percorso sostenuto dalla Lo Giudice nei 52 kg: cinque gli incontri della judoka dell'Airon 90 Furci Siculo che dopo il debutto vincente nel tabellone principale con la ligure Valentina Canova si arrendeva subito dopo alla piemontese Vernillo. Ammessa ai ripescaggi, la judoka furcese si faceva strada con autorità superando nell'ordine la Cazzaniga (Judo club Segrate), la Righetti e nella finale per il bronzo la campana Erika Bufano. Si ferma invece ai piedi del podio l'avventura tricolore di Valeria Migliorato (Heiwa) nei 48 kg: eliminata al secondo incontro nel tabellone principale, la Migliorato ha poi proseguito con successo il suo cammino attraverso i ripescaggi, superando la toscana Rabassi e la romana Bagnoli, salvo poi cedere alla portacolori della Akiyama Settimo Torinese, Giulia Mongello nella finale per il terzo posto. Nella stessa categoria Valeria Chines è stata eliminata al primo turno dalla veneta De Stefani. In campo maschile non sono arrivate notizie particolarmente confortanti per i judoka messinesi che hanno terminato la loro partecipazione ai campionati italiani nelle posizioni di retrovia: nei 60 chilogrammi Piero Crupi e Antonio Rizzo della Yama Arashi si sono classificati al 33° posto, cosi come Salvatore Maugeri (Sporting Club Judo Lipari) nei 66 chili.

Nelle foto in alto Valeria Migliorato e in basso Miriana Sinicropi, medaglia di bronzo nei 44 kg ai campionati italiani juniores di Ostia.

di Massimiliano Ando' (1 Marzo 2009)
FONTE (foto incluída): Messina Sportiva - Messina,Sicilia,Italy

Sport - Holler Judoka Maximilian Kroll ist Deutscher Meister


Sport - Holler Judoka Maximilian Kroll ist Deutscher Meister
Auf dem Siegerpodest: Holles Trainer Bernd Lühmann (links) freut sich mit seinem Schützling Maximilian Kroll über die Goldmedalle bei der Deutschen Meisterschaft.

Foto: Schlittenbauer
(hs) Maximilian Kroll, Holler Judo-Schwergewichtstalent (116 kg), gewann in Homburg-Erbach (Saarland) die Deutsche Einzelmeisterschaft der U17. In der Königsklasse plus 90kg beendete der 15-Jährige die Titelkämpfe ohne Gegenpunkt als überlegener Sieger. Laut Bundestrainer Richie Trautmann stehen bis zu den Sommerferien noch drei Termine im Ausland und diverse Trainingslager an. Wenn Kroll sich gut bewährt, lockt der Adler als Symbol für die Aufnahme in die Nationalmannschaft. Sein persönliches Ziel: die Nominierung für die Europameisterschaften. Die Vereinskameraden Maxi Schrader (bis 60kg) und Malte Rollwage (bis 81kg) erreichten jeweils neunte Plätze.

220 Athleten traten in zehn Gewichtsklassen an. Bei den Schwergewichtlern waren es 21 Teilnehmer. Kroll schloss alle fünf Kampfe vorzeitig mit Ippon ab und zeigte dabei seine technische Vielfalt. Der erste Kampf gegen Marcel Lauer (Nordrein-Westfalen) dauerte nur ein paar Sekunden. „Maxi“, wie ihn seine Freunde nennen, konterte einen Angriff mit einem Ausheber. Das folgende Duell mit Martin Sängerlaub (Sachsen) dauerte eine halbe Minute und wurde mit einem sauberen Hüftfeger beendet. Im dritten Fight traf er mit Benjamin Marten (Bayern) auf den schwersten Gegner (135kg), den er mit einem Fußfeger zu Boden brachte und anschließend im Haltegriff 20 Sekunden festlegte.

Der vierte Kampf um den Einzug ins Finale gegen Michael Schmitt (Brandenburg) verlief äußerst spannend. Der Holler setzte in der zweiten Minute einen Beingrapscher und überschlug sich mit Schmitt gerade noch innerhalb der Wettkampffläche. Im Finale stand Kroll mit Mohamed Jahia (Bayern) einem 1,95 Meter großen und 120kg schweren Gegner gegenüber. Der Holler setzte sich kraftvoll durch und löste immer wieder die Fassart des Bayern. Dann explodierte Kroll urplötzlich mit einem seitlichen Ausheber. Der Gegner landete sauber auf dem Rücken, was Ippon und Gold für den Holler Nachwuchsathleten bedeutete.„Das ist unser insgesamz unser elfter Einzeltitel bei Deutschen Meisterschaften“, freute sich „Judo-in-Holle“-Trainer Bernd Lühmann über den Erfolg.

FONTE (foto incluída): www.hildesheimer-allgemeine.de - Hildesheim,Niedersachsen,Germany

Doscientos años de Plácido


Doscientos años de Plácido

Por: Ciro Bianchi Ross
Correo: ciro@jrebelde.cip.cu
01 de marzo de 2009 00:09:22 GMT

Si El Cucalambé es el único poeta cubano que logra una verdadera transustanciación con el pueblo, al quedar abolida toda frontera entre lo que escribió y lo que se le atribuye, Plácido es, junto con Heredia, el primero que llega a ser gustado por cultos y no cultos, pues unía, decía Lezama Lima, la espontaneidad a un refinamiento cuya esencia es constante aunque desconocida. Precisaba Lezama: «Fue la alegría de la casa, de la fiesta, de la guitarra y de la noche melancólica. Tenía la llave que abría la puerta de lo fiestero y aéreo».
Las ediciones de sus versos superaron en número a las de Heredia y fue el poeta cubano más divulgado en el siglo XIX. Cultivó, por encargo, la poesía de ocasión y sus improvisaciones conforman en lo esencial el grueso de su obra. No era raro que en fiestas y saraos, en los que su presencia era solicitada, le dieran una frase para que a partir de ella improvisara el poema, que le salía con facilidad pasmosa. Cintio Vitier lo define como un juglar. Fue también un cronista. Hay naturalidad y limpidez en muchos de sus versos, incluso los más ocasionales. Primor y agradable espontaneidad en sus letrillas. Sus sonetos eróticos, sobre todo el titulado A una ingrata, revelan una rara calidad. Compuso odas de pura resonancia. Sus romances denotan su cubanía...
El crítico español Marcelino Menéndez Pelayo, que pasa por alto o no puede apreciar la travesura genuinamente criolla de Plácido, no es remiso, sin embargo, al elogio. Expresó:
«Quien escribió el magistral y primoroso romance Jicotencal, que Góngora no desdeñaría entre los suyos, el bello soneto descriptivo La muerte de Gessler, la graciosa letrilla La flor de la caña y la inspirada plegaria que iba recitando camino del patíbulo, no necesita ser mulato ni haber sido fusilado para que la posteridad lo recuerde». Es cierto, pero como dice Cintio Vitier, nosotros también lo recordamos como el mulato fusilado por la estupidez del colonialismo español y el racismo de todos los tiempos.
Plácido llegó a ser un hombre muy conocido y apreciado en la sociedad matancera. Gente de todas las clases sociales le pedían que animara sus festejos y diversiones. Esa popularidad fue la causa de su desgracia. Las autoridades españolas lo Consideraron capaz de encabezar una de las reales o supuestas conspiraciones de negros y mulatos que conmovían a la Isla hacia 1840. Lo incluyeron en una de estas. La llamada Conspiración de La Escalera. Fue puesto en prisión y, aunque las acusaciones no se probaron, lo condenaron a muerte. Murió fusilado en la ciudad de Matanzas, en 1844.
Una biografía
Plácido nació en La Habana, en una casa de la calle Bernaza, frente a lo que es hoy La Moderna Poesía, el 18 de marzo de 1809. Hijo de la bailarina española, natural de Burgos, Concepción Vázquez, y del peluquero mulato Diego Ferrer Matoso. Se habían conocido en el Teatro Principal, donde ambos trabajaban. Quiso la madre que el nacimiento del niño pasara en secreto y no demoró en deshacerse de él, al abandonarlo en la Casa Cuna de la calle Muralla esquina a Oficios. Tuvo, sin embargo, el gesto de darle su nombre, pues en una nota que acompañaba al tierno infante y en la que se consignaba su fecha de nacimiento, se decía que se llamaba Gabriel de la Concepción. Lo bautizaron el mismo día de su ingreso en la Casa Cuna y por decisión oculta o declarada del padre, lo registraron como Diego Gabriel de la Concepción y se le dio el apellido Valdés, obligatorio para los niños expósitos. Su padrino sería el farmacéutico Plácido Fuentes y de él tomaría el poeta el seudónimo que lo hizo célebre, aunque otros afirman que lo tomó de la novela Plácido y Blanca, de la condesa de Genlis.
Poco se sabe acerca de los amores entre el peluquero y la bailarina. Ella hizo dinero con el baile, y aunque mantuvo relaciones con el hijo, obligado a tratarla de «señora», reprimió siempre cualquier manifestación de amor maternal y lo vio marchar al paredón de fusilamiento sin que un gesto de desesperación borrara el pasado indiferente. Expresa Plácido en su soneto Fatalidad: «Entre el materno tálamo y la cuna / El férreo juro del honor pusiste...». Leopoldo Horrego Estuch, en su libro Plácido, el poeta infortunado, dice que aparte del problema social que para una blanca entrañaba en la época tener un hijo, fruto del amor libre, por demás, con un pardo, Concepción, quien llegó a escribir poemas y publicarlos, quería todo el tiempo para dedicarlo a su arte. El peluquero, en cambio, sintió remordimiento ante el destino del muchacho y terminó sacándolo de la Casa Cuna a fin de ponerlo bajo el cuidado de su madre y hermanas.
Los recursos de la familia Ferrer Matoso eran escasos y Diego, que podía ganar hoy un quitrín en una apuesta de juego y perderlo en otra al día siguiente, era irresponsable y poco previsor. Quería al hijo, pero olvidaba a menudo los deberes que tenía para con el pequeño. Así, entre la falta de recursos familiares y la indiferencia paterna, el futuro poeta no podría ir a la escuela hasta los diez años de edad, precisamente cuando el peluquero salió de Cuba para establecerse en México. Estudió Plácido en varias escuelas, entre esas el Colegio de Belén, que en su sección de pobres admitía a niños negros y mulatos, y sorprendía a los maestros por su vivacidad y clara inteligencia, mientras que su simpatía le ganaba el afecto de todos, si bien su disciplina dejaba mucho que desear. Llegó a ser un nadador hábil y atrevido.
Solo pudo asistir a la escuela durante dos años. A los 12, cuando ya improvisaba con facilidad décimas y cuartetas, comenzó a trabajar en una carpintería. Pasó después, como aprendiz, al taller del célebre pintor retratista Vicente Escobar, y más tarde a la imprenta de José Severino Boloña, donde encontró ambiente propicio para su poesía y se adiestró en el oficio de tipógrafo. Como en la imprenta no ganaba lo suficiente, decidió Plácido hacerse peinetero, empleo productivo entonces ya que en Cuba, al igual que en Andalucía, la peineta era un adorno imprescindible en la mujer. A la vuelta de pocos meses, en la platería de Misa, en la calle Dragones, se convierte en un artífice del carey, que entre sus manos se transforma en bastones de severa elegancia, peinetas de alados arabescos y delicadas pulseras.
El poeta
El peinetero es ya Plácido el poeta. En su mesa de la platería, al lado de sus herramientas, tiene siempre un libro y un pedazo de papel, donde queda anotado lo que improvisa. Desde sus días en la imprenta de Boloña no solo despierta la admiración de los que lo escuchan improvisar, sino que, a petición de amigos y compañeros, escribe sonetos y cuartetas que luego se copian con profusión y pasan de mano en mano.
En 1836 se traslada a Matanzas, donde trabaja como redactor del periódico La Aurora. Le encargan la sección poética, muy importante en aquellos años, y tiene la obligación de publicar un poema en cada número del periódico. Le pagan 25 pesos mensuales, pero Plácido redondea sus entradas con los versos de ocasión que escribe con temas de bodas, cumpleaños y bautizos y que vende a los interesados. Se dice que llegó a cobrar varias onzas de oro por algunas de sus poesías elogiosas. Las presentaba impresas en seda, enmarcadas en dorado y con filigranas y viñetas muy del gusto de la época. Y no era raro que algún sujeto enamorado le pidiera, y pagara, un poema que luego hacía pasar como suyo a los ojos de la amada.
Muchos criticaron a Plácido que comercializara sus composiciones, y durante años se afirmó que José Jacinto Milanés se inspiró en él para escribir El poeta envilecido, un sujeto que después de haber deleitado con sus improvisaciones a los asistentes a una fiesta recibía la recompensa de compartir las sobras del banquete con el perro de la casa. No es cierto. Milanés siempre se refirió a Plácido con respeto y admiración y el poema en cuestión, abstracto o alegórico, se escribió sin pensar en una persona determinada. Así lo afirmó por escrito, en 1880, Federico Milanés, hermano de José Jacinto. Casi 90 años después Cintio Vitier se alegraba de poder rectificar error tan difundido porque «Plácido, desde Del Monte hasta Sanguily, fue maltratado por la crítica, y porque de ese modo se salva de la tacha de injusto a Milanés«, tan alabado por Plácido por otra parte.
En 1836 publica su primer libro, Poesías. Cuatro años después da a conocer El veguero, cuaderno que agrupa letrillas y epigramas. En 1834 había colaborado, con su poema La siempreviva, en la Aureola Poética que se dedicó al poeta español Francisco Martínez de la Rosa. Este, que es además ministro de la Corona, de acuerdo con otro poeta, Juan Nicasio Gallego, invita al cubano a trasladarse a España. Plácido se niega. Necesita de su propio paisaje.
Acerca de su poesía, escribió Lezama Lima: «Plácido incorpora a nuestra poesía la gracia juglaresca. Nuestra poesía salía de la pesantez del neoclasicismo para entrar en los excesos del romanticismo, entonces fue cuando llegó la gracia sonriente y el aire amable de Plácido. Es innegable que en su verbo poético se expresan muchas de las condiciones de nuestra naturaleza, transparencia, juego de agua, enlaces finos y sutiles. Raro será el poema, aun en los más ocasionales, en que no se encuentre un giro gracioso, una metáfora airada y como la misteriosa penetración de los cuatro elementos de nuestra raíz... Forma parte de nuestra naturaleza, es fino, sensual, medido. Tiene algo de los finos valles de las provincias occidentales...».
Fusilado
En Matanzas contrae matrimonio el poeta con María Gila Morales. Había tenido una novia, Fela, que murió en 1833, durante la epidemia de cólera en La Habana. Radicado ya en tierras yumurinas, hace escasas visitas a la capital de la Isla, donde se aloja siempre en casa de su madre. En busca de mejores posibilidades de trabajo, se traslada, en compañía de su esposa, a Santa Clara. Está en Trinidad en 1843. Allí, el 1ro. de abril, mediante un anónimo lleno de faltas de ortografía y dirigido al Gobernador Político de Las Villas, documento que Horrego Estuch reprodujo en su libro citado, se le implica en una conspiración de pardos y morenos, que, al decir de quien lo escribe, estallaría muy pronto en varias de las localidades del territorio. Ofrece el remitente del anónimo los nombres de los supuestos conspiradores y advierte que Plácido llegó a Santa Clara para hacer contacto con los rebeldes locales y organizarlos. Parece estar bien informado el soplón. Menciona al cabecilla del complot y dice que esconde en su casa 14 arrobas de balas, pólvora, mechas y fusiles. No solo revela el informante nombres y detalles, sino que hace indicaciones al Gobernador acerca de cómo debe reprimirse a los involucrados y le pide que con los negros y mulatos de la zona, aunque no estén en la conspiración, se muestre también inflexible y haga que se cumpla la disposición que les prohíbe reunirse y andar por la calle a ciertas horas.
Ese anónimo costó a Plácido seis meses de encierro en Trinidad. Un documento suscrito en esa ciudad el 15 de noviembre de 1843, hace constar que se había depurado la inocencia del poeta y que había sido absuelto en el proceso que se le siguió en el tribunal de la Comisión Militar. No obstante, advierte el informe, «sería conveniente que la autoridad territorial donde fuese a residir dicho individuo estuviera al tanto de su comportamiento y le exigiera que en el término de 15 días se ocupara útilmente». Es desfavorable la opinión que tienen sobre él las autoridades trinitarias: «Su conducta durante el tiempo que aquí ha permanecido en libertad... es bastante mala: no se le ha conocido ocupación alguna; es hombre sospechoso y... perjudicial su permanencia en la Isla».
Ese informe selló su suerte. Meses después fue acusado de formar parte de la llamada Conspiración de La Escalera. No escapó esta vez a su suerte. Junto a diez acusados más lo fusilaron en el amanecer del 28 de junio de 1844.
Poco antes hizo su testamento. Era tan pobre que dejó solo «memoria» para la gente que quería y los poetas que admiraba. Escribió también, durante sus últimas horas, algunos poemas, entre estos Adiós a mi lira, Plegaria a Dios y uno que dedicó a su madre. El mismo poeta pudo entregar esos manuscritos a su esposa.
Unas 20 mil personas contemplaron el espectáculo horrendo de aquel fusilamiento. Los esclavos de los lugares cercanos fueron llevados para que les sirviera de escarmiento, pero muchos acudieron movidos por la curiosidad morbosa de ver ejecutar al poeta. Plácido, que no se cansó de proclamar su inocencia en los interrogatorios, recitaba con voz clara su Plegaria... mientras avanzaba hacia la muerte. Un redoble de tambores ahogó su palabra vibrante y ante los condenados se formó un pelotón de 44 soldados con sus jefes. Cuatro soldados para cada uno de los sentenciados. Dos les dispararían a la cabeza y dos, al pecho. Y un sacerdote para cada supliciado. Rezaron el Credo los curas y los reos y aun tuvo Plácido fuerza suficiente para gritar que emplazaba ante el juicio de Dios a sus verdugos y fiscales, y los mencionó por sus nombres. Se dio la orden de fuego. «Adiós, patria querida...», exclamó. Pero la primera descarga, al alcanzarlo solo en el hombro, lo dejó con vida. A una nueva orden se aprestaron cuatro soldados. Una nueva descarga y voló despedazada su cabeza.

FONTE (imagem incluída): Juventud Rebelde - Cuba