quinta-feira, fevereiro 19, 2009

Un «Faust-bal» à blanc


Un «Faust-bal» à blanc
Lyrique. Composé sur un livret de l’écrivain iconoclaste Fernando Arrabal et en création mondiale à Madrid, l’opéra rate sa cible.
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Envoyé spécial à Madrid éric DAHAN

Faust-bal opéra de Leonardo Balada, livret de Fernando Arrabal. Orchestre et chœur du Teatro Real. Dir. Jesús López Cobos, ms Joan Font. Jusqu’au 23 au Teatro Real de Madrid. Loc. : (00 34) 902 24 48 48.
Lié aux noms de Breton, Tzara, Topor et Jodorowski, Fernando Arrabal, 76 ans, fait partie des légendes subversives de la culture européenne, avec 7 films, 100 pièces de théâtre, 14 romans et 800 volumes de poésie. On connaît moins ses nombreux livrets d’opéra dont quatre ont été mis en musique. Après Milko Kelemen (Apokaliptica), Marcel Landowski (l’Opéra de la Bastille), Ostfiend Busing (Pic-nic im Felde) et Constantino Stylianou (Guernica), c’est au Catalan Leonardo Balada, né en 1933, qu’a été confié Faust-bal, créé ce week-end dans la capitale espagnole.
Choc. Revisitation féministe et heroic fantasy du mythe de Goethe mais également du docteur Faustroll d’Alfred Jarry, Faust-bal, du nom de son héroïne, se passe au troisième millénaire. Les didascalies d’Arrabal évoquent son combat à une vitesse supersonique pour que du choc apocalyptique des civilisations, orchestré par le vilain Margarito, triomphent le Bien et l’Amour. Autant dire que cette dramaturgie, proche des comics Marvel, et ces textes, évoquant le Diamond Dogs orwellien de David Bowie, pouvaient stimuler l’imagination d’un compositeur et d’un metteur en scène.
Hélas, l’un comme l’autre ont échoué à donner chair, lumière et vitesse aux délires de l’autoproclamé «Grand Masturbateur». Dans un premier temps, le duo catalan La Fura dels Baus y avait été invité. Est-ce à la lecture du livret ou de la partition qu’ils ont décliné l’offre ? Ils ont préféré accepter celle de la Monnaie de Bruxelles qui leur a offert de livrer, en mars, sa version attendue du Grand Macabre de Ligeti, mètre-étalon de l’opéra contemporain de ces trente dernières années. Difficile de lutter avec le cynisme ligetien d’une apocalypse qui ne change rien - à faire passer Arrabal, malgré ses fulgurances poétiques, pour un gentil baba cool. Difficile de lutter avec le torrent perpétuel d’inventions cinglantes de la musique du Grand Macabre.
En petit maître, comme on dit en peinture, Balada mêle atonalité et consonance, rythmes de danse issus du folklore et figures obligées de l’avant-garde contemporaine. Il connaît son métier, produit des alliages instrumentaux stridents et cristallins comme tout bon spectral, déflagrations en chaîne comme un honnête boulezien, et chœurs d’enfants planants pouvant faire illusion si l’on ne connaît pas l’Outis de Berio. Il ne manque que l’étincelle qui fait que la somme des parties produit un tout animé, un organisme pétri de déductions en temps réel. Ultime bémol : Joan Font et ses Comediants jouent la carte Star Trek plutôt que Star Wars. Un décor unique, monumental, de château de l’espace : au sommet, sous belvédère, trône un Dieu, sosie de Michel Polnareff époque Monceau revu Ken Russell ; à terre, c’est du mauvais Shakespeare.
Destruction. Atout de tout bon opéra, la caractérisation schématique des voix - du Dieu, chanté par une basse profonde, à Faust-bal confié à une soprano virginale, en passant par le ténor de la destruction Margarito, en cuir rouge - n’est pas un point de départ mais d’arrivée pour des airs qui sonnent comme un interminable récitatif.
Loin du mec qui s’allumait la bite dans J’irai comme un cheval fou, de la mise à nu de la terreur franquiste dans Viva la muerte, on se demande comment un compositeur et un metteur en scène ont pu faire un coup pareil à Arrabal, même en phase Barjavel.

FONTE: Libération - Paris,France
http://www.liberation.fr/
Imagem: Faust-bal

Judô: FIJ divulga primeiro ranking do novo sistema de classificação olímpica


Outros
Judô: FIJ divulga primeiro ranking do novo sistema de classificação olímpica
18/02/2009 - 16:50:39 - por FS - CBJ
A Federação Internacional de Judô (FIJ) divulgou nesta quarta-feira a primeira edição do ranking mundial que classificará os atletas para os Jogos Olímpicos de Londres 2012.
O meio-pesado Luciano Correa (-100kg) é o brasileiro mais bem colocado no ranking, com 120 pontos e a sexta colocação em sua categoria. Outros destaques são as ligeiros (-48kg) Daniela Polzin e Sarah Menezes, que aparecem em 10º lugar na lista com 60 pontos.

- Clique aqui e faça aqui o download do ranking.

FONTE: Final Sports - Porto Alegre,Brazil

FOTO: Luciano Correa e Érika Miranda
in blog.ftc.br

Que é a poesia?


14/2/2009 15:52:00

Que é a poesia?
da Redação

A resposta de grandes poetas à questão do fazer poesia. Esse é o tema do curso Que é a poesia? de Antonio Cicero no POP (Pólo de pensamento Contemporâneo). Em quatro aulas às terças-feiras, os alunos vão viajar da poesia oral da Grécia arcaica até a poesia moderna de João Cabral de Melo Neto e as letras de músicas atuais.

No primeiro encontro, dia 10 de março, Antonio Cícero vai apresentar a tradição oral da Grécia Antiga e os mitos gregos, nunca esquecidos. A segunda aula trata dos poemas escritos e de como a poesia era discutida em movimentos literários como o Classicismo e o Romantismo.

A terceira aula, no dia 24 de março, será embalada pela poesia moderna de Charles Baudelaire, Fernando Pessoa e T.S. Eliot. O último encontro vai abordar o Construtivismo e o Concretismo brasileiro, além da poesia no mundo musical por meio das letras de Caetano Veloso e Luiz Tatit.

O professor do curso, Antonio Cicero, além de poeta e ensaísta, é compositor em parceria com Marina Lima, Adriana Calcanhoto e João Bosco. É também autor de quatro livros. Os de poemas Guardar (1996) e A cidade e os livros (2002), e os de ensaios filosóficos O mundo desde o fim (1995) e Finalidades sem fim (2005). Organizou, junto com Waly Salomão, o volume de ensaios O relativismo enquanto visão do mundo e, junto com Eucanaã Ferraz, a Nova Antologia Poética de Vinicius de Morais.

SERVIÇO DO CURSO:

"Que é a poesia?"
Professor: Antonio Cícero
Data: dias 10, 17, 24 e 31 de março
Horário: 19h30 às 21h30
Preço: R$ 280,00
Local: POP (Pólo de Pensamento Contemporâneo - Rua Conde Afonso Celso, 103 - Jardim Botânico)
Telefone: (21) 2286-3299

FONTE: Cronocópios - Literatura e Arte no Plural

Romance de Mia Couto vai ser adaptado ao cinema


18-02-2009 14:57:4
0 Romance de Mia Couto vai ser adaptado ao cinema
Paris, 18 fev (Lusa) - O romance "O último voo do flamingo", do escritor moçambicano Mia Couto, vai ser adaptado para o cinema pela Fado Filmes. As filmagens começam em 18 de março em Marracuene, Moçambique, disse à Agência Lusa o diretor da produtora portuguesa, Luís Galvão Teles.

A direção será feita pelo moçambicano João Ribeiro, que com a obra estreia no longa-metragem.

"Temos um cineasta, que é o João Ribeiro, que é extremamente forte, e ao mesmo tempo com bastante experiência de produção. A adaptação foi feita por Gonçalo Galvão Teles", disse Teles.

Ele também destaca que "a linguagem de Mia Couto é muito particular, muito poética, muito rica, e, portanto, há esse lado, que não é transponível para o cinema".

"Mas a efabulação do livro está muito próxima de toda a narrativa das personagens", frisou.

A escolha dos atores está sendo feita em Portugal, Brasil, Moçambique e Angola, e o filme deverá estar concluído antes do final do ano.

"O filme é um policial, que acaba como uma grande reflexão sobre Moçambique e o destino de Moçambique. Se eu conseguir estrear antes do natal de 2009 será perfeito", disse. As filmagens devem durar sete semanas e a equipe técnica será mista, com a perspectiva de utilização máxima de colaboradores moçambicanos, "dentro do espírito de contribuir para o desenvolvimento do cinema em Moçambique".

"O último voo do flamingo" tem uma base muito aberta de produção, pois vai ser co-produzido por Espanha, Brasil, Moçambique, Itália e França.

Para a realização do projeto, a produtora Fado Filmes contou, entre outros, com os apoios do ICA (Instituto do Cinema e do Audiovisual), RTP (Rádio Televisão Portuguesa), VídeoFilmes (do cineasta brasileiro Walter Salles) e AMOCINE (Associação Moçambicana de Cineastas).

Com "O último voo do flamingo", a Fado Filmes produz seu segunda longa-metragem feito em Moçambique por um cineasta moçambicano, desde que o país se tornou independente. O primeira longa, "O jardim do outro homem", teve a assinatura de Sol de Carvalho.

FONTE: Agência Lusa - São Paulo,SP,Brazil

Imagem: O Último Voo do Flamingo

Filme de 'Naruto' deve chegar em outubro em DVD


Quarta, 18 de fevereiro de 2009, 12h06
Filme de 'Naruto' deve chegar em outubro em DVD

O primeiro longa-metragem da série Naruto (exibida no Brasil pelo SBT e Cartoon Network) vai ser lançado no Brasil pela distribuidora PlayArte.
» Saiba mais sobre filmes que vem por aí nos cinemas
Naruto - Ninja Clash in the Land of Snow foi lançado em 2004 no Japão em agosto de 2008 nos Estados Unidos, acompanhando a febre do desenho animado.
O desenho foi dublado nos estúdios da CBS, com o mesmo elenco que dá voz aos personagens da série de TV.
Por quatro anos consecutivos, Naruto foi um dos desenhos mais assistidos do Japão e bateu recordes de downloads ilegais na Internet mundial antes mesmo de seu lançamento em países na América e Europa.


FONTE (imagem incluída): Terra Brasil - São Paulo,SP,Brazil

65 anni fa l'Affiche Rouge


65 anni fa l'Affiche Rouge
Giustiniano Rossi, da Parigi, 19 febbraio 2009, 16:29

La nostra storia In tempi come quelli che viviamo, in cui i discendenti dei nazifascisti tentano di "rivedere" la storia per nascondere e falsificare il ruolo della Destra e quello dei partigiani che quella Destra hanno combattuto, in Francia come in Italia ed altrove, è importante coltivare la memoria
Nel cimitero di Ivry sur Seine (Val de Marne, banlieue di Parigi), una stele ricorda il gruppo Manouchian, di cui facevano parte 23 partigiani comunisti, 20 dei quali stranieri - 8 polacchi, 5 italiani, 3 ungheresi, 1 spagnolo, una rumena ed un armeno - condannati a morte e fucilati (tutti tranne una, la rumena Olga Bancic, decapitata il 10 maggio 1944 a Stoccarda) il 21 febbraio 1944 al forte del Mont Valérien (Parigi), nel luogo dove sorge, dal 20 settembre 2003, un monumento alla memoria di tutti i resistenti ed ostaggi che vi furono uccisi.
Il gruppo era diretto da un armeno, Missak Manouchian, nato nel 1906 ed arrivato in Francia a 20 anni: fra il 1915 ed il 1918 il governo turco aveva sterminato 2 milioni di armeni, fra i quali suo padre (sua madre era morta subito dopo, di malattia e di fame) e quel genocidio era restato scolpito nella sua memoria, avvicinandolo più tardi ai suoi compagni partigiani ebrei, sfuggiti prima ai pogrom e dopo al rastrellamento del Vel' d'Hiv', a Parigi, del luglio 1942.
Manouchian, poeta fin da ragazzo, apprenderà in Francia il mestiere di falegname e troverà il tempo di studiare frequentando le "università operaie" create dalla Confédération Générale du Travail CGT, fonderà due riviste letterarie, diventerà redattore del giornale del Comitato di soccorso all'Armenia, ed aderirà al Partito Comunista Francese che gli affiderà nel 1943 la direzione di un gruppo di 23 Franchi Tiratori Partigiani - Mano d'Opera Immigrata (FTP-MOI), costituito da tre francesi e da immigrati ebrei rumeni, polacchi ed ungheresi, oltre che da antifascisti italiani e spagnoli.Gli occupanti nazisti ed i loro alleati del regime di Vichy organizzarono dopo l'arresto del gruppo una macabra campagna "pubblicitaria" stampando e facendo affiggere 15 000 manifesti di colore rosso (l'Affiche Rouge) sui quali, sotto lo slogan "DEI LIBERATORI? LA LIBERAZIONE ! AD OPERA DELL'ESERCITO DEL CRIMINE" figuravano le foto, i nomi e le azioni di 10 partigiani del gruppo, accuratamente scelti (5 ebrei polacchi, 2 ebrei ungheresi, 1 comunista italiano, 1 "rosso" spagnolo, 1 "capo-banda" armeno).
Nel manifesto figuravano inoltre 6 foto di attentati o distruzioni che rappresentavano le azioni di cui i partigiani erano accusati: la sua concezione complessiva mirava a presentare questi resistenti che, pur non avendo la cittadinanza francese, si battevano per il paese che li aveva accolti, come dei criminali, terroristi assetati di sangue (la propaganda nazista insisteva sul fatto che quasi tutti i membri del gruppo erano stranieri, in maggioranza ebrei).
Il risultato fu l'opposto di quello sperato: il popolo francese non si lasciò ingannare dalla propaganda nazifascista, si strinse con rinnovato coraggio intorno alla Resistenza e 500 000 partigiani finirono per riscattare quanti avevano collaborato con l'occupante nel quadro del regime di Vichy diretto dal maresciallo Pétain (il gruppo Manouchian fu arrestato dalla polizia francese) o erano restati a guardare in attesa di tempi migliori.
Traendo ispirazione dalla lettera che Missak Manouchian inviò alla moglie prima dell'esecuzione, il grande poeta Louis Aragon scrisse nel 1955, in occasione dell'inaugurazione della rue (via) "du Groupe Manouchian" nel 20° arrondissement di Parigi, un'indimenticabile poesia, cantata nel 1959 da Léo Ferré, che ne aveva composto la musica.
In tempi come quelli che viviamo, in cui i discendenti dei nazifascisti tentano di "rivedere" la storia per nascondere e falsificare il ruolo della Destra, protagonista e/o complice dei saccheggiatori, dei torturatori e dei massacratori prima e durante la Seconda Guerra Mondiale, e quello dei partigiani - in maggioranza comunisti, ma anche socialisti, cattolici, azionisti e senza partito - che quella Destra hanno combattuto, le armi in pugno, in Francia come in Italia ed altrove, è importante coltivare la memoria del gruppo Manouchian e dell'Affiche Rouge.In troppe parti del mondo, ancora oggi, il colonialismo vecchio e nuovo, con il suo corollario di morte e distruzione, viene "giustificato" dalla lotta al terrorismo, la salvaguardia degli interessi geostrategici delle grandi potenze viene presentata come l'esportazione della democrazia, i detentori degli armamenti più micidiali e sofisticati accusano di terrorismo le loro vittime, che tentano di difendersi con le armi della disperazione, troppo spesso, nell'Occidente opulento, gli stranieri, i migranti, vengono trattati come bestie, senza altro diritto se non quello di essere sfruttati come moderni schiavi.
Il più giovane partigiano del gruppo Manouchian, Rino Della Negra, operaio e calciatore dilettante nel "Red Star" di Argenteuil (Val d'Oise, banlieue di Parigi) era italiano ed aveva 19 anni, il più vecchio era un operaio metalmeccanico ungherese, Emeric Glasz ed aveva 42 anni: entrambi sono morti perchè coscienti che la battaglia contro il nazifascismo, il razzismo e la xenofobia non ha confini.

FONTE: Aprile Online - Roma,Italy

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

Hoje é dia do Repórter


Segunda, 16 de Fevereiro de 2009 às 15:34
Hoje é dia do Repórter

A informação é um bem público e, por isso, deve passar por uma triagem que garanta a sua plena veiculação, atendendo a interesses públicos.
Por isso, o repórter deve ser um profissional guiado pela ética e preocupado com a veracidade das notícias que circulam.
O processo de criação de uma reportagem, além de criativo, tem uma técnica que parte do princípio de um público diverso terá contato com tais informações.
Dessa maneira, o repórter deve escrever de maneira simples, que se aproxime de uma população inteira, mas que não seja simplista, respeitando as regras gramaticais e semânticas.
O jornalismo nasceu na mídia impressa, mas hoje se estabelece em diversos meios de mídia eletrônica.
Portanto, o repórter pode trabalhar tanto no rádio como na televisão e, ultimamente, até mesmo na internet.
Na elaboração de notícias para divulgação, o repórter deve priorizar a atualidade da notícia, assim como divulga-la com objetividade, desvinculando o jornalismo da literatura.
A ética do repórter não está ligada somente com a precisão e veracidade da informação, mas também com o respeito à privacidade, intimidade, honra e imagem das pessoas.
Documentos como a Declaração da Unesco sobre os Media (1983) proclamam os princípios essenciais em que assentam a liberdade de imprensa e o direito à informação.
Neles se reconhece que o direito à informação, à livre expressão e à crítica fazem parte das liberdades fundamentais do ser humano; que o direito dos cidadãos à informação precede o conjunto dos deveres e direitos dos jornalistas; que a responsabilidade dos jornalistas para com o público se sobrepõe a qualquer outra responsabilidade, em particular perante os seus empregadores e os poderes públicos, e que a missão de informar comporta limites que os próprios jornalistas devem, espontaneamente, impor a si próprios.
Fonte: Hoje é dia do Repórter
APUD: http://www.canalrioclaro.com.br/
FOTO: Repórter Esso
IN: lilianzaremba.blog.uol.com.br

Belo-horizontinos podem conferir montagem do Met em salas de cinema


Seção : Música - 15/02/2009 04:00
Belo-horizontinos podem conferir montagem do Met em salas de cinema
Marcello Castilho Avellar - EM Cultura


Belo Horizonte se integra hoje a outras seis cidades brasileiras numa iniciativa incomum: assistir a uma ópera em gravação digital de alta definição. Não é qualquer ópera, mas a brilhante criação do repertório do século 18 Orfeu e Eurídice, do alemão Christoph Willibald Gluck (1714-1787). Trata-se da elogiada versão de uma das melhores casas especializadas no gênero do mundo, o Metropolitan Opera House (Met), de Nova York. Catorze salas brasileiras (duas em BH: Ponteio e Belas Artes) apresentarão a obra quase simultaneamente – a exemplo do que estará ocorrendo em diversos países.

As sessões se tornaram possíveis pela convergência de dois fatores. O primeiro, lá nos Estados Unidos, foi um megapatrocínio dado ao Met, que permitiu a gravação, em vídeo de alta definição, de apresentações de importantes espetáculos que o teatro mantém em seu repertório. O segundo, no mundo inteiro, foi o fato de que diversos distribuidores estão começando a perceber a rede como instrumento contemporâneo para os cinemas, não só no sentido de transmitir obras, mas também como recurso de mobilização de espectadores. No Brasil, quem promove as sessões é a MovieMobz – que anda ensaiando a ideia de permitir aos próprios espectadores escolher a programação de sessões de cinema.

A iniciativa de associar novas estratégias e novas tecnologias parece ter funcionado. O lançamento do projeto Met Opera – Live in HD no Brasil lotou o Cine Odeon, no Rio de Janeiro, em 1º de fevereiro, com uma apresentação de La Rondine, de Puccini – cerca de 1 milhão de pessoas já assistiram às apresentações, em 30 países e 850 salas de cinema. Para este ano, a temporada brasileira do projeto inclui outras quatro peças: Lucia de Lamermoor, de Donizetti (1º de março); Madame Butterfly, de Puccini (22 de março); La sonnambula, de Bellini (5 de abril); e La cenerentola, de Rossini (24 de maio).

Os brasileiros, mesmo os que gostam de ópera, conhecem pouco a obra de Gluck, compositor pouco encenado no país. Não sabem o que estão perdendo. Gluck era especialista no gênero, um dos primeiros criadores a perceber o que mais tarde seria defendido por gigantes como Verdi ou Wagner: na ópera, o que interessa é o espetáculo. Sua criação deve ter incomodado muitos ouvidos da época, acostumados às harmonias equilibradas da música clássica. Gluck nunca foge do efeito dramático, do vínculo psicológico entre música e drama, da tempestade emocional representada por instrumentos e vozes.

ORFEU E EURÍDICE

Ópera de Christoph Gluck, em montagem do Metropolitan Opera House. Belas Artes, hoje, às 17h. Ponteio: Domingo, às 17h, e terça-feira, às 19h30. R$ 25 (inteira) e R$ 12,50 (meia).

FONTE (foto incluída): UAI - Belo Horizonte,MG,Brazil

Verger traduce un libro de poemas en chino


Vaivén
Verger traduce un libro de poemas en chino

El escritor Eduard J. Verger acaba de traducir del chino un libro de poemas de Li Bai. Se titula Ebri de lluna. El poemario lo ha editado Edicions 96, con selección y notas del propio poeta valenciano. Incluye los poemas en chino.

El festival VEO propone en Injertos y trasplantes un ejercicio de exploración urbana para ver qué cosas crecen entre los rodapiés y las paredes exteriores de los antiguos edificios de la Plaza del Patriarca de Valencia, así como en las ramas y a los pies de los naranjos. Eso sí, recomienda tomarse cinco minutos para observar a "los diminutos seres" con "detenimiento".

Ayer, pese al frío, dos representantes de la asociación AnimaNaturalis se enjaularon desnudos y con los cuerpos pintados de tigre frente a la plaza de Toros de Alicante en protesta contra la utilización de animales en los espectáculos de los circos.

FONTE: Levante - Valencia,Spain
http://www.levante-emv.com/
FOTO: Li Bai: Um dos maiores poetas da China
in www.meiapalavra.com.br

Al Team Ticino il primo derby


Notizia del 16/02/2009 - 16:39

JUDO
Al Team Ticino il primo derby

Nel turno di esordio del Campionato svizzero a squadre 2009 di Prima Lega, la formazione cantonale ha battuto quella del DYK Chiasso per 6-4. Entrambe le ticinesi hanno poi sconfitto i padroni di casa del Walenstadt.

Si è svolto a Walenstadt il primo turno di Campionato svizzero a squadre 2009 di Prima Lega che vedeva subito opposte le due squadre ticinesi in lizza. Il derby tra Judo Team Ticino e DYK Chiasso era infatti l’incontro di apertura previsto dal calendario. Dopo aver perso sia all'andata che al ritorno nello scorso campionato la selezione ticinese si è presa la rivincita imponendosi per 6-4.

Per il Team Ticino la prima vittoria viene ottenuta da Nicola Mathis (-66kg) che supera il giovane promettente Paride Maiocchi con un contrattacco in ashi waza. Segue il giovane Luca Wyler (+90kg) contro l’esperto e rientrante alle competizioni Giorgio Montorfano che però non riesce a contenere il giovane peso massimo Wyler, che si impone dopo un passaggio in ne-waza per strangolamento.
Subito dopo Yannick Bonne (-81kg) – studente francese residente a Lugano, da questa stagione schierato nella formazione cantonale – sorprende letteralmente Carlo Chiavenna e si impone con uno splendido ippon.
I due ultimi incontri vengono invece conquistati dalla formazione di Chiasso, con Manrico Frigerio che si impone su Silvio Guggiari e il giovane campione svizzero Elia Guzzi, che dimostra il suo ottimo stato di forma ed il suo valore superando l'esperto Andrea Coda. Quest’ultimo è schierato in una categoria superiore alla sua per l'assenza del titolare Paolo Ceruso, che ha comunque seguito e incitato i compagni da bordo tatami. Tutti e cinque gli incontri si sono risolti per ippon a dimostrazione del buon livello della competizione.
Entrambe le formazioni hanno poi avuto la meglio sui padroni di casa (JC Walenstadt, formazione neo-promossa) per 6-4. Per il DYK Chiasso si sono imposti Guzzi, in un incontro molto combattuto e ricco di colpi di scena, Chiavenna e Montorfano. Per il Ticino, nell’ultimo incontro della giornata, i due punti sono stati ottenuti grazie a Wyler, a cui hanno fatto seguito Bonne e Guggiari con due vittorie per ippon. A completare la formazione rossoblu Tommaso Martella-Mattioli al suo esordio in squadra e Marco Mascaro. Pure a disposizione Fabio Villa.
Ottimo inizio quindi per il Judo Team Ticino che comincia nel migliore del modi il campionato 2009, dove ha come obiettivi un risultato di media classifica e l'inserimento dei numerosi giovani di cui dispone grazie all’assistenza degli esperti Mathis, Coda, Ceruso e Gianinazzi.

FONTE (foto incluída): TicinOnline.ch - Switzerland

Un año para Charles Darwin


El 24 de noviembre de 1859 apareció su libro Sobre el origen de las especies...
Un año para Charles Darwin
JUAN NEPOTE
(I parte)

El 24 de noviembre de 1859, en la ciudad de Londres y bajo el sello del editor John Murray, apareció uno de los libros más relevantes en la historia del pensamiento científico, cuya influencia rebasó los límites de la biología y las ciencias naturales, preparando el terreno para que nuestra visión de la humanidad y la naturaleza cambiara drásticamente: Sobre el origen de las especies por medio de selección natural, o la conservación de las razas favorecidas en la lucha por la vida (On the origin of species by means of natural selection, or the preservation of favoured races in the struggle for life, en inglés).
La primera edición constaba de mil 500 ejemplares y se agotó el mismo día de su publicación. Tal éxito tuvo poco que ver con la buena recepción de los conceptos ahí descritos y mucho con que su autor, el naturalista inglés Charles Darwin de 50 años de edad, contaba con una muy bien ganada reputación como un escritor que en sus libros describía parajes fantásticos al mismo tiempo que explicaba sus propias teorías acerca de formaciones geológicas o volcánicas. Contemporáneo de los padres de la novela y él mismo un genuino interesado de la literatura, le permitió a Darwin escribir obras de gran poder narrativo, que seducen por su forma y convencen por su fondo, que hacen interesantes y profusas descripciones anatómicas, geográficas o geológicas, desvelando universos igual de misteriosos que atractivos, en obras tales como: Diario del viaje de un naturalista alrededor del mundo (1839), La estructura y distribución de los arrecifes de coral (1842), Geological observations of volcanic islands (1844) o Geological observations on South America (1846).
Pero la inocente primera emoción que produjo la venta masiva de Sobre el origen de las especies… rápidamente fue sustituida por estupor y zozobra –inclusive indignación– en varios sectores de la sociedad, aunque el libro continuó vendiéndose muy bien, agotando casi 4 mil ejemplares en su primer año de publicación. No era para menos, se trataba de una idea absolutamente revolucionaria.
El año de la ¿evolución?
A pesar de que Charles Darwin tenía muy avanzadas sus hipótesis desde 1838, demoró más de 20 años en publicarlas. En su correspondencia se puede leer un legítimo temor a presentar y defender unas ideas que socavarían el orden de las cosas en aquel momento, sobre todo en lo concerniente a la religión.
Pero la tardanza en publicar Sobre el origen de las especies… está más relacionada con el compromiso casi obsesivo de Darwin con la investigación científica: él quería estar completamente seguro de sus teorías, así que durante esos años se dedicó a organizar, clasificar y estudiar todas sus evidencias, llevó a cabo una considerable cantidad de experimentos, mantuvo un frecuento intercambio de opiniones con varios de los naturalistas más connotados de su época… e involuntariamente, nos permitió que ahora –en 2009– coincida la conmemoración de los 200 años de su nacimiento con los 150 años de la publicación de su obra más representativa.
Por ello se organizarán congresos y ciclos de conferencias en todo el mundo (llama particularmente la atención la convocatoria de El Vaticano a “analizar y celebrar los 150 años de El origen de las especies… para el mes de marzo): en Inglaterra han editado una colección de estampillas postales y está por aparecer una moneda de dos libras con el perfil de Charles Darwin, como una extensión del Darwin Day, que se celebra anualmente. Se busca que la casa donde él vivió, escribió y realizó buena parte de sus experimentos, en la región de Kent, sea nombrada Patrimonio de la Humanidad y hasta se pretende construir una réplica de la nave en la que el viajó, recolectando evidencias fundamentales para su trabajo. No existe un consenso sobre el nombre común que debería dársele a estas celebraciones. El más aceptado ha sido “Año Darwin”. En México la UNAM acaba de arrancar las actividades del “Año de la Evolución”.
Sin embargo, Darwin no utilizó la palabra “evolución” en Sobre el origen de las especies… publicado hace 150 años, aunque sí lo hizo en The descent of man, and selection in relation to sex en 1871. Mucho antes que él –por lo menos, desde el siglo XVIII– ya se hablaba de evolución, sobre todo debido al estudio de fósiles. La verdadera idea revolucionaria de Darwin no se limitaba a decir que “las especies evolucionan”, sino que explicaba “cómo evolucionan”. El describió el método por el cual las especies cambian en el tiempo, adaptándose a su ambiente y le llamó selección natural.
Pero para llegar a esta idea, Darwin tuvo que recorrer miles de kilómetros durante cuatro años de viaje; escribir casi 400 detalladísimas anotaciones de zoología, mil 500 páginas de geología y un diario de 800 páginas con reflexiones de todo tipo; recolectar cerca de mil 600 pequeñas especies conservadas en alcohol y más de 3 mil ejemplares deshidratados y dos tortugas vivas, una de las cuales, Harriet, supuestamente murió en 2006, a los 175 años de edad. Las cartas que envió a sus colegas ingleses donde les adelantaba parte de su obra, dieron la vuelta por toda Europa. Cuando regresó a Londres en 1836, Charles Darwin ya era toda una celebridad. Tenía 27 años y todo en su vida estaba por cambiar.
Años de marinero y explorador
No es difícil reconocer la influencia que tuvo en Darwin el viaje que realizó entre 1832 y 1839 a bordo del navío HMS Beagle. El mismo lo reconoce en la introducción de Sobre el origen de las especies…: “viajábamos a bordo del Beagle, buque de guerra inglés, en calidad de naturalistas, cuando nos impresionaron mucho ciertos hechos observados en la distribución de los seres orgánicos que habitan América del Sur, y en las relaciones geológicas existentes entre los actuales habitantes de aquel continente y sus antecesores. Estos hechos parecían arrojar luz sobre el origen de las especies (...) Estamos convencidos de que las especies no son inmutables, sino que las pertenecientes a los llamados géneros descienden en línea recta de algunas otras especies ya totalmente extinguidas, de análoga manera que las variedades reconocidas de cualquier especie son descendientes de esa especie. Aún más, no dudamos que la selección natural ha sido el más importante, sino el exclusivo medio de modificación”.
Charles Darwin había nacido el 12 de febrero de 1809 en Londres, Inglaterra, con apenas unas horas de diferencia del nacimiento –en Hodgenville, Kentucky, en Estados Unidos de América– de Abraham Lincoln, el mismo año que el inventor del sistema de lectura para invidentes, Louis Braille, que los escritores Edgar Allan Poe y Nikolai Gogol, y el poeta inglés Alfred Lord Tennyson. Formaba parte de una familia con muy buena posición económica y creció rodeado de personalidades con intereses artísticos y científicos. Al salir de la universidad, Darwin tenía 22 años y poca claridad acerca de lo que haría con su vida. Casi por casualidad se enteró de que el HMS Beagle, un pequeño bergantín de 242 toneladas con capacidad para 74 personas a bordo, estaba a punto de partir en un viaje de dos años de duración, bajo las órdenes del capitán Robert FitzRoy, quien en un principio se opuso a que Darwin se incorporara al viaje.
Después de muchos contratiempos, finalmente el 27 de diciembre de 1831 zarpó el HMS Beagle, que por casi cinco años exploró América del Sur, Nueva Zelanda, Australia y Africa. Pero fue en un pequeño grupo de islas cercanas del océano Pacífico –el archipiélago de las Galápagos– donde Charles Darwin encontraría el embrión de Sobre el origen de las especies…
Volcanes debajo del mar
Las islas Galápagos se localizan a unos mil kilómetros de la costa de Ecuador, en América del Sur y están formadas por 13 islas grandes, seis pequeñas y muchos islotes, apenas mayores a un escollo. El nacimiento de todas estas cimas fueron volcanes submarinos, llenos de cráteres apagados que fueron erosionados por el viento y el mar, a la mitad del océano Pacífico, así que nunca estuvieron unidas a América del Sur.
Así que las especies que viven en Galápagos llegaron hasta ahí por mar o por el aire, con el viento y las corrientes, o posteriormente, a bordo de barcos. Una vez ahí, quedaron aislados, por lo que evolucionaron de manera particular, de acuerdo con el ambiente específico de la isla a la cual arribaron. En las cinco semanas que permaneció en Galápagos, Darwin pudo observar una extraordinaria variedad de plantas y animales en cada una de las islas, como si se trata de un “mundo aparte”, con especies adaptadas al tipo de terreno, el clima, la altitud y las corrientes oceánicas. Por ejemplo, existen en las Galápagos alrededor de 14 diferentes especies de un ave llamada “pinzón”, cada una de las cuales tiene un pico diferente dependiendo de su forma de alimentación: pequeño para comer insectos; grande y fuerte para romper granos duros; largo y delgado para extraer insectos y larvas escondidos en los huecos de los árboles. ¿Cómo funcionaba el mecanismo que hacía esto posible?
Durante los años que duró el viaje, Charles Darwin envió a sus colegas algunas partes de su diario de observación y las muestras que recogió en sus exploraciones. Al volver a Inglaterra, se casó con su prima Emma Wedgewood y crió 10 hijos, mientras se dedicó a revisar el material que había traído de sus viajes, constante, afanosamente, con paciencia casi artesanal.
No era para menos: el mundo no fue ya nunca el mismo después de su existencia.

FONTE (foto incluída): La Jornada Michoacan - morelia,michoacan,Mexico
Foto: TOMADA DE LA PAGINA WWW.WIKIPEDIA.ORG

Judô: Mesmo com apenas uma vitória, Camila Minakawa volta satisfeita da Europa


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Judô: Mesmo com apenas uma vitória, Camila Minakawa volta satisfeita da Europa

16/02/2009 - 13:40:49 - por FS - AI Photo&Grafia Comunicação
Apesar de não obter grandes resultados no Grand Slam de Paris e na Copa do Mundo da Áustria, realizada no último sábado, em Viena, a jovem judoca Camila Minakawa, de 18 anos, que defende o clube A Hebraica, de São Paulo, faz um balanço positivo da sua primeira experiência internacional pela categoria sênior.

"Acredito que esses torneios foram muito importantes para o meu crescimento, pois aprendi muito e ganhei mais experiência internacional. Além disso, disputar essas competições foi muito bom, porque eles contam como ranqueamento para a Olimpíada de Londres, em 2012", explicou Camila.

No Torneio de Paris, Minakawa foi derrotada logo na primeira luta pela japonesa Yoshie Ueno, primeira do ranking mundial. Já na Copa do Mundo da Áustria, ela foi a única da Seleção Brasileira a conquistar uma vitória. Sarah Menezes (-48kg), Daniela Polzin (-48kg) e Ketleyn Quadros (-52kg) foram derrotadas na primeira luta, enquanto Camila Minakawa venceu, na estréia, a holandesa Esther Stam por ippon, mas depois foi superada pela austríaca Hilde Drexler por yuko e acabou sem posição no torneio.

"Apesar de eu não ter conseguido medalhas, acho que eu lutei melhor na Copa do Mundo da Áustria, me senti mais confiante. Não posso dizer que fiquei satisfeita com os resultados, mas estou feliz por saber que dei o meu melhor. Agora é seguir treinando forte, consertar os erros e aprimorar os acertos, pois o meu objetivo é evoluir e ir além", finalizou a judoca.

FONTE: Final Sports - Porto Alegre,Brazil
FOTO: Camila Minakawa
IN: www.esportesite.com.br

Ganó Cuba Copa del Mundo de judo (m) en Budapest


Ganó Cuba Copa del Mundo de judo (m) en Budapest

Guantánamo, 16 feb (Redacción Central).- La selección masculina cubana de judo conquistó el primer lugar en la Copa del Mundo de Budapest, Hungría, con una medalla de cada color ante 342 representantes de 45 países.
Luego de la presea de plata conseguida en la primera fecha del certamen por Yamasni Piker, en los 60 kilogramos, el judoca cienfueguero se coronó en los 100, y Oscar Braison (+100) mereció el metal bronceado.
El profesor Justo Noda detalló desde la sede a la AIN que Despaigne tuvo muy buena competencia, con seis victorias al hilo, en la que sobresalió la alcanzada en la final ante el brasileño Luciano Correa, por Yuko, con técnica de Te Gruma.
Anteriormente venció por Yuko (Harai Gochi) al croata Damir, por Ippon (Kosovo) al georgiano Levan, al ruso Dimitri (Wazari-penalizaciones), al francés Batalle (Yuko-penalizaciones) y al holandés Danny (Yuko-Ura Naque), en ese orden.
Por su parte, Braison finalizó con cuatro triunfos -Ippon- y un revés -Ippon-, con éxito en la discusión del bronce frente al eslovaco Cedar, quien no pudo evitar el Ippon (Morete Gari), mientras que Piker ganó cuatro por Ippon, pero cayó en la final ante el sudcoreano Choui por penalización.
También aportaron puntos para el primer lugar de Cuba, Ronald Girones y Oscar Cárdenas, quienes concluyeron en el séptimo puesto, en los 66 y 81 kilos, en ese orden.
De esa forma, los cubanos lideraron el medallero, con una de oro, una de plata y otra de bronce, seguida por Eslovaquia (1-1-0) y Georgia (1-1-0).
El próximo y último compromiso de la gira por Europa de los discípulos de Noda, será el venidero fin de semana en el Grand Prix de Hamburgo, pues el primero fue el Grand Slam de París, Francia, donde Yordanis Arencibia logró el subtitulo en su nueva división, los 73 kilos.

Fuente: AIN

FONTE: Radio Guantánamo - Guantánamo,Guantánamo,Cuba
FOTO: Oscar Braison (+100 kg)
IN www.cubaheadlines.com

Cuanto el canto poético trasciende fronteras


Galardón para la poeta uruguaya Eloísa Souza de Yori
Cuanto el canto poético trasciende fronteras
La poesía es una cualidad puramente de la imaginación; reside en su alma , vive con la vida incorpórea de la idea, y para revelarla necesita darle una forma.
Por eso la escribe. En la mujer, sin embargo, la poesía está como encarnada en su ser; su aspiración, sus presentimientos, sus pasiones y Destino son poesía: vive, respira, se mueve en una indefinible atmósfera de idealismo que se desprende de ella, como un fluido luminoso y magnético; es, en una palabra, el verbo poético hecho carne , decía Gustavo Adolfo Bécquer.

Para el mexicano Octavio Paz, un estudioso de esta forma literaria, en la primera página de El arco y la lira, recoge muchas de las definiciones que se han intentado: todas válidas, ninguna suficiente.

Recordemos las últimas líneas de esa página ya famosa: Voz del pueblo, lengua de los elegidos, palabra del solitario. Pura e impura, sagrada y maldita, popular y minoritaria, colectiva y personal, desnuda y vestida, hablada, pintada, escrita, ostenta todos los rostros pero hay quien afirma que no posee ninguno .

La poesía es la energía secreta que cuece los garbanzos en la cocina . Me gusta porque encierra entre líneas una declaración de principios, una poética, y porque trasciende el ámbito de lo meramente literario . La definición de Gabriel García Márquez nos recuerda que la poesía es una manera de respirar el lenguaje, sí, pero también una manera de sentir, una actitud ante la vida, como la filosofía.

Que puede haber poesía en casas donde no hay libros y en calles donde no hay poetas. Que puede haber poesía en una rayuela, en un jingle publicitario, en la conversación de dos hombres torvos o en los garabatos que traza esa luciérnaga.

Un siglo antes Baudelaire y su pandilla nos habían enseñado que, si éramos dignos de ella, podíamos encontrar poesía en cualquier cosa, incluso en una carroña; que el poeta no tenía por qué limitarse a los cánones clásicos de belleza y eufonía.

Por ello cuando aparecen juglares del canto poético en nuestro medio, por más que estén escondidos en los dobladillos de una sociedad que parece no despertar de un materialismo destructivo, es deber resaltarlos. Y ellos porque se vive la paradoja de que son reconocidos en otras ciudades, en otros países, donde el canto lírico logra otra sonoridad y trascendencia mayor y se estampa en ediciones de más de 100 ejemplares, en la difusión solo en grupos reducidos, sin golpear al gran público, características que abruman, frustran y enmudecen a muchos poetas uruguayos que retienen en los cajones de sus escritorios los originales de su creación.

Eloísa Souza de Yori, una uruguaya con una vasta trayectoria en la poesía que, con total entrega y sensibilidad sabe como exponer sus dudas, su visión a través de esta forma literaria tan compleja, ha logrado un reconocimiento internacional de alta significación. Le fue otorgada la Pluma de Oro de la Asociación Internacional de Poetas y Escritores Hispanos y en algunas semanas viajará a Orlando, Florida, a recibir el preciado galardón.

Esta poeta, que propone frases y combina palabras en la tranquilidad de su estudio, tiene otras actividades más terrenales: Es Licenciada en enfermería, especializada en Psiquiatría, Anestesia, Materno infantil, Puericultura, CTI y Unidad coronaria. Sus inquietudes son también vinculadas al desarrollo de otras actividades. Es miembro de la comisión directiva de AUDE (Asociación Uruguaya de Escritores), socia activa del grupo literario ERATO, socia de honor de BPWAL&C (Asociación Internacional de Mujeres de Negocios y Profesionales) Juana de Ibarbourou y miembro fundador de la Peña literaria Resurgimiento , de la Casa de residentes de Rivera.

Que este galardón a Eloísa Souza no quede en los honores de un acto académico protocolar, es nuestro deseo. Esperemos que la difusión del mismo sirva, de alguna manera, para que los uruguayos volvamos a valorar la necesidad de la creación poética, ese canto fundamental que hace a una de las necesidades esenciales de la sociedad, que es la expresión para comunicar los sentimientos más profundos, mejorando al conjunto dentro de la creación inteligente.

Viva la poesía
EL OCASO DE JUANA
Oh mujer . . .
lánguida, vencida, despeinada
en lecho revuelto,
tu triste figura dormitaba.
Oh Dios mío . . .
este olor a humedad
todo lo invade.
Quien escribiera, Señor,
tanta belleza . . . cuanta orfandad
nadie lo sabe.
Sólo diez canes que ladrana la luna . . .
la acompañan.
Me duele esta tristeza,
al verla así . . . desposeída,
tan solitaria . . . en esta casa gris.
Ahí está . . . ahí está . . .
esa mujer querida,
América le dio palmas y rosas
y hoy es sólo un despojo
de la vida.
Y pienso con dolor . . .
todo fenece . . . todo se olvida.
Quizá alguien le diga,
que sorprendí su intimidad
en esa habitación semioscura,
con humedad . . . con perro
sy sin luna.
Ya no hay horizonte,
no hay mañana . . .
para esa triste mujer;
para ti Juana.
FONTE: Bitácora - Uruguay
http://www.bitacora.com.uy/
FOTO: Bitácora de un bibliotecario

Canadian Amy Cotton wins bronze at World Cup judo competition


Sunday, February 15th, 2009
Canadian Amy Cotton wins bronze at World Cup judo competition
VIENNA, Austria - Amy Cotton of Judique, N.S., beat Xin Li of China to win the bronze medal Sunday at a World Cup judo competition.
Cotton, 29, posted victories in three of her four bouts in women's 78 kilos. In the third-place match, she defeated Xin by ippon. It is Canada's first World Cup medal since the rule regarding the repechages was installed. The new rule stipulates that there are no repechages until the quarter-final.
"I'm pleased because it is very difficult to win medals since the new rule was implemented on January 1," said Cotton, now based at the Shidokan Club in Montreal.
"In addition, the field here was very strong with some of the top judokas from South Korea, China and Japan."
Xiuli Yang of China won gold followed by Sayaka Anai of Japan.
Cotton faced four southpaws. She opened with a victory over Joseffine Vostry pinning the German. She then lost by ippon to Kaleima Antomarchi of Cuba before coming back to win by Yuko over Kumiko Horie of Japan and advance to the third-place bout.
"I'm pleased with the medal. The field was strong. It wasn't easy." said Cotton, who competes next week at the Hamburg Grand Prix in Germany.

FONTE: Brandon Sun - Brandon,Manitoba,Canada

JUDO: DANIELE SCIABOLA X2 FITNESS CLUB SPOLETO PODIO AGLI ITALIANI E CONQUISTA CINTURA NERA (Guarda le foto)


Sport JUDO: DANIELE SCIABOLA X2 FITNESS CLUB SPOLETO PODIO AGLI ITALIANI E CONQUISTA CINTURA NERA (Guarda le foto)
In evidenza Michael Balzana KDK Spello 5° classificato.
Umbria - 16/02/2009 13:00

Week end di judo al Palafijlkam di Ostia dove si sono svolte le finali del Campionato Italiano Cadetti 2009. Daniele Sciabola portacolori del club spoletino X2 Fitness Club con una condotta di gara eccellente, fermato ai quarti di finale non si perde d’animo e con sei incontri vinti prima del limite corona il sogno di ogni atleta, podio 3° classificato ad un campionato italiano e conquista dell’ambita cintura nera a soli 16 anni ancora non compiuti.
Grande soddisfazione tra i dirigenti del club spoletino che vedono ripetere dopo 22 anni un impresa importante, la conquista della cintura nera di un proprio atleta a sedici anni, come fece l’attuale tecnico del club Leonardo Perini, il quale proprio in questi giorni è stato promosso su proposta della presidenza del comitato regionale, dalla federazione centrale al grado di cintura nera 3 Dan.
Tra gli altri atleti Umbri presenti alla finale in evidenza lo spellano Michael Balzana che sfiora il podio classificandosi al 5° posto dopo aver vinto tre incontri prima del limite.
Qualche dubbia decisione arbitrale ha penalizzato qualche atleta umbro impedendo il proseguo della gara,
per gli altri la finale di Ostia la possiamo annoverare come una preziosa esperienza agonistica da mettere nel bagaglio tecnico per poter ben figurare alle prossime competizioni nazionali e internazionali.
Di seguito le classifiche maschili:
46 kg Medici Juri Kdk Spello 11° classificato, 55 kg Mondi Marco Kdk Spello 33° classificato, 60 Kg Mari Alessandro X2 Fitness club Spoleto 17° classificato, 73 Kg Canulla Claudio X2 Fitness club Spoleto 18° classificato, 81 kg Garzi Francesco Centro Judo Ginnastica Tifernate 19° classificato, 90 kg Mancini Lorenzo Centro Judo Ginnastica Tifernate 18° classificato, + 90 Kg Becchetti Nicola Kdk Judo Fratta 7° classificato.
Per le donne:
44 kg Binucci Giorgia Cus Perugia 11° classificata, 48 kg Vitali Elena Kdk Spello 11° classificata, 57 Kg Rossi Elena Cus Perugia 9° classificata, 63 kg Rocchi Rebecca Judolimpic Perugia 11° classificata.
Le.Pe.
Foto: Stefano Balzana

FONTE: tuttoggi.info - Spoleto,Umbria,Italy

sábado, fevereiro 14, 2009

Julia Leigh rompe un silencio de nueve años con la novela 'Inquietud'


ENTREVISTA
Julia Leigh rompe un silencio de nueve años con la novela 'Inquietud'

Actualizado viernes 13/02/2009 12:17 (CET)

ÁLVARO COLOMER
Hace nueve años, Julia Leigh (Sydney, 1970) se convirtió en una de las promesas más jóvenes de la literatura mundial. Su novela 'El cazador' (Ed. Tropismos) mereció que el periódico británico 'The Observer' la considerara una de los '21 escritores para el siglo XXI'. Además, Toni Morrison la apadrinó durante todo un año al amparo de 'The Rolex Mentor and Protégé Arts Initiative'. Pero luego llegó el silencio. Un silencio de nueve años que al fin rompe con 'Inquietud' (Ed. Mondadori), una novela breve en la que la australiana parece haberle robado la voz al mismísimo J.M. Coetzee para narrar una historia dura, tremendamente dura, sobre una mujer que, tras 12 años conviviendo con un déspota, regresa al castillo francés donde pasó su infancia. Al mismo lugar llegará también su cuñada, quien trae bajo el brazo el cadáver del bebé que acaba de dar a luz. Así pues, una novela dura, intensa y algo gótica.
Tu novela es dura, francamente dura. ¿Por qué has optado por contar una historia tan triste con un tono poético?
En esta historia, donde los personajes no pueden luchar contra sus circunstancias y donde además esos mismos personajes guardan secretos, resultaba muy útil ocultar cosas a través del lenguaje. Si mis personajes fueran charlatanes o si la familia se hubiera reunido para una celebración, hubiera elegido una voz más autoritaria. Además, la historia transcurre entre jardines artificiales, de modo que el lenguaje empleado también pretende mostrar el artificio y la austeridad de estos lugares. Por así decirlo, mostrar el formalismo silencioso de esos jardines.
La novela también explica la importancia de la maternidad en el universo femenino. ¿Por qué te interesaba tanto enseñar este aspecto?
Normalmente esperamos que todo padre o madre adquiera un compromiso con la vida, un compromiso que le obligue a mantenerse vivo. Sin embargo, mi protagonista deambula por la obra como anticipando su propia muerte. Es el embrujo de la muerte. En cierto modo, ella se está preparando para dejar a sus hijos porque los ha repudiado. Pero la novela muestra otra faceta de la maternidad al explicar la relación de la protagonista con su propia madre, un vínculo en verdad duradero. Así pues, muestro a la protagonista desde las dos vertientes: como madre y como hija.
Tanto en tu primera novela, 'El cazador', como en ésta muestras personajes que viven un auténtico caos emocional provocado por los problemas con sus familias. Parece que estás tratando de encontrar la esencia de la nueva familia del siglo XXI.

Durante todo el proceso de escritura estuve guiada por un epígrafe que me hacía de talismán: 'Con mi mano quemada escribo sobre la naturaleza del fuego'. Proviene de 'Malina', de Ingeborg Bachmann, pero es una paráfrasis de Flaubert. Así pues, yo misma provengo de un lugar en el que reina un 'sentimiento intenso'.
¿Estás de acuerdo con la gente que dice que has escrito una novela gótica?

Desde un principio imaginé esta historia como un cuento contemporáneo. No tengo un interés particular en la tradición de la literatura gótica, pero puedo entender por qué la gente encasilla 'Inquietud' en ese género. Es cierto que en el castillo francés donde todo ocurre hay un ambiente como de otro mundo. Es como si hubiera un extraño sentido del tiempo o de la falta de tiempo. Además, tanto la protagonista como sus hijos van desacompasados en sus horas de sueño y de vigilia por culpa del jet-lag. Por otra parte, la protagonista se balancea en un espacio limitado entre la vida y la muerte, que está fuera del concepto habitual de tiempo. Por último, en la novela hay otro hecho que altera el concepto de tiempo: la necesidad de enterrar el cadáver del bebé con cierta urgencia. Pero, como no saben dónde enterrarlo, la sensación de urgencia se hace aún más angustiosa.
Toni Morrison fue tu mentora durante un año. ¿Podrías explicarnos en qué consistió esta especie de apadrinamiento?

Que Toni Morrison fuera mi mentora siempre me pareció una cosa harto improbable. Acudí a su lado sin ninguna expectativa, pensando que en realidad nunca estableceríamos ninguna relación. Tanto Toni como yo teníamos muy claro que un escritor debe trabajar en soledad. Sin embargo, fue ella quien me alentó a continuar con mi vida como escritora. Además, aprendí mucho observando su modo de actuar como escritora-en-el-mundo. Pero Toni no tuvo influencia en 'Inquietud', porque el proyecto que traté de tirar adelante a su lado era otro. Esta novela nació en la sombra, como a espaldas del apadrinamiento, como si la hubiera escrito con la mano izquierda mientras la derecha hacía otra cosa.
FONTE (foto incluída): elmundo.es - Madrid,Madrid,Spain

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

Festival de Quadrinhos confirma Brian Wood e mais dois estrangeiros


Quadrinhos
Festival de Quadrinhos confirma Brian Wood e mais dois estrangeiros
O canadense Guy Delisle e o alemão Jens Harder também virão para o FIQ
12/02/2009



A organização do Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ!) confirmou ao Omelete que o escritor Brian Wood participará do evento na sua sexta edição. Wood é autor de DMZ e Local, HQs sendo publicadas no Brasil atualmente.
O FIQ! já tem dois outros nomes confirmados: o canadense Guy Delisle e o alemão Jens Harder.
Delisle também é conhecido dos brasileiros. Ele é o autor de Pyongyang, graphic novel autobiográfica que conta sua visita à capital da Coréia do Norte. Outro de seus trabalhos, Crônicas Birmanesas, está prometido para breve pela editora Zarabatana. Atualmente o autor está em Jerusalém, acompanhando o conflito na região, como relata em seu blog.
Já Harder não tem (por enquanto) nenhum trabalho publicado no Brasil. Ele começou a publicar na década de 90 como parte do grupo Monogatari, que buscava desenvolver jornalismo em quadrinhos. Seu trabalho mais conhecido é Leviathan, graphic novel vencedora do prêmio Max & Moritz de 2004. É possível conferir mais de seu trabalho no site pessoal.
Harder traz junto a exposição "A história em quadrinhos alemã", resultado de uma colaboração entre o FIQ! e o Instituto Goethe do Rio de Janeiro. A sexta edição do festival acontece de 6 a 11 de outubro em Belo Horizonte. Comece a fazer as malas.

FONTE (imagem incluída): Omelete - Brazil

Presidenta de Chile destaca potencial integrador de Feria cubana


Presidenta de Chile destaca potencial integrador de Feria cubana

Guantánamo, 12 feb, (Redacción Central).

- La presidenta de Chile, Michelle Bachelet, consideró hoy la Feria Internacional del Libro un espacio propicio para construir un futuro común más rico entre su país y Cuba.
En breve discurso durante la ceremonia inaugural, la mandataria destacó el impacto cultural de dicho acontecimiento comercial, dedicado este año a dicha nación austral.
Bachelet invitó a los cubanos a conocer y sentir un Chile cuyos escritores, músicos y artistas abren los brazos a una Latinoamérica "que canta con matices de los Andes al Caribe".
En presencia de su homólogo y anfitrión, Raúl Castro, la presidenta agradeció el gesto cubano de dedicarle esta XVIII Feria a la cultura chilena.
De acuerdo con la visitante, a esta cita llega un Chile que busca caminos y respuestas, e intenta revertir la sangría intelectual ocasionada por 17 años de brutal dictadura militar.
En tal sentido, destacó el compromiso de Chile para que florezca la cultura de la vida donde campeó la cultura de la muerte.
La mandataria evocó a la poetiza chilena Gabriela Mistral, quien aseguraba que Cuba le fue anticipada en su prócer José Martí, por su literatura capaz de expresar las verdades de su pueblo.
Recordó además a íconos de la cultura chilena, como los poetas Pablo Neruda y la mencionada Mistral, los trovadores Violeta Parra y Víctor Jara, y el pintor Roberto Mata.
Bachelet realiza la primera visita de un jefe de Estado chileno a Cuba desde 1972, y en su agenda incluyó varias actividades de corte cultural, en esta Feria y en la Casa de las Américas.
Chile vino a esta edición con más de 100 artistas, intelectuales, escritores y editores, entre ellos la Orquesta de Cámara Juvenil y el grupo de rock Los Tr3s, que actuó en la ceremonia inaugural.
Fuente: Prensa Latina

Radio Guantánamo - Guantánamo,Guantánamo,Cuba
http://www.radioguantanamo.cu/
FOTO: Gabriela Mistral Poems
IN www.poetseers.org

El sexagenario Sabina


El sexagenario Sabina
El cantautor cumplió ayer 60 años con un nuevo disco en el horizonte y un bagaje de mil polémicas y un buen puñado de canciones para la historia de la música

G. Cappa / Granada Actualizado 13.02.2009 - 05:00


"Pero sin prisa, que a las misas de réquiem, nunca fui aficionado, que el traje de madera que estrenaré, no está siquiera plantado". Con estos versos celebró Joaquín Sabina sus 50 años; ahora, que se hace sexagenario, es posible que el cura que tenga que darle la extremaunción no sea todavía monaguillo. Pero, pese a sus 60 años, no parece dar el tipo de abuelito que lleva a los nietos a pasear al parque los domingos por la mañana. Es normal en alguien que ha reconocido que no permitiría que sus hijas tuvieran un novio como él.

Aunque no publica canciones nuevas desde 2005, no para de escribir. "Cuando estoy trabajando puedo hasta olvidarme de que un ser querido se está muriendo", dijo en una ocasión. Su nuevo álbum saldrá en los próximos meses y, como tiene la costumbre de resucitar, es posible que vuelva a asombrar con algunas de las muescas que guarda en su revólver sin necesidad de ese tufillo de autocomplacencia que impregna su Alivio de luto o Diario de un peatón.

En estos años ha pasado del look de cantautor a lo Amancio Prada -con una barba que le confería un aspecto de profeta o de San Pedro- a los pantalones de cuero o de piel de tigre que lució en la gira de Nos sobran los motivos. "Hay que ser un poco mariquita", se justificaba por aquel entonces. Y de sus chalecos y sus pañuelos ha llegado al bombín y al chaqué de la gira con Serrat en Dos pájaros de un tiro.

A sus 50+10 ha abandonado definitivamente los bares y se rodea de sus amigos poetas como Luis García Montero o Benjamín Prado. Muy literario pero poco propicios para aumentar su cuenta de anécdotas de la más pura golfería.

Como cuando entró en un after hour madrileño lleno de "putas en toda regla y putas amateurs, chorizos, camellos y lumpen en general". Allí ligó con una 'señorita de las que fuman' bastante ajada, de unos cincuenta años. A la expedición a un hotel por horas se unió un amigo de ella, el enano del bombero torero. Pidieron champán. "Recuerdo que la puta me atacaba y no me defendía", reconoce el cantante en En carne viva. "Hubo un momento en el que me di cuenta de que habíamos alcanzado tal grado de descontrol y de desastre que me dije: 'Como te descuides, Joaquín, el enano te echa un polvo'. Con la excusa de ir a mear me largué de allí a la francesa". La anécdota, conocida en la jerga como una 'sabinada', es el reverso jocoso de su afición a 'las magdalenas' aunque ahora confiesa que ya no putea.

En cuanto a las mujeres, algunos fans ya empiezan a soñar con una maldad: que Sabina abandone a su actual novia, la peruana Jimena Coronado. Pero eso sí, sólo por cuestiones artísticas, no por su cuerpo famélico ni por esas uñas de los pies que tanto escándalo causaron en un reportaje para El País.

Lo cierto es que los mejores discos de Sabina, los más determinantes de su carrera, coinciden con rupturas sentimentales y nuevas cinturas por donde sale el sol más temprano, a la espera. Es el caso de Hotel, dulce hotel, de 1987, el año en que rompió con Lucía para iniciar una relación con Isabel Oliart, justo a la que dejó en 1992 para iniciar un romance con la maniquí Cristina Zubillaga, el mismo año en el que resurgió una vez más con Física y Química y el corte Y nos dieron las diez. Pero nada es eterno, y cuando las mentiras piadosas ya no eran un bálsamo abandonó en 1998 a la modelo para colgarse del brazo de la fotógrafa peruana Jimena Coronado. Casualmente, es el año de 19 días y 500 noches. "Lo nuestro duró...". Pero Sabina no sólo ha cambiado de compañías etílicas y se ha hecho ¡monógamo! Hasta ha cambiado su habitual barroquismo a la hora de decorar. Su piso de Lavapiés era, hasta ahora, una especie de ermita para los ateos, con las paredes repletas de vírgenes -de las que se compran en anticuarios-, con millares de libros, fotos... Y hasta un auténtico confesionario por el que pasaron más de una feligresa. Ahora se ha comprado el piso de arriba y lo ha decorado con grandes ventanales, de manera diáfana, sin la habitual sobrecarga decorativa de la que ya presumía Joaquín desde su famosa casa de Tabernillas, donde no tenía un duro pero recargaba las habitaciones con impensables dibujos y cachivaches.

Desde luego, el psicoanalista argentino de Todos menos tú tendría trabajo con el de Úbeda, donde tuvo lugar uno de los hechos que el citado médico pondría como una de las causas de su apostura, de su fijación por la huida. Parece que su madre pilló a su querido abuelo -quien lo inició en la lectura de Lorca y Machado- "mariconeando" con otro abuelo del lugar, El Pesetilla. Y su progenitora no perdía ocasión para repetir que "a los maricones habría que atarlos con una rueda de molino y tirarlos al río". Esto, unido al ambiente de un pueblo jienense de la década de los cincuenta puede explicar su continua búsqueda del paraíso terrenal, a sabiendas de que El Pocero hace años que construyó allí una urbanización.

Igual de extraña es su penúltima sabinada, cuando enarcó la ceja -luciendo anillazo en el dedo- junto a los 'comunistas de La Moraleja' Víctor Manuel y Ana Belén. Un "sans-culotte con joyas". El motivo era apoyar a Zapatero en las últimas elecciones. Y aunque siempre había prestado sus favores a IU y se había declaradomás de una vez "un anarquista que respeta los semáforos", lo cierto es que se lanzó de lleno a apoyar a Zetapé, algo que no acabó de cuadrar a sus seguidores. Pero es su lema: "Hice trampas al póker, defraudé a mis amigos...", como canta en Tan joven y tan viejo. Pero él se ríe con su nueva dentadura -que sustituyó a la de su propiedad-. Con todo, sigue paseando con orgullo su fe republicana. Uno de sus gatos se llama Elvis y la historia delata el carácter socarrón de Sabina. Un día, García Márquez preparaba su mejor traje. "Voy a ver al Rey", le dijo a su nieto. Y este contestó: "¿A Elvis?".

FONTE (foto incluída): Granada Hoy - Granada,Granada,Spain

Oldani alla Ubik: «La poesia ha perso il contatto con la realtà»


Oldani alla Ubik: «La poesia ha perso il contatto con la realtà»
Lo scrittore milanese

Appuntamento da non perdere con la poesia di qualità oggi alle 18, con lo scrittore milanese Guido Oldani, classe 1947. Alla libreria Ubik di piazza San Fedele a Como presenta il suo nuovo libro Il cielo di lardo (pp. 109, 15 euro) edito da Mursia (nella nuova collana “Argani” diretta da lui stesso), dialogando con il giornalista del “Corriere di Como” Lorenzo Morandotti (ingresso libero). Con questa nuova raccolta Oldani, che ha pubblicato sulle principali riviste letterarie d’Italia - da “Alfabeta” a “Paragone”, da “Poesia” a “Il Belpaese” - si conferma tra i poeti più autorevoli d’Italia, e dotato di rara ironia. Le parole di Oldani, come ha scritto Daniela Marcheschi, creano «cadenze musicali» che esaltano la presenza e allo stesso tempo la distanza dell’ironia e del gioco, nella vasta gamma dei generi, delle forme e degli aspetti fino all’amarezza o al sarcasmo dell’indignazione».

«La poesia di oggi ha perso il contatto con il reale - dice Oldani - ed è un concetto che purtroppo vado ripetendo, inascoltato, da molti anni. E questo è molto grave perché il mondo è diventato schiavo degli oggetti, che si sono moltiplicati a dismisura, fino a soffocarci in una sorta di sepolcro babelico, quando avrebbero dovuto invece servirci». «Insomma - prosegue - per me la realtà è un boomerang che ci schiaccia. Uso una metafora che sarà cara ai comaschi: siamo come bachi da seta, produciamo da soli il bozzolo in cui ci stiamo avvolgendo e ci soffocherà. La mia poesia non è che la descrizione dei modi in cui il baco si strangola».

Un’attitudine “apocalittica” che in Oldani si nutre però soprattutto di letture dell’Antico Testamento, sperimentato fin dalla prima giovinezza grazie all’aiuto della madre. «Oggi la poesia non riesce più a far capire queste urgenze - dice Oldani - e si limita a un bello scrivere, a far letteratura e stile dal fiato corto, in modo un po’ troppo salottiero e autoreferenziale. È come se in piena era copernicana una frotta di elegantoni tolemaici continuasse a credere alle vecchie teorie. Ed è questa mancanza di confronto con il mondo reale, e con i grandi problemi dell’epoca in cui viviamo, che genera, a mio avviso, la clandestinità in cui si muove, e non da oggi, la poesia. Con rarissime eccezioni, ad esempio il mio amico milanese Franco Loi».

«Invece - conclude lo scrittore - io intendo la poesia come “diagnosi” del presente. Mi sento una sorta di paramedico che cerca di curare le piaghe da decubito del mondo che vedo attorno a me, e di cui condividere le sofferenze. In tal senso per me il poeta è una sorta di termometro del mondo».

Un mondo multiforme, “arcimboldesco” per usare un aggettivo caro all’autore che lo canta in versi endecasillabi perfetti in cui mancano parole con la maiuscola, a stabilire anche nel segno che siamo, biblicamente, tutti accomunati dal medesimo destino. Un canto, quello di Guido Oldani, striato di realtà “basse” come il cibo e dotato tra l’altro di una buona dose di ironia, come testimoniano questi versi: «Per non vivere fuori dalla vita, / dicono che una spanna occorre avere, / di pelo, sullo stomaco a infoltire».

Le poesie di Oldani sono state tradotte in spagnolo, tedesco, inglese e svedese. In luglio l’autore rappresenterà l’Italia al “Festival Internacional de Poesía de Medellín”, in Colombia. Oggi alla Ubik di Como saranno anche esposti i dipinti di Michele Cannaò dalla serie “Teste di poeta” (carboni e tempera acrilica su tela). Tra gli autori ritratti dal pittore che dal 2007 dirige con Oldani gli eventi culturali della Permanente di Milano, lo stesso autore del Cielo di lardo e altre due voci della collana “Argani”, il citato Loi ed Ernesto Cardenal, 83enne poeta nicaraguense già ministro della Cultura nel suo Paese.

FONTE (imagem incluída): Il Corriere di Como - Italy

Argentina y Bolivia ganan el Casa de las Américas


12 de Febrero de 2009 18:18
Argentina y Bolivia ganan el Casa de las Américas
El boliviano Claudio Ferrufino-Coqueugniot y los argentinos Eduardo Rosenzvaig y Yoli Fidanza ganaron el premio Casa de las Américas 2009 en las categorías de novela, literatura testimonial y literatura para jóvenes.

En el cincuenta aniversario de la prestigiosa institución, Ferrufino-Coqueugniot presentó la novela El exilio voluntario destacada por su prosa "formalmente vertiginosa, narrada con enorme vitalidad y dominio del oficio".Según el jurado se trata de una novela "centrada en una importante problemática latinoamericana, la de los desplazamientos que por distintas razones se producen desde nuestros países hacia los centros de poder hegemónico y las consecuencias que ello tiene".Con Mañana es lejos (memorias verdes de los años rabiosos), Rosenzvaig mostró su "inmensa capacidad para sintetizar la tragedia de la generación rebelde argentina a lo largo de veinte años".
El escritor Paco Ignacio Taibo II, uno de los intregantes del jurado.
Además el jurado recalcó la calidad literaria del lenguaje, así como el de las imágenes y metáforas, y su habilidad para narrar que la masacre no sólo afectó a muertos y desaparecidos, sino que destruyó el tejido social del país.Por su parte, Fidanza concursó con La prometida del señor de la montaña o La doncella del Huillallaco, una obra que "aborda la tradición incaica con una visión original sin caer en estereotipos comunes a esta clase de temas".Los jurados trabajaron además en los apartados de Literatura brasileña y en Estudios sobre los Latinos en los Estados Unidos.En el primero ganó Réquiem, de Lêdo Ivo, en el cual con "una musicalidad intensa y original" el autor hace un recorrido por el mundo de las pérdidas del poeta, según indicaron. Y el puertorriqueño Juan Flores, con Bugalú y otros guisos: ensayos sobre culturas latinas en Estados Unidos fue el laureado en el segundo apartado.Además el peruano Carlos Germán, el colombiano Roberto Burgos y el chileno Grinor Rojo fueron los ganadores de los premios honoríficos.
El escritor mexicano Paco Ignacio Taibo II, el chileno Hernán Uribe Ortega, el cubano-ecuatoriano José Ignacio López Vigil y el venezolano Carlos Noguera integraron el jurado.
También el chileno Grínor Rojo, el argentino Héctor Tizón, la colombiana Beatriz Robledo, la brasileña Ana María Goncalves, el puertorriqueño Robert Márquez, el cubano Félix Masud Piloto y el angoleño Ndalu de Almeida.
Más de 600 obras de toda América Latina y el Caribe se presentaron este año en el cincuenta aniversario de la prestigiosa institución.
Fuente: AP / AFP / EFE
MDZolm (imagem incluída) - Mendoza,Argentina

quinta-feira, fevereiro 12, 2009

Judô: Atleta sogipano preparado para a Copa do Mundo em Budapeste


Outros Judô: Atleta sogipano preparado para a Copa do Mundo em Budapeste
12/02/2009 - 15:10:19 - por PC & AI Sogipa - Final Sports
Motivado por sua estreia em competições europeias, o judoca Rodrigo Luna, da equipe Sogipa, disputará neste fim de semana a Copa do Mundo de Budapeste, na Hungria. No sábado, ocorrem as preliminares e as repescagens das categorias -60kg, -66kg e -73kg.

Rodrigo, um dos pré-selecionados para uma vaga na Seleção Brasileira até -81kg, lutará somente no domingo, onde também entrarão no tatame judocas de -90kg, -100kg e +100kg. Nesta sexta-feira, 13, será definida as chaves da competição.

O torneio será realizado de acordo com as normas e códigos da Federação Internacional de Judô (IJF) e da União Europeia de Judô (EJU). A data de retorno do atleta da Sogipa está prevista para segunda-feira.

“Estou entusiasmado. Quero voltar vitorioso” comenta Luna. O judoca sogipano quer somar os primeiros pontos válidos pelo novo sistema de classificação olímpica proposto pela Federação Internacional de Judô para as próximas Olimpíadas. Ao contrário dos outros ciclos olímpicos, quando a disputa começava apenas dois anos antes dos Jogos e a vaga era do país, a corrida desta vez começou quatro anos antes e quem se classifica é o atleta.

FONTE: Final Sports - Porto Alegre,Brazil
IMAGEM: João Derly
IN www.imprensa.planalto.gov.br

Judoca cubana alcanza medalla de plata en París


Judoca cubana alcanza medalla de plata en París
La cubana Idalis Ortíz consiguió la medalla de plata en más de 78 kilogramos del Gand Slam de París, Francia, al caer en la final ante la china Wen Tong.
Ortíz, de 18 años de edad y bronce en los Juegos Olímpicos de Beijing, perdió por Ippon ante su enconada rival, dueña de los máximos títulos puestos a discusión por la Federación Interancional desde 2005.
En esta oportunidad la cubana logró éxitos sobre Belkis Zehra Kaya (Turquía) por superioridad de Yuko, Ursula Sadkowska (Polonia) Ippon a 1:09 minutos, y en semifinales sobre Megumi Tachimoto (Japón), Wazari-Awasete-Ippon.
Otra exponente de la escuela cubana, Kaliema Antomachin, quedó quinta en los 78 kilos, en tanto, Onix Cortés, ganó en los 70 kg su primer combate por Ippon a Margarita Gurtseva (Rusia) y perdió por Yuko con la experimentada eslovena Rasa Sraka.
Por su parte, entre los hombres lo más destacado fue a cargo de Oscar Braison en más de 100, al ubicarse en el quinto lugar.
Braison, tercero en Beijing-08, dominó por Ippon a sólo 34 segundos a Talant Dzhanagulov (Kirguistán) y por esa misma vía a Ivan Iliev (Bulgaria), para ceder a continuación, igual por la vía rápida, ante el francés Pierre Robin.
En este evento se aplicó la eliminación simple, donde los perdedores en semifinales quedan en bronce, por lo tanto no hubo repechaje.
También salieron a los tatamis del Palacio de los Deportes de París-Bercy Oscar Cárdenas en 81, vencedor por Yuko a Florian Malitourne (Francia) y perdedor por Ippon con Sirazhudin Magomedov (Rusia); Jorge Benavides en 90 con Ippon a Elkhan Kajabli (Azerbaiján) y desbancado de esa forma por Takashi Ono (Japón); y Oreidis Despaigne en 100 con triunfo por Yuko a Mohamed El Assri (Marruecos) y revés por Yuko frente a Cyrille Manet (Francia).
La representación cubana culminó en la séptima posición con dos medallas de plata, aventajada por las locales, titulares del certamen con cinco medallas de oro e igual cantidad de plata y bronce; así como Japón (4-2-4), Surcorea (2-1-3), Rusia (1-1-4), China (1-0-2) y Grecia (1-0-0).

FONTE: Radio Habana Cuba - Habana,Cuba
FOTO: La judoca cubana Idalis Ortiz
EM: www.trabajadores.cu

1º Colóquio Vertentes do Fantástico na Literatura


Agenda
1º Colóquio Vertentes do Fantástico na Literatura
11/2/2009
De 28/4/2009 à 30/4/2009
Faltam 77 dias para o início do evento. Duração: 3 dias
Agência FAPESP – O 1º Colóquio Vertentes do Fantástico na Literatura será realizado de 28 a 30 de abril, em Araraquara (SP). O evento será realizado pelo Grupo de Pesquisa Vertentes do Fantástico na Literatura do Departamento de Letras Modernas da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
As inscrições para envio de trabalhos estarão abertas até o dia 1º de março. Serão aceitas comunicações em letras, linguística, pedagogia, antropologia, história, cinema e artes e outras áreas afins.
Segundo os organizadores, o evento é voltado a pesquisadores da área de literatura que trabalham com o insólito e o macabro (romance gótico e histórias de horror); com as representações artísticas de mitos; com contos maravilhosos, lendas e fábulas; com o realismo mágico; com romance fantasia e com ficção científica.
O objetivo é reunir a comunidade acadêmica para uma reflexão tanto sobre a tradição artístico-literária como sobre a revitalização de elementos antigos na produção cultural da atualidade.
A programação será aberta com a mesa-redonda “Vertentes do fantástico na América Latina”. Roxana Guadalupe Herrera Alvarez, do Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (Ibilce), da Unesp de São José do Rio Preto, apresentará a palestra “O conceito de Neofantástico, proposto por Jaime Alazraki, e sua relação com os contos de Julio Cortázar”.
Na mesma sessão, Juliana Silva Loyola, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), falará sobre o tema “O resgate dos contos populares pela literatura infantil e juvenil da contemporaneidade”.
“Vertentes do insólito e da literatura gótica”, “Reverberações da Antiguidade”, “Romantismo: do maravilhoso ao macabro”, “Fantástico na contemporaneidade” e “Tradição e inovação” são os temas das outras mesas-redondas.
Mais informações: http://www.unesp.br/eventos

FONTE: Revista Pesquisa - São Paulo,Brazil
IMAGEM: Fantastic Literature
in www.french-ital.ucsb.edu